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PENSAMENTO, ELEMENTAIS E MATERIALIZAÇÃO - DASKALOS

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Elementais


Muito provavelmente, Theophanis era o mais velho entre os discípulos e amigos de Daskalos. A amizade dos dois tinha com certeza mais de quarenta anos. Ele era de Pafos, um porto a sudeste da ilha, a cento e sessenta quilômetros de Nicósia. Ali São Paulo foi preso e chicoteado por pregar o Cristianismo aos pagãos. Os habitantes de Pafos eram conhecidos como devotos adoradores de Afrodite.


Theophanis tinha a reputação de fazer curas; contava com alguns discípulos mas, ao mesmo tempo, era também membro do círculo secreto de Daskalos. Devido aos longos anos de trabalho conjunto, um forte laço de amizade unia os dois velhos. Theophanis, contaram-me, cultivava uma devoção especial por Daskalos. Ao contrário deste, que tinha uma personalidade esfuziante, Theophanis era um homem quieto, que só falava se a ele fosse dirigida a palavra. Mais tarde fiquei sa¬bendo que ele nunca se casou. Quando tinha vinte e cinco anos, ficara noivo de uma moça a quem amava loucamente e que morrera de t…

A LEI DA ATRAÇÃO

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"O homem sempre encontra seu destino nos caminhos que tomou para evitá-lo." ?
Estive participando de um grupo de estudos com a Cláudia Giovani, sobre os ensinamentos dos Abraham-Hicks e outros seres, que propõem o alinhamento com o Eu profundo através da vontade, do desejo, e da prática da criação deliberada. Partem da premissa que somos inevitavelmente criadores da nossa realidade, saibamos ou não, e propõem então que o façamos conscientemente. Que retomemos a consciência de nosso poder e atuação no universo. E uma condição para isso é que o desejo seja claro e coerente com o pensamento, porque então o relacionamento conosco se aprofunda, assim como a vontade, que, unificada e harmonizada com o pensamento (crenças), vai se tornando um "poder".
Uma das primeiras leis é a que repasso abaixo, a lei da atração. Por ela, se verifica que querer a felicidade, a saúde, o bem, etc, é diferente de não querer a infelicidade, a doença, o mal; que "Lutar por" obtém u…

COERÊNCIA PARA A REALIZAÇÃO DE DESEJOS

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O que li do Chopra sobre métodos de realização do desejo, complementa perfeitamente a Lei da Atração dos Abraham-Hicks. Resumidamente, ele disse que tudo o que existe é parte de um campo de energia infinito e que o pensamento, o desejo, o que sentimos movimenta nosso campo e o campo ao redor, pois não há distinção nítida entre o nosso campo e o campo universal. Bem, quando estamos serenos, as ondas se movimentam ordenadamente em direção ao nosso objetivo e voltam com uma resposta do Infinito, trazendo o que pedimos. Mas se estamos dispersos, em conflito, o choque entre pensamentos, desejos, emoções desordenados perturbam a coerência das ondas, elas como que se chocam e se anulam entre si ao invés de repercutir ordenadamente em uma direção.

Se ainda não conseguimos um auto-conhecimento suficiente para integrar essas instâncias da mente , se o pensamento difere do sentimento, que discorda da vontade, que difere das ações, etc., então a opção é a meditação: podemos criar um momento de cal…

DALAI LAMA E A ENERGIA CEGA DA RAIVA ( VÍDEO )

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Nesse curto vídeo de 2min, Sua Santidade o Dalai Lama, líder do Budismo Tibetano, fala sobre a energia da raiva e como a calma é necessária para enxergar a realidade e para “usar a inteligência humana apropriadamente“. De maneira firme e pacata, o Dalai Lama explica em poucas palavras alguns dos fatos mais simples e óbvios sobre a raiva, mas que custamos a aprender, e reflete sobre a necessidade de um “método realístico”, que enxergue a realidade.
O vídeo é da palestra dele na Doon School, durante sua passagem por Dehradun, na Índia, em 28 de outubro deste ano. Para ver as legendas, clique em “Select Language” logo abaixo do vídeo (caso não apareça, atualize esta página ou use este link alternativo).
Fonte:Nando Pereira-http://dharmalog.com/

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O CÉU ESTRELADO DE CLAUDE LÉVI-STRASS

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"Et, penchés à l'avant des blanches caravelles.
Ils regardaient monter dans un ciel ignoré,
Du fond de l'Océan des étoiles nouvelles."
1(José-Maria de Heredia
)

COMO OS conquistadores de outrora, foi pelo mar que Claude Lévi-Strauss descobriu a América indígena. Desde o início (Tristes trópicos), ele fica maravilhado com o pôr do sol. Antes de conhecer e de amar os ameríndios, entusiasma-se com a beleza do céu, que lhe inspira acentos líricos:
Durante esse tempo, por trás dos celestes recifes que obstruíam o ocidente, o Sol evoluía devagar: a cada progresso de sua queda, um de seus raios perfurava a massa opaca ou abria uma passagem [...] Com a obscuridade, tudo se achata de novo como um brinquedo japonês maravilhosamente colorido.O venerável mestre se reconheceria hoje na visão edênica do jovem professor? Não estou certo disso. Seu olhar ficou mais lúcido, o sorriso mais marcado de ironia. Mas desde os seus primeiros contatos com os índios a onipresença do céu aparece…