segunda-feira, 28 de julho de 2014

A ÁRVORE DE 3200 ANOS QUE MAL CABE NUMA FOTO

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A árvore de 3.200 anos que mal cabe numa foto


Ávore de 3.200, considerada uma das maiores do mundo, anos é captada em uma única imagem pela primeira vez

Localizada em California’s Sierra Nevada, árvore de 3.200 anos é apelidada de “A Presidente”. Trata-se de uma gigante sequoia de 75 metros. Seu tronco tem 9 metros de diâmetro e os seus poderosos galhos seguram mais de 2 bilhões de folhas.
“A Presidente” cresce ainda 1 m³ de madeira por ano.

Após 32 dias de trabalho e 126 imagens mixadas, fotógrafos do National Geographic conseguiram captar a árvore em uma única foto pela primeira vez (a última foto da postagem). Confira as imagens a seguir:
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A PRESIDENTE:
foto árvore a presidente
Vídeo:

UM GOLE DE EDUARDO GALEANO,ENTREVISTADO NO URUGUAI

eduardo galeano Francielly Baliana

Um gole de Eduardo Galeano


Política, História, ideologia, literatura, futebol. Um bate-papo com Eduardo Galeano, um dos maiores escritores da América Latina

Montevidéu tem seus próprios ventos, que se parecem, em muito, com crônicas de cidade pequena. Além de estreita, antiga. Onde prédios velhos se tocam no alto do céu e olhos se cumprimentam nas praças regadas de folhas. Cafés que falam muitas línguas recebem durante o dia linguagens de todas as partes. São gestos de histórias vizinhas contracenando com sentimentos interioranos que a capital uruguaia abriga em si. Não deixam de captar os olhares, as vozes, as vidas.
Uma das ruas mais antigas de Montevidéu é também a que abriga o Café Brasileiro, um dos espaços mais charmosos da Ciudad Vieja, com arquitetura típica do século XIX. Ali, onde o vento do lado de fora parecia fazer a curva para o continente, foi que esperamos pelo encontro com Eduardo Galeano, um dos maiores escritores de nossa América Latina. Enquanto contávamos os minutos de sua chegada, as fotografias nas paredes revelavam a proximidade que o autor tinha com o local. Eram inúmeras fotos suas. Não seria, então, coincidência estarmos ali, em um lugar escolhido por ele, naquela manhã de sábado. Devia ser seu mais aconchegante quintal, ao qual nos acomodamos logo, sem saber se pelo apreço visual da madeira fria que estruturava o local, ou pelo cheiro de um café tão tipicamente próximo ao nosso. As duas coisas, talvez.
Galeano chegou acompanhado de sua filha Florência, e entrou sorrateiro, sem que escutássemos o barulho de seus passos. Quando nos demos por encontrados, tomou-nos as mãos e cumprimentou-nos carinhosamente. “Veja se isso aqui não parece um romance policial”, atestou. “Quando olhei vocês dois aqui sentados, disse logo à Florência: são eles!”, sorriu com um humor de quem se sente em casa. Não demoramos a deixar nossos olhares curiosos de tudo focarem em seus olhos azuis, capazes de iluminar todo o ambiente. Antes mesmo de o café chegar, contamos a ele o motivo que nos levara ali – uma tenra admiração junto à vontade de estabelecer conversa com vozes e olhares. O que falaríamos a um jornalista que já havia concedido inúmeras entrevistas a tantos veículos? Que a conversa fluísse, pois. Que pudéssemos assentar em um sábado de sua vida e compreender o que as histórias e a despretensão de estar ali, junto a ele, nos trouxessem às mãos.
O primeiro gole de cappuccino veio quando comentamos sobre as propagandas políticas que vimos a caminho do encontro, e sobre as eleições presidenciais que também acontecerão esse ano no Uruguai. Galeano não demorou a enfatizar suas percepções sobre o assunto, apontando, com os dedos pouco acima da mesa, para as ruas que cercavam o Café. “Eu não entendo a política uruguaia”, afirmou. “A divisão partidária me confunde. Aqui, dentro de um partido que se assume como “esquerda”, existem frentes conservadoras e outras de extrema esquerda que disputam entre si. Então, antes do embate eleitoral, existe uma discussão de quem é que lidera o partido. Nunca vou entender isso”,completou, afirmando ainda a dificuldade que há em estabelecer uma linha de governo dessa forma.
Comentamos o quanto também é dificultoso no Brasil estabelecer identidade com um dos mais de 30 partidos existentes. “Eles deixam complexo o que é extremamente simples”, retomou, interpelando a si mesmo com a cabeça, colocando mais um gole do seu cappuccino sem açúcar na garganta. Sobre o governo de Dilma Roussef, afirmou que é um bom governo, de forma geral. “Teve muitos erros e acertos, mas uma coisa é fato: o governo Dilma é claramente uma continuidade do governo Lula, o que não é ruim. Continua com boas políticas sociais e de base, no entanto, por conta do perfil de política do PT, que vem mudando nas últimas décadas, Dilma se preocupou demasiadamente com o modo de fazer política através das muitas alianças, e isso pode ter atrasado algumas medidas importantes à população”, destacou.
Quando se tratou de política, o autor de As Veias Abertas da América Latina não ousou deixar de lado o peso histórico das ditaduras militares que se espalharam pelo continente no século XX. Jornalista exilado por duas vezes, Galeano esteve no Brasil em anos de chumbo, quando trabalhava para um jornal de Montevidéu, e seu editor pediu que escrevesse sobre a realidade social brasileira com a ditadura. “Ele pediu que eu fosse ao Brasil, mas, por ter ido diversas vezes ao país, disse que o faria do Uruguai mesmo. Insistiu e eu fui até o Rio de Janeiro. Queria que eu visse o modo como as pessoas viviam a ditadura nas ruas. O que mais me chamou a atenção foi uma frase em um muro, que pedia que o governo brasileiro ‘fosse logo entregue nas mãos de Charles Elbrick’, embaixador estadunidense na época”, assinalou, rindo do quanto aquela frase era certeira ao resumir suas impressões sobre aquele período. “Aquilo materializava a insatisfação diante dos rumos que o país tomava”, concluiu.
