OS SEGREDOS DE ÓRION

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Segredos de Órion – conheça alguns dos mistérios dessa constelação

nebulosa de Órion é uma da mais belas e brilhantes nebulosas já observadas. E a melhor parte é que ela pode ser vista a olho nu, já que está próxima da Terra, falando em termo espaciais. Basta observar o céu na direção da constelação de Órion, que tem o formato de um trapézio.
A nebulosa, também descrita como M42 ou NGC 1976, se encontra entre 1.500 e 1.800 anos-luz do sistema solar. Tal proximidade a torna uma das mais fotografadas e estudadas pelos astrônomos.
Mesmo assim, a nebulosa de Órion é intrigante e guarda ainda muitos mistérios. Devido a enorme concentração de poeira e gases nessa região, cientistas acreditam que pode existir água no local, pela junção de oxigênio e hidrogênio.
A imagem que você confere acima foi capturada a partir do observatório espacial Wise (Wide-field Infrared Survey Explore), localizado em Israel. A foto foi feita com luz infravermelha e é composta por quatro cores ilusórias.
É possível observar que a M42 é uma nebulosa movimentada, com muitas estrelas recém-formadas, gás quente e poeira estelar escura. O estranho brilho verde que envolve as estrelas brilhantes retratadas na imagem é a própria luz dessas estrelas refletida por filamentos de poeira que cobrem grande parte da região. [APOD/Messier]

Fonte:https://hypescience.com/a-intrigante-nebulosa-de-orion/

AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION

AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION
Foi comprovado que a grande pirâmide está no centro da superfície da terra, e é chamada o umbigo da terra. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich, e o paralelo a 30º ao norte do equador, são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam, está a Grande Pirâmide.
O curioso que nos livros de Drunvalo Melchizedeck, se traçássemos uma linha do ponto das pirâmides até o outro lado do planeta, digamos um eixo no centro da terra, vamos chegar a uma ilha no Taiti chamada Moorea.
Estes dois pontos interligados (Moorea e a grande pirâmide) são o eixo da rede cr‎ística de luz da nova consciência. A mesma rede que Kryon foi encarregado a completar.
A função principal das pirâmides era de ser um instrumento para iniciação planetária. O mesmo foi projetado especialmente para aumento de consciência do ser humano, e aumentando assim sua vibração para nível de consciência crística.

AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION

Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no “coração” da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.
São cálculos assombrosos. Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número PI (3,14159…) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o PI havia sido calculado só até o quarto dígito.
E isso é só o começo. A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola – assim como é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.
Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra – ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.
Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual. Será?
Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano. Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.
Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada, ao lado de Quéops. O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.
Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época, que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustrou o sucesso da empreitada foi o tempo. Não deu. Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma Grande Pirâmide em escala.
Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro THE ORION MYSTERY, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foram aceitando.
Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os “respiradouros” da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o “cinturão” de Órion. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.
As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval. Ele é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.
Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides de Gizé não era acidental. O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.
Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo. Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz – o alinhamento das três estrelas correspondia perfeitamente ao das pirâmides de Gizé!
Inicialmente Bauval usou o programa de astronomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C. O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta. O programa Skyglobe também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a “Oeste” da Via-Láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.
Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação – antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.
A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval. Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.
Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço – elas têm o que se chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.
A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.
É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria.
As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte – causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento – e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat. Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.
A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga. Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final. A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide: “Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com Osíris…”
O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte. Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas. Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada. Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura. Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido, e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.
As pirâmides de Gizé têm estimulado a imaginação humana. Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54′. Sua base é um quadrado com 229 m de lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito – o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.
Revista Planeta – Grandes Mistérios nº 3

O Mistério de Órion e as Pirâmides

As pirâmides de Gizé têm agitado a imaginação humana.
Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume).
O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54'. Sua base é um quadrado com 229 m de lado.
Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito - o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é INCRIVELMENTE pequeno. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de 2 a 20 toneladas.
Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no "coração" da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é MAIOR do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.
São mesmo cálculos assombrosos!



Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159...) até o décimo quinto dígito.


As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o QUARTO dígito.
E isso é só o começo:
A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste.
É realmente um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola - assim com é incrível que até agora NINGUÉM tenha aparecido com uma explicação para o enigma.
Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas.
No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas.
É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra - ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais.O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas.
Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre.
Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.

Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiriam construir uma igual.

O Engenheiro e autor do livro “The Órion Mystery” da editora Heinemann Robert Bauval, descobriu brilhantemente junto com Adrian Gilbert que as 3 Pirâmides de Gizé foram construídas como uma imagem espelhada do que hoje em dia chamamos de Cinturão de Órion.
São aquelas 3 estrelas que estão na mesma direção.
Os Egípcios apontavam essas 3 estrelas como o lugar de onde veio os “Deuses”, eles ainda acreditavam que os espíritos dos Faraós vinham de lá.
Elas também seguem um padrão que homenageia as Três Estrelas do Cinturão de Órion que na época dos antigos Egípcios eram chamadas de “Sah” com suas Três Estrelas denominadas como Alnitak (a mais brilhante) Alnilam (a do meio) e Mintaka (a menos brilhante e ligeiramente inclinada com relação ás outras duas), vejamos algumas ilustrações que provará isso:



Exatamente na mesma direção de Anitak está a Nebulosa de Órion.
Assim no platô de Gizé temos uma reprodução da imagem espelhada dessas estrelas, que seguem em tamanho o equivalente ao brilho de cada uma delas, a mais brilhante é reproduzida em pedra como a maior Pirâmide, isto é “Quéops” (tem a ponta semi destruída), depois vem Alnilam reproduzida como a Pirâmide de “Quéfren” no meio (junto a Esfinge) e finalmente temos Mintaka reproduzida em pedra na Pirâmide de “Miquerinos” a menor em tamanho dentre as três.

Claro que esses nomes, que deram as Pirâmides baseados em antigos monarcas egípcios, está inteiramente incorretos, seus nomes eram de fato Alnitak, Alnilam e Mintaka respectivamente.


As Pirâmides na Terra reproduzem com perfeição o conjunto que as três estrelas formam no céu.
O tamanho e posição de cada uma tem relação perfeita com os três astros.




Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje.
Claro, elas mudaram em declinação; antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.

É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides.
A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria.

As relações que tal descoberta implica são fascinantes.
Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte - causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento - e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat.<br>
Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio. 

Mas ainda não acabou! 

Pois as Pirâmides no solo Egípcio estão de uma maneira tal com relação ao Nilo que corresponde exatamente com o braço da Via Láctea com relação as estrelas de Sah (Órion) no céu.
E o solo em que elas estão assentadas?
Ele foi nivelado com tal precisão que o erro no nível é de apenas 2 centímetros!
E esse solo é de Granito sólido!
Como foi possível fazer isso há mais de 5 mil anos? Como talharam a pedra bruta com dezenas de quilômetros de extensão? Com quais métodos?
Mistério...
Para um melhor conhecimento dessa constelação podemos olhar na mitologia grega, e tentar entender através das histórias, mitos e lendas como surgiu à constelação de Órion.
Alguma das lendas diz que Órion e Ártemis caçavam juntos, o que degradava o irmão de Ártemis, Apolo, e por isso ele mandou um Escorpião Celestial matar Órion, o mesmo quando percebeu que não conseguiria vencer o monstro enorme, se jogou no mar armado com sua espada, acompanhado por seu cão Sirius, da constelação Cão Maior.
Apolo foi à casa de sua irmã, que era ótima atiradora, e a desafiou a atirar em uma mancha que havia no mar.
A mesma aceitou e assim o fez, não sabendo que havia matado Órion, que foi trazido com as ondas do mar, e assim ela o transformou em constelação, e para que ela não o perdesse levou as estrelas em seu cinturão, sendo elas Mintaka, Alnilan e Alnitaka, conhecidas também como “Três Marias”.
A constelação de Órion faz parte de um dos segredos das Pirâmides do Egito, alguns dizem que elas apontam a localização do mundo dos mortos no céu, e que as pirâmides representam as estrelas mais importantes. Osíris tinha a representação da constelação de Sah, que seria a de Órion, e por isso as pirâmides foram posicionadas para imitar a constelação na Terra.
Fonte:http://valeapena-helena.blogspot.com/2012/05/o-misterio-de-orion-e-as-piramides.html

Cinturão de Órion e as Pirâmides:

por Rita Candeu

Alnitak, Alnilam, Mintaka
 são as brilhantes estrelas azuis de este para Oeste (esquerda para a direita) ao longo da diagonal desta esplêndida vista cósmica.

