segunda-feira, 29 de agosto de 2016

JOELHO RALADO : ACOLHER A DOR DO OUTRO É ESSENCIAL PARA CURARMOS NOSSAS PRÓPRIAS FERIDAS E AMARGURAS

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Joelho ralado

Acolher a dor e a tristeza do outro é essencial para curarmos nossos próprias feridas e amarguras

Diana Corso

Certa vez me contaram uma cena infantil que nunca esqueci: um menininho caiu e, na ausência da mãe, sentou-se em um banquinho em frente à porta à sua espera; quando ela finalmente chegou, ele começou a chorar mostrando o joelho ralado, como se aquilo tivesse acabado de acontecer. O consolo dela era imprescindível, não importando o tempo que tivesse que ser aguardado. Lembro dessa cena porque acredito que nossa tristeza também precisa de alguém para acolhê-la. Mesmo crescidos, estaremos dispostos a esperar para dedicar as lágrimas a quem possa recebê-las. É claro que também choramos sozinhos, nem todas as tristezas precisam de testemunho, mas há aquelas que são insuportáveis. A orfandade não é só a morte dos pais, é acionada e reeditada cada vez que perdermos a esperança de uma porta aberta. Somos seres bastante queixosos, por vezes só queremos plateia, a dificuldade é saber quando necessitamos realmente uns dos outros. As mães de crianças pequenas têm um truque: quando os filhos caem, elas fingem não ter visto. O peque no confere se ela está atenta, se o dano é insignificante e não há público, provavelmente irá fazer outra coisa mais interessante. É uma espécie de “teste da manha”, já que se for grave o sofrimento será expressado independentemente do ibope. Crianças que estão sentindo-se inseguras e frágeis farão cenas trágicas, exigindo a presença da mãe por coisas mínimas: o brinquedinho caiu, rios de lágrimas; hora de ir para a cama, gritaria. Nesse caso, elas lamentam algo desligado do incidente, expressam uma angústia que está por um fio para desbordar. Não é manha, é sofrimento psíquico. Provavelmente o verdadeiro motivo sejam fantasias de abandono, ameaças imaginárias de privações ou terrores que as têm acuadas. Como temos uma nostalgia idealizada dos cuidados maternos, cujo aconchego seguimos buscando em todas as relações, talvez haja algo que possamos aprender a partir dessas cenas. Por vezes, nosso joelho ralado é banal, já sacudimos a poeira e estamos orgulhosos da superação, só queremos contar a proeza. Mas há outras em que o olhar atento perce berá que é sério, dói muito, quer seja porque a pancada foi forte ou porque um pequeno incidente despertou grandes mágoas represadas. Só a escuta atenta descobrirá o calibre do que nos abala. Vínculos capazes dessa delicadeza são raros e preciosos. Só podem ser oferecidos por aqueles que não têm medo do contágio, pois é preciso baixar as defesas para oferecer uma verdadeira empatia. Como as mães, aqueles que se importam conosco fingem distrair-se, desejando que a queda seja sem ferimentos, mas terão que abrir a porta quando nossas lágrimas precisarem deles. A metáfora da porta aberta não é banal: dar entrada à dor do outro provavelmente despertará nossas fragilidades. Acolher o desamparo é coisa para poucos: os que estiverem dispostos a lidar com o próprio. Convém não esquecer de que precisamos maternar-nos uns aos outros, com a sutileza de diferenciar a manha do sofrimento.

DIANA CORSO é autora do livro Tomo Conta do Mundo – Conficções de uma Psicanalista.

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domingo, 28 de agosto de 2016

A JORNADA DO FEMININO AO SAGRADO



ESPECIAL: A JORNADA DO 

FEMININO AO SAGRADO



O princípio-mãe, que há em tudo, está chamando as mulheres a acordarem sua memória ancestral, despertando sua força interna para o caminho de retorno do feminino ao sagrado”

O momento de despertar é agora, a consciência do sagrado deve ser também despertada nos homens; afinal, todos devem ser reconectados à Grande Teia Mãe, que está nos chamando de volta.


O sagrado é uma consciência, que é uma essência, é a origem essencial que se manifesta em tudo: na parte, no todo, e essa origem, o sagrado, tem movimentos naturais e que essas leis são gestadoras, e por isso é feminina, é
mãe, é mulher nessa dimensão.


O sagrado também é masculino, cada um de nós é filho desse sagrado e herda esse potencial gestador. Eu, como mulher, você, como homem, e tudo na natureza, temos esse potencial. É a nossa herança materna original e natural. Assim, a mulher, por ser mulher nesta dimensão e possuir este manto físico [ela é a mãe que gesta fisicamente e portal para o nascimento], manifesta em si mesma, no seu ser, toda a cosmologia do sagrado gestador, de forma natural.

O sagrado é a essência origem, o sagrado feminino é a reunião desta origem ao feminino, no reconhecimento de seu valor natural e o retorno do feminino ao sagrado é trazer de volta o feminino à consciência-mãe, essencial, gestadora contínua, que é a origem a ser sustentada como consciência. É o que Ísis revela, como um registro do movimento histórico do feminino dentro da tradição da deusa Ísis, em Atlântida, que é a origem do tempo nesta dimensão, buscando a consciência do sagrado, o qual é essa essência, a origem em tudo. A partir dessa consciência, mudar toda a visão da vida, de SI Mesma, do outro, da natureza e reconhecer o valor do sagrado feminino no retorno à consciência do sagrado gestador. 


Esta natureza gestadora se encontra mais próxima às mulheres, porque a mulher manifesta em si mesma, de forma natural este potencial gestador, e é aí que começa todo o trabalho do resgate do feminino. Se já é difícil para as mulheres se reconhecerem assim, o que se dirá em relação aos homens. O princípio cosmológico é mãe, por isso esse trabalho, hoje, está mais voltado para as mulheres. As mulheres estão mais abertas, são mais guerreiras, mais sustentadoras, para irem em busca dessa consciência e, aí sim, resgatar o sagrado feminino, no retorno ao próprio sagrado. As mulheres estão cansadas do padrão de dor, sofrimento e injustiças em relação ao feminino e se encontram em busca da freqüência do amor.