Observávamos a naturalidade com que Galeano enunciava. Era terno ao fazê-lo. Não havia dúvidas de que sua sutileza com as palavras, expressa principalmente no O Livro dos Abraços, que contou-nos ser seu preferido, também se refletia na calma e tranquilidade de sua fala.
Ao se tratar de anos ditatoriais, contamos o quanto veículos brasileiros têm trazido à tona as memórias da resistência com relação ao regime militar. Citamos o exemplo das histórias que retratam a realidade das universidades brasileiras na época e o quanto esses espaços, que sempre foram considerados centros de resistência e formação ideológica social, foram claramente reprimidos pelo governo. Havia temor ante o crescimento de ideias opositoras, o que culminava na infiltração de pessoas ligadas à ditadura no espaço universitário e a exclusão de alunos e professores considerados rebeldes. Hoje, a sobrevivência destes locais representa um símbolo de resistência aquele governo. Sobre isso, relatou a maneira similar com que a ditadura uruguaia agiu naqueles anos.
“A ditadura uruguaia agiu de forma parecida. Este Café, por exemplo, foi reconstruído pelas mãos da memória. Porque a memória tem mãos. Por três vezes, esse espaço foi destruído pela ditadura. Era considerado um local de típico encontro da classe intelectual daqui. Vinham com um caminhão durante a noite e desmanchavam o lugar. Arrancavam os pisos, retiravam as mesas e cadeiras, roubavam os lustres. No entanto, os frequentadores sempre tinham a disposição de reconstruir o Café através de suas lembranças em fotos e fatos”, contou-nos com brilho nos olhos que ora miravam em nós, ora nas paredes com fotografias de velhos conhecidos.
Lembrou-se também de uma vez que esteve em Leningrado – sua filha o corrigiu atentando ao atual nome, São Petersburgo -, quando as pontes da cidade, que foram destruídas pela guerra, estavam sendo reconstruídas por moradores através de fotografias. A memória parecia dar-lhe as mãos, ali.
O suspiro forte das lembranças abriu espaço para que nos entregasse dois de seus livros, Mulheres e Dias e noites de amor e de guerra, que trouxera especialmente para nos presentear. Assinou com doçura. “Abraços, Galeano”, desenhando um porquinho abaixo de seu nome. Também fez isso nos livros que trouxemos para receber sua assinatura.
Quando perguntado sobre a escolha desse animalzinho, não demorou a dizer que “alguns escritores escolhem dragões e serpentes como mascotes de suas obras e assinaturas. Eu escolhi o porquinho, pois ninguém o havia escolhido. Gosto do porquinho”. Sua graça fez com que todos à mesa sorrissem. A ele, entregamos presentes escolhidos com cautela. O livro Deus Foi Almoçar, do escritor paulistano Férrez, e o filme O Som ao Redor, do diretor recifense Kléber Mendonça Filho. Não poderíamos deixar o autor de Futebol ao Sol e à sombra partir sem indagá-lo sobre uma de suas maiores paixões. Qual seria, então, sua opinião sobre o futebol sul-americano?
Galeano foi preciso no chute. “Ele continua sendo uma característica muito forte de nossa cultura, mas as atuais condições do esporte no mundo, baseadas na comercialização do futebol, fazem com que nossos jogadores sejam vendidos muito cedo, o que provoca pouca contribuição ao nosso modo de jogar”, respondeu. Completou dizendo que, no entanto, os jogadores sul-americanos têm um histórico de mudanças através de pequenas revoluções. “Há um movimento no Chile em que os jogadores se uniram e começaram a fazer parte da tomada de decisão na liga. O Bom Senso Futebol Clube também é outro exemplo. O futebol não pode se render à política de interesses que atualmente dirige os clubes”, reiterou. Comparou esse exemplo ao da Democracia Corintiana, que surgiu na década de 80, liderada por Sócrates, “que era muito meu amigo”, ressaltou. Finalizou com uma pergunta que um dia fizeram a Sócrates sobre essa amizade, que também levantara nossa curiosidade. “Sócrates respondeu: ‘O Eduardo fala de futebol e eu falo de política. É simples’”, sorriu com a intimidade contada.
O relógio batia meio-dia, mas o charme matinal uruguaio não nos tirava o sentimento de que ainda pareciam nove da manhã. Galeano aproximou-se da mesa tanto quanto se achegou a nós. Perguntou-nos onde vivíamos no Brasil. “Vivemos entre São Paulo e Rio de Janeiro”, respondemos. Como conviesse, perguntamos se lhe agradavam cidades como as nossas, mas nosso Eduardo foi enfático ao negar o apreço às grandes metrópoles. “Não gosto de cidades grandes, como São Paulo. Elas têm caos demais. Gosto de Montevidéu porque consigo compreendê-la. Não se pode compreender uma cidade como São Paulo. Por isso escolhi viver aqui e sempre para cá voltar”, disse. Entreolhamo-nos pelo tempo em que o termo compreensão ressoou no ambiente. Eduardo foi se levantando com os presentes em mãos. Despedimo-nos com um cumprimento ainda mais carinhoso que o da chegada. “Ainda vamos nos rever”, disse, por fim. “As mãos da memória sempre trabalham por encontros assim”, quisemos entender. Agradeceu com os olhos. Agradecemos. Não como quando um livro termina por nos inspirar, mas, quando um novo nos segura logo na primeira página. “Até breve”, sentimos.