Também conhecida como a Cintura de Orionte, estas três supergigantes azuis são mais quentes e muito mais massivas que o Sol.

Situando-se a cerca de 1,500 anos-luz de distância, são "filhas" das bem estudadas nuvens interestelares de Orionte.




De fato, as nuvens de gás e poeira navegando por esta região têm intrigantes e surpreendentementes formas familiares, incluindo a Nebulosa Cabeça do Cavalo e NGC 2024 perto de Alnitak.

A famosa Nebulosa de Orionte situa-se abaixo da imagem, por baixo deste campo estrelado que cobre uns impressionantes 4.4x3.5 graus do céu.

A imagem a cores foi composta a partir de chapas fotográficas digitais a preto e branco registadas através de filtros astronómicos vermelhos e azuis, com um canal verde sintetizado informaticamente. As chapas foi tiradas usando o Telescópio Samuel Oschin, um instrumento de pesquisa de campo-largo no Observatório Palomar, entre 1987 e 1991.

Crédito: Digitized Sky Survey, ESA/ESO/NASA FITS Liberator, Davide De Martin (Skyfactory)





Sabemos que todas as 
pirâmides são orientadas
segundo as posições de determinadas estrelas....”
Escreveu Däniken em Eram os Deuses Astronautas? – pg.82
 
 
O mapeamento atual destas intrigantes construções mostra que, em todo o planeta, uma verdadeira rede de pirâmides foi construída.

Mas a História oficial, em conjunto com a Arqueologia insistem em manter as mesmas e velhas teorias e datações... como é custoso abandonar velhas ideias....

Mas... pirâmides, frequentemente, foram construídas respeitando uma topografia que resultasse no alinhamento de pontos da edificação com estrelas e constelações muito bem determinadas.

A ligação entre pirâmides e astronomia não é um fruto do acaso; antes, essa ligação é um testemunho inconteste da sabedoria dos antigos no que diz respeito à "cartografia do céu visto da Terra".

Enigmas e mais mistérios rondam essas estruturas pra lá de concretas, que desafiam a imaginação da ciência, de arqueólogos e historiadores, e demais pensadores de nossa época, que desfiaram inúmeras suposições, teses e explicações que de modo algum explicam definitivamente a existência dessas estruturas tão complexas... 




Por que a terceira, e menor, das
 pirâmides  do planalto de Gisé – Egito está deslocada da diagonal que liga as duas pirâmidesmaiores?

O pesquisador Robert Bauval mostrou, em 1993, que das três estrelas que formam o cinturão de Órion, a última está deslocada exatamente como a terceira pirâmide...se você voltar para 10.550 anos aC...”

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Incidentemente, Mark e Richard Wells (em 2.000) descobriram uma semelhança surpreendente no alinhamento e tamanho das três estrelas no Cinturão de Órion e o alinhamento e tamanho das pirâmides principais de Gisé, no Egito; Xi'an, na China; e Teotihuacan, no México. 
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Pirâmides Chinesas de Xi’an – foto de Hartwig Hausdorf
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As pirâmides de Quin Ling Shan na região de Xi'an, República da China foram descobertas por dois exploradores australianos em 1912. O complexo arquitetônico possui 100 pirâmides espalhadas por 2.000 quilômetros quadrados, com idade estimada em 5.000 anos. As estruturas das pirâmides foram feitas em argila, mas ficaram quase tão duras quanto pedra ao longo dos séculos.

Muitas estão danificadas pela erosão ou agricultura e outras sustentam um templo no topo.

As pirâmides chinesas foram descobertas nos primeiros anos do século XX. Segundo a lenda, mais de mil pirâmides foram construídas na China, há mais de cinco mil anos, por imperadores que acreditavam em civilizações extraterrestres e viam a si mesmos como "descendentes dos deuses" - daqueles que vieram dos céus à bordo de "dragões de ferro".


A maioria destas pirâmides  tem entre 25 e 100 metros de altura com exceção da Grande Pirâmide Branca, a maior de todas, com 300 metros, considerada "mãe" de todas as outras.

Característica curiosa dessas pirâmides  é sua semelhanças com aquelas encontradas no México e na Guatemala.
Fonte - ALIEN CHINA SINDROME - publicado em 24/08/2002




A maior delas tem 300 metros de altura, chamada "Pirâmide Branca", é maior que a Pirâmide do Sol de Teotihuacan, no México, e tão larga quanto a grande Pirâmide de Giza. As demais variam de 35 a 90 metros de altura.

As pirâmides foram fotografadas pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, por um piloto da United States Air Force, que fazia um vôo de abastecimento para as forças chinesas vindo de Assam, no norte da Índia, quando problemas no motor fizeram com que ele viajasse em baixa altitude.

Fonte - FENÔMENO MATRIX: Pirâmides Chinesas



Teotihuacã

  
“... 50 quilômetros ao norte de México,
o campo de pirâmides de Teotihuacã cobre uma planície
de quase 20 quilômetros quadrados,
e todas as construções escavadas orientam-se pelas estrelas.

O texto mais antigo sobre Teotihuacã relata que ali
se reuniam os deuses e se aconselhavam acerca do homem,
antes mesmo que o Homo sapiens tivesse existido!” 


escreve Dänikem em Eram os Deuses Astronautas? – 119


Planta baixa de Teotihuacã
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em 1° plano a Pirâmide da Lua
e à esquerda e acima a Pirâmide do Sol

A Calçada dos Mortos vista da Pirâmide da Lua
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Outra vista da Calçada dos Mortos, tendo ao fundo a Pirâmide da Lua e abaixo à direita a entrada da Cidadela de QUETZALCOATL a “Serpente Emplumada”


Cidadela e a Pirâmide de QUETZALCOATL a “Serpente Emplumada"


e voltando ao nosso enigma das pirâmides ...
e para o nosso tempo ... século XX...
e para Gizé


O enigma da Esfinge



Outras evidências
Os últimos estudos arqueológicos revelam que a esfinge mostra sinais de erosão por chuvas torrenciais que só poderiam acontecer nessa região do Egito em 10.500 A.C., quando Gizé era uma planície verdejante.

Em outra pesquisa descobriu-se que, em 10.500 A.C., a esfinge estaria "olhando" para a constelação de Leão e próximo estaria Órion, representando as pirâmides a 10.500 A.C. é, portanto, a única data em que a imagem do céu bateria com o conjunto de monumentos em Gizé. 