Em relação ao masculino, a origem mãe não “contém o masculino“, “é” também o masculino, pois tanto mulheres quanto homens são filhos desta mesma origem, portanto possuidores desta herança natural. Porém, despertar a força gestadora natural interna que se encontra adormecida e aprender a gestar, depende simplesmente da escolha interna. Gestar não é somente engravidar e parir filhos é saber conscientemente direcionar e manifestar seu potencial de consciência intelectual, mental, psíquico, emocional, energético, espiritual em alinhamento à leis gestadoras, ao sagrado.

As tradições cosmológicas são fundamentadas na observação da natureza, nas leis naturais. Elas estudam a origem da vida, independentemente de religião ou crença; elas estão à parte disso. Religião não é fundamentada em cosmologia, tradições cosmológicas, mas mesmo dentro delas existem diferenças, da origem da vida, do universo, de tudo, mas também que essa origem é mãe, gestadora contínua e ainda nos ensina através da observação da origem, como construirmos uma consciência em alinhamento às leis naturaus, ao sagrado. 

A verdadeira tradição de Ísis é em sua origem a cosmologia do sagrado gestador, por isto, Ísis é uma deusa “Mãe“ a qual os egípcios mesmo numa consciência fragmentada do sagrado a reverenciavam desta forma. A tradição de Ísis não é o que os livros e pesquisas fundamentadas apenas na arqueologia diz, muito menos o que é mostrado nas paredes frias dos Templos, ou que pessoas fundamentas na fragmentação da consciência, que alimenta conteúdos de fascinação, induz a se imaginar, principalmente sobre o poder das sacerdotisa de Ísis.

A tradição de Ísis fundamentada na consciência do sagrado, que veio de Atlântida e, depois, se estendeu para diversos movimentos do planeta inteiro, e também para o Egito. A deusa Ísis tomou essa forma no Egito porque a civilização egípcia assim a criou, mas a tradição de Ísis, que é origem feminina, descende da cosmologia do sagrado gestador, que era a consciência que foi implantada através do projeto Atlântida no planeta Terra.

Quando houve o rompimento com a origem, com a consciência de que o sagrado é gestador e, por isso, é feminino, as mulheres ficaram sem sua identidade. A partir desse momento, passaram-se milênios e foi perdido o princípio de comando, que é feminino por conta da essência gestadora, de origem.

Não se deve confundir comandar com “mandar”. Estávamos falando aqui de comandar, devido à origem ser feminina. Depois que homens e mulheres romperam com isso, precisou haver o domínio, o qual veio da força masculina. Os homens então tomaram o poder e a mulher, com sua força feminina, ficou fora. Isso é história; não precisa nem acessar as vidas passadas. É só observar que as mulheres ficaram em um plano de inferioridade e passaram a ser objeto de desprezo, servindo apenas para dar à luz. E os homens passaram a tomar conta de tudo. 

Só que chegou uma época em que as mulheres quiseram estudar, trabalhar, serem ativas na sociedade como um todo; assim, conseguiram posições e partiram para uma disputa de igualdade, pois estavam cansadas de ser sinônimo de dor e sofrimento por serem consideradas inferiores em todos os sentidos. Elas escolheram tomar como modelo de força, o poder masculino, só que pegaram deste modelo o que ele têm de pior, porque, para mostrar que tinham força, era preciso mostrar que mais fortes que a força masculina, senão elas não seriam reconhecidas. Quando falo que as mulheres se inspiraram no pior do modelo masculino é porque sei que a força masculina também se encontra deturpada em sua verdadeira origem.

As mulheres perderam a identificação com o universo feminino e não reconhecem mais os valores desse universo. E nisso, homens e mulheres estão perdendo muito. A partir do momento em que a mulher não reconhece o universo feminino, tudo perde o sentido, pois se rompe da origem. Ainda na sociedade existe muita resistência ao verdadeiro valor da mulher e ao reconhecimento de sua capacidade de manifestação. O domínio ainda é masculino em tudo. Infelizmente, tanto homens quanto mulheres se encontram muito distantes do sagrado e com isto se encontram distantes de si mesmos e conseqüentemente da natureza-Mãe.

Todos os seres que se encontram em sintonia à busca da consciência do sagrado tem como missão pessoal nesta dimensão este retorno. Assim, primeiramente é necessária uma escolha interna, clara, firme, direcionando para a manifestação do movimento. A partir do momento que se tem a ciência de que o sagrado existe, é necessário ir ao seu encontro para poder desenvolver de dentro para fora esta consciência e assim construir este retorno através do alinhamento às Leis naturais.



Para você construir a consciência do sagrado, é preciso vivenciar. A partir do momento em que você vivencia, você reconhece. E tudo o que eu estou dizendo são leis naturais que fazem parte do nosso dia-a-dia; você precisa focar a visão interna, para reconhecer que tudo tem origem no sagrado gestador, e que esta visão vai além de mulheres e homens. Porém, as mulheres precisam resgatar isto como prioridade, porque o planeta está precisando. Cada ser consciente desse retorno, desse sagrado, se torna um canal. E ser canal vai além de ser um paranormal; canal é “ser” consciência dessa freqüência que está sendo direcionada ao nosso planeta, e a ciência já diz que existem sinais partindo do centro da galáxia. Imaginem os sinais que as dimensões espirituais estão enviando ao nosso planeta “Mãe” e a nós filhos desta dimensão. Porém é preciso “ser” não apenas querer ter. Esses sinais são freqüências que estão chegando, e a que eu considero a mais preenchedora e de maior elevação é a freqüência do amor. Que não é o amor que sentimos, mas é além dele: é a própria consciência do sagrado. O momento é agora. As mulheres são mais próximas a
responderem a estes sinais e serem os canais dessas freqüências-mãe para poderem alimentar um pouco a mãe-terra. Se houver também abertura dos homens, ai sim, mulheres e homens reunidos em unicidade sendo canais para sustentar a freqüência do amor, sustentarão de forma firme a abertura deste grande portal para a evolução: o retorno à origem.

Para ser canal é preciso ser como a mata, que é um portal natural, como a cachoeira que é um portal natural, como a natureza que é a origem; isto é um trabalho de construção interna, vivenciado de dentro para fora. É preciso desenvolver a consciência e saber o que se está fazendo. Vai fazer uma fogueira? Então é preciso ser o próprio fogo, as madeiras, as pedras; precisa ser esta gestação que reúne todos os elementos em unicidade e gestam a fogueira como um todo. É a consciência no “ser” e não do “ter”. 

Agora é o momento. Não adianta só deixar de usar alguns produtos que poluem a natureza, porque nós, pessoas que não temos acesso ao poder governamental, não vamos conseguir desaquecer o planeta . O que nós devemos fazer é observar qual é o melhor movimento de consumo de produtos, mas principalmente sermos canais, sermos conscientemente uma freqüência para que se nutra a mãe e as mulheres com certeza se encontram mais próximas, mais abertas ao serem tocadas no coração pela mãe. Essa é a missão do dia a dia, sustentar a consciência do sagrado e estendê-la a tudo: à família, filhos, marido, trabalho, amigos, a si mesma, à vida como um todo. 

Estamos todos num movimento de consciência espiritual, de unicidade, e é como se as portas estivessem abertas à evolução do ser humano que se encontra nesta busca de origem. Nós mulheres, devemos comungar com esse momento, em que temos o direito e o espaço para manifestar nossa força feminina, nossas idéias filosóficas, religiosas, cosmológicas e outras. É a oportunidade de desenvolvermos a consciência gestadora e poder manifestá-la livremente, pois não temos mais o peso da perseguição fundamentada na distorção dos movimentos cosmológicos, ou seja, não somos mais perseguidas por sermos mulheres e por manifestarmos nossa força gestadora e assumirmos que o comando é Mãe. 

Estamos vivendo o melhor momento de todas nossas vidas. É a Teia Mãe que está nos chamando de volta à origem, ao sagrado, clareando o caminho da consciência para um novo ciclo, pois como a Lei é natural, tudo parte da origem e para ela retorna e assim o feminino se encontra em retorno à sua origem: o sagrado. 

http://www.revistasextosentido.net/

LIGAÇÃO FEMININA


A Ligação Feminina que temos uma com a outra é um sintoma da mudança da sociedade rumo a um novo modelo social. Algumas mulheres já estão se conectando. As mulheres tem o Dom da Vida e essa essência feminina que nos irmana é a chave para profundas mudanças no modelo social.

A Lealdade Feminina é transversal. Não podemos esperar que todas as mulheres pensem como nós. Mas a essência feminina que nos une já existe e é preciso religar essa energia para que ela flua de forma permanente, formando uma rede de Luz...



Os 10 Passos para a Construção da 
Ligação Feminina são:


1- FEMINILIDADE

Resgatar o feminino essencial e sagrado... Encontrar a harmonia e o equilíbrio interior, reconhecendo o nosso Feminino ancestral, e eliminar a mulher inventada pelo patriarcado.


2- ADMIRAÇÃO

Admirar e elogiar as outras mulheres, valorizar a Mulher... Não somos mais rivais, somos todas IGUAIS em essência feminina... Somos a imagem no espelho, refletida em todas as outras mulheres.


3- TOLERÂNCIA

Mesmo contraditórias, dissonantes ou discordantes, temos de relevar as nossas diferenças e nos unir... Valorizar essa essência feminina como fator de Igualdade, e nos irmanar.


4- SOLIDARIEDADE

Ser solidárias às outras mulheres, na nossa família, na nossa comunidade, bem como a todas as mulheres do mundo, além fronteiras. Deixar de ser a base de sustentação do machismo patriarcal.


5- INDEPENDÊNCIA EMOCIONAL

Caminhar e evoluir em direção à uma maturidade emocional, superando preconceitos patriarcais e crenças absurdas que foram construídas para nos aprisionar e nos manter submissas ao sistema patriarcal.


6- INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

Não aceitar situações degradantes e humilhantes por dependência financeira. Buscar o seu próprio sustento e tbm a realização profissional, como elemento de base para a auto-valorização e auto-estima.


7- DISCERNIMENTO

Compreender e discernir os mecanismos de manipulação dos relacionamentos. Escolher relacionamentos saudáveis e abrir mão dos recursos excusos das mulheres patriarcais, como chantagens e joguinhos de sedução. Sair dessa programação e ser inteira, yin e yang.


8- DEDICAÇÃO

Dedicar uma parte sagrada do seu tempo em seu próprio desenvolvimento pessoal. Descobrir o Dom de cada uma, e realizar a Missão, que é usar o dom para ajudar a construir um novo modelo social, e ajudar a cuidar da Deusa Gaia...


9- COERÊNCIA

Ter uma atitude coerente no dia-a-dia... Procurar uma sintonia entre o pensamento, o discurso e a ação, e caminhar nessa direção... Buscar a harmonia, e uma conscientização profunda... Ser a mudança que deseja no mundo...


10- NOVAS PRÁTICAS

Apenas uma relação de idéias e textos, iniciativas e modelos de participação social... Buscar com a nossa prática concretizar o desejo de um novo modelo social, conhecendo as diferentes alternativas existentes e ajudando a criar novas maneiras de ser e estar ... e cuidar de Gaia...



Fonte: vanessagaia.com

A consciência do Sagrado Feminino


Resgatando o passado, 
construindo o futuro


Mirella Faur
Durante os milênios da supremacia patriarcal, refletida nos valores espirituais, culturais, sociais, comportamentais e amparada pela hierarquia divina masculina, foi negada e reprimida qualquer manifestação da energia feminina, divina e humana. Resultou assim em uma cultura exclusiva e destrutiva, centrada na violência, conquista e dominação, com o conseqüente desequilíbrio global atual.

Os homens - como gênero - não foram os únicos responsáveis pelas agressões e atitudes extremistas a eles atribuídas; a causa pode ser atribuída à maneira pela qual a identidade masculina foi criada e reforçada pelos modelos e comportamentos de “heróis” e “super-homens”. Fundamentados em seus direitos “divinos”, outorgados inicialmente por deuses guerreiros e depois reiterados pela interpretação tendenciosa dos preceitos bíblicos, os homens foram inspirados, instigados e recompensados para desconsiderar e deturpar as milenares tradições matrifocais e os cultos geocêntricos. Em lugar de valores de paz, prosperidade e parceria igualitária, foram instaurados princípios e sistemas de conquista, exploração e dominação da Terra, das mulheres, crianças e de outros homens.

Pela sistemática inferiorização e perseguição da mulher, o patriarcado procurava apagar e denegrir os cultos da Grande Mãe, interditando os seus rituais, “demonizando” e distorcendo seus símbolos e valores. A relação igualitária homem-mulher foi renegada, a mulher declarada um ser inferior, desprovido de alma, amaldiçoado por Deus, responsável pelos males do mundo e por isso destinada a sofrer e a ser dominada pelo homem.


Os princípios masculino e feminino – antes pólos complementares da mesma unidade – foram separados e colocados em ângulos opostos e antagônicos. Enalteceu-se o Pai, negou-se a Mãe e usou-se o nome de Deus para justificar e promover o código patriarcal, a subjugação e exploração da Terra e das mulheres. A tradição, os cultos e a simbologia da Deusa foram relegados ao ostracismo e paulatinamente caíram no esquecimento. Patriarcado e cristianismo se uniram na construção de uma sociedade hierárquica e desigual, baseada em princípios, valores, normas, dogmas religiosos, estruturas sociais e culturais masculinas.

As últimas décadas do século passado proporcionaram uma gradativa mudança de paradigmas nas relações e nos conceitos relativos ao masculino e feminino. No entanto, para que este avanço teórico se concretize em ações e modificações comportamentais e espirituais, é imprescindível reconhecer a união harmoniosa e complementar das polaridades e procurar novos símbolos e rituais para o seu fortalecimento e equilíbrio. Com o surgimento progressivo de uma dimensão feminina da Divindade na atual consciência coletiva, está sendo fortalecido o retorno à Deusa e a revalorização do Sagrado Feminino.

Somos nós que estamos voltando à Deusa, pois Ela sempre esteve ao nosso lado, apenas oculta na bruma do esquecimento e velada pela nossa falta de compreensão e conexão com seu eterno amor e poder.
A principal diferença entre o Pai patriarcal, celeste e a Mãe cósmica e telúrica universal é a condição transcendente e longínqua do Criador e a essência imanente e eternamente presente da Criadora, em todas as manifestações da Natureza.
A redenção do Sagrado Feminino diz respeito tanto à mulher quanto ao homem. Ao esperar respostas e soluções vindas do Céu, esquecemos de olhar para baixo e ao redor, ignorando as necessidades da nossa Mãe Terra e de todos os nossos irmãos de criação. Para que os valores femininos possam ser compreendidos e vividos, são necessárias profundas mudanças em todas as áreas: social, política, cultural, econômica, familiar e espiritual. Uma nova consciência do Sagrado Feminino surgirá tão somente quando for resgatada a conexão espiritual com a Mãe Terra, percebida e honrada a Teia Cósmica à qual todos nós pertencemos e assumida a responsabilidade de zelar pelo seu equilíbrio e preservação.


O reconhecimento do Sagrado Feminino deve ser uma busca de todos, porém cabe às mulheres uma responsabilidade maior, devido à sua ancestral e profunda conexão com os arquétipos, atributos, faces, ciclos e energias da Grande Mãe.
Uma grande contribuição na transformação da mentalidade do passado e na expansão atual da consciência coletiva são os encontros de homens e mulheres em círculos e vivências comunitárias, para despertar e alinhar mentes, corações e espíritos em ações que visem a cura e a transmutação das feridas da psique, infligidas pelo patriarcado. Apaziguar a si mesmo, harmonizar seus relacionamentos, vencer o separatismo, reconhecer e honrar a interdependência de todos os seres, evitar qualquer forma de violência, dominação, competição ou discriminação são desafios do ser humano contemporâneo, no nível pessoal, coletivo e global. Incentivando a parceria entre os gêneros e a interação dos planos energéticos (celeste, telúrico, ctônico) criam-se condições que favorecem a expansão da consciência individual e contribuem para a evolução planetária.
fonte: teiadethea.org 

A mulher sacerdotiza



"...O momento atual favorece o retorno do sagrado feminino, o retorno da mulher aos altares.

Elas estão redescobrindo seus arquétipos divinos, suas deusas interiores. A mulher é um foco extraordinário de luz. Ela está predestinada a cuidar dos altares, de exercer sua função na alquimia sagrada e de reencontrar sua autêntica liberdade. Na medida em que a mulher descobre quais "deusas" são as forças dominantes no seu intimo, adquire conhecimento sobre:

1* A força de certos instintos femininos superiores.

2* Habilidades e prioridades.

3* Possibilidade de encontrar dentro de si mesma o significado pessoaç que a tornará autêntica na sua ação.

Os padrões dos arquétipos da deusa interior afetam o relacionamento com os homens. As afinidades com seu parceiro dependem desses padrões arquetípicos.
Quando a mulher encarna os arquétipos divinos ela se transforma numa autêntica sacerdotisa do fogo, preparada para exercer o sacerdócio do amor. Nas culturas da antiguidade, as sacerdotisas tradicionais eram portadoras dos mais altos conhecimentos divinos. Eram orientadas por outras sacerdotisas experientes qua as instruiam na arte do amor. Não importa se no decorrer do tempo houve degenerações e desvios, porque isso faz parte da natureza humana. Em todo o conhecimento sempre surge uma bipolarização entre a luz e as trevas. Observem como as instituições religiosas se dividem, com que facilidade ocorrem cisões entre as mais variadas correntes como o budismo, cristianismo, judaismo, e outras.

Da mesma forma, se o sagrado Hieros Gamus originou formas pervertidas, estas não podem ser utilizadas como justificativas para se condenar o sexo, o amor e muito menos a mulher.

O ser humano tem muita dificuldade em lidar com o dualismo.

A arte sagrada do amor é muito ampla e profunda, podendo ser sintetizada pelos seguintes aspectos:

1* A sacerdotisa se converte numa profunda conhecedora da sexologia transcendental para poder exercer sua função sagrada de despertar o fogo na sagrada alquimia, adquirindo auto conhecimento da sua essência feminina.


2* Assimila as qualidades e virtudes de todas as categorias de deusas, despertando a sacerdotisa divina interior.


Os arquétipos femininos básicos encontram-se nas sete deusas gregas representadas por:

1* Atena: ( Minerva ) Deusa da inteligência e das artes.


2* Héstia ou Vesta, deusa do templo e da lareira.




3* Hera, deusa do casamento.


4* Deméter, deusa do cereal e da maternidade.


5* Afrodite, deusa do amor e da beleza. Mulher criativa e amante.


6* Perséfone: deusa da juventude e da morte.


7* Artemis: deusa da caça e da lua.


Lamentávelmente, como resultado da repressão do feminino ao longo dos tempos, as mulheres de hoje apresentam mágoas profundas na sua psique, apresentando esses arquétipos de forma distorcida.

Atenas está questionando sua sabedoria, sua forma de pensar.

Héstia vacila nos templos.

Hera duvida do seu próprio poder no lar e no casamento. Demeter, desconfia da sua fertilidade e nega sua capacidade de nutrir. Afrodite envergonha-se da sua sexualidade ou a corrompe vilmente. Perséfone nega suas visões e Artemis nega seus instintos.

Essas mágoas profundas são conhecidas como chagas das deusas, e tiveram sua origem há aproximadamente três mil anos,época em que as culturas patriarcais iniciaram uma marginalização da cultura matriarcal. A mitologia grega preserva o equilíbrio entre as divindades paternas e maternas e sempre está indicando a importância da fusão entre as energias masculinas e femininas. Toda luta pelo poder está sempre relacionada a busca da felicidade pelo amor e conquista. Quando a mulher eleva seu nível de consciência, começa a desenvolver dentro de si padrões de comportamento que se manifestam por meio de um arquétipo divino que é a expressão do eterno feminino, da própria Mãe divina.

O Eterno feminino reúne todas as virtudes essenciais para que uma sacerdotisa possa ser considerada uma deusa do amor. Ainda que Zeus governasse o Olimpo como Pai celeste supremo, ele consentia em partilhar seu monte sagrado com Atenas,Apolo, Artemis, Hermes, Demeter, Hefestos, Poseidon ( Netuno ), Héstia, Afrodite, Ares, Hera e outros.

Esta simbiose sagrada de arquétipos masculinos e femininos parece indicar que todos os segredos do universo estão contidos no cálice sagrado feminino, o Santo Graal, e lança sagrada, o falo masculino.."

Do Livro Alquimia do Amor, ascensão do feminino, de Cláudio Carone.

Fonte:https://filosofia-esoterica.blogspot.com.br/2012/01/especial-jornada-do-feminino-ao-sagrado.html

