segunda-feira, 6 de julho de 2015

TEMPLOS E PALACETES DE BALI,INSPIRARAM LAR MONUMENTAL NO CENÁRIO HAVAIANO

Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)

Lar monumental no cenário havaiano

Templos e palacetes de Bali inspiram a decoração

06/07/2015 | POR LUISA CELLA; FOTOS PAUL WARCHOL PHOTOGRAPHY / DIVULGAÇÃO

Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Rocha, céu, ar e mar. Os elementos da paisagem estonteante da ilha vulcânica de Mauna Kea, no Havaí, inspiraram a arquitetura monumental desta casa de 1.200 m², assinada pelo escritório Olson Kundig Architects. Em um terreno que começa na encosta e termina na areia da praia, os profissionais acomodaram o refúgio de veraneio de uma designer de interiores e um advogado. “Descrevemos o projeto como uma interpretação moderna das tradicionais construções balinesas. Ele reflete o interesse do casal pela arte e a cultura orientais, assim como por criações artísticas modernas e minimalistas das ilhas do Pacífico.”, declara o arquiteto Jim Olson. 
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Com as características dos templos e palacetes de Bali em mente, Jim Olson e sua equipe criaram uma obra marcada pela estrutura de madeira e concreto e pelo uso de bronze, aço e cobre, em outros elementos arquitetônicos. “A elegância dos materiais serviu como base para a coleção de arte e artefatos asiáticos dos moradores.”, revela Olson.

LEIA TAMBÉM: Na colina, com vista para o mar

Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
A fim de ressaltar o acervo dos proprietários, os arquitetos imprimiram um intencional aspecto de galeria de arte em determinados ambientes. Basta cruzar a porta de entrada, e um deles é revelado: o corredor principal repleto de esculturas, que segue até a outra face da casa, onde uma abertura emoldura o mar. 
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Dois espelhos d´água aparecem cruzam a obra. Alinhados ao longo do eixo central determinado pela circulação, eles seguem em direção à piscina externa com borda infinita, que se mescla ao oceano. Beirais largos protegem o interior da incidência solar, enquanto generosas aberturas permitem o aproveitamento da brisa natural.

E MAIS: Casa de praia orienta-se em torno do sol

Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
A ideia de misturar passarelas externas e caminhos internos para ligar os três pavilhões da casa só foi possível graças ao clima tropical, que torna a organização viável. "Delimitar os contornos da morada com generosos paineis de vidro de correr resultou em uma das soluções principais. Por causa disso, exterior e interior se fundem em praticamente todos os cômodos", conclui Olson. 
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)
Casa Oslon Kundig  (Foto: Paul Warchol Photography / divul)

Fonte:http://casavogue.globo.com/Interiores/casas/noticia/2015/06/lar-monumental-no-cenario-havaiano.html

DESTAQUES NACIONAIS MARCAM FESTIVAL DE DANÇA NO BRASIL

PromoGQ_OBND (Foto: Cris Gomes)

Destaques nacionais marcam
festival de dança

A passos largos, O Boticário na Dança se consolida na cena cultural do Brasil

PromoGQ_OBND (Foto: Jake Walters)
 
Um dos maiores encontros de dança do País está prestes a subir a dois palcos simultaneamente – o Festival O Boticário na Dança acontece no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, e no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro entre os dias 6 e 10 de maio. Apoiadora de uma das manifestações culturais que mais exaltam a beleza, a marca de cosméticos brasileira O Boticário consolida a edição 2015 do evento como uma plataforma importante para companhias de estilos distintos entrarem em contato com o público.
 

Sobre os dois palcos a dança vai unir diferentes influências: de um dueto encenado por Israel Galván, bailarino espanhol especialista em dança flamenca, ao prestigiado grupo inglês Michael Clark Company (que tem, entre os dois espetáculos previstos para o festival, um especialmente criado para as músicas de David Bowie), a ideia é misturar. Algo que as três companhias nacionais – e grandes destaques do evento – também fazem com absoluta competência: 
PromoGQ_OBND (Foto: Cris Gomes)
 
Raça Cia de Dança

A companhia fundada por Roseli Rodrigues tem três décadas de trabalho no currículo – e um nome inspirado na canção de Milton Nascimento. Angariou diversos prêmios em função da qualidade do repertório que respira brasilidade e, no Festival O Boticário na Dança, vai apresentar o espetáculo Tango.
 

Companhia Antonio Nóbrega

O multiartista pernambucano Antonio Nóbrega empresta seu nome à companhia que fundou para valorizar a diversidade cultural do Brasil. No espetáculo PAI, o músico, dançarino, ator e compositor desenvolve uma linguagem de dança que mistura a tradição ocidental e a popular brasileira.

PromoGQ (Foto: Sylvia Masini)
 
Balé da Cidade de São Paulo

O Balé da Cidade de São Paulo foi criado para acompanhar as óperas do Theatro Municipal paulista. Os tempos e o estilo mudaram: o repertório clássico foi deixado de lado em favor de um perfil contemporâneo que se tornou destaque no cenário internacional – e que agora apresenta as obras Cantata e Cacti.
 

Os ingressos, que custam entre R$ 20 e 60, já estão à venda nas bilheterias do Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro – ou pelo Ingresso Rápido. No site do Festival O Boticário na Dança também está disponível a programação completa do evento (e o regulamento para inscrição de grupos de dança nas edições seguintes).

Fonte:http://gq.globo.com/PromoGQ/noticia/2015/05/destaques-nacionais-marcam-festival-de-danca.html

SRI LANKA : DIVERSIDADE CULTURAL E AMBIENTAL BEM PERTO DA ÍNDIA

Sri Lanka: diversidade cultural e ambiental bem perto da Índia

PARAÍSO ASIÁTICO OFERECE VÁRIAS CURIOSIDADES RELIGIOSAS E RESQUÍCIOS DA CONEXÃO COM PORTUGAL QUE SOAM FAMILIARES AOS BRASILEIROS


Sri Lanka é marcado por belas paisagens, diversidade cultural e social (Foto: Rinaldi)

Apresentando Sri Lanka

SRI LANKA É MARCADO POR BELAS PAISAGENS, DIVERSIDADE CULTURAL E SOCIAL (FOTO: SEBASTIÃO RINALDI)

Praias sem fim, ruínas intemporais, acolhendo pessoas, grande quantidade de elefantes, arrebentação, preços baratos, trens divertimento, famoso chá e comida saborosa descrevem Sri Lanka.


Situado ao sudeste da Índia e banhado pelo Oceano Índico, o Sri Lanka viveria à sombra do país asiático emergente se não tivesse seus atributos de diferenciação. O principal deles é a vocação para turismo: belas praias e paisagens, exotismo cultural e diversidade religiosa são os atrativos que fazem da ilha um destino bem procurado por viajantes dos cinco continentes, que vão de peregrinos a curiosos.