Mas... a Era de Leão iniciou exatamente nesse época...
a +/- 10.800 anos atrás indo até 8.840 a.C...

e Leão é o signo zodiacal oposto a Aquário que determina a Era de Aquário - a era atual em fase de transição... como indica a imagem abaixo...





veja que o ponto vermelho bem próximo da faixa amarela é o Sistema Solar
se aproximando da tal faixa de Fótons...
mais uma coincidência?

Os Túneis sob o planalto de Gizé:

“...em 1996, Larry Hunter e outros pesquisadores descobriram uma vasta rede de túneis sob o complexo de Gizé, se espalhando por longa distância. E, aparentemente, as autoridades estão mantendo silêncio sobre isso.

Larry Hunter, foi também, orador convidado no seminário em Oakland, em 23 de maio de 1998, onde forneceu mais detalhes sobre isso e muitas outras descobertas desconcertantes. Por exemplo, revelou que esta rede parte de uma enorme “cidade” subterrânea, 137 metros abaixo do chão e com 12 andares para baixo, cobrindo uma áreas de 10 por 13 quilômetros...

Na mesma apresentação, Hunter assombrou a plateia falando sobre uma enorme câmara dentro da Grande Pirâmide, à qual ele chamou O Salão de Osíris. Subindo muitos metros do nível do solo só para entrar na Câmara do Rei, esta sala é um dos segredos mais bem guardados do Egito. Segundo Hunter, desta sala um poço vertical, exatamente no centro da pirâmide, desce por centenas de metros. Em seu caminho encontra-se com a rede de rodovias subterrâneas, sob o Planalto de Gizé.” 

Fonte - Livro Azul Divino - Robert Perala – 170 a 172



 

Na Grande pirâmide de Gizé, para além dessa orientação segundo a direção Norte-Sul, existem outras condutos que nos leva a determinadas zonas do céu.

Alexander Badawy e Virgínia Trimble foram os primeiros a suspeitar de uma determinada orientação para esses corredores (Figura abaixo). 

O conduto de ar da fachada Sul da sala indica em determinado período do ano a culminação sucessiva das três estrelas da constelação de Orion: Alnitak, Alnilam e Mintaka. 

Do outro lado, na fachada Norte, temos a saída de ar orientada para aquela que era a estrela polar há cerca de 5.000 anos, a estrela de Thuban, uma das estrelas da constelação do Dragão.

Por outro lado, temos a  “sala da rainha”, com as suas saídas de ar orientadas para determinado local nos céus, para a Estrela Soped (Sirius) que era entre outras a representação da deusa Isis nos céus.



As passagens se alinham com as estrelas. O grau de exatidão é espantoso. A base da pirâmide está dentro de um minuto de um ângulo. Atualmente, para nós, seria difícil alcançar tal exatidão. 

A base da pirâmide tem 230m de largura. Caminhando-se pelo perímetro são mais de 900m. Obviamente usaram as estrelas para alinhar seus monumentos e alcançar este alto grau de exatidão. Assim temos um monumento que expressa uma arquitetura avançada na astronomia. 




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Enquanto os pesquisadores se convenciam mais e mais da exatidão das pirâmides  de Gizé, começou a surgir um mistério, pois pareciam ser exatas em todos os aspectos faltava apenas mais um detalhe....


Por incrível que pareça a teoria da correlação das pirâmides e o cinturão de Órion é apenas o início.

A partir deste ponto a pesquisa de Robert Bauval procedeu da seguinte análise.
Começou pelo mais óbvio. O Nilo.

Determinou a posição das
 pirâmides em relação ao Nilo e o ângulo que formavam com ele e comparou a posição do cinturão de Órion com a Via Láctea.

Depois observou as duas outras 
pirâmides, construídas por motivos desconhecidos a alguns quilômetros de Gizé.

Descobriu através de alguns hieróglifos que a primeira em Aburruoxe, também tinha o nome de uma estrela.

A segunda foi construída a 5Km de Gizé, Isaoiatilarié.
Depois chocou-se a compará-las a um diagrama estelar.




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Osíris era a constelação de Órion, logo Osíris na terra era as pirâmides de Gizé.
Os egípcios construíram nada mais do que o céu na terra.
 


para baixar em 


vídeo indicado nos comentários por alguém   que não deixou o nome


Fonte:http://arqueologiasoboutravisao.blogspot.com/2011/10/cinturao-de-orion-e-as-piramides.html

Sobre a Constelação de Órion

Primeiramente, constelações são grupos aparentes de estrelas aos quais os astrônomos antigos pensavam que formavam figuras de pessoas, animais e objetos, ou que ajudavam a identificar as estações do ano, por exemplo, a constelação de Escorpião é típica do inverno no hemisfério sul.
Sendo que em junho ela é visível a noite toda, e a de Órion podem ser vista em dezembro, classificando como o verão no hemisfério sul.
Em uma noite podemos ver mais de 1000 estrelas, sendo que todas elas pertencem a alguma constelação. Elas nos ajudam a separar o céu, mas é muito difícil identificá-las. Muitos dizem que há muitos mitos referentes as constelações.
Constelação de Órion

A constelação de Órion é do equador celeste

Possui as quatro estrelas mais brilhantes sendo elas, Betelgeuse (Alpha Orionis) que seria o ombro direito do caçador, com magnitude de 0,50, Rigel (Beta Orionis) o pé esquerdo de Órion com magnitude de 0,12, Bellatrix (Gamma Orionis) com magnitude de cerca de 1,64 e Saiph (Kappa Orionis) a espada do gigante, em árabe,com magnitude de 2,06, e que tem a forma de trapézio.
É fácil de ser vista a olho nu com a presença das Três Marias, Mintaka (Delta Orionis) com magnitude de 2,23 , Alnilam (Epsilon Orionis) magnitude de 1,70, Alnitak (Zeta Orionis) magnitude de 2,03, que formam o cinturão de Órion, e estão localizados no centro da constelação.
Na mesma constelação, a de Órion, também é possível ser vista a olho nu a Nebulosa de Órion (M42, Messier 42, NGC 1976) sendo uma região com intensa formação de estrelas. São as vizinhas Gemini (Gêmeos), Taurus (Touro), Eridanus, Lepus (Lebre) e Monoceros (Unicórnio).
Fonte:http://aquarmore.com/2016/12/23/segredos-de-orion-conheca-alguns-dos-misterios-dessa-constelacao/