Por Francielly Baliana e Diego Torres

Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/07/um-gole-de-galeano.html

eduardo galeano Francielly Baliana

domingo, 27 de julho de 2014

O FRUTO DA PRECE...- MADRE TEREZA DE CALCUTÁ




"Um dia, em Calcutá, um homem apareceu com uma receita médica na mão e disse: ‘meu único filho está morrendo, e este remédio só é encontrado fora da Índia’. Exatamente naquele momento, enquanto estávamos falando, surgiu um outro homem com uma cesta de remédios. Bem em cima na cesta, estava o remédio de que precisávamos.

Se o remédio estivesse mais no fundo da cesta, eu não o teria visto. Se aquele senhor tivesse chegado antes, ou um pouco depois, eu não o teria visto. Mas exatamente naquele momento, além das milhares e milhares de crianças no mundo, Deus, com sua ternura, estava tão preocupado com aquela pequena criança das favelas de Calcutá, que mandou, exatamente naquela hora, o remédio para salvá-la.

Eu louvo a ternura e o amor de Deus, porque qualquer criança, tanto em uma família pobre quanto em uma rica, é uma criança de Deus, criada pelo Criador de todas as coisas."

(Madre Teresa de Calcutá - Tudo Começa com a Prece - Ed. Teosófica, Brasília, 2008 - p. 130.)

DE CEGOS E ANÕES - MAURO SANTAYANA



Rua do anão Oswaldo Aranha 
[que não anteviu 
o monstro que estava criando] 
na cega Israel 


De cegos e de anões



"Se não me engano, creio que foi em uma aldeia da Galícia que escutei, na década de 70, de camponês de baixíssima estatura, a história do cego e do anão que foram lançados, por um rei, dentro de um labirinto escuro e pejado de monstros. Apavorado, o cego, que não podia avançar sem a ajuda do outro, prometia-lhe toda sua fortuna, caso ficasse com ele, e, desesperado, começou a cantar árias para distraí-lo.

O outro, ao ver que o barulho feito pelo cego iria atrair inevitavelmente os monstros, e que o cego, ao cantar cada vez mais alto, se negava a ouvi-lo, escalou, com ajuda das mãos pequenas e das fortes pernas, uma parede, e, caminhando por cima dos muros, chegou, com a ajuda da luz da Lua, ao limite do labirinto, de onde saltou para densa floresta, enquanto o cego, ao sentir que ele havia partido, o amaldiçoava em altos brados, sendo, por isso, rapidamente localizado e devorado pelos monstros que espreitavam do escuro.