Mesmo com um território modesto (são “apenas” 65 mil quilômetros quadrados), o Sri Lanka não é facilmente desbravado e requer dedicação para ser apreciado. Mas como tempo é um elemento cada vez mais escasso, elencamos quatro cidades que devem ser conhecidas, podendo ser percorridas em uma semana – os mais animados conseguem quitar tudo em até quatro dias, desde que haja disposição.

Coração histórico

A largada dessa viagem relâmpago pode começar por Colombo, localizada na costa oeste e fundada por portugueses (sim, eles também estiveram por lá). Com largas avenidas e uma veia histórica que não se cansa de pulsar, a cidade encanta pela limpeza e organização – muito diferente da prima de primeiro grau Delhi (Índia), cuja desordem é conhecida mundialmente.

A disposição matinal é sempre uma aliada para o turismo histórico. Localizado em Colombo 7 (distrito), o Museu Nacional encanta não apenas pelo resgate do passado, mas pela beleza arquitetônica e pelas outras opções que oferece, como cafeteria, livraria e ampla área verde. O primeiro andar é dedicado à pré-história cingalesa, enquanto o segundo piso narra a trajetória do país de diversas formas: joias, armas, utensílios, artefatos de metal, moedas, comércio, religião, agricultura e múltiplas bandeiras de momentos distintos.
O Museu Nacional, em Colombo (Foto: Sebastião Rinaldi)

Concluído o ponto turístico, o almoço pode e deve ser em algum local típico. Uma boa dica é o SSC – Sinhalese Sports Club, um clube que abre para turistas e possui restaurante (com preços cabíveis). Por ser um país insular, a gastronomia, obviamente, faz um uso nada moderado de peixes e frutos do mar. Arroz, lentilha, côco, cebola e (muita) pimenta são os acompanhamentos mais comuns. Detalhe: no Sri Lanka, come-se com as mãos, mas garfos e facas não são considerados uma gafe cultural. Para relaxar antes dos pratos chegarem, o SSC costuma abrir a piscina olímpica aos visitantes.

Depois disso, nada de sesta: a Praça da Independência, localizada no mesmo distrito, merece visita. O espaço celebra a liberdade das garras britânicas, conquistada em 1948. Para coroar o fim da tarde, a Odel (mistura de shopping center com loja de departamentos) é um dos espaços mais visitados por turistas, pois vende praticamente de tudo: souvenires, livros, CDs, DVDs, artigos de decoração, entre outros. Não deixe de experimentar e, caso goste, de comprar caixinhas do chá Dilmah, produzido no país e consumido em larga escala.

O Templo da Relíquia, um dos pontos mais procurados do Sri Lanka (Foto: Sebastião Rinaldi)Para jantar, o distrito de Mount Lavignia é um dos paradeiros mais procurados por diversos motivos. Próximo à praia e cercado por hotéis e resorts, oferece várias opções gastronômicas e de lazer. O Mount Lavignia Beach Hotel abre para jantar e com preços também honestos.

Relíquia e peregrinação

Depois de um dia intenso, é de hora de poupar energia e conhecer o lado espiritual do país, que tem o budismo como a principal religião. Ex-capital e segunda maior cidade do Sri Lanka, Kandy possui um dos templos mais requisitados mundialmente por adeptos de Buda: o Sacred Temple of Tooth Relic. Localizado no coração do município, o espaço é visitado por peregrinos de múltiplas nacionalidades por conta de uma relíquia: um dente do Iluminado, que se encontra muito bem guardado numa abóbada dourada – nada acessível ao público, que não consegue sequer vê-lo. A satisfação é simbólica.

O templo em questão está na ativa desde 1592 e, tamanha sua importância, foi declarado pela Unesco como patrimônio da humanidade na década de 80. Isso se deve não somente ao apreço religioso, mas também ao apelo estético. Jardins tratados com esmero convivem com museus, painéis com imagens de Buda, fontes, passarelas, quatro templos hinduístas e uma grande cúpula, onde se encontra a relíquia. Etiqueta: ao chegar, deve-se estar descalço. Ao redor, como não poderia deixar de ser, há um comércio que destoa da filosofia do budismo.
Jardim se extende na parte de fora do Templo da Relíquia (Foto: Sebastião Rinaldi)

O caminho entre Colombo e Kandy é marcado por vastas plantações de arroz (alimento consumido à exaustão por lá). Algumas barraquinhas ainda vendem o king coconut, um côco alaranjado com uma água mais doce – vale à pena fazer uma parada e experimentar.

Religiosidade e natureza

Na costa leste, Kataragama é outra cidade muito recorrente quando o assunto é espiritualidade, sendo mais procurada por cingaleses e menos por estrangeiros. Composto por incontáveis templos budistas e hinduístas, o município faz uma ponte amigável entre as duas religiões, que se misturam sem contraste. Não distante dali, estão algumas mesquitas, mostrando que a liberdade de crença é praxe.
Buda, o Iluminado (Foto: Sebastião Rinaldi)

Deuses como Vishnu, Shiva, Krishna, Ganesha e Brahma convivem pacificamente com as diferentes versões de Buda – seja o gordinho risonho (versão chinesa) ou o esguio e sério (muito comum em outros países asiáticos). Nos parques e templos, não apenas as entidades dão o ar da graça: animais nada usuais, como elefantes, pavões, macacos e vacas são mais comuns do que se imagina. A título de curiosidade, Kataragama é o nome de uma divindade indígena do Sri Lanka, para quem se reza em momentos de crise pessoal ou para ter êxito em negócios. Ela já “existia” antes da chegada do budismo à ilha e continua sendo cultuada.
Imagem do Buda é encontrada de diversas formas, em todos os lugares (Foto: Sebastião Rinaldi)

Depois dessa rota histórica e religiosa, é hora de apreciar as beldades naturais da ilha. Ao sul, a cidade de Matara seduz pelo encontro de mata virgem com o mar. Polhana Beach é, sem sombra de dúvidas, um paraíso quase intocado, com coqueiros, água quente e translúcida, um comércio modesto e nada ambicioso e uma atmosfera rústica. Parece uma terra imaculada pela mão do homem – como se o país não tivesse sido invadido por ingleses, portugueses, franceses, árabes, entre outros. A praia faz valer o ditado: a pressa é inimiga da perfeição. Desfrute com calma, sem olhar para o relógio.
Polhana Beach, uma das águas mais claras do mundo (Foto: Sebastião Rinaldi)

Curiosidades

Nem todo mundo sabe, mas a M.I.A. (autora do hit “Bucky done gun”), hoje radicada em Londres, é nascida no Sri Lanka. No entanto, ela não é muito bem vista por lá, pois seu pai apoiava o grupo Tamil Tigers, que cometeu atos de terrorismo contra cingaleses (há uma grande rivalidade entre esses e o povo tamil). Ou seja, nada de quebrar o gelo dizendo que admira a cantora.