As Pirâmides do Egito e a Constelação de Orion

Das várias pirâmides existentes no planeta as mais conhecidas com certeza são as Pirâmides de Gizé. Esse complexo é constituído de três pirâmides aos arredores do Cairo, capital egípcia.
Gizé - To no Cosmos
Como foram construídas, quem ao certo construiu, não se sabe, conforme visto no artigo ‘Quem construiu as Pirâmides do Egito?‘, as probabilidades e teorias são muitas.
Porém há uma outra peça desse quebra-cabeças que pode reforçar algumas ideias sobre a origem das pirâmides egípcias.
Pyramids.of.Giza.original.1743 - To no CosmosJá se sabe que muitos povos antigos afirmavam que seus antepassados vieram dos Céus, em carruagens de fogo, em pássaros ou seres alados, o que parece ser apenas alegorias para demonstrar algum tipo de espaçonave desses ‘homens das estrelas’.
As observações astronômicas, os cultos a deuses estelares, é apenas um pouco da ligação do povo do Antigo Egito com os Céus.
Assim como as 3 pirâmides, as 3 estrelas do cinturão da Constelação de Orion (conhecidas como As 3 Marias), não estão em simetria exata, o que prova não ser um erro de cálculo e sim propositalmente feito dessa maneira.  A orientação das pirâmides são voltadas para o Rio Nilo, recriando o mesmo aspecto da orientação de Orion voltada para a Via-Láctea.
Misterios de Orion - To no CosmosAlguns egiptólogos dizem que o tamanho relativo das pirâmides foi feito de acordo com o exagerado ego de três reis, mas ao que tudo indica, cada detalhe e tamanho foi feito a partir de um design planejado.
No livro “O Mistério de Orion“, de Robert Bauval e Adrian Gilbert, eles afirmam que as pirâmides foram muito mais do que meras tumbas, elas foram nada menos do que uma réplica dos Céus na Terra.
No ano de 10450 a.C. a esfinge junto com as três pirâmides teriam se alinhado com o Cinturão de Orion, como mostra a imagem abaixo.
Piramides Orion - To no Cosmos
As três pirâmides é uma cópia exata das estrelas Delta Orionis, Epsilon, Zeta, que compõe o Cinturão de Órion.
No período de 10450 a.C a Era de Leão que estava em vigor, e curiosamente a esfinge é representado por um corpo de leão, que na época teria sua face apreciando o leste em sua parte celestial.
Piramides e Orion - To no CosmosComo em uma época tão remota esse povo africano tinha tamanho conhecimento arquitetônico e de engenharia?!
Depois de mais de 200 anos de estudos, os estudiosos da antiga cultura egípcia são capazes de traduzir diretamente os hieróglifos.
A imagem ao lado foi sobreposta, ficando fácil ver o perfeito alinhamento entre o Cinturão de Orion e as 3 Pirâmides. O que antes era uma suposição, com a tecnologia atual pôde ser comprovado que as pirâmides foram espelhadas na Constelação de Orion.

Com uma magnífica exatidão astronômica, as pirâmides foram criadas para serem o caminho dos faraós para as estrelas.
Desde os tempos mais remotos parece que apenas o homem moderno é que se mantém desconectados dos Céus.
Fonte:http://tonocosmos.com.br/as-piramides-e-orion

O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES E O GRANDE ENIGMA DE ÓRION


 
AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION
 
I - A GRANDE PIRAMIDE DO EGIPTO
 
Alguns egiptólogos consideram-na como sendo monumento funerário e outros como uma espécie de observatório astronómico.
Sua orientação particular e diversas características de sua arquitectura, nos fornecem indicações assombrosas sobre o conhecimento dos egípcios no que concerne aos movimentos dos astros no céu, diversas medidas importantes, a posição de certos corpos celestes etc... Mas não basta dizer que a Grande Pirâmide foi construída para testemunhar os acontecimentos dos antigos sábios. Seria minimizar seu papel e sua importância. Este monumento devia reproduzir todos os traços do Universo, sendo destinado à ser dele (Universo) o "duplo", o -KA-. Da mesma forma que o Universo veio à vida ao apelo do Divino Logos, a Pirâmide representava a primeira montanha que emergiu da massa das águas primordiais do NUM. A montanha primordial ATZLAN dos Astecas do México era uma reminiscência que aparentava a mesma ideia.
As Pirâmides eram cercadas ou por uma fossa cheia de água, ou por um muro evocando por sua forma o signo hieroglífico designando a água.
A ideia dos construtores era portanto a mesma: representar a montanha primordial aparecendo fora da massa das águas. O próprio nome da pirâmide, "pyrmus", significava : "saindo ao ser".
Encontramos a mesma raiz em diversas palavras que tinham relação com a manifestação do poder criador. Por exemplo, o "nascimento" se dizia: "per-msb", que significava literalmente "SAIR DA PORTA". O LIVRO DOS MORTOS era chamado "per-m-khrou", isto é, "a saída para a luz". "Per-Khrou" era o nome do poder criador do verbo, que, "chamava à vida" um objecto inanimado.
A própria forma da pirâmide, representava um raio de sol petrificado, fixado permanentemente à terra, e sobre a qual o sol "repousa por um momento devorando sua sombra". A pirâmide constituía pois, simbolicamente, uma parte do corpo do sol. A razão pela qual a pirâmide tornou-se o lugar de sepultura é evidente, pois todas as preces do morto eram no sentido de que fosse admitido na barca solar afim de atravessar, as sombrias passagens do DUAT. Parece lógico que, para que suas preces fossem ouvidas, ele devesse ser sepultado numa construção que representa ela própria um "raio de sol".
Isto concerne à quase totalidade das pirâmides que encontramos no Egito, e que são, com efeito, monumentos funerários construídos sobre câmaras contendo um sarcófago.
Mas isto não concerne absolutamente à Grande Pirâmide de Gizé, a única que foi construída, desde o fundamento até o cimo, com a precisão requerida por um instrumento, uma jóia e que encerra para toda a eternidade, em cada uma de suas medidas, as correspondências essenciais com o Universo. Todas as outras pirâmides eram reproduções grosseiras da forma geral da Grande Pirâmide, sem ter dela nem a precisão, nem a execução perfeitas.
Este monumento eterno, além de seu papel de resumir conhecimentos astronómicos, era destinado a servir de santuário para o culto solar, no qual se realizava o Mistério da mais alta Iniciação.
   

Grande Pirâmide e Câmaras

O corredor de entrada desce num ângulo de aproximadamente 26º. Este corredor vai de encontro a um outro que sobe segundo um ângulo sensivelmente igual. Este se divide, a certa altura, em dois corredores que levam, um a uma galeria no teto elevado, chamada : "A GRANDE GALERIA", a qual conduz à "CÂMARA DO REI", e outra horizontal, a uma outra câmara conhecida sob o nome de "CÂMARA DA RAINHA".
Se compararmos a disposição destes corredores com as passagens figuradas sobre as pinturas murais que representam o trajeto do sol através do "HADES", não se pode deixar de notar pontos comuns.
A entrada simboliza a PORTA DOS INFERNOS onde o morto desce, desaparecendo na obscuridade entre as montanhas de Abidos. A descida prossegue até o encontro com o CORREDOR ASCENDENTE.É a hora do julgamento.Este, em razão dos pecados cometidos em sua existência encarnada, é condenado à destruição, ou, como diz o texto do "Am-Duat""vai para a região de Soker" (o deus da terra), desliza ao longo da descida que representa ofalso caminho RESTAU.Ele cai no fosso e é tragado sob o monte de areia de Soker.Aquele, que ao contrário, provou por sua vida direita que é digno da vida eterna, merece a recompensa da ressurreição e se eleva pela passagem ascendente até a nova bifurcação.A passagem ascendente é chamada no LIVRO DOS MORTOS: "Caminho da Verdade nas Trevas". Quando chega a este ponto, lhe é deixada a escolha. A porta que se abre para o corredor horizontal representa a porta HADES no mau caminho RESTAU. Este corredor conduz à câmara das "coisas secretas de RESTAU", através da qual o deus (preparando sua ressurreição) não passa, mas (os que estão nesta câmara) ouvem sua voz". (Am-Duat-4ªdiv.)
 
