quinta-feira, 28 de maio de 2015

COMO ABENÇOAR E RENOVAR A ENERGIA DA CASA INCLUINDO LIMPEZA ENERGÉTICA COM INCENSOS


COMO ABENÇOAR E RENOVAR A ENERGIA DA CASA

Hoje recebi vários emails de leitores, principalmente do "Vida Organizada", muito interessados na harmonização de seus lares e as questões foram em geral: "como posso limpar energeticamente a minha casa" ou "como abençoá-la". 
Bem, existem inúmeras maneiras de se expurgar más energias da casa e chamar as energias mais elevadas. Nós elevamos a energia todas as vezes que agradecemos sinceramente - essa é uma maneira, quando rimos, conversamos amorosamente, meditamos, oramos, mas podemos criar um ritual gostoso de purificação e bênção da casa, que podemos fazer semanalmente ou sempre que acharmos necessário.
Eu vou contar para vocês como eu gosto de fazer. A casa estar limpa e sem bagunça é, digamos assim, uma condição básica, mas seguindo o preceito que "feito é melhor que perfeito", vamos dar aquela ajeitada básica, que já melhora muito o astral.
Janelas abertas, se for possível abrir 4 dedos da porta de entrada, pedindo que por ali saia toda a toxidade da casa, também ajuda bastante.

Aí a dica é colocar uma música que você goste muito, que lhe traga boas lembranças, que faça o seu coração bater mais forte, uma música poderosa. Ela vai elevar tanto o "ch'i" da casa, que tudo o que não for bom não permanecerá no local. E deixe a música rolar! 
Minha sugestão (adoro) é um solo instrumental do Jorge Aragão, da Ave Maria de Gounot seguido das Bachianas de Villa Lobos. Para mim essa música injeta alegria, poder, fé, perseverança...experimente!

O passo seguinte é dirigir-se à porta de entrada, acender um incenso de sua preferência (eu gosto muito do Ananda) e segurando-o numa mão, tenha na outra um pratinho para aparar cinzas. Você vai caminhar pela casa, buscando o caminho à sua direita e vai percorrer todo o espaço, cômodo por cômodo, espiralando (rodopiando) o incenso. Ao se deparar com cantos vazios, capriche, permaneça um pouquinho a mais. Continue até terminar o percurso, ou seja, chegar ovamente na entrada.
Em lugar seguro, deixe o incenso acabar de queimar, quanto mais próximo do acesso à casa, melhor.
E agradeça. Agradeça sempre. 
Sua casa é o seu espaço sagrado.



Fonte:
http://encontrodentrodemim.blogspot.com.br/2015/05/

Limpeza Energética Com Incensos

MUDANÇAS DO CORPO FEMININO AO LONGO DA HISTÓRIA(DE ACORDO COM ESTE VÍDEO)

Mudanças do corpo feminino ao longo da história (de acordo com este vídeo)

Último vídeo viral sobre o conceito de “beleza real” repassa, com modelos, a evolução dos padrões do Egito até hoje

O BuzzFeed, a grande publicação especializada em conteúdo viral, criou o último sucesso na Internet sobre o discutidíssimo conceito da “beleza real”. No dia 26 de janeiro, publicou em sua conta do YouTube um vídeo de pouco mais de três minutos, de produção própria, que pretende mostrar a evolução dos tipos de corpo ideal ao longo da história, desde o ano 1292 A.C., até a atualidade. Conseguiu mais de 10 milhões de reproduções em cinco dias, somados aos outros seis milhões conseguidos no Facebook.
No vídeo, onze modelos, todas elas belíssimas para os cânones atuais, posam ao ritmo de uma canção contagiante, perfeitamente maquiadas e penteadas, vestindo somente um maiô branco que ressalta o propósito do vídeo: ensinar como o peso, largura dos quadris ou tónus muscular sempre foram conceitos variáveis.
As épocas e padrões do vídeo, que são desenvolvidos em um artigo dentro do BuzzFeed, são os seguintes:
Antigo Egito: Magreza, ombros estreitos, cintura alta, rosto simétrico
Grécia Clássica: Corpo cheio, pele clara
Dinastia Han: Cintura estreita, pele clara, olhos grandes, pés pequenos
Renascimento Italiano: Seios fartos, barriga curva, quadris cheios, pele clara
Inglaterra Vitoriana: Corpo cheio, cintura fina
Loucos anos 20: Peito plano, cintura indefinida, corte de cabelo Chanel, figura masculina
Idade de Ouro de Hollywood: Voluptuosa, silhueta de ampulheta, seios grandes, cintura fina
Anos 60: Magra, pernas longas e finas, físico adolescente
Época das supermodelos: Atlética, corpo esbelto mas com curvas, alta, braços torneados
“Heroin chic”: Extremamente magra, pele translúcida, andrógina
Beleza pós-moderna: barriga chapada, pele saudável, seios e nádegas grandes, “thigh gap (espaço que se forma entre as coxas)”
Há vários anos é normal que vídeos, textos ou fotografias que questionam os cânones de beleza atuais fiquem populares na Internet. A criação do BuzzFeed lembra muito o “100 anos de beleza em um minuto”, um vídeo que desde seu lançamento, em novembro, conseguiu mais de 19 milhões de reproduções e que recentemente teve um remake menos bem sucedido dedicado à beleza negra.

Fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/31/estilo/1422722953_709436.html

O GOSTO PELAS CURVAS FEMININAS ATRAVÉS DE 2500 ANOS DE ARTE

El gusto por las curvas femeninas a través de 2.500 años de arte

‘O Nascimento de Vênus’, de Boticcelli, mostra uma mulher com um índice de cintura-quadris de 0,724, perto do que se considera o ideal universal.

O gosto pelas curvas femininas através de 2.500 anos de arte

Relação entre o perímetro da cintura e o dos quadris variou com o tempo, mostra estudo

Formas se tornaram mais femininas a partir do Renascimento

Por que tantos homens gostam de Beyoncé ou Kim Kardashian? Haverá quem diga que a fascinação pelas curvas é uma questão cultural, exacerbada pelos vídeos musicais de hip hop ou pela pornografia. No entanto, se estudiosos da evolução humana forem consultados, muitos defenderão que existe uma programação no cérebro, construída durante milhões de anos, que nos leva a buscar determinados traços físicos que falam das possibilidades reprodutivas de quem as possui.
Um desses sinais é o índice cintura-quadris (ICQ), a relação que resulta da divisão do perímetro da cintura de uma pessoa pelo de seus quadris. O interesse por essa característica física tem várias explicações. Por um lado, as nádegas e a cintura são aspectos exclusivos do ser humano, inexistentes nos primatas que não andam eretos. Além disso, os hormônios sexuais determinam como e onde se acumula a gordura. Aquela que se acumula nos quadris indica que existem reservas em caso de escassez e que as crias terão alimento durante a gravidez e a lactação. Outra mostra da informação inscrita no ICQ é observada a partir da menopausa, quando as mulheres começam a ter um índice mais parecido com o dos homens. Em geral, essa relação é um sinal para detectar juventude e fertilidade à primeira vista.