Outro dado interessante é que, devido à colonização parcialmente lusitana, algumas palavras do idioma oficial (cingalês) são em português, como bêbado, janela, sapato, sabão, camisa, mesa, armário e forno.

Fonte:http://gq.globo.com/Prazeres/Turismo/noticia/2013/12/sri-lanka-diversidade-cultural-e-ambiental-em-pequena-ilha.html

8 Curiosidades sobre o Sri Lanka

Publicado em 27 de junho de 2014


Localizado no extremo sul do subcontinente indiano, o Sri Lanka é um verdadeiro paraíso a ser descoberto por aqueles que procuram um destino turístico exótico e que oferece inúmeros atrativos inusitados.
A ilha onde se localiza o Sri Lanka é banhada pelo Oceano Índico e, como resultado, o país concentra belíssimas praias de águas cristalinas. Outro atrativo que merece destaque é a ampla diversidade religiosa e cultural, que faz dessa ilha um destino muito buscado por turistas, peregrinos e curiosos de todas as partes do mundo.
flickr.com / Malcolm BrowneSri Lanka é escolha perfeita para quem procura um destino exótico.
Para quem ficou interessado em conhecer o país, separamos algumas curiosidades que vão te deixar ainda mais animado para a viagem. Confira:
- Como resultado de sua colonização parcialmente lusitana, algumas palavras do idioma oficial do Sri Lanka (cingalês) são em português, tais como sabão, camisa, janela, armário, bêbado, forno, entre outras.
- Para os muçulmanos, a ilha onde se localiza o Sri Lanka é o local onde Adão se refugiou após a expulsão do paraíso. Por isso, o segundo pico mais alto do país é conhecido como “Pico de Adão”.
- O significado de “Sri Lanka” é “ilha resplandecente”. A cidade mais populosa do país é Colombo e a capital é chamada Kotte.
- O país possui variados pontos turísticos, com destaque para suas belíssimas praias, cidades sagradas e reais, templos, florestas virgens e fortalezas coloniais.
- O Sri Lanka é considerado um dos mais belos tesouros da Ásia. Não é a toa que a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação) já certificou oito declarações de Patrimônio Mundial no país.
flickr.com / Jean Louis PotierProvíncia de Centro-Norte é famosa por suas ruínas e jardins.
- A canela é uma especiaria originária do Sri Lanka. Ela foi trazida para o ocidente pelos portugueses.
- Cerca de 70% da população do Sri Lanka é budista. O hinduísmo é representa a segunda religião mais praticada e difundida do país, com 15% de adesão.
- Um dos pratos típicos do Sri Lanka é o “sambol”, feito de peixe, limão, coco, cebola e pimenta, servido com arroz picante.
Fonte:http://www.adventureclub.com.br/blog/curiosidades/8-curiosidades-sobre-o-sri-lanka/
Dambulla-Sri Lanka


Turismo no Sri Lanka: confira dicas de viagem e curiosidades do Sri Lanka

Publicado em 31 de dezembro de 2014

Ao extremo sul da Índia, uma ilha solitária chama atenção pelo formato — que lembra uma gota — e pelo nome exótico: Sri Lanka. Conhecida antigamente como Ceilão, a ex-colônia britânica é um dos maiores exportadores de chás do mundo. Apontado pelo guia Lonely Planet como o melhor país para ser visitado em 2013, se você não teve a oportunidade de conhecê-lo naquele ano, não desanime: aproveite agora para colocá-lo no roteiro de sua próxima viagem.
Apesar de seu tamanho (quase 66 mil km²), o Sri Lanka demanda ao menos dez dias de viagem para que o visitante conheça os principais pontos turísticos e aproveite o melhor do país sem estresse. Isso porque as condições de transporte são dignas de aventura. Por outro lado, para quem quer a experiência de se sentir como um habitante da ilha, nada melhor do que desbravá-la por terra, via que proporciona as melhores paisagens.
flickr.com / SongkranO budismo e o hunduísmo englobam cerca de 84% da população do Sri Lanka.
As principais religiões do país são o budismo e o hinduísmo. Por conta disso, muitos pontos turísticos religiosos exigem que o turista entre descalço. Os idiomas oficiais são o cingalês e o tâmil, mas o inglês também é falado por lá, o que facilita bastante a comunicação. O clima quente e úmido indica altas temperaturas e chuvas. Entretanto, evite viajar entre junho e julho, que demarcam a época das monções, com muitos temporais.
A maior cidade é a capital Colombo, com mais de 700 mil habitantes. Provavelmente, será o primeiro lugar do país que o turista irá conhecer, já que os principais voos internacionais aterrissam nela. Aproveite para conhecer templos, lojas e restaurantes. Depois, vale pegar um trem até Kandy, considerada a capital cultural. São três horas de viagem sobre trilhos, com vista de tirar o fôlego.
flickr.com / POTIER Jean-LouisA fortaleza Sigiriya reúne um grande complexo de jardins geométricos, piscinas, fontes e edifícios.
O exotismo do país é o que encanta os visitantes, principalmente os que buscam sítios arqueológicos e construções religiosas, como o gigante Buda Avukana, em Kekirawa, as ruínas de Polonnaruwa e a fortaleza Sigiriya, além das plantações de chás da montanhosa Nuwara Eliya. Safáris com direito a andar no lombo de um elefante e avistar macacos e enormes iguanas encantarão aqueles que buscam contato com a natureza.
As praias, embora pouco exploradas, devem agradar os aventureiros marinhos. Em Medaketiya, Unnawatuna e Arugam Bay, praticantes de kitesurfe, windsurfe e canoagem aproveitam o mar para se divertir, mas também são bons locais para caminhar à beira da praia e tomar um sol. E após um longo dia, nada melhor do que degustar um bom chá e relaxar para curtir o dia seguinte.
Fonte:http://www.adventureclub.com.br/blog/dicas-de-viagem/turismo-no-sri-lanka-confira-dicas-de-viagem-e-curiosidades-do-sri-lanka/