II - O LIVRO DOS MORTOS chama esta câmara: "CÂMARA DO 2º NASCIMENTO". Isto significa que, apesar de aqueles que escolheram este caminho tenham renunciado à elevação suprema predestinada, lhes é permitido "ouvir a voz do Logos" e eles estão conseqüentemente capacitados a reparar seu erro, implorando a Deus que lhes conceda a permissão para alcançar o caminho verdadeiro.
Resta "A GRANDE GALERIA", chamada no LIVRO DOS MORTOS: "O CAMINHO DA VERDADE PARA A LUZ". É a ascensão para o lugar da ressurreição. Ele representa o trajecto do sol se elevando para o lugar de seu nascimento nas montanhas orientais. Este lugar misterioso do nascimento do Sol é simbolizado pela "CÂMARA DO REI". O teto da passagem horizontal que conduz a esta câmara é rebaixado por três enormes pedras que obrigam aquele que quer penetrar na câmara a abaixar-se muito, por três vezes. Esta passagem é chamada no LIVRO DOS MORTOS: "VESTÍBULO DO TRÍPLICE VÉU". Esta passagem impõe o último obstáculo antes da alma ser definitivamente admitida no lugar da ressurreição, que o LIVRO DOS MORTOS chama de: "A CÂMARA DA TUMBA ABERTA". Um sarcófago de granito de bela feitura se encontra na CÂMARA DO REI. 
Não há tampa para esta "TUMBA ABERTA"; ela jamais foi utilizada para conter o morto e jamais foi destinada a este uso.
 
Um outro traço importante que caracteriza a Pirâmide de Gizé, é seu perfeito sistema de ventilação. Nenhuma outra pirâmide, nenhuma outra tumba do Egito, foi provida de ventilação de espécie alguma. E isto é perfeitamente compreensível, pois as tumbas eram feitas para conter corpos mortos que "não respiram". Nenhum ser vivo podia penetrar numa tumba após os funerais, pois ela era selada e sua entrada obstruída por pedras; ela se tornava um "lugar secreto", a morada do morto. O simples fato da existência de um sistema de ventilação instalado na Grande Pirâmide deveria ter chamado a atenção e mostrar que este monumento não era destinado aos mortos, mas ao uso de pessoas vivas, que tinham necessidade de respirar.
É preciso ter presente na mente que as representações do Duat foram compostas pelos sacerdotes da época tebena (XI e XX Dinastia) quando o dogma foitornado muito complexo.    
**Tudo o que foi escrito é baseado em documentos autênticos e não é de forma alguma baseado em especulações, nem em imaginação fantástica.
Marisa Castello Branco
 
III - AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION
 
As pirâmides de Gizé têm estimulado a imaginação humana. Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54'. Sua base é um quadrado com 229 m de lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito - o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.
 
Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no "coração" da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direcções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projecto e como tudo foi cuidadosamente calculado.
 
São cálculos assombrosos. Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159...) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenómeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o quarto dígito.
 
E isso é só o começo. A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais correctamente orientada, com seus lados alinhados quase exactamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola - assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.
 
Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espectacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exactamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. 
A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
 
Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra - ela está no centro exacto da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.
 
Muitos arquitectos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual. Será ? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do génio humano. Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.
 
Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada, ao lado de Quéops. O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.
 
Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época, que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustrou o sucesso da empreitada foi o tempo. Não deu. Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma Grande Pirâmide em escala.
 
Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronómico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro THE ORION MYSTERY, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.
 
Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os "respiradouros" da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o "cinturão" de Órion. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.
 
As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval. Ele é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.
 
Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides em Gizé não era acidental. O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.
 
Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo. Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz - o alinhamento das três estrelas correspondia perfeitamente ao das pirâmides de Gizé !
 
Inicialmente Bauval usou o programa de astonomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C. O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta. O programa Skyglobe também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a "oeste" da Via-láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.
 
Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação -antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.
 
A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval. Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.
 
Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço - elas têm o que se chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.
 
A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.
 
É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria.
 
As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte - causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento - e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat. Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.
 
A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga. Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final. A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide : "Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com       Osíris..."
 
O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte. Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas. Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada. Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura. Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido, e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.
 
Autora : Lu Gomes
 
IRÁ A GRANDE PIRÂMIDE REVELAR SEU MAIS PROFUNDO SEGREDO? 
 
No início do novo milênio, um pequeno robô abrirá um túnel porta que pode levar a uma incrível câmara enterrada -  o mais notável achado arqueológico de todos
Profundamente dentro do maior, mais antigo, mais alto e mais sagrado monumento deste planeta está um segredo fortemente guardado, um mistério que tem dividido a instituição arqueológica, assombrado as maiores mentes e intrigado aqueles que pensam que sabem o que pode, exatamente o que pode lá estar.
O monumento é a grande pirâmide de Gizé, a estrutura extraordinária cuja construção e propósito nos esforçamos para entender. Pode parecer incrível que mesmo com a tecnologia moderna a gente ainda não saiba exatamente o que está lá dentro, e que não tenhamos conseguido mapear cada câmara e túnel; mas devido aos seus surpreendentes blocos de pedra e construção fantástica, ainda não conseguimos.
A pirâmide relutantemente nos conta seus segredos. Mas parece provável que logo, o que seria a mais surpreendente descoberta jamais feita na grande planície de Gizé, será revelada.
Profundamente dentro da pirâmide, onde os blocos de pedra estão mais distantes do sol e envoltos na escuridão e na fria imobilidade dos séculos, jaz uma passagem secreta com uma porta em seu final. Acredito que por trás desta porta esteja uma câmara, oculta tão bem de olhos curiosos, que só pode conter os mais preciosos achados arqueológicos.
E apenas a jardas, talvez ligado ao que está atrás da porta, e sob aquele que é o mais misterioso e inescrutável dos monumentos, a Grande Esfinge, ainda existe uma outra câmara inexplorada. Entranhada na rocha sob a Esfinge, pode estar uma sala que os arqueológicas tem buscado por séculos: o fabuloso Hall of Records.