A ORIGEM DA POLARIDADE MASCULINO–FEMININO - RODRIGO ROMO

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A ORIGEM DA POLARIDADE MASCULINO–FEMININO
Quando ocorre a ruptura do Anti-Universo Adoneshy, muito antes da formação do que conhecemos através das canalizações como Havona/Shantar relatados nos livros da série Confederação Intergaláctica da minha autoria, não existia a polaridade como a entendemos na atualidade entre masculino e feminino, mas como polaridades complementares de energia e partículas atômicas e anti-partícula.
Podemos definir de forma simplificada que antes da formação do universo que conhecemos e entendemos como o atual onde estamos inseridos, não existia matéria como a entendemos. Do ponto de vista da física moderna, temos que partir do princípio que antes do Big Bang somente existia energia em um estado onde as partículas subatômicas não existiam na forma densa e, portanto, material que conhecemos atualmente. Esse universo Adoneshy era na verdade, algo similar à energia da antimáteria ou algo próximo disso pelo entendimento científico moderno, postulado pelos físicos convencionais e Quânticos. Portanto, algo que não pode ser mensurado através dos nossos diminutos recursos tecnológicos e científicos do momento, mas que já é questionado e avaliado dentro do campo das possibilidades quânticas da origem do universo, partindo do modelo atual do Big Bang, como sendo a continuidade de algo que existia muito antes deste ocorrer. No processo de desaceleração de sua energia, ocorre o surgimento das subpartículas e consequentemente da matéria como a entendemos, avaliamos e mensuramos na atualidade.
Falar de polaridade material entre energia ou sexualidade, partindo do modelo terrestre, não é algo fácil de ser expressado, pois o que existiu antes do Big Bang não é material e, portanto, não apresenta corpos ou estruturas corpóreas, mas apenas energia condensada em outro estado de grandeza através de outras leis desconhecidas e totalmente imensuráveis pela nossa atual tecnologia. No entanto, passível de ser avaliada de forma metafórica e romântica.
Pelas percepções que Shtareer tem deixado emanar em minha consciência, a polaridade que existia no universo de Adoneshy se assemelha mais à contraposição de cargas atômicas e elétricas entre estruturas coloidais de energia pura e de massa coagulada de megaestrelas ou galáxias, onde a consciência era coletiva, não individualizada. Portanto, não existiam corpos como os entendemos, mas conjuntos de emanações de energia de uma consciência coletiva de bilhões de átomos ou individualidades que foram sendo formatadas ao longo de bilhões de eras do tempo deles. Esse processo de expansão da energia coletiva gerou a ruptura que originou o Big Bang e consequentemente o nosso atual universo.
A energia feminina já fazia parte do próprio universo e a energia masculina, representava a ação da energia se propagando no universo, que representa um útero infinito. Dessa forma, a polaridade não encontra base individual, mas sim como energia masculina e feminina, sempre em movimento sem forma, sem corpo, apenas como equilíbrio entre duas partes complementares do universo, onde as consciências buscam a evolução e a compreensão de seus processos pessoais ou coletivos, conforme o foco que esteja sendo avaliado.
As consciências existentes, que originaram na sua evolução os futuros Filhos Paradisíacos, que têm atuação dentro do desdobramento político e criacional de Havona-Shantar, tiveram milhões de partículas associadas no desenvolvimento estrutural do universo Adoneshy e de outros universos além deste. Pelas informações do Voronandeck Shtareer, antes da precipitação material do universo de Havona existiam milhares de outros universos em diferentes frequências dimensionais e vibracionais de energia, que não pode ser definida como material pela ciência terrestre, pois ela se propaga em linhas de velocidade e vetores muito além do fluxo dos fótons e, portanto, da Luz, que é considerada como velocidade limite entre a matéria e a não matéria. A estrutura da polaridade como a entendemos, não funciona da mesma forma nesses outros planos onde existem muitos outros componentes além do masculino e feminino, indo bem além desse fator dual, onde cada plano masculino e feminino apresenta variáveis bem mais amplas e multidimensionais, além do contexto puramente material como ocorre na Terra.
A dualidade como existe na Terra e em muitas outras partes do universo Havona, surge como consequência dos processos que antecederam Havona, na evolução e na formação dos Filhos Paradisíacos, quando ocorre uma unificação de partículas andrógenas e outras energias, que nunca tinham tido a percepção da individualidade e muito menos da sexualidade e polaridade em corpos limitados, como ocorre em bilhões de formas de vida que foram artificialmente criadas em Havona e nos seus Superuniversos, como é o caso dos projetos de Micah com a estrutura Micahelica do DNA mutagênico.
Quando os universos anteriores a Havona chegaram ao seu apogeu e ponto culminante de evolução e de expansão, eles entraram em colapso gravitacional e geraram uma ruptura espaço-tempo, que gerou o Big Bang. Este, por sua vez, ao ter as suas partículas de energia de antimáteria em processo de desaceleração, geraram a matéria e as subpartículas atômicas que conhecemos na atualidade.
Portanto, os Filhos Paradisíacos que atuam no processo evolutivo e cocriacional de Havona e de seus desdobramentos, são na verdade o ponto culminante de outros universos anteriores, que chegaram ao limite de sua expansão e crescimento, passando a atuar não mais como indivíduos de um universo, mas como deuses de outros universos futuros.
Dentro da estabilização estrutural de Havona ficou definido que:
Energia Feminina → Universo, espaço sideral, planetas.
Energia Masculina → Estrelas, pulsares, quasares.

Temos que avaliar que o universo ou o espaço sideral como o entendemos, é o equivalente ao útero do universo, onde é fecundado pela radiação e projeção de energia das estrelas e de todas as gamas de radiações cósmicas, que geram o movimento da estrutura atômica. Esse movimento é a ação masculina que fecunda e gera o metabolismo do espaço sideral que é o fator feminino.
Os planetas são fecundados através da radiação e das forças de interação entre as diferentes dimensões, gerando o fator gravitacional e multidimensional de interação nuclear fraca e forte, que são fatores de ativação da energia para que a matéria se estabeleça em cada plano dimensional e a vida possa surgir. A essência do plano vibracional do espírito penetra na polaridade, gerando o movimento ondulatório da vida e das trocas de experiências. A fonte da vida é o plano e a vibração do espírito, equivalente à propagação dos neutrinos, capazes de atravessar a matéria mas não a interferem, gerando o processo de acoplamento e compartilhamento com os diferentes planos da materialidade. As polaridades masculina e feminina necessitam do acoplamento do plano espiritual e da consciência que o espírito contém, para criar o movimento evolutivo e a capacitação inovadora das experiências no seu desenvolvimento.

Rodrigo Romo
Parte do livro Ordem Amarylis (ainda em desenvolvimento)
Este texto pode ser compartilhado desde que não seja alterado e cite a fontehttp://www.rodrigoromo.com.br

A ARTE DA (GRATA) ACEITAÇÃO

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“O homem pode abrandar ou aumentar a amargura das suas provas pela maneira que encara a vida terrestre...”

“... contentar-se com sua posição sem invejar a dos Outros, de atenuar a impressão moral dos reveses e das decepções que experimenta; ele haure nisso uma calma e uma resignação...”
(Capítulo 5, item 13.)


Aceitar nossa realidade tal qual é representa um ato benéfico em nossa vida. Aceitação traz paz e lucidez mental, o que nos permite visualizar o ponto principal da partida e realizar satisfatoriamente nossa transformação interior.
Só conseguimos modificar aquilo que admitimos e que vemos claramente em nós mesmos, isto é, se nos imaginarmos outra pessoa, vivendo em outro ambiente, não teremos um bom contato com o presente e, conseqüentemente, não depararemos com a realidade.
A propósito, muitos de nós fantasiamos o que poderíamos ser, não convivendo, porém, com nossa pessoa real. Desgastamos dessa forma uma enorme energia, por carregarmos constantemente uma série de máscaras como se fossem utilitários permanentes.
A atitude de aceitação é quase sempre característica dos adultos serenos, firmes e equilibrados, à qual se soma o estímulo que possuem de senso de justiça, pois enxergam a vida através do prisma da eternidade. Esses indivíduos retêm um considerável “coeficiente evolutivo”, do qual se deduz que já possuem um potencial de aceitação, porquanto aprenderam a respeitar os mecanismos da vida, acumulando pacificamente as experiências necessárias a seu amadurecimento e desenvolvimento espiritual.
Quando não enfrentamos os fatos existenciais com plena aceitação, criamos quase sempre uma estrutura mental de defesa. Somos levados a reagir com “atitudes de negação”, que são em verdade molas que abrandam os golpes contra nossa alma. São consideradas fenômeno psicológico de “reação natural e instintiva” às dores, conflitos, mudanças, perdas e deserções e que, por algum tempo, nos alivia dos abalos da vida, até que possamos reunir mais forças, para enfrentá-los e aceitá-los verdadeiramente no futuro.
Não negamos por ser turrões ou teimosos, como pensam alguns; não estamos nem mesmo mentindo a nós próprios. Aliás, “negar não é mentir”, mas não se permitir “tomar consciência” da realidade.
Talvez esse mecanismo de defesa nos sirva durante algum tempo; depois passa a nos impedir o crescimento e a nos danificar profundamente os anseios de elevação e progresso.
Auto-aceitação é aceitar o que somos e como somos. Não a confundamos como uma “rendição conformada”, e que nada mais importa. De fato, acontece que, ao aceitar-nos, inicia-se o fim da nossa rivalidade com nós mesmos. A partir disso, ficamos do lado da nossa realidade em vez de combatê-la.
Diz o texto: “O homem pode abrandar ou aumentar a amargura das suas provas pela maneira que encara a vida terrestre”. Aceitação é bem uma maneira nova de “encarar” as circunstâncias da vida, para que a “força do progresso” encontre espaços e não mais limites na alma até então restrita, pois a “vida terrestre” nada mais é do que o relacionar-se consigo mesmo e com os outros no contexto social em que se vive.
Aceitar-se é ouvir calmamente as sugestões do mundo, prestando atenção nos “donos da verdade” e admitindo o modo de ser dos outros, mas permanecer respeitando a nós mesmos, sendo o que realmente somos e fazendo o que achamos adequado para nós próprios.
Em vista disso, concluímos que aceitação não é adaptar-se a um modo conformista e triste de como tudo vem acontecendo, nem suportar e permitir qualquer tipo de desrespeito ou abuso à nossa pessoa; antes, é ter a habilidade necessária para admitir realidades, avaliar acontecimentos e promover mudanças, solucionando assim os conflitos existenciais. E sempre caminhar com autonomia para poder atingir os objetivos pretendidos.

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

A ARTE DA GRATA ACEITAÇÃO

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Uma vida que não conhece a tristeza, as lágrimas, permanece pobre. A vida precisa conhecer uma variedade enorme de experiências para tornar-se rica. Quanto mais você conhecer diferentes aspectos da existência e ainda assim continuar inteiro e centrado, mais a sua vida se enriquecerá a cada momento, a cada dia.
Olhe sempre para a vida como um processo dialético. Nesta vida, a noite traz o dia. Nesta vida, a morte traz uma nova vida. Nesta vida, a tristeza traz uma nova alegria. Nesta vida, o vazio traz um novo preenchimento. Tudo está em conexão… tudo é parte de um todo orgânico.
Nós criamos os problemas por dividir as coisas. Aprenda a arte de não dividir, e simplesmente continue alerta, vigilante, apreciando o que quer que a vida lhe proporcione.
Apenas lembre-se de uma coisa: aceitar tudo que a vida lhe dá. Se ela lhe dá escuridão, aprecie isso, dance sob as estrelas da noite escura, lembrando-se de que cada noite não é nada mais do que o útero para um novo alvorecer, e que cada dia irá novamente descansar na escuridão da noite.
Quando é outono e as árvores ficam nuas e todas suas folhas caem, observe as velhas folhas voando ao vento, quase dançando. E as árvores, nuas, têm a sua própria beleza e, contraste com o céu; mas elas não irão continuar nuas para sempre. As velhas folhas tiveram que cair apenas para dar lugar às novas folhas, às novas flores.
A existência continua a renovar a si mesma a todo momento. Você deveria manter-se sintonizado com a existência; nunca peça por nada diferente.
Esta é a raiz básica da miséria: quando é noite, você chora pelo dia; quando é dia, você chora pelo repouso da noite. Então, a vida torna-se uma miséria, um inferno.
Você pode torná-la um paraíso apenas por aceitar o que quer que lhe seja dado, com um coração agradecido. Não julgue se é bom ou mau. Sua gratidão transformará tudo em uma bela experiência, aprofundará sua consciência, elevará o seu amor e fará de você uma bela flor com muita fragrância.
Aprenda apenas a arte de uma grata aceitação. Buda chamava a isso de filosofia do assim é; não importa o que for, aceite isso como a própria natureza da realidade. Nem mesmo imagine ir contra. Nunca vá contra a corrente; apenas siga o rio onde quer que ele o leve.
Osho


A CONSCIÊNCIA DA 5ª DIMENSÃO.

"Quando uma pessoa atinge a consciência 
da 5ª dimensão, sua percepção de tempo 
diminui consideravelmente".
Por:
Trish LeSage


A CONSCIÊNCIA DA 5ª DIMENSÃO.


28/08/16

Estamos vivendo uma época monumental em que a humanidade está passando por uma mudança para uma consciência mais elevada. 

Estamos mudando de uma consciência da 3º para
 a 5ª Dimensão.

 O que se segue é o que vamos experimentar depois de termos atingido a consciência da 5ª Dimensão e mais além.
Quando uma pessoa atinge a consciência da 5ª Dimensão ela passa a existir em um estado permanente de paz, felicidade, amor e alegria.

 Nenhum esforço é necessário de sua parte para permanecer neste estado. 

Isto ocorre naturalmente e automaticamente.

 Toda a energia dissonante é filtrada.

Além de existir normalmente em um estado permanente de paz, felicidade, amor e alegria, as pessoas que atingiram a consciência da 5ª Dimensão começam a ver-se automaticamente em todos, sejam humanos ou animais.

 Elas também começam a sentir amor por todos, espontaneamente.

Além disso, nenhum pensamento negativo flui para dentro da mente de uma pessoa que tenha atingido a consciência da 5ª Dimensão. 

Na verdade, todos os pensamentos negativos são filtrados automaticamente para fora de sua mente.

A mente também é naturalmente tranquila sem a vibração constante que flui na mente da 3ª Dimensão. 

Na realidade, não existem muitos pensamentos entrando em uma menteque atingiu a consciência da 5ª Dimensão, a menos que os pensamentossejam necessários para movê-lo de um evento ou momento para o próximo evento ou momento.

Quando uma pessoa atinge a consciência da 5ª Dimensão, sua percepção de tempo diminui consideravelmente. 

A hora no relógio da parede pode parecer passar mais rapidamente, masa mente não percebe o tempo que passou. 

Isto pode ser comparado com o que é dito que acontece quando uma pessoa experimenta a morte física. 

Neste momento uma pessoa passa da consciência da 3ª para a 4ª Dimensão. 

Diz-se que, enquanto pode se passar anos na Terra, apenas alguns minutos se passaram no mundo espiritual. 

Nossa percepção do tempo diminui à medida que acontece a transição da consciência da 3ª para a 4ª Dimensão durante a morte física. 

É por isso que pode parecer que pouco tempo se passou no mundo espiritual, enquanto muito tempo se passou na Terra.

Aqueles que alguma vez estiveram próximos da morte como resultado de um acidente, podem ter notado que a sua mente também começa a se mover mais lentamente nesta situação.

 Tudo parece acontecer em câmera lenta. 

A alma está se preparando para a transição da consciência da 3ª para a 4ª Dimensão nestas situações em que a pessoa pode sair através do portal da morte.

 Assim, a sua percepção do tempo fica mais lenta.

Às vezes uma mudança no plano divino para a vida da pessoa é feito e elamilagrosamente escapa do perigo no último segundo.

Pode-se também notar que ao usar auto hipnose ou meditação, parece que o tempo não passou, mas de acordo com o relógio na parede, muito tempo transcorreu. 

Mais uma vez, nestes casos a mente está em transição para além da 3ª Dimensão.

O mesmo fenômeno acontece quando estamos fisicamente vivos em um corpo na 3ª Dimensão da Terra, com o aumento das nossas vibrações de energia, nós ascendemos à consciência da 5ª Dimensão. 

Então nossa percepção do tempo fica mais lenta.

Quando uma pessoa atinge a consciência da 5ª Dimensão, ela só vive no momento presente, sem qualquer referência ao passado.

Ela pode acessar memórias do passado caso precise, mas uma pessoa que tenha atingido a consciência da 5ª Dimensão não reside no passado. 

Sua mente é automaticamente focada no momento presente sem exigir nenhum esforço da sua parte.

 É simplesmente um estado de ser que ela vive naturalmente.

Quando uma pessoa atinge a consciência da 5ª Dimensão, estaráautomaticamente vivendo no momento presente, ela também não têm qualquer referência do futuro, o que significa que ela não têm quaisquer preocupações em sua mente sobre o futuro. 

Ela simplesmente vive cada momento de um evento para o próximo evento.

Uma pessoa que tenha atingido a consciência da 5ª Dimensão também pode ter despertado as capacidades psíquicas e intuitivas.

 Ela pode experimentar qualquer uma das seguintes habilidades: Clarividência (ver além da 3ª dimensão), Clariaudiência (audição além da 3ª dimensão), Clarisciência (sentir além da 3ª dimensão), percepção olfativa (sentir cheiro além da 3ª dimensão), Clariempatia (sentir o que os outros sentem), Clariconsciência (Informações que uma pessoa não tinha conhecimento prévio nos fluxos em sua mente), telepatia, premonições, PES (Percepção Extra Sensorial), Precognição, (consciência dividida),Telecinese (mover objetos físicos sem tocá-los fisicamente), psicometria(tocar um objeto e ser capaz de sentir a energia que foi absorvida pelo objeto e a história envolvida) e outros fenômenos psíquicos.

Uma pessoa que tenha atingido a consciência da 5ª Dimensão também pode mudar de um estado de espírito baseado na crença para um estado de espírito baseado em saber intuitivo

O conhecimento intuitivo vai além do seu sistema de crenças.

 É um conhecimento interior.

Da mesma forma, pode-se também intuitivamente saber se a informaçãoé verdadeira ou falsa com base em como a energia da informação ressoa, já que tudo que existe é simplesmente energia. 

Não existe nada na que não seja energia. 

Mesmo nossos pensamentos são energia.

A manifestação também é muito mais fácil quando uma pessoa atinge a consciência da 5ª Dimensão. 

Sem necessidade de meditações, visualizações, rituais, ou colocar um monte de energia em declarações de intençãonem qualquer foconem conhecimento da Lei da Atração, nada disto é necessário. 

Apenas um pensamento simples iluminando sobre o que é desejado é suficiente para manifestar na realidade física e em muitas situações, mais nenhum pensamento sobre seus desejos é necessário, como tudo é simplesmente sincronizado de modo que o que precisamos está lá para exatamente quando e onde for necessário.

Este é realmente um momento muito interessante para se estar vivo na Terra. 

Estamos a caminho de um estado de existência que é livre da dissonância e das restrições da 3ª dimensão é um estado maravilhoso e belo da existência para se viver.



Post. e Formatação
http://semeadorestrelas.blogspot.com

Tradução e Divulgação: 

Origem: beyond3dbooks