Diário do Viajante – especial Volta ao Mundo no Sri Lanka


Em mais este capítulo da viagem de Volta ao Mundo, o casal Ivan Marques e Gabriela Gambi agora compartilham as emoções e a magia da viagem pela ilha do Sri Lanka. Acompanhe mais este episódio da série Diário do Viajante, conteúdo exclusivo da Friends e visite também a página mantida pelos viajantes, que traz ainda mais detalhes de cada lugar visitado.
“Olá amigos da Friends in the World,
 Hoje nosso relato é sobre a ilha mágica do Sri Lanka. Aqui nossa viagem chegou exatamente na metade e foi onde tomamos fôlego tanto das saudades dos amigos quanto das correrias malucas que andávamos fazendo desde a África.
 Pouca gente se dá conta mas o Sri Lanka é um velho conhecido de nós falantes do Português pelas imagens forjadas por Camões em Os Lusíadas. Para àqueles que ousarem ir além da Taprobana, um mar de especiarias os espera no subcontinente indiano… Pois bem, a tal Taprobana nada mais é do que o antigo reino do Ceilão, que nos últimos anos passou a chamar-se Sri Lanka! De fato a ilha é cheia de mistérios e conta com grandes belezas naturais.
 Tomamos um pouco de fôlego das saudades dos amigos aqui por conta de uma grande coincidência do destino. Por uma conjunção astral qualquer, encontramos um casal de amigos queridos que estavam no país a trabalho e foi muito divertido encontrar um rosto conhecido no meio desse mar de novidades.
 Galle-Sri LankaA ilha do Sri Lanka é razoavelmente pequena e somente a parte sul é explorada turisticamente por conta da guerra civil que deixou o norte bastante isolado. É neste lado onde estão as praias paradisíacas do Oceano Índico e num dia de sol as águas são daquele azul de cartão postal.
 Por conta dos nossos amigos, acabamos ficando um tempinho em Colombo, a  capital do país. A cidade conta com grandes hotéis de luxo e bons restaurantes. Além da parte histórica, é um bom lugar pra planejar o tour pelo resto do país pois a cidade é um grande hub para voos, ônibus e principalmente trens.
Se você procura uma viagem sem preocupação com o tempo e com grandes paisagens, embarque em um trem rumo à cidade de Galle. A linha vai margeando a praia e no lento chacoalhar da cabine você acaba sendo envolvido por toda a beleza natural que o passeio proporciona. Outro trecho bastante interessante e quase obrigatório num giro pelo país é o trem que sai de Tangalla e sobe as montanhas em meio à infinitas plantações de chá (supostamente o melhor do mundo), passa pela charmosa c
Ella-Sri Lanka
idade nas montanhas de Ella, e acaba em Kandy, a capital religiosa do Sri Lanka.
Galle é uma cidade colonial que lembra bastante a nossa Paraty, no Rio de Janeiro. Os primeiros a chegar aqui foram os conterrâneos de Camões, os portugueses. Porém, nossos patrícios lusos não conseguiram manter a cidade por muito tempo e a perderam para os holandeses, que deixaram uma herança arquitetônica única. Vale a pena caminhar pelas ruas estreitas e entrar em cada um dos ateliês e pequenos cafés da cidade murada. As praias ao redor também merecem ser visitadas.
Mas se o seu destino for mesmo a praia, pegue um trem ou ônibus e siga mais adiante no litoral rumo à cidade de Tangalle. Apesar de termos encontrado um mar furioso, o lugar conta com diversas pequenas praias onde pode-se desfrutar de cerveja gelada (muito boa por sinal!) sentado na areia branquinha. Alugamos uma lambreta aqui e fomos de praia em praia e de templo budista em templo budista por dois dias. Demais!
Apesar das praias serem uma tentação enorme que nos faziam querer ficar por lá, criamos coragem para fugir do litoral e conhecer um pouco mais da vida cultural do Sri Lanka. Para isso embarcamos novamente em um trem que nos levou para Kandy, passando por Ella.
Kandy-Sri Lanka
Sem dúvida nenhuma foi uma das viagens mais bonitas que fizemos. O trem vai super devagar, a ponto de quase parar nas subidas. Porém, tudo ao seu redor é um mar imenso de plantações de chá, montanhas e cachoeiras eventuais. Vale gastar um pouquinho mais e comprar o bilhete de 1a classe. Dessa forma, você realmente embarca numa viagem no tempo que te leva ao período colonial do país em que os britânicos construíram as ferrovias e faziam das viagens um evento.
Kandy é o grande centro religioso do país por abrigar o chamado Templo do Dente. Esse magnífico templo guarda uma das relíquias mais importantes do budismo, um dente do Buda. Diz a lenda que quando Buda foi cremado um de seus dentes caiu na mãos de um monge que percebeu seus atributos milagrosos. Passado algum tempo o artefato saiu da Índia e foi parar no Sri Lanka, onde foi guardado como tesouro máximo do país. Infelizmente, não se vê o dente em si, apenas contempla-se sua presença do lado de fora da sala onde ele é guardado. A verdade é que o templo que o circunda é maravilhosamente decorado e interagir com os fiéis é uma atração à parte.
Além do templo, Kandy é uma excelente cidade para uma viagem curta para dois pontos incríveis mais ao norte do centro do país. Trata-se de Sigiryia e Dambulla. O primeiro é um sítio arqueológico que revelou ao mundo um complexo urbano do século X sem igual que conta com uma inexplicável rocha em forma de cubo no meio da planície. A rocha, de 200 metros de altura guardava um mosteiro em seu cume. Vale pena o esforço de escalar as escadas que levam ao cume e aproveitar os afrescos preservados nas cavernas.
Kandy-Sri LankaDambulla está localizada no meio do caminho entre Kandy e Sigiryia e uma visita à cidade pode ser combinada com a expedição ao sitio arqueológico. Leva-se pouco menos de um período do dia para visitar, com calma, as cavernas que guardam inúmeras imagens de Buda – todas pintadas e decoradas.
 Além de todas belezas naturais e culturais vale chamar atenção para o povo do Sri Lanka. Muito amáveis e bastante preocupados com o turista, eles certamente adicionam um algo a mais não palpável a uma visita ao país. Muitos dizem que a ilha é um bom estágio para quem quer visitar a Índia, pela similaridade da comida, hábitos e aparência da população. No entanto, pelo que vivemos, é impossível comparar o país com qualquer outro – é simplesmente genuíno demais para comparações”.

Fonte:http://www.friendsintheworld.com.br/sitenovo/index.php/2013/07/diario-do-viajante-especial-volta-ao-mundo-no-sri-lanka/