Vários estudos calcularam que o ICQ ideal, pelo menos nos países ocidentais, é aquele em que a cintura tem 70% do perímetro dos quadris. Mas essa relação varia dependendo das circunstâncias dos homens consultados. Um índice abaixo de 0,7, mais feminino, costuma despertar interesse maior nos que desfrutam de condições de bem-estar. Entretanto, quando o entorno é mais complicado, um ICQ maior pode ser mais desejável. Alguns artigos científicos mostraram que os homens de baixo nível socioeconômico preferem as mulheres mais pesadas do que os de um nível elevado. A explicação poderia estar nos andrógenos, uma classe de hormônios que inclui a testosterona. Sua presença favorece a acumulação de gordura em torno da cintura, com menos feminilidade, mas aumenta a resistência e a competitividade. Em situações de estresse, essas virtudes podem ser mais interessantes do que a cintura de vespa que os hormônios femininos favorecem.
Para obter mais informação sobre a universalidade do ICQ, os pesquisadores do Instituto de Ciências Evolutivas da Universidade de Montpellier (França) analisaram obras de arte e imagens representando o corpo feminino dos últimos 2.500 anos para verificar qual era seu índice cintura-quadris. Foram tomadas 216 obras de arte – 160 pinturas e 56 esculturas – que representavam mulheres desde o ano 500 a. C. até o presente. Do total, 150 representavam exemplos de beleza, como as deusas Afrodite, ou Vênus, ou a jovem Psiquê, tão bela que apaixonou Eros, o filho de Afrodite. As outras 66 obras escolhidas representavam mulheres às quais não se atribui uma beleza especial, como Eva, a primeira mulher criada por Deus segundo o mito hebreu.
As obras de arte utilizadas se dividem em dois períodos. O primeiro entre 500 a. C. e 400 d. C. e o segundo entre 1400 e 2014. No meio está um período durante o qual, devido à oposição cristã, quase não se encontram corpos nus na arte. Durante o último século, foi analisado o ICQ de modelos da Playboy e de ganhadoras de concursos de beleza.
Os padrões de beleza começaram a mudar no século XV, com uma preferência por curvas mais pronunciada
A análise das obras de arte mostrou que o índice se manteve constante durante o período de 900 anos da Antiguidade, algo por volta de 0,7, e começou a diminuir no período mais recente, entre 1400 y 2014. Assim, a Afrodite de Siracusa de Praxíteles, de 450 a. C., tem um ICQ de 0,753, uma Afrodite anônima de 2.000 anos, 0,793, e uma Vênus anônima do século IV d. C., 0,731. Quando se observam os ICQ a partir de 1400, as frações começam a baixar de 0,7, como na Vênus pintada por Hans Baldung no século XVI, com 0,693, ou na escultura de Psiquê Abandonada que Agustin Pajou criou em 1790, com 0,685.
Entre as playmates e modelos do século XX, observa-se uma curva média que começa ligeiramente acima de 0,7 nos anos 20, caindo durante os anos 60 e 70, e voltando a subir a partir dos anos 80, até superar 0,7 durante a última década. Nos extremos entre as modelos se situaram Mickey Winters, que foi a garota Playboy de setembro de 1962, com um ICQ de 0,529 (cintura de 45,7 cm e quadris de 86,3 cm), e Ashley Hobbs, capa de dezembro de 2010, com um ICQ de 0,844 (68,5 cm de cintura e 81,2 cm de quadris).
Para Jeanne Bovet, pesquisadora da Universidade de Montpellier, esses resultados mostram que “ao contrário do que se costuma afirmar, a preferência por um determinado ICQ mudou ao longo do tempo”. Por outro lado, diante da opinião de que a forma ideal se alterou drasticamente durante o último meio século devido à influência dos meios de comunicação, os resultados de seu estudo sugerem que “os padrões de beleza, pelo menos no que se refere ao ICQ, começaram a mudar no século XV, com uma preferência por curvas mais pronunciadas”.
‘Vênus e o Amor’, de Hans Baldung.
O que Bovet não sabe ao certo são as razões por trás das variações observadas na arte ao longo dos últimos 25 séculos. “Podem dever-se a uma mudança nas condições de vida, que se tornaram mais fáceis, com menos trabalho do que antes”, observa. Contudo, lembra que a maior parte das obras foi realizada por artistas com vida relativamente confortável graças às encomendas dos aristocratas, e com isso suas preferências não tinham por que ser representativas da sociedade de seu tempo. “Talvez se trate de uma mudança cultural e não só adaptativa, ainda que cultura e biologia influam uma à outra”, afirma.
Para separar na medida do possível a parte cultural daquela inscrita nos genes, alguns pesquisadores propuseram experiências originais. Em 2009, uma equipe chefiada por Johan C. Karremans, da Universidade Radboud de Nimegue (Holanda), comparou as preferências de ICQ de homens que enxergam com as de cegos de nascimento. Com esse enfoque pretendiam comprovar até que ponto os meios audiovisuais, e de modo geral a aprendizagem visual, influem na construção do gosto por determinadas formas femininas. Os resultados mostraram que os homens que não viam, assim como os que viam, preferiam os ICQ reduzidos e próximos de 0,7. Entretanto, essa preferência era mais intensa entre os que enxergavam bem, o que sugere que a referência visual desempenha um papel de reforço.

Bovet explica que, para entender melhor seus resultados e interpretar seu significado, os pesquisadores trabalham “com historiadores da arte para obter mais informações sobre a vida dos artistas e como poderiam influir no que pintavam” e agora estudam mais artistas, de procedências diversas. Além disso, eles adicionaram a suas análises outros aspectos físicos que podem estar relacionados com os atrativos femininos, como o índice de massa corporal ou as feições do rosto, “para observar se mantêm o mesmo padrão do ICQ”.

Fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2015/05/25/internacional/1432572979_472340.html

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VOLUNTÁRIOS ARRISCAM A VIDA PARA RESGATAR CÃES NO RIBEIRÃO ARRUDAS EM BELO HORIZONTE-MINAS GERAIS-BRASIL



Voluntários arriscam a vida para resgatar cães no Ribeirão Arrudas

Só este ano, oito cachorros foram tirados do ribeirão Arrudas em cinco operações

postado em 28/05/2015 00:12 /

“Socorro, socorro, socorro! Estou dentro do ônibus na Avenida dos Andradas, indo pro estágio. Acabo de ver um cachorrinho lá embaixo no Ribeirão Arrudas, andando desnorteado! Ele é caramelo com branco, porte pequeno! Pelo amor de Deus, alguém ajude!” Há alguns dias este apelo desesperado era multiplicado em escala geométrica na internet, ganhando enorme repercussão entre os mais de 70 grupos autodenominados protetores de animais de Belo Horizonte. Desde o momento em que foram avisadas de que um provável vira-latas estaria com frio e com fome, nadando no meio do esgoto a céu aberto, dezenas de pessoas se mobilizaram para fazer uma operação emergencial de resgate do animal.

Não é a primeira vez que esses bravos defensores de animais arriscam a própria vida para salvar outras, ainda mais indefesas do que a sua. Só este ano, já foram feitos cinco operações e oito cãezinhos foram resgatados do Arrudas, sendo três deles de uma única leva. No último sábado, um grupo de15 protetores anônimos levou escadas, cordas e botas de borracha para salvar a vida do vira-latas Canjica, que foi vacinado, vermifugado e castrado. Acolhido em um lar temporário (LT), o dócil e brincalhão cachorrinho, com cerca de um ano e meio, já está com toda a documentação em dia, pronto para a adoção. Ganhou até gravata na organização não-governamental (ONG) Cãoviver, que subsidia vacinas, banho e remédios em casos de cães resgatados. O restante das despesas foi cotizado entre o grupo.

Espécie de bombeiros caninos, esses protetores anônimos estão dispostos a sacrificar a folga do fim de semana para fazer o trabalho do poder público. “A maioria dos bombeiros da corporação é gente boa, mas ainda não tem equipamento e nem treinamento para fazer esse tipo de resgate. No Brasil, o animal ainda é tratado como coisa, enquanto em Los Angeles os helicópteros sobrevoam o rio para buscar um cachorro ou resgatar um pássaro preso ao fio de alta-tensão. A defesa dos animais é uma questão de saúde pública”, defende o dançarino de Belo Horizonte Charles Porto, que milita na causa há 15 anos.

Como um todo, o processo de resgate de cães no Ribeirão Arrudas pode durar de um a dois dias. Não é fácil. Primeiro, é preciso localizar o animal, em quilômetros de extensão do córrego. Depois, rezar para não chover no dia marcado para o resgate e as águas subirem às margens do Arrudas. Sem falar que o cão não quer ser salvo, apesar de estar esfomeado. Acuado e com medo, tende a fugir do grupo ou, por instinto, avança em seus salvadores, que o atraem com ração. “Da última vez, levei uma mordida que arrancou a tampa do meu dedão, a parte mais vascularizada do corpo. Nada fazia a dor passar”, explica o advogado e professor universitário Carlos Brandão.

Tampouco adianta apenas retirar o vira-latas do Arrudas e abandonar em qualquer canto da cidade. O cão pode ter chegado até o esgoto pelo encanamento, mas, se estiver mancando, a hipótese mais provável é que tenha sido jogado lá de cima para morrer. Nos dois casos, precisará ser acolhido em um LT, a R$ 300 mensais e a R$ 60 o saco de ração. Se estiver ferido, poderá precisar de radiografia (R$ 60), de um ultra-som (R$ 100) ou até de uma cirurgia para colocar um parafuso, a partir de R$ 600.

RECOMPENSAS “Há quem diga que deveríamos ajudar crianças em vez de cachorros. A diferença é que, no Brasil, se uma criança estiver morrendo nas ruas, alguém vai chamar o Samu e levar para o Hospital de Pronto-socorro João XXIII, onde ela terá atendimento. Se estiver sofrendo maus-tratos, o conselho tutelar vai denunciar. Já os animais não contam com a mesma proteção do poder público. Ninguém vai pedir por ele. É capaz de o bicho ficar agonizando até morrer”, compara Brandão, que presta assessoria jurídica gratuita para ONGs de proteção anos animais. Nos últimos meses, está afastado das suas funções, mas confessa que se observar um cão abandonado rondando o bairro, tem receio de ter uma recaída.

“Quando me vejo entrando dentro do Arrudas para salvar um cachorrinho, às vezes me questiono onde vou parar tentando socorrer os animais, mas a paixão fala mais alto. Cada vida que salvo é uma recompensa”, desabafa a turismóloga Marina Lott, de 28 anos, que desde que se arvorou na atividade de bombeira de bichos, há três anos, calcula ter resgatado em torno de 40 animais. Depois de medicados e sadios, quase todos foram encaminhados à adoção, por meio da página dela no Facebook, que dispõe de conta-corrente autônoma para ajudar a financiar os salvamentos. Da turminha, restaram três gatos e dois cahorros, conforme apelidou Marina, o que obrigou os pais dela a mudarem de um apartamento para uma casa com quintal no mesmo bairro, o Santa Lúcia, na Região Centro-Sul de BH.

Pelo Facebook, Marina recebeu a denúncia de que um flanelinha estava espancando uma cadela vira-latas, amarrada a um poste.  “Encontrei Nina encolhida no poste, amarrada a um barbante, com sede e com fome. Enfrentei o homem e a arranquei de lá. Não consigo entender porque as pessoas fazem tanta ruindade com os animais. Não sei se é falta de consciência, de instrução ou se é falta de amor mesmo?”, questiona a jovem, que arranjou por fim a Luna.



O homem de 50 cachorros

Sob inspiração da cantora de salsa cubana, Célia Cruz já está idosa e começa a ficar cega. Mel Gibson também está coroa, mas permanece bem de saúde. A vira-latas magrela Gisele Bundchen ainda é nova, mas o mesmo não se pode dizer de Xuxa, que por sinal, vive grudada no labrador Pelé. Estes são alguns dos cerca de 60 cães resgatados pelo dançarino Charles Porto, um dos pioneiros na arte de salvar animais domésticos em perigo.

Tudo começou com há mais ou menos 15 anos, quando Charles seguia com a então mulher passar o fim de semana em Escarpas do Lago. Na parada do pão com linguiça, descobriu-se hipnotizado por um cão mestiço com basset, esquálido, que olhava insistentemente para ele. “Comprei um pão com linguiça para ele, que devorou. Comprei outro e mais outro. Lá se foram cinco ou seis sanduíches e uma garrafa de água. Não consegui deixar pra trás o Fred Astaire”, lembra. Apesar de ter água no pulmão, sobreviveu por mais três anos.

Depois de Fred, viria o cooker chamado Steve (Wonder), resgatado dentro de um bueiro. “Baixou em mim o espírito de São Francisco de Assis. Outro dia estava na igreja, em uma formatura, nos bancos do meio. Entrou um cachorro e deitou do meu lado. Descobri que estava marcado”, brinca ele. Autônomo, Charles cuida atualmente de quase 50 cães no sítio da família, em Itabirito, na Região Central, de outros cinco na casa da ex-mulher e de outros cinco na empresa. A despesa mensal atinge R$ 3,5 mil com ração, despesa com funcionário e remédios. “Não faço doações. É o meu asilo de cães velhinhos, que ninguém quer adotar porque dá muito trabalho. Já combinei que eles ficam lá até morrer”, diz. (SK) 


Fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/05/28/interna_gerais,652212/voluntarios-arriscam-a-vida-para-resgatar-caes-no-ribeirao-arrudas.shtml


quarta-feira, 27 de maio de 2015

LUCY,A PEQUENA AUSTRALOPITHECUS,TINHA UM VIZINHO











Lucy, a pequena Australopithecus, tinha um vizinho


Pesquisadores descobriram na Etiópia os restos fósseis de uma nova espécie de hominídeo que datam de 3,3 a 3,5 milhões de anos, que viveram ao mesmo tempo e no mesmo lugar que Lucy, a famosa Australopithecus - elevando provas de que vários tipos de pré-humanos já viviam juntos.

"Um novo parente se juntou a 'Lucy' na árvore familiar humana", disse o Museu de História Natural de Cleveland (EUA), à frente da pesquisa com o pesquisador Yohannes Haile-Selassie.

O estudo publicado na quarta-feira na revista Nature afasta um pouco a hipótese, antiga e agora muito contestada, de que Lucy seria "a mãe da humanidade" e nossa ancestral direta.

Principal autor do estudo, Yohannes Haile-Selassie analisou mandíbulas superiores e inferiores e dentes isolados encontrados em 2011 a 35 quilômetros do lugar onde viveu a espécie Australopithecus afarensis, à qual pertencia Lucy. As escavações foram realizadas no Afar, região desértica a leste da Etiópia considerada um dos berços da humanidade.

A nova espécie foi nomeada "Australopithecus deyiremeda". Na língua Afar, Deyi significa "perto" e "Remeda" significa "parente".

Ela se diferencia da espécie de Lucy pela forma e tamanho dos dentes e a arquitetura robusta do seu maxilar inferior.

Este vizinho "é uma nova confirmação de que o Australopithecus afarensis não é a única espécie potencialmente ancestral do homem que viveu na região etíope de Afar", observa Haile-Selassie.

Lucy, cujo esqueleto está completo com mais de 40%, com 52 ossos, foi descoberta em 1974 por uma equipe que inclui Donald Johanson, Maurice Taieb e Yves Coppens. Com mais de 3,2 milhões de anos, medindo 1,10 metros, ela era bípede mas também alpinista.

Suas espécie, o Australopithecus afarensis, viveu entre 2,9 milhões e 3,8 milhões de anos atrás, durante um período mais longo do Australopithecus deyiremeda.

O francês Yves Coppens argumentou por muitos anos que Lucy foi "erroneamente apresentada como a mãe da humanidade".

Embora durante um longo tempo os paleontólogos tenham acreditado que houvesse apenas uma espécie de pré-humanos para o período de 3 a 4 milhões anos, várias descobertas, no Chade e no Quênia, levaram a questionar essa tese.

Por seu lado, Yohannes Haile-Selassie espera que alguns de seus colegas "se mostrem céticos" sobre a nova espécie Australopithecus deyiremeda.

"Mas eu acho que é hora de nós assistimos a este momento da evolução humana com uma mente aberta e que examinemos cuidadosamente os fósseis disponíveis, em vez de rejeitá-los quando eles não correspondem às nossas hipóteses", acrescentou.

Fonte: UOL

AS ILUSTRAÇÕES SURREAIS DE WALDEMAR KAZAK

As ilustrações surreais de Waldemar Kazak

por Felipe Matula

Waldemar Kazak é um artista russo nascido em Tver, em 1973. As suas composições surreais são recheadas de humor e estilo.
“De alguma forma eu não consigo ficar quieto e parar de desenhar. Todos os tipos de criaturas bizarras e personagens continuam fluindo para fora do meu cérebro”, comentou o artista.
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+ Informações aqui: Waldemar Kazak


Fonte:http://www.zupi.com.br/ilustracoes-surreais-de-waldemar-kazak/

AS IMPRESSIONANTES ESCULTURAS HIPER-REALISTAS DE KAZUHIRO TSUJI

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As impressionantes esculturas hiper-realistas de Kazuhiro Tsuji

por Felipe Matula

Ele é mais conhecido em Hollywood por seu trabalho com efeitos especiais, mas o artista japonês Kazuhiro Tsuji, com sede em Los Angeles, também cria esculturas com um realismo impressionante, homenageando Dali ou Andy Warhol, passando também por Abraham Lincoln.
“O meu objetivo é esculpir retratos que vão além da captura de uma semelhança. Eu crio estas cabeças de dentro para fora, dando vida a aparência de pensamento interior e emoções em cada camada de silicone”, conta o artista.
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+ Informações aqui: Kazuhiro Tsuji

Fonte:http://www.zupi.com.br/esculturas-hiper-realistas-de-kazuhiro-tsuji/