Ao final do relato, na taberna galega, meu interlocutor virou-se para mim, tomou um gole de vinho e, depois de limpar a boca com o braço do casaco, pontificou, sorrindo, referindo-se à sua altura: como ve usted, compañero... com o perdão de Deus e dos cegos, ainda prefiro, mil vezes, ser anão... 

Lembrei-me do episódio — e da história — ao ler sobre a convocação do embaixador brasileiro em Telavive para consultas, devido ao massacre em Gaza, e da resposta do governo israelense, qualificando o Brasil como irrelevante, do ponto de vista geopolítico, e acusando o nosso país de ser um “anão diplomático".



Sionismo = Nazismo 


Chamar o Brasil de anão diplomático, no momento em que nosso país acaba de receber a imensa maioria dos chefes de Estado da América Latina, e os líderes de três das maiores potências espaciais e atômicas do planeta, além do presidente do país mais avançado da África, país com o qual Israel cooperava intimamente na época do apartheid, mostra o grau de cegueira e de ignorância a que chegou Telavive. 

O governo israelense não consegue mais enxergar além do próprio umbigo, que confunde com o microcosmo geopolítico que o cerca, impelido e dirigido pelo papel executado, como obediente cão de caça dos EUA no Oriente Médio.

O que o impede de reconhecer a importância geopolítica brasileira, como fizeram milhões de pessoas, em todo o mundo, nos últimos dias, no contexto da criação do Banco do BRICS e do Fundo de Reserva do Grupo, como primeiras instituições a se colocarem como alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, é a mesma cegueira que não lhe permite ver o labirinto de morte e destruição em que se meteu Israel, no Oriente Médio, nas últimas décadas.

Se quisessem sair do labirinto, os sionistas aprenderiam com o Brasil, país que tem profundos laços com os países árabes e uma das maiores colônias hebraicas do mundo, como se constrói a paz na diversidade, e o valor da busca pacífica da prosperidade na superação dos desafios, e da adversidade.

O Brasil coordena, na América do Sul e na América Latina, numerosas instituições multilaterais. E coopera com os estados vizinhos — com os quais não tem conflitos políticos ou territoriais — em áreas como a infraestrutura, a saúde, o combate à pobreza. 



Árabes e judeus no Brasil 

No máximo, em nossa condição de “anões irrelevantes”, o que poderíamos aprender com o governo israelense, no campo da diplomacia, é como nos isolarmos de todos os povos da nossa região e engordar, cegos pela raiva e pelo preconceito, o ódio visceral de nossos vizinhos — destruindo e ocupando suas casas, bombardeando e ferindo seus pais e avós, matando e mutilando as suas mães e esposas, explodindo a cabeça de seus filhos. 

Antes de criticar a diplomacia brasileira, o porta-voz da Chancelaria israelense, Yigal Palmir, deveria ler os livros de história para constatar que, se o Brasil fosse um país irrelevante, do ponto de vista diplomático, sua nação não existiria, já que o Brasil não apenas apoiou e coordenou como também presidiu, nas Nações Unidas, com Osvaldo Aranha, a criação do Estado de Israel.

Talvez, assim, ele também descobrisse por quais razões o país que disse ser irrelevante foi o único da América Latina a enviar milhares de soldados à Europa para combater os genocidas nazistas; comanda órgãos como a OMC e a FAO; abre, todos os anos, com o discurso de seu máximo representante, a Assembleia Geral da ONU; e porque —como lembrou o ministro Luiz Alberto Figueiredo, em sua réplica — somos uma das únicas 11 nações do mundo que possuem relações diplomáticas, sem exceção, com todos os membros da Organização das Nações 
Unidas."

Por Mauro Santayana, no "Jornal do Brasil" [transcrito por Castor Filho no seu blog "Redecastorphoto"] 

FONTE: escrito por [*]Mauro Santayana (Rio Grande do Sul, 1932), jornalista brasileiro. Embora tenha estudado apenas até o segundo ano do antigo primário, o equivalente ao atual terceiro ano do ensino fundamental, ocupou, como jornalista autodidata, cargos destacados nos principais órgãos da imprensa brasileira, especialmente na mídia impressa, como Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil, Correio Brasiliense e Jornal do Brasil, no qual mantém uma coluna sobre Política. Também escreve regularmente para a Carta Maior, é comentarista de televisão e mantêm um blog, onde escreve artigos e crônicas sobre política,economia e relações internacionais, cujo endereço na internet é maurosantayana.com. Além de inúmeros artigos publicou os seguntes livros: A Tragédia Argentina- Poder e violência de Rosas ao Peronismo; Conciliação e transição: as armas de Tancredo; Mar Negro - Nação e Governo Em Nosso Tempo; Dossiê da guerra do Saara
Artigo postado por Castor Filho no seu blog "Redecastorphoto" (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/07/de-cegos-e-de-anoes.html).