cultura do Sri Lanka foi influenciada por diversos fatores no passado, em especial, pela religião e colonização de PortugalPaíses Baixos e Reino Unido. O país é predominantemente hindubudista e muçulmano e suas principais festividades estão ligadas a religião, como o ano novo. Como um dos maiores produtores mundiais de chá, os habitantes do Sri Lanka são também grandes consumidores e o bebem em muitas ocasiões, como ao receber alguma visita em casa. O esporte mais praticado no país é o críquetee a população pára para ver sua seleção jogar durante a Copa do Mundo de Críquete.
Localizado no continente asiático e banhado pelo Oceano Índico, o Sri Lanka é um país insular, cujo território não possui fronteiras terrestres. Em 1505, os portugueses desembarcaram na região, que, nos séculos seguintes, foi dominada pelos holandeses. Em 1883, o Império Britânico passou a exercer controle no Sri Lanka, que obteve a independência em fevereiro de 1948. Desde então, o país passou a integrar a Comunidade Britânica – bloco formado pelo Reino Unido e suas ex-colônias.
O território nacional, situado ao sul da Índia, abriga florestas tropicais e apresenta uma cadeia de montanhas na porção central. Com população estimada em 20,2 milhões de habitantes, o Sri Lanka foi palco de uma guerra envolvendo dois grupos étnicos: cingaleses, que correspondem a 74% da população e são seguidores do budismo; e a minoria tâmil, cuja religião predominante é o hinduísmo.
Os tâmeis reivindicam a formação de um país próprio nas porções norte e leste do Sri Lanka, pois nessas regiões a maioria da população é formada por esse grupo étnico, que é excluído de alguns serviços sociais. Em 1972, foi formado o grupo separatista Tigres de Libertação do Tâmil Eelam (LTTE) e, em 1983, as duas etnias iniciaram uma guerra civil. Conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU), esse confronto provocou a morte de 80 mil a 100 mil pessoas. Somente em maio de 2009 a guerra chegou ao fim, devido à rendição do LTTE.
A agricultura é responsável por empregar metade dos habitantes, e corresponde a 20% do Produto Interno Bruto (PIB), com destaque para a produção de chá (o país é o maior produtor mundial). O setor industrial baseia-se nos segmentos alimentício, têxtil, petroquímico, de cerâmica, cimento e fertilizante.


Brasão de Armas do Sri Lanka

Dados do Sri Lanka:
Extensão territorial: 65.610 km².
Localização: Ásia.
Capital: Colombo.
Clima: Tropical (ao norte) e equatorial (ao sul).
Governo: república com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 9 províncias e 25 distritos.
Idioma: Sinhala e tâmil (oficiais), inglês.
Religiões: budismo 68,3%, hinduísmo 11,2%, cristianismo 9,6% (católicos 7%, protestantes 2,6%), islamismo 8,6%, sem religião e ateísmo 2,3%.
População: 20.237.730 habitantes. (Homens: 9.965.629; Mulheres: 10.272.101).
Composição: cingaleses 74%, tâmeis 16%, árabes 7%, europeus, malaios e vedas 3%.
Densidade demográfica: 308,4 hab/km².
Taxa média anual de crescimento populacional: 0,8%.
População residente em área urbana: 15,09%.
População residente em área rural: 84,91%.
População subnutrida: 21%.
Esperança de vida ao nascer: 71,9 anos.
Domicílios com acesso a água potável: 82%.
Domicílios com acesso a rede sanitária: 86%.
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,658 (médio).
Moeda: Rúpia do Sri Lanka.
Produto Interno Bruto (PIB): 40,7 bilhões de dólares.
PIB per capita: 1.676 dólares.
Relações exteriores: Banco Mundial, Comunidade Britânica, FMI, OMC, ONU.
 

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Fonte:http://www.brasilescola.com/geografia/sri-lanka.htm