Isto é, na verdade, uma grande livraria - o mapa de uma civilização que antecedeu os faraós e cuja participação ao criar a sua grande dinastia. Se uma ou ambas as câmaras secretas forem encontradas, será o mais maravilhoso triunfo arqueológico do século e talvez de todo o milénio. E logo saberemos.
Os egípcios, que no passado tem resistido à busca do Hall of Records, porque isto pode reescrever sua antiga história, tem compreendido e finalmente concordaram em começar a voltar para as pás. As duas expedições - dentro da pirâmide e sob a Esfinge - agora são iminentes e acontecerão quando o Egipto marca o milénio com uma cerimonia centralizada na Grande Pirâmide.
Em 31 de Dezembro, na batida da meia noite, um helicóptero militar gentilmente planará sobre a pirâmide com 250.000 pessoas assistindo das areias e rochas vizinhas. A nave então vagarosamente descerá um brilhante triângulo dourado no topo da pirâmide.
Por milhares de anos a capa de pedra que encabeçava a Grande Pirâmide de Giza, tinha estado desaparecida. Mas, quando termina um milênio e começa outro, a pirâmide novamente estará completa, dando um pano de fundo maravilhoso para as descobertas que estão por vir.
Na medida em que continuam as celebrações externas à Grande Pirâmide, dentro dela um pequeno robô - equipado com uma câmera de vídeo ligada às redes de TV de todas as partes do mundo - continuará a elevar a abertura da pequena porta que se pensa levar à primeira câmara secreta. Foram gastos longos anos de persuasão e argumentação para chegarmos a este ponto.
Ela foi descoberta por uma equipe alemã em 1993 , é uma porta pequena que fica no fim de uma longa e estreita fossa e mede apenas oito polegadas quadradas. Inicialmente este fosso e três outros que a equipe alemã andou investigando foram interpretados como tendo propósitos de ventilação, mas mais recentemente tem sido interpretados como passagens pelas quais o espírito do faraó morto ascenderia às estrelas.
Na medida em que o robô da equipe alemã engatinhava pelo fosso, ele retornava imagens de vídeo. Mas depois de umas duas semanas, uma jornada de 70 jardas, tudo subitamente foi suspenso. A equipe pode ver que o obstáculo era uma porta de pedra com o que pareciam ser duas manivelas de metal, que mais tarde se mostraram ser de cobre.
A porta - é como uma porta corrediça e espera-se ser capaz de deslizar para cima os blocos do fosso, mas não faze-lo completamente. Na parte inferior da porta está uma brecha de uns 5 milímetros e também um canto faltando onde uma câmara de fibra óptica pode ser empurrada para ver o que fica além.
Até o momento ninguém tem certeza do que está atrás da porta, mas seja o que for que esteja lá, deve estar intocado por milhares de anos.
Poderia haver uma câmara secreta completa atrás dela. Se há, acredito que contenha documentos e manuscritos sumamente importantes, que resolverão de uma vez por todas os mistérios de como as pirâmides vieram a ser construídas.
Em resumo, eles serão os "escritos dos deuses".
A evidência da existência de uma "livraria sagrada" é persuasiva. É sabido que o Rei Queops, que teve construída a pirâmide, decretou que ela deveria abrigar algo de máximo valor.
Também é sabido que o rei ordenou que uma câmara secreta deveria ser construída incorporada no projeto da pirâmide. É dito ter existido um cofre de pedra que continha algo tão incrivelmente precioso para a civilização deles que o Rei Queops certamente o teria querido colocado na câmara.
O que poderia ser este misterioso cofre de pedra? A carga mais preciosa, na minha opinião, seriam os "escritos sagrados dos deuses". Isto explicaria porque o fosso tem somente 8 polegadas por 8 polegadas -porque pretendia-se que os manuscritos fossem elevados até o topo. Mesmo pelo fosso isto é relativamente inacessível, e não se fecha completamente. Isto para mim implica que os antigos construtores realmente queriam que a porta fosse encontrada e em último caso, o que pudesse estar escondido atrás dela.
 
Aqueles que fossem capaz de encontrar isto não seriam povos bárbaros, mas pessoas avançadas e sofisticadas que não teriam apenas os meios de alcançar a porta e abri-la, mas de fazer um uso apropriado dos tesouros misteriosos e preciosos que possam estar atrás dela.
Outros tem diferentes opiniões. Antes da descoberta da porta, os egiptólogos estavam convencidos de que não existia a tal câmara secreta, e qualquer um que insistisse nisto era exposto ao ridículo pelo sistema.
Mas a porta tem desencadeado um extenso sentimento de expectativa, com alguns dizendo que lá estarão os remanescentes de um UFO ou de um ser extraterrestre. Outros tem sugerido que lá está o local funerário ou uma surpreendente estátua do Rei olhando em direcção à constelação de Órion.
Outros estão completamente convencidos de que as autoridades egípcias já olharam atrás da porta. Este rumor foi alimentado quando a Grande Pirâmide foi fechada para restauração e limpeza em 1997.
As autoridades tiveram bastante tempo - e oportunidade - para enviar um robô ou uma sonda ao longo do fosso e tentar ver o que estava atrás da porta ao inserir uma câmara de fibra óptica por um dos buracos na parte inferior da porta. Os egípcios têm negado isto, mas parece inconcebível que uma tentativa será feita para abrir a porta durante uma transmissão mundial ao vivo pela TV, sem terem tido um ensaio geral antes.
Mas o que falar da outra câmara não explorada sob a Esfinge? É possível que a porta na pirâmide prove ser algum tipo de acesso mas haja também um outro caminho para a abóbada.
Aqui muitos acreditam que acharemos as verdadeiras origens dos egípcios e teremos luz sobre séculos da misteriosa e maravilhosa civilização perdida de Atlântida.
A evidência de uma câmara sob as patas da Esfinge foi encontrada por sismologistas americanos em 1993. Logo que esta abóbada foi detectada, as autoridades egípcias proibiram qualquer exploração posterior.
Então, em 1996, foi descoberta uma cavidade sob a parte posterior da Esfinge. E novamente, as autoridades egípcias pararam a exploração. E ainda um ano mais tarde as autoridades pararam novamente o trabalho desta vez em um túnel que conduzia de sob o resto da Esfinge para um antigo fosso a umas 200 jardas de distância. Somente agora uma exploração posterior da área sob a Esfinge foi sancionada.
Tal comportamento das autoridades combinado com períodos de estranho silêncio deles e do sistema egiptológico tem levado a um nível enorme os rumores.
Uma série de teorias de conspirações globais sobre o possível Hall of Records(Sala dos Registros) tem sido proposta, envolvendo governos estrangeiros, CIA, poderosos magnatas de negócios e agentes do governo egípcio [bem como eu].
Uma das teorias mais disseminadas a respeito do Hall of Records é que ele contém documentos de Atlântida. Há antigos sítios arqueológicos ao redor do mundo que ainda não foram datados com sucesso e que se parecem uns com os outros em sua estrutura. E é à Atlântida que muitos especialistas os ligam. Os arredores do que ainda é desconhecido e que se diz ter sido destruida a 10.500 anos atrás possivelmente submersa por uma grande mudança da terra e mares.
Esta civilização altamente avançada tecnologicamente geralmente é vista como jazendo em ruínas no fundo do oceano, mas alguns tem dito que pode ter existido no que hoje é a Antártica, coberta pelo gelo.

Esteja onde estiver, acredito que o Hall of Records seja colocado onde os sobreviventes terminaram e onde deixaram alguma forma de documentação, milhares de anos antes do nascimento do Egipto.
 
Geralmente é dito que as pirâmides tem 4.500 anos - mas há boa evidência de que possam ser muito mais antigas, e portanto construídas por uma outra civilização.
O geólogo de Boston Robert Schoch e o egiptólogo John West tem ressaltado que a erosão da Esfinge data de mais de 8.000 anos atrás.
E Graham Hancock e eu temos demonstrado que as pirâmides e a Esfinge estão alinhadas a sistemas estelares que só poderiam estar em um tal alinhamento a 10.500 anos atrás, o tempo em que a lenda diz que Atlântida foi destruída.
Ambos achados mostram que a Esfinge e as pirâmides foram construídas milhares de anos antes do nascimento da civilização egípcia.
Isto significa que Gizé deve ter sido construída por outro povo, diferente dos egípcios. Possivelmente pelos Atlantes.
As inscrições egípcias nas paredes, como aquelas de Denderah, se referem a antigos registros que seus deuses - a civilização que precedeu a deles - tinham escondido seus textos.
Ao estar nos túneis sob a Esfinge eu me enfiei no antigo fosso e acredito, sou uma das poucas pessoas vivas que estiveram tão perto do Hall of Records, se ele está lá.
Quando olhei para baixo do fosso, era como olhar fixamente para um buraco negro arqueológico. Mesmo com tochas era difícil ter uma perspectiva deste ambiente de submundo.
A escada de metal abaixo do fosso estava extremamente úmida e muito escorregadia. Era como se realmente olhasse para as entranhas do inferno. 
A três quartos da descida, o ar fica parado e muito úmido e podemos ouvir a água gotejando das paredes e do teto.
Finalmente chegamos a uma grande gruta, obviamente cavada por mãos humanas. Percorri com um raio de luz o cômodo e entendi que grande parte do chão estava submerso na água. O sentimento de mistério e um curioso sentimento de atemporalidade eram predominantes.
No meio do cômodo estava um tipo de ilha formada de grandes blocos de pedra - obviamente pilares remanescentes ou colunas que uma vez embelezam o lugar.
Embora seja datada de 1.500 AC, senti que pode ser muito mais antigo. Em 1997 o equipamento sismográfico e o radar detectaram um túnel que leva da parte posterior da esfinge em direção a esta localização.
Tem sido encontradas evidências de um túnel que se dirige da gruta para a Esfinge. Quando fiquei parado no alto de um sarcófago neste ambiente não iluminado e misterioso, era muito tentador imaginar que os dois túneis estivessem ligados.
Através do "canal" ao redor da "ilha" (no qual eu não ousei entrar, por não conhecer a sua profundidade ou se conteria escorpiões e cobras), corria um túnel.
É dito que leva a nenhum lugar. Mas qual era o seu propósito? Porque se preocupar em cortar um túnel em tais circunstâncias tão surpreendentemente difíceis e que não levam a lugar algum?
Por um momento eu pensei que se o robô que estava na porta da Grande Pirâmide pudesse sentir, ele estaria sentindo o que eu sentia, como se ambas as luzes brilhassem sobre as obstruções que bloqueavam os nossos caminhos.
Agora não havia questões em minha mente de que uma outra expedição com um sofisticado equipamento de radar e de controle remoto era necessária para finalmente tentar descobrir o que está sob a Esfinge.
Achei apropriado que o milênio seja o tempo em que o trabalho começará a descobrir mais dos segredos de Gizé. Porque na meia noite de 31 de dezembro a estrela Sirius - a mais brilhante estrela no céu e uma das quais, acredito, tenha tido um forte efeito na formação da Civilização Egípcia - estará perfeitamente alinhada com o eixo da Grande Pirâmide.
Sirius - e a constelação a que está ligada, Orion - estão evidentes nos antigos registos egípcios.
 