O MASSACRE DE GAZA E O COMPLEXO DE VIRA-LATA






O massacre de Gaza e o complexo de vira-lata


"O Governo de Israel disse que o Brasil é irrelevante e criador de problemas, segundo manchete de 'O Globo'. Há nisso uma contradição. Se é irrelevante não pode criar problemas. Se cria problemas não é irrelevante. Aliás, se fosse mesmo irrelevante, não teria levado o Governo israelense ao extremo de quebrar todos os códigos diplomáticos ao ponto de insultar o Governo brasileiro com um ironia chula envolvendo a Copa, como se nós, brasileiros, fôssemos uns idiotas capazes de confundir massacre de inocentes com jogo de futebol.

Ainda pior que o insulto israelense a um país que sempre tratou com simpatia Israel, mesmo em momentos em que ele não merecia isso, é o comportamento da grande mídia brasileira. A invasão truculenta de Gaza é tratada como uma guerra entre iguais. O massacre de crianças e mulheres numa área confinada, sem saída, é apresentado como consequência natural do conflito. O recurso a uma violência extrema aparece como natural. E o Governo brasileiro é ridicularizado porque fala do óbvio, a saber, do uso desproporcional da força.

Na essência, tudo isso é a expressão reiterada do “complexo de vira-lata” da maior parte da grande mídia, segundo o qual tudo o que os Estados Unidos fazem é bom, sendo que os Estados Unidos, no caso, fazem tudo o que quer a direita israelense, e nós, subalternos e incompetentes, devemos nos alinhar cegamente a eles independentemente de uma visão crítica da política envolvida. Diante disso, ter uma atitude diplomática independente, generosa e equilibrada é assumida pela grande mídia como irrelevante na busca de humilhar o Governo, quando o que se está tentando fazer é humilhar o Estado e a própria nação.

Estamos diante do maior massacre de inocentes por uma força bruta militar, equipada com os mais modernos recursos tecnológicos do planeta, desde o Holocausto. Há, certo, uma diferença de escala. Qualitativamente, contudo, a câmara de Gaza se equipara à câmara de gás: ninguém pode sair lá de dentro enquanto os foguetes e o fogo da artilharia e dos tanques colhe a vida de crianças e mulheres. 

Parece que há em tudo uma contabilidade macabra: foram assassinados pelo Hamas três jovens judeus inocentes; a lei de Talião diz olho por olho, mas a lei do atual Israel diz que um judeu assassinado vale no mínimo 300 palestinos mortos, ou mais.

Ah, sim, os extremistas do Hamas! E acaso não há extremistas em Israel? O fato é que cada vez mais esses extremistas comandam o Governo israelense enterrando todo tipo de iniciativa de paz, inclusive os tratados de Oslo, em nome da posse de uma terra invadida, roubada, sob o pretexto de uma "herança bíblica" que enterra o amoroso Senhor da Misericórdia debaixo do ódio primitivo do Senhor dos Exércitos. Caveat, Israel é o único fator presente no mundo contemporâneo que pode levar o planeta a uma guerra nuclear. Note-se que o pequeno David já não tem fundas, tem armas atômicas!

A diplomacia brasileira talvez seja irrelevante. Junto com a da Turquia, tentou uma alternativa diplomática para resolver o impasse entre os Estados Unidos e o Irã na questão do desenvolvimento do projeto nuclear pacífico iraniano. Os Estados Unidos, insuflados por Israel, mataram a iniciativa que eles próprios estimularam. A razão foi simples: Israel queria uma guerra contra o Irã. Queria repetir o que fez com o Iraque nos anos 80: bombardear as instalações nucleares iranianas. Não foi a prudência que levou os Estados Unidos a tirar o tapete de Israel. Foi o fato de que, do outro lado, havia uma potência nuclear de primeira linha, a Rússia, com respaldo chinês, em apoio ao Irã.

Felizmente já não estamos num mundo unipolar. Se estivéssemos, Israel teria comandado as forças militares norte-americanas no ataque ao Irã apoiado no lobby judaico [nos EUA] que, de longe, não distingue entre o que são interesses fundamentalistas da direita com os interesses legítimos do povo que vive em Israel. Deste, a maioria provavelmente deseja a paz com os palestinos, mesmo que isso signifique algum tipo de concessão, sobretudo nos assentamentos que violam a própria lei internacional que criou Israel. Nas mãos dos radicais judeus, contudo, todos estamos em risco: ave, Israel, morituri te salutant!"


FONTE: escrito por J. Carlos de Assis, economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB, autor de mais de duas dezenas de livros sobre economia política brasileira. Artigo publicado no "Jornal GGN"  (http://jornalggn.com.br/noticia/o-massacre-de-gaza-e-o-complexo-de-vira-lata-por-j-carlos-de-assis).

VIVER - ZIBIA GASPARETTO



Viver...


É ter consciência da realidade que se esconde atrás da aparência.
É ver além dos cinco sentidos.
É enxergar com os olhos da alma...
A vida materializa nossos pensamentos.
Conforme acreditamos,ela se torna.
Cultivando medo,a falta de amor,o egoísmo e a descrença.
Não é esse o caminho.
As pessoas querem,mas suas atitudes revelam o oposto. 
Para receber é preciso primeiro dar.
Para atrair é preciso irradiar. 

Essa é a força da vida.
Se Deus colocou tanta beleza,tanta vida,tanta alegria e perfume em simples flores,o que não terá feito com o Homem?
Deus sempre faz o melhor.
ELE nos deu beleza,sentimento,alegria,bondade e possibilidade de escolher.
A dor,o sofrimento,a maldade,o ódio,a ignorância vem da nossa necessidade de perceber.
Deus permite o contraste para que possamos enxergar claro.
De que adiantaria acender uma luz na claridade? 

É nas trevas que ela é percebida.
Sem a tristeza,a alegria não seria apreciada,sem a carência a abundância não teria significado.
Somos todos crianças na "escola da vida".
Durante nossa "infância",precisamos experimentar para ganhar senso de realidade...
O sofrimento é pano de fundo para que o bem seja notado. 

Baseado na perfeição de Deus:
A natureza nos ensina isso. 

Basta olhar.
Não lhe parece que um Deus tão extraordinário,tão criativo,que colocou tanta beleza,tanto perfume na simplicidade de uma flor,que enfeitou nosso mundo com um céu tão azul,um mar tão belo,tudo para nos fazer felizes,só nos destina à FELICIDADE e à ALEGRIA...
A dor serve para nos levar aos cuidados da preservação. 

É um alerta que nos adverte que algo não está bem. 
Sem ela,não teríamos referencial. 
O CAMINHO QUE TE LEVARÁ À FELICIDADE COMEÇA EM VOCÊ MESMO!
(Zibia Gasparetto)

OS ILUMINADOS DA BAVIERA QUEREM JOGAR O MUNDO CONTRA A RÚSSIA









Para Jean Serrat, ex-piloto da Air France, o desvio da rota sobre o leste da Ucrânia não teria impacto financeiro significativo para as companhias aéreas, descartando que esse teria sido o motivo para que muitas delas continuassem a sobrevoar a área.
"Voar um pouco mais ao norte ou ao sul da área de conflito representaria 5 a 10 minutos a mais de voo. Isso não é nada em um voo de quase 12 horas de duração como o da Malaysia Airlines", disse.
"Medidas de economia, por parte das companhias aéreas, para economizar combustível, utilizando a rota mais curta, não são um critério fundamental nesse caso. O problema é que as autoridades europeias ignoraram os riscos no leste da Ucrânia".


SINAIS


Ressalta que dois aviões militares já haviam sido derrubados na região dias antes e que isso deveria ter servido de alerta aos líderes políticos e órgãos internacionais de aviação. Mas serviu de alerta sim para que eles mandassem um avião com passageiros para ser derrubado e depois colocarem a culpa na Russia, eles não se importam com as pessoas que morreram eles querem é o território da Ucrânia para poderem invadir a Russia em um futuro próximo e para isto precisam de apoio internacional e com a morte de civis eles conseguiram enganar alguns lideres mundiais  

A Ucrânia esta em guerra civil e a região onde ocorreu o acidente esta sendo vigiada e mesmo assim autorizaram de propósito a empresa aérea a utilizar aquela rota mesmo sabendo que poderia acontecer um acidente, sim eles queriam que isto acontecesse para poderem acusar a Russia e o separatistas da Ucrânia e jogar a imprensa e a opinião publica contra a Russia de propósito, eles mandaram aquele avião para lá de forma proposital e intencional e devem ter ficado felizes com isto, eles estão pouco ligando para as pessoas que morreram e suas famílias e o que eles querem e jogar o mundo contra a Russia, eles planejaram isto e não é nenhuma novidade, já que a imprensa não deu  muita importância quando um avião com militares ucrânianos foi abatido então eles resolveram mandar um avião com passageiros para obter apoio internacional, isto é inteligência militar e geo política e já fazem isto a muito tempo. 



OS MISSEIS DA IMPRENSA INTERNACIONAL


 O Tavistock Institute é o núcleo duro da conduta de guerra psicológica da Inglaterra. Como já mencionei, os métodos de Tavistock foram empregados na Inglaterra e também nos Estados Unidos para manipular as massas, servindo-se não somente da imprensa, mas também do rádio e do cinema. Podemos, no presente, qualificar esses métodos utilizados durante décadas de lavagem cerebral.


O CRF é em parte responsável pela criação da ONU, que lhe serve de ferramenta para alcançar a Nova Ordem Mundial, quer dizer, um governo mundial único.

Segundo os dados do Spotlight e de outras fontes já mencionadas no decorrer deste livro, o CFR detém atualmente o controle total do governo dos Estados Unidos, em colaboração com a “Comissão Trilateral”. Assim também, os postos de dirigentes dos serviços de informação são todos ocupados por membros do CFR. Trata-se, entre outros, da Reuters, Associated Press, United Press, Wall Street Journal, Boston Globe, New York Times, Washington Post, ABC, NBC, CBS e RCA. A maior parte dos jornais internacionais utiliza as mesmas fontes. 

Toda a informação que vai contra as diretrizes da “Federação Americana de História”, portanto, contra a Skull & Bones, é banida do programa de ensino. Na Alemanha e em todos os outros países do mundo acontece a mesma coisa.



OS PLANOS PARA A TERCEIRA GUERRA
 


 Capítulo 11 - Um plano para um governo mundial




Weishaupt morreu em 1830 com a idade de 82 anos. Em 1834, Giuseppe Mazzini, tornou o encargo da direção da ordem dos Iluminados da Baviera até sua morte em 1872.

Durante sua presidência nessa ordem, ele correspondeu-se com o satanista Albert Pike, "Grão-mestre Soberano do Antigo e Honroso Rito Escocês dos franco-maçons" na jurisdição do sul dos Estados Unidos e futuro fundador da "Ku Klux Klan".

Pike foi nomeado por Mazzini, dirigente das operações para os Iluminados da Baviera nos Estados Unidos. Todos os dois colaboraram enquanto Iluminados de alto nível. Pike encarregou-se dos aspectos teosóficos das operações; Mazzini, daqueles que estavam ligados com a polícia. Quando as lojas franco-maçônicas do Grande Oriente foram descreditadas após as atividades revolucionárias de Mazzini na Europa, este apresentou um plano genial a Pike.

Eis aqui um trecho da carta que Mazzini escreveu a Pike em 22 de janeiro de 1870: Nós devemos permitir a todos os agrupamentos a continuar a exercer como o fizeram até o presente, seus sistemas, suas organizações centrais, sua maneira de corresponder-se entre os graus elevados do mesmo ritual, mantendo sua forma de organização atual. Mas ser-nos-á necessário criar um super-ritual, que deverá manter-se desconhecido e será constituído somente de maçons de alto grau que nós mesmos escolheremos. Esses homens devem ser colocados em absoluto segredo com relação aos irmãos. Esse rito supremo permitir-nos-á reger a franco-maçonaria em seu conjunto, que se tornará ainda mais poderosa, uma vez que ignorará quem é o cabeça. (Lady Queensborough: Occult Theocracy e Gary Allen: Die Insider).

Trata-se provavelmente da elite do 33.º grau do Rito Escocês. A ideologia desse grau é tratada no capítulo que se segue. 

Numa carta de 15 de agosto de 1871, Pike apresentou a Mazzini, dirigente dos Iluminados, um plano grosseiramente traçado, visando a conquistar o mundo, por meio de três guerras mundiais, para erigir a "Nova Ordem Mundial".

A Primeira Guerra Mundial seria colocada em cena para que os Iluminados da Baviera tivessem um controle direto sobre a Rússia dos czares. Em seguida, para que a Rússia pudesse ser utilizada como a "Besta Negra", que serviria aos desígnios dos Iluminados da Baviera em escala mundial.

A Segunda Guerra Mundial seria criada inteiramente manipulando-se as opiniões divergentes que reinavam entre os nacionalistas alemães e os sionistas politicamente engajados. Isso levaria a Rússia a ampliar sua zona de influência e causaria a criação do Estado de Israel na Palestina.

O plano para a Terceira Guerra Mundial seria baseado nas divergências de opiniões que os Iluminados criariam entre os sionistas e os árabes. Programar-se-ia uma extensão do conflito em uma escala mundial.

Uma parte da Terceira Guerra consistiria em confrontar nihilistas e ateus para provocar uma desordem social, que se iniciaria, logo após confrontos de uma brutalidade e de uma bestialidade jamais vistas. Após o cristianismo e o ateísmo serem reduzidos a nada, seria apresentado aos seres humanos a verdadeira "doutrina luciferiana", o que permitiria matar dois coelhos com um só golpe [43].

OBSERVAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL:
Ao apresentar a Rússia como a "Besta Negra", obriga-se as nações ocidentais a aprovar as alianças supranacionais as quais elas não teriam jamais se concluído por si mesma (OTAN, ONU). Além disso, o império russo, tido como inimigo do mundo, faz florescer um proveito para os banqueiros internacionais.

Evidentemente, nós teremos todo outro cenário com relação à Segunda Guerra Mundial, bem diferente do que nos foi ensinado nos livros escolares.

 

Capítulo 19 - Como colocar em cena uma Guerra Mundial?



A aliança dos estados alemães sob Bismarck perturbou "o equilíbrio de forças" que existia há mais de dois séculos na Europa. Até 1871, aInglaterra havia reinado sobre o continente europeu; essa supremacia tinha sido muitas vezes ameaçada pela Espanha e pela França, mas a Inglaterra sempre saíra vitoriosa. Os alemães, que se tornaram mais poderosos pela aquisição de colônias e também pela extensão de sua força militar, representavam uma grande ameaça econômica e militar para os Illuminati e também para a Inglaterra e sua supremacia na Europa.

Para remediar isso, os banqueiros internacionais que estavam excluídos nessa época, do desenvolvimento econômico da Alemanha, procuraram por todos os meios possíveis frear sua decolagem e controlá-la. Entre 1894 e 1907, foram assinados tratados e mais tratados para que a Rússia, a França, a Inglaterra e outras nações se unissem em caso de guerra contra a Alemanha [57].

Além do mais, a tarefa do "Comitê dos 300" era de começar os preparativos cênicos para a Primeira Guerra Mundial. Uma organização do "front" surgiu do grupo da "Round Table", O "RIIA" (Royal Insttute for Internacional Affairs = Instituto Real para os Negócios Internacionais) [57a]. O RIIA, conhecido também pelo nome de Chatham-House, tinha como seus membros fundadores, entre outros, Albert Lord Grey, o escrivão H. G. Wells, Lord Tovnbee, a eminência parda do MI 6, Lord Alfred Milner, o dirigente da Round Table H. J. Mackinder, o inventor da geopolítica.

O RIIA foi nomeado pelo "Comitê dos 300" para estudar com detalhes a encenação dessa guerra. Foram pessoalmente encarregados Lord Northcliff, Lord Rothmere, todos os dois, membros do "Comitê dos 300", e Arnold Toynbee do MI 6. Esse trabalho foi levado à "Wellington House", onde se desenrolaram as sessões de brainstorming: desenvolviam-se aí as técnicas que deveriam modificar a opinião do povo e levá-lo a fazer a guerra. "Especialistas" americanos tais como Edward Bernays e Waiter Lippman eram dessa área. Lord Rothmere servia-se do jornal que ele editava para testar suas técnicas de "social conditioning" sobre o povo. No fim de um período de teste de seis meses, eles verificaram que 87% do público tinha formado uma opinião a partir do jornal, sem manifestar reflexão ou crítica pessoal. Era isso que eles queriam. Pouco depois, eles submeteram a classe operária inglesa com técnicas de propaganda refinadas. Seu propósito era convencer esses operários a enviar milhares de seus filhos para a morte [57b].

Do lado americano, o presidente Theodore Roosevelt (26º presidente) dizia em seu programa eleitoral de 1912: “Por detrás do governo visível encontra-se um governo invisível que não deve fidelidade ao povo e não reconhece nenhuma responsabilidade. Aniquilar esse governo invisível, destruir a ligação ímpia que liga os negócios corrompidos com a política, ela mesma corrompida, tal é o dever do homem de Estado". Dieter Rúggeberg: Gehcimpoli:ik [58].


Dos 24 protocolos, resumi doze.

A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.

1. O controle da Emissão de Dinheiro 

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim

[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]

[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.

As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...] 
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência.

[...]

[...] Nenhuma informação será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]

[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]

[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria Opinião 
 nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião  ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

3. A extensão do poder


[...] Seremos para o público, o amigo de todos. 
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...] 



4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[
...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos

[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]

[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]

[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...] 

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]

[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento


[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político.

[...]

[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]

[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]

[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]

[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[
...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[
...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]

[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]

[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]

[..] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]



[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...] 

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]


[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]

[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas

[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]

[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente. 

[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.
Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte 

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.
Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.

Por: Jan Van Helsing


"Quando tudo começou, o céu era aqui na terra. O globo terrestre era o lugar onde
a presença divina queria ficar-mais do que em mundos espiritualmente evoluídos.
Os homens, porém, expulsaram a presença divina de suas casas através de uma árvore da sabedoria,
de um homem que matou o próprio irmão, de todas as coisas ruins que faziam uns aos outros...

Como foram os homens que baniram a presença divina, só os próprios homens
podem trazê-la de volta. E isso começou com Abraão, que proclamou a unidade do mundo como um todo.

E termina conosco; sim, com todos nós. Nossa geração trará o Céu de volta à