História
A República do Sri Lanka, anteriormente conhecida como Ceilão, é uma ilha verde e agradavelmente ensolarada, situada na região tropical, a 35 km do sul da extremidade oriental da Índia. Os cidadãos do Sri Lanka se orgulham de sua herança cultural característica, a qual teve suas origens numa civilização avançada, que nasceu há mais de 2000 anos. O Sri Lanka era conhecido por muitos viajantes como a Pérola do Oceano Índico. A ilha de Ceilão como era então conhecida, situada próximo à extremidade Meridional da Índia, era propensa a constantes invasões, devido a sua posição geográfica estratégica, que a tornou um centro comercial atraente. Os comerciantes visitavam freqüentemente o país, já que era uma localização chave na Rota da Seda.
A história do Sri Lanka é mais antiga que se pode imaginar. Pesquisas modernas sugerem que o homem tenha, provavelmente, habitado o país há 500.000 anos. Recentemente, evidências mostraram que existia uma cultura sólida há aproximadamente 10.000 anos e que definiram duas fases da sua história. Mais adiante, evidências pré-históricas sugeriram que plantações domésticas e caçadores podem ter existido há 7.000 anos. O famoso homem Balangoda, com sua cultura, foram descritos como sendo os habitantes da ilha há 7.000 anos.   
No ano de 247 AC Arahath Mahinda, filho do Imperador da Índia, trouxe de seu país, a religião budista para o Sri Lanka, um evento que marcou o princípio do período clássico da Ilha. As primeiras escrituras no Mahavamsa ou "Grande História" e sua subseqüente Culavamsa, contêm detalhes de uma história que é rica e colorida.  Em 543 AC com a chegada do Príncipe Vijaya à ilha, passaram a chamá-la de Thambapanni. Logo, os colonos começaram a cultivar a terra em que habitavam, localizada na zona árida da ilha. O período de Anuradhapura ocorreu 300 anos depois e foi regido pelo primeiro Rei, Devanampiya Tissa. Foi durante esse período que a muda da árvore de Bo, conhecida como Sri Maha Bodhi que, debaixo da qual, Buddha atingiu o esclarecimento, foi trazido para o Sri Lanka. O Sri Maha Bodhi  cultivado durante o Anuradhapura já possui 23 séculos de história e é a árvore, historicamente documentada, mais antiga. Foi durante o grande período de Anuradhapura que foram elaborados os grandes feitos de engenharia hidráulica, os reservatório de água, chamados de tanques. 
A última parte do Período de Anuradhapura, que começou em 459 DC, foi reinado pelo Rei Kasyapa, o qual construiu Sigiriya, a fortaleza de pedra considerada a mais fascinante do mundo. O período de Polonnnaruwa começou em 1073 DC com a transferência da capital de Anuradhapura para Polonnaruwa.  Anuradhapura e Polonnaruwa eram o grande reino histórico onde o Sri Lanka floresceu e construiu os maiores monumentos e palácios que o Sri Lanka já teve.   
Em vários momentos de sua história, o Sri Lanka teve diferentes reinados fragmentados e as capitais foram mudando de uma cidade para outra, de norte a sul do país, de acordo com as diferentes estratégias militares. Em 1505 DC os portugueses invadiram o país e ocupando o litoral. Durante a invasão portuguesa o Sri Lanka teve três reinos principais. O reino de Kandy, localizada no planalto central; o reino de Jaffna, no norte e o de Kotte, sendo este o mais poderoso, que ficava no sudoeste. 
Mais tarde, em 1658 DC, os portugueses foram expulsos pelos holandeses, assumindo o litoral da ilha que estava sob domínio português. Porém, o reino de Kandy permaneceu, apesar das tentativas de invasão dos holandeses. Os holandeses estavam mais interessados no comércio, enquanto os portugueses queriam difundir sua religião e manter controle físico.
Em 1796 DC os britânicos, que estavam construindo fácil e gradualmente seu império, derrotaram os holandeses. Eles foram a primeira nação européia a reger o país inteiro, quando em 1815 foi conquistado o reino de Kandy. Considerando que os portugueses e holandeses estavam contentes em utilizar a estrutura social e econômica tradicional de Sri Lanka, os britânicos estabeleceram a nova capital no principal porto, Colombo e sua administração foi caracterizada por uma série de desenvolvimentos industriais e políticos que, eventualmente, serviram para a recuperação de sua independência em um processo pacífico. Em fevereiro de 1948, o Sri Lanka ou Ceilão, como era então conhecido, se tornou um membro independente da Comunidade britânica. 
Houve um grande esforço de reconstrução e reabilitação para restabelecer a paz e o desenvolvimento no país. Isto acelerou, já que era um sinal de trégua, o acordo entre o governo e a LTTE, em fevereiro de 2002. A imagem do Sri Lanka no exterior e as relações internacionais do país, melhoraram, consideravelmente, nos últimos tempos, principalmente com o esforço combinado do governo e da LTTE, em busca de paz. Ultimamente, o apoio dado pelos países estrangeiros, vem aumentando e em 2002 alguns distintos dignitários estrangeiros visitaram o Sri Lanka para promover paz e desenvolvimento no país.  
A República do Sri Lanka, anteriormente conhecida como Ceilão, é uma ilha verde e agradavelmente ensolarada, situada na região tropical, a 35 km do sul da extremidade oriental da Índia. Os cidadãos do Sri Lanka se orgulham de sua herança cultural característica, a qual teve suas origens numa civilização avançada, que nasceu há mais de 2000 anos. O Sri Lanka era conhecido por muitos viajantes como a Pérola do Oceano Índico. A ilha de Ceilão como era então conhecida, situada próximo à extremidade Meridional da Índia, era propensa a constantes invasões, devido a sua posição geográfica estratégica, que a tornou um centro comercial atraente. Os comerciantes visitavam freqüentemente o país, já que era uma localização chave na Rota da Seda.
A história do Sri Lanka é mais antiga que se pode imaginar. Pesquisas modernas sugerem que o homem tenha, provavelmente, habitado o país há 500.000 anos. Recentemente, evidências mostraram que existia uma cultura sólida há aproximadamente 10.000 anos e que definiram duas fases da sua história. Mais adiante, evidências pré-históricas sugeriram que plantações domésticas e caçadores podem ter existido há 7.000 anos. O famoso homem Balangoda, com sua cultura, foram descritos como sendo os habitantes da ilha há 7.000 anos.   
No ano de 247 AC Arahath Mahinda, filho do Imperador da Índia, trouxe de seu país, a religião budista para o Sri Lanka, um evento que marcou o princípio do período clássico da Ilha. As primeiras escrituras no Mahavamsa ou "Grande História" e sua subseqüente Culavamsa, contêm detalhes de uma história que é rica e colorida.  Em 543 AC com a chegada do Príncipe Vijaya à ilha, passaram a chamá-la de Thambapanni. Logo, os colonos começaram a cultivar a terra em que habitavam, localizada na zona árida da ilha. O período de Anuradhapura ocorreu 300 anos depois e foi regido pelo primeiro Rei, Devanampiya Tissa. Foi durante esse período que a muda da árvore de Bo, conhecida como Sri Maha Bodhi que, debaixo da qual, Buddha atingiu o esclarecimento, foi trazido para o Sri Lanka. O Sri Maha Bodhi  cultivado durante o Anuradhapura já possui 23 séculos de história e é a árvore, historicamente documentada, mais antiga. Foi durante o grande período de Anuradhapura que foram elaborados os grandes feitos de engenharia hidráulica, os reservatório de água, chamados de tanques. 
A última parte do Período de Anuradhapura, que começou em 459 DC, foi reinado pelo Rei Kasyapa, o qual construiu Sigiriya, a fortaleza de pedra considerada a mais fascinante do mundo. O período de Polonnnaruwa começou em 1073 DC com a transferência da capital de Anuradhapura para Polonnaruwa.  Anuradhapura e Polonnaruwa eram o grande reino histórico onde o Sri Lanka floresceu e construiu os maiores monumentos e palácios que o Sri Lanka já teve.   
Em vários momentos de sua história, o Sri Lanka teve diferentes reinados fragmentados e as capitais foram mudando de uma cidade para outra, de norte a sul do país, de acordo com as diferentes estratégias militares. Em 1505 DC os portugueses invadiram o país e ocupando o litoral. Durante a invasão portuguesa o Sri Lanka teve três reinos principais. O reino de Kandy, localizada no planalto central; o reino de Jaffna, no norte e o de Kotte, sendo este o mais poderoso, que ficava no sudoeste. 
Mais tarde, em 1658 DC, os portugueses foram expulsos pelos holandeses, assumindo o litoral da ilha que estava sob domínio português. Porém, o reino de Kandy permaneceu, apesar das tentativas de invasão dos holandeses. Os holandeses estavam mais interessados no comércio, enquanto os portugueses queriam difundir sua religião e manter controle físico.
Em 1796 DC os britânicos, que estavam construindo fácil e gradualmente seu império, derrotaram os holandeses. Eles foram a primeira nação européia a reger o país inteiro, quando em 1815 foi conquistado o reino de Kandy. Considerando que os portugueses e holandeses estavam contentes em utilizar a estrutura social e econômica tradicional de Sri Lanka, os britânicos estabeleceram a nova capital no principal porto, Colombo e sua administração foi caracterizada por uma série de desenvolvimentos industriais e políticos que, eventualmente, serviram para a recuperação de sua independência em um processo pacífico. Em fevereiro de 1948, o Sri Lanka ou Ceilão, como era então conhecido, se tornou um membro independente da Comunidade britânica. 
Houve um grande esforço de reconstrução e reabilitação para restabelecer a paz e o desenvolvimento no país. Isto acelerou, já que era um sinal de trégua, o acordo entre o governo e a LTTE, em fevereiro de 2002. A imagem do Sri Lanka no exterior e as relações internacionais do país, melhoraram, consideravelmente, nos últimos tempos, principalmente com o esforço combinado do governo e da LTTE, em busca de paz. Ultimamente, o apoio dado pelos países estrangeiros, vem aumentando e em 2002 alguns distintos dignitários estrangeiros visitaram o Sri Lanka para promover paz e desenvolvimento no país.
Religião
O Sri Lanka é considerado o melhor país para se viver em harmonia, quando se trata de uma nação de múltiplas religiões. Os grupos étnico Sinhaleses predominam, com 76% da população total. O Budismo é o credo dominante desse grupo étnico,  tem uma influência considerável no pensamento de políticos, na formação das Políticas Governamentais e sempre esteve presente ao longo da história do Sri Lanka. Os Hindus contam com 7.9% da população total, assim como outras práticas religiosas. O Islã que representa 8.4%, coabitam pacificamente com outros devotos religiosos. Os Cristãos correspondem a 7.9% da população, que dividem seus valores e éticas com as outras.
Arte e Cultura
Quando o assunto é arte e música, nenhuma divisão pode ser traçada para separar o Sri Lanka da Índia e do resto do mundo. De fato, ao longo do tempo, todas as belas artes do Sri Lanka evoluíram como parte da Maior Tradição Indiana. Atualmente as novas tendências da arte vêm do Ocidente, de forma que arrulhos portugueses e hinos cristãos combinaram-se aos “ragas” do norte da Índia e aos cantos budistas e tornaram-se parte da herança musical da ilha. 
O Prêmio de Jornalismo, Literatura, e artes de Comunicação Criativa Ramon Magsaysay de 2001 é o renomado K.W.D. Amaradeva nascido no Sri Lanka; um brilhante compositor que mostrou a muitos, de que trata a música do Sri Lanka. 
Dr. Lester Jems Peiris, produtor de filmes do Sri Lanka é um dos três mais famosos internacionailmente da Ásia. De fato, este gênio dos filmes foi aplaudido por vários críticos pelo filme "The Satyajit Ray of Sri Lanka". Ele ganhou vários prêmios Internacionais por seu filme, “Gamperaliya” (1964), que alcançou o estatus de clássico. Ganhou o Pavão de Ouro no Festival de Filme Internacional de Delhi em 1965.  Filmes como Kaliyugaya, Nidhanaya, Goluhadawatha, Ahasin Polawata, Pinhamy e muitos outros dos seus trabalhos ganharam prêmios internacionais prestigiados e receberam reconhecimento internacional.  
O Sri Lanka não é rico apenas em música, mas em dança também. Suas formas de danças populares associadas com as de tradicionais, logo se tornaram moda. A Fundação Channa e  Upuli de Dança, e artistas brilhantes como Chitrasena introduziu a rica tradição do Sri Lanka, no mundo, em forma de dança.
George Keyt era um dos maiores artistas do Sri Lanka que fez sua marca através do seu estilo único e mostrou a vida do Sri Lanka em forma de arte. Sua arte era reconhecida por sua vibração e realidade
.

Fonte:
http://www.consulanka.org.br/op_arte_e_cultura.html
  •  www.srilanka.travel/
  •  20.000.000 hab
  •  +94
  •  8h50 (horário de Brasília)
  •  Ásia
  •  Rúpia de Sri Lanka
  •  É necessário e deve ser obtido online. Veja o link no site do consulado do Rio de Janeiro.

  • SHIS QI 09, conj. 09, casa 07
    (61) 3248-2701
    www.consulanka.org.br
Neste país você encontra cidades voltadas para Turismo:
Sri Lanka
Tal como uma gota caindo da península indiana, um país de fascinante cultura esbanja história, espiritualidade e paisagens místicas fabulosas. O Sri Lanka, o antigo Ceilão, sempre foi uma espécie de estado satélite junto ao irmão maior ao norte do estreito de Palk. De lá vieram os primeiros colonizadores e o chá que fez a fama do país. Para muitos, o ceylon teaainda é um dos melhores pretos do mundo. Mas séculos de relativo isolamento, a fricção com as companhias mercantis de PortugalHolanda Reino Unido (do qual declararam independência em 1948) e a predominância do culto budista em uma região tomada por hinduísmo e islamismo moldaram uma cultura própria. Afinal, eles ainda são uma ilha.
Boa parte dos turistas que vem ao Sri Lanka tem como objetivo sítios arqueológicos e construções religiosas, além de safáris no lombo de um elefante. Este grupo se encantará com o Buda Avukana gigante de Kekirawa, as ruínas de Polonnaruwa e a fantástica fortaleza Sigiriya, locações do videoclipe para Save a Prayer, do Duran Duran, uma igualmente ancestral banda da década de 80. O idílico Parque Nacional Yala e a antiga capital Anuradhapura também são outros destinos relacionados e bastante visitados. Outros favoritos, onde você certamente esbarrará em alguns hippies -- tardios e jurássicos --, são as praias de seu litoral sul, uma espécie de Goa cingalesa, mas ainda pouco explorada pelos mochileiros. Medaketiya, Unnawatuna e a Arugam Bay são três dos muitos pontos disputados por quem quer praticar kitesurfe, windsurfe, canoagem ou simplesmente quer tomar sol em uma faixa de areia dos sonhos. Para os que preferem relaxar nas montanhas, não deixe de visitar as antigas plantações de chá em sítios como Nuwara Eliya. Curiosidade: boa parte dos pés de chá do Vale do Ribeira, no sul de São Paulo, são descendentes de espécimes cujas sementes foram "contrabandeadas" quando o país ainda era chamado de Ceilão.
Desde sua independência o Sri Lanka sofreu diversos conflitos entre o governo central e a minoria pró-secessão tâmil, além de desastres como o tsunami do Índico de 2004. Nos últimos anos, porém, o país vem se concentrando em ações conciliatórias. O resultado é que há mais segurança em boa parte do país e os investimentos em turismo voltaram, com novos hotéis -- dos mais simples a luxuosos resorts, melhor infraestrutura e conforto para os visitantes.
COMO CHEGAR
Não há voos diretos entre o Brasil e Sri Lanka. As melhores alternativas são voos com destino a hubs intermediários e de lá seguir para Colombo, a capital do país. Qatar (www.qatarairways.com), Emirates (www.flyemirates.com) e South African Airways (www.flysaa.com) são algumas das alternativas, mas também é possível embarcar para lá via Europa, com Tap, British e TAM e dali seguir em voos com Sri Lankan, Etihad ou a própria Emirates.
ONDE COMER
Ardido, quente, apimentado, aromático, pujante. É difícil descrever a gastronomia cingalesa. Seja com um roti ou ao misturar seu arroz com os vários tipos de curry, a boca entra em ebulição. Terror para alguns, suaves sutilezas para outros, o fato é que ninguém fica indiferente. Enquanto que por aqui sempre pingamos um pouco de pimenta nos nossos pasteizinhos, os de lá já tem fogo próprio.
Há muitos restaurantes simples espalhados pelo Sri Lanka. Boa parte deles é razoalvemente limpo e a conta quase sempre é bem acessível. Para quem enjoar de tantas especiarias, solicite ao garçom para o chef maneirar no ardor. Ou, apele para redes de fast-food e restaurantes internacionais, com pizzas e pescados, mais comuns em Colombo.
Fonte:http://viajeaqui.abril.com.br/paises/sri-lanka

Sri Lanka - Por do solSri Lanka
Constituído pela ilha de Ceilão e por pequenas ilhas adjacentes, é um país insular do Sul da Ásia e situa-se no Oceano Índico. Tem uma área de 65 610 km2. O seu clima é tropical de monção com características muito próximas do clima equatorial, sobretudo no Sudoeste da ilha de Ceilão.A economia do Sri Lanka baseia-se sobretudo no chá, nos têxteis e no turismo.

História do Sri Lanka Sri Lanka - Polonaruva
O Sri Lanka é um lugar onde a história parece desvanecer numa mística neblina de lendas. O pico de Adão é conhecido na lenda por ser o primeiro local onde Adão colocou os pés na terra, após ter sido expulso do paraíso? Não é que a sua pegada esquadria no topo da montanha possa prová-lo? Ou é a pegada de Buda sobre o Sri Lanka? E não é a ponte de Adão (a cadeia de ligação entre as ilhas do Sri Lanka para a Índia) a própria série de trampolins de pedra, auxiliado por seu fiel aliado, o deus macaco Hanuman, intensificadas em toda a sua missão para resgatar Sita às malhas de Rawana, rei de Lanka, na épica Ramayana?
As primeiras inscrições no Mahavamsa - ou "Grande História" - remontam a 543BC, que coincide com a chegada do Príncipe Vijaya ao Sri Lanka. Cerca de 300 anos mais tarde, começou a
Sri Lanka
Anuradhapura Período, com o Rei Devanampiya Tissa como primeiro governante. Foi nesse período que Buda foi trazido para o Sri Lanka. O Período Anuradhapura, que começou no ano 459, viveu com o reinado de Kasyapa, e a construção de Sigiriya. O Polonnaruwa período, assistio à transferência da capital de Anuradhapura para Polonnaruwa em 1073. O famoso explorador Marco Polo chegou ao Sri Lanka, no período entre 1254 e 1324, e, em 1505, desembarcaram os Portugueses, e ocuparam as regiões costeiras da ilha.

O período Português
Sri Lanka - Galle FortNeste período o Sri Lanka teve três grandes reinos - o Reino de Jaffna, no norte, o Reino de Kandy, no planalto central e Kotte, o mais poderoso, no sudoeste. Em 1505 os Portugueses, através de Lorennso de Almeida estabeleceu relações amistosas com o rei de Kotte e ganhou, para Portugal, o monopólio do comércio das especiarias e canela, que logo se tornou de grande importância na Europa. Kotte pelas tentativas de utilizar a força e a protecção dos Portugueses, só resultou em que Portugal ganha-se o poder não só nas suas regiões, mas no resto da ilha, para além do planalto central em torno de Kandy. Porque a altas montanhas eram remotas e inacessíveis, os reis de Kandy, sempre foram capazes de derrotar as tentativas de anexação pelo Portugueses, e em várias ocasiões os Portugueses voltaram para para o litoral.
O período Holandês e da Grã-Bretanha Sri Lanka - Galle Fort
As Tentativas do Reino de Kandy para juntar-se aos holandeses e ajudar a expulsar os Portugueses só resultou na substituição de uma potência europeia para outra. A partir de 1658, 153 anos após o primeiro contacto Português, os holandeses assumiram o controlo de Galle Fort e sobre as zonas costeiras da ilha. Durante os seus 140 anos de domínio os Holandeses tal como os Portugueses, estiveram envolvidos em repetidas tentativas infrutíferas de trazer Kandy sob seu controle. Eem 1802, o Sri Lanka tornou-se uma colónia da Grã-Bretanha e em 1818 passou a ter uma administração unificada para a ilha
IndependênciaSri Lanka - Palacio
Entre a 1ª e a 2ª Grande guerra, os políticos começaram a empurrar o Sri Lanka para uma eventual independência da Grã-Bretanha, mas de uma pacífica e com um numero consideravelmente reduzido de baixas em relação a Índia. No final da 2ª Grande guerra era evidente que a independência viria muito em breve, na sequência da independência do país vizinho do Sri Lanka a Índia.  Em Fevereiro de 1948 no Sri Lanka ou Ceilão como era ainda conhecido foi declarada a independencia, e tornou-se um membro independente da Comunidade Britânica.
Sri Lanka - Praias exóticasDestino de férias
Para uma pequena ilha, o Sri Lanka tem muitos apelidos: Serendib, Ceilão, Teardrop da Índia, ilha resplandecente, Ilha do Dharma, Pérola do Oriente. Esta colecção colorida de apelidos revela a sua riqueza e beleza, e da intensidade e do afecto que é transmitido aos seus visitantes.
A praia pode ser um cliché, mas não perca elas. Então comece pelas colinas para se acalmar no meio de plantações de chá e antigas cidades. A ilha abunda de vida animal ira encontrar os pássaros exóticos, e ocasionais encontros com elefantes, e leopardos.As pessoas são amigáveis, a comida é deliciosa e os custos são baixos.
Património MundialSri Lanka - Cidade real de Kandy
A cidade sagrada de ANURADHAPURA 5 AC
A capital medieval da POLONNARUWA 10 AC
A gruta de templos DAMBULLA 1 DC
A fortaleza de pedra de SIGIRIYA 5 DC
A cidade real do reino de Kandy 15 DC
Fortificações holandesas de GALLE 17 DC
Reserva florestal de SINHARAJA
Cidades reais e sagradas, fortalezas coloniais, templos, grutas e florestas virgens, com nada menos que sete declarações de Património Mundial pela UNESCO, o Sri Lanka é um dos mais ricos tesouros vivos da Ásia com maravilhas naturais e construídas pelo homem.
Seis destas maravilhas têm mais de 2500 anos de história - a partir da cidade sagrada de Anuradhapura e os templos da caverna
Sri Lanka - Reserva Natural de SinharajaDambulla, para os magníficos templos e palácios reais da cidade de Kandy. A fortificação holandesa de Galle têm a distinção de ser Património Mundial.
Mas a sétima jóia da coroa do património do Sri Lanka não deve nada ao homem, e tudo a natureza: a Reserva Florestal Sinharaja, um máximo da biodiversidade, com o seu próprio e único eco-sistema constituído de aves protegidas, flora e fauna. O país da antiga capital real 
Sri Lanka - LeopardoKandy, e os sítios arqueológicos em Polonnaruw, Sigiriya o palácio dos anciões formam o Sri Lanka num Triângulo Cultural, um mundo de maravilhas antigas.
Espiritualmente inspirador, ano após ano, visitantes de todo o mundo fazem suas peregrinações pessoais para os sete Sítios do Patrimônio Mundial do Sri Lanka.
Como Chegar

A única forma de entrar no Sri Lanka é por avião. Na capital Colombo existe o aeroporto internacional com voos directos a partir da Europa, Ásia, Austrália e Médio Oriente. Estão disponíveis voos baratos entre Colombo e Madras, Trichy, Trivandrum e Bombaim.
Entrada formalidades  & visto: Para a maioria dos países, os vistos são emitidos à chegada para 30 dias.
 Fonte:http://abcviagens.com/destinos-exoticos/30-asia/66-sri-lanka