 Os sacerdotes astrónomos iniciados do Egipto decretaram que cada ano novo deveria começar com a elevação de Sírios. Para eles, Sírios era um portento de riqueza, já que coincidia com o advento das enchentes do Nilo - por volta do Solstício de verão, quando as chuvas caiam abundantes na fonte do Nilo, na África Central.
Quando Sirius marca o milénio e começa a Idade de Aquário, nós ao menos devemos conhecer mais sobre a grande e antiga civilização do Egipto - e talvez descobrir uma outra, ainda maior.
Robert Bauval

Mensagem de earthman. Enviada em 09 de Nov de 1999

Texto traduzido por Lydia Ribeiro
http://www.geocities.com/Athens/Agora/9704/egrevelacao.html

A CONSTELAÇÃO DE ÓRION
Orion, é uma constelação do equador celeste. As estrelas que compõem esta constelação são brilhantes e visíveis de ambos os hemisférios.
As constelações vizinhas são Gemini (Gêmeos), Taurus (Touro), Eridanus, Lepus (Lebre) e Monoceros (Unicórnio).
Órion, o caçador, de acordo com a mitologia grega, desempenhou um papel importante para as civilizações antigas. Sua posição no céu ao longo do ano era um prenúncio das mudanças climáticas que estavam por vir. Quando se observava Órion nascer durante o amanhecer, era um sinal que o verão houvera chegado. Seu nascimento no início da noite anunciava o inverno, e à meia-noite indicava época da colheita de uvas. Essas observações foram feitas por civilizações do hemisfério norte. Para o hemisfério sul vale o contrário. No meio de dezembro Órion estará nascendo para nós (no leste) após o crepúsculo. O que isso pode nos indicar? Isso mesmo! Preparem-se para o verão!
Destaca-se a presença de três estrelas que formam a cintura de Orion, são elas: Alnitak, Alnilam e Mintaka, e as estrelas gigantes Rigel e Betelgeuse.
Este conjunto de três estrelas é popularmente chamado pelos brasileiros de as “Três Marias” e nada mais é que o centro da constelação – representa o cinturão do gigante (vide figura acima). Sabendo encontrá-las, encontra-se a constelação completa facilmente.
Veja o mapa a seguir. Ele representa a porção leste do céu logo após o crepúsculo. A constelação de Órion está destacada na figura – perceba como é fácil identificar o padrão após encontrarmos as Três Marias. Elas estão envolvidas por um trapézio formado por quatro estrelas de primeira magnitude: Alfa de Órion (Betelgeuse), de coloração mais avermelhada, representa o ombro direito de Órion, temos em seguida Gama de Órion (Bellatrix) como o ombro esquerdo, Kapa de Órion (Saiph) é o joelho. A última estrela do trapézio é justamente a que está oposta a Betelgeuse – Beta de Órion (Rigel), uma estrela que também se destaca, representando o pé direito de Órion.
Betelgeuse é uma das estrelas mais brilhantes, cujo diâmetro chega a ser 250 vezes maior que o do Sol. Como toda gigante sua atmosfera é bastante difusa, com densidade muito menor que a de nossa atmosfera. Sua distância até nós é de aproximadamente 430 anos-luz. Observe a figura abaixo da constelação de Órion, com destaque para Betelgeuse, prestando atenção especial nas escalas. Perceba a difusividade de sua atmosfera.
A CONSTELAÇÃO DE ÓRION E A PROFECIA DE ELLEN WHITE
O SONHO
A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A Santa cidade descerá por aquele espaço aberto.  (Vida e Ensinos pg 110, Primeiros Escritos pg 41)
Em 1959 o Professor Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, escreveu um livro chamado Maravilhas da Ciência que foi publicado pela Associação Brasileira de Astronomia, que não teria publicado seu livro caso se tratasse de uma bobagem, sendo este livro usado como referência no estudo da astronomia no Brasil. Julio Minham fala muitas coisas sobre o espaço sideral e da física, e num dos capítulos deste livro ele fala sobre Nebulosas Bizarras. O observatório de Mont Palomar na Califórnia que era o mais sofisticado da época. Notem que em 1959 o homem não havia ainda sequer pisado na lua. Aquele observatório mostrava que em Órion parecia ter um túnel, um buraco, um espaço aberto e ele conclui esse capítulo sobre Órion naquela data dizendo o seguinte sobre a Nebulosa e os Escritos de Ellen White:
“Uma escritora americana, Ellen G.White, que nada sabia de astronomia e que provavelmente nunca ouvira falar da Nebulosa de Órion, em um de seus livros traduzido para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar esta luminosidade escreveu…
A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A Santa cidade descerá por aquele espaço aberto.  (Vida e Ensinos pg 110)
Ele conclui dizendo: […] Isso dito assim tão simplesmente por que nunca olhou um livro de astronomia, nem sonhava com buracos em parte alguma do céu, só pode ser creditado a dois fatores:  histerismo ou inspiração. Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade, a Nova Jerusalém, tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel, nem que ele é tão largo a ponto de comportar noventa sistemas solares. Terá sido revelado a esta escritora, uma verdade que os astrônomos não puderam descobrir? (Maravilhas da Ciência, pg 281)
O Dr. Julio Minham é adventista mas o que chama a atenção é o fato da Associação Brasileira de Astronomia ter pedido para ele escrever este livro, onde ele testemunha sobre Ellen White.
O SONHO DE JACÓ E A ESTRELA DE BETELGEUSE
“(…) e deitou-se naquele lugar e sonhou: eis uma escada posta na Terra, cujo topo tocava nos Céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela (…) Acordando, pois, Jacó, de seu sono (…) temeu e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar, senão a CASA DE DEUS [Bet-El]; e esta é a PORTA DOS CÉUS” (Gênesis 28:11-17)
(…) E chamou o nome daquele lugar de BETEL, o nome porém daquela cidade antes era luz. (Gênesis 28:19)
EM HEBRAICO
Bethânia = Bet-Ania (Casa das Tâmaras)
Belém = Bet-Helen (Casa do Pão)
Betel = Bet-El (Casa de Deus)
Betelgeuse = Portal da casa de Deus
BETELGEUSE
 Betelgeuse é uma estrela variável, com mudanças tanto de brilho quanto de tamanho. E que tamanho! Se estivesse no lugar do Sol, ocuparia todo o espaço até a órbita de Saturno em seu diâmetro máximo, e seria do tamanho da órbita de Júpiter em seu mínimo. O mesmo que de 550 a 920 vezes o diâmetro do Sol. Ela brilha por 60 mil sóis está e está a 425 anos-luz de distância.
A luminosidade de Betelgeuse varia num longo período. A razão ainda é um mistério. Tudo indica que suas camadas mais externas se expandem durante vários anos, para em seguida se retrair. Fazendo isso, a temperatura da estrela aumenta e diminui alternadamente, assim como seu brilho. Essa pulsação é comum em supergigantes, como se Betelgeuse tivesse também um supercoração.
Porém, esse “coração” de Betelgeuse pulsa em arritmia. Ela é uma estrela vermelha, que já transformou a maior parte de seu Hidrogênio em Helio, e agora começa a fundir o próprio Helio no seu núcleo quente. Betelgeuse está morrendo.
EXPLOSÃO DE LUZ
Betelgeuse explodirá, num evento formidável chamado supernova. Ninguém sabe quando, mas todos concordam que será uma supernova espetacular.
Quando isto acontecer a estrela será vista no céu pelo menos 10 mil vezes mais brilhante que hoje. Será tão brilhante quanto uma lua crescente, talvez mais. Durante meses Betelgeuse ficará visível inclusive à luz do dia. Será este o último aviso a humanidade antes do retorno de Cristo?
Fonte:https://setimodia.wordpress.com/2008/10/10/evidencias-de-deus-na-constelacao-de-orion/

A Beleza e os Mistérios de Órion

A nebulosa Messier 78, a 1.350 anos-luz de distância da Terra, foi fotografada pelo telescópio MPG/ESO no Observatório La Silla, no Chile. O local faz parte do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). A foto foi divulgada nesta quarta-feira (16) e mostra uma nuvem de poeira e gás que reflete a radiação ultravioleta de estrelas ao redor. Messier 78 pode ser vista com um telescópio pequeno perto do grupo de estrelas conhecido no Brasil como Três Marias, na constelação de Órion (Foto: Igor Chekalin / ESO)
 Não é de hoje que a constelação de Órion chama a atenção dos astrônomos – e dos adventistas do sétimo dia. Em maio do ano passado, um telescópio europeu em órbita encontrou algo inusitado enquanto procurava por estrelas jovens: um verdadeiro buraco espacial na nebulosa NGC 1999, uma nuvem brilhante de gás e poeira exatamente na constelação de Órion. Na época, presumiu-se que um ponto escuro da nuvem era uma bolha mais fria de gás e poeira, que de tão densa bloquearia a passagem da luz. Mas novas imagens do observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia, mostram que a “bolha”, na verdade, é um espaço vazio. Isso porque o observatório capta imagens infravermelhas, o que permite que o telescópio veja além da poeira mais densa e enxergue os objetos dentro da nebulosa. Mas até mesmo ao Herschel o ponto estava preto.

A atenção dos adventistas é despertada sempre que ouvem falar em Órion, e isso se deve a este texto da escritora Ellen White: “Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto” (Primeiros Escritos, p. 41). Ellen escreveu esse texto em 1851, quando não havia telescópio Hubble (lançado em 1990), nem Spitzer (2003), nem mesmo o observatório Herschel. 

Na década de 1950 (quase vinte anos antes da ida do homem à Lua), o professor Julio Minham, membro da Associação Brasileira de Astronomia, escreveu um livro chamado Maravilhas da Ciência que foi publicado pela Associação Brasileira de Astronomia. Nele, à página 281, Minham constata: “Uma escritora americana, Ellen G. White, que nada sabia de astronomia e que provavelmente nunca ouvira falar da Nebulosa de Órion, em um de seus livros traduzido para o português com o título de Vida e Ensinos, depois de comentar essa luminosidade escreveu [e ele cita o texto de Ellen White]. Isso dito assim tão simplesmente por quem nunca olhou um livro de astronomia, nem sonhava com buracos em parte alguma do céu, só pode ser creditado a dois fatores: histerismo ou inspiração. Para ser histerismo, parece científica demais a afirmação de que toda uma cidade, a Nova Jerusalém, tenha livre passagem pelo túnel de Órion. A escritora não sabia do túnel, nem que ele é tão largo a ponto de comportar noventa sistemas solares. Terá sido revelado a essa escritora uma verdade que os astrônomos não puderam descobrir?”

Na verdade, não sei se podemos entender o que ocorre em Órion como evidência da volta de Jesus. Deus até pode usar isso como “lembrete” para Seu povo e mais um elemento confirmador da Revelação. Mas devemos atentar para o fato de que Ellen White afirma que a santa cidade, a Nova Jerusalém, é que passará pelo espaço aberto em Órion. Pode até ser que Jesus também volte por ali, mas o evento descrito pela autora parece mais se referir à vinda da cidade para a Terra no fim do milênio, conforme Apocalipse 21.
Fonte:http://www.criacionismo.com.br/2011/02/beleza-e-os-misterios-de-orion.html

Órion e os Eventos Finais

André Reis, Fonte Novo Tempo

Cursou Teologia no Unasp-2 e foi tradutor e assistente de pesquisas no Centro White UNASP-2 de 1992-95. Cursa Ph.D. em Teologia pela Universidade Adventista de Avondale.
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nebulosa de Órion ocupa um lugar especial no coração Adventista. Desde 1848, quando Ellen White mencionou Órion em sua visão no livro Primeiros Escritos, os Adventistas têm ansiosamente focado seus olhos, binóculos e telescópios para esse lugar no céu em busca de sinais e evidências da Segunda Vinda. A passagem em questão diz:
Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A santa cidade descerá por aquele espaço aberto. (PE, 41).
Vejamos alguns aspectos dessa citação.
Pano de Fundo Histórico
Entre 1846 e 1848, Ellen White teve três visões que  mostraram eventos no céu. A primeira ocorreu em novembro de 1846 em Topsham, Maine, na qual ela descreveu uma viagem pelo Cosmos onde viu planetas com suas luas. Presente ali estava o capitão e astrônomo amador, José Bates, que em maio de 1846 havia publicado um panfleto intitulado “Os Céus Abertos” no qual ele analisou a relação entre astronomia e a Bíblia. O panfleto foi fruto de várias noites observando Órion na casa de um amigo que havia recentemente comprado um telescópio. Bates equipara o “céu aberto” de João 1:51 à nebulosa de Órion e como o ponto ao leste onde “o mundo logo verá  o que o crente no Segundo Advento tem ansiosamente aguardado.”[1] Ele finaliza o panfleto dizendo que a “Nova Jerusalém… o Paraíso de Deus … está agora prestes a descer do “terceiro céu”, através da porta aberta … de Órion.”[2]
Durante a visão, Ellen White descreveu algo que se assemelhou aos “céus abertos” de José Bates que chamaram sua atenção. Bates até então havia duvidado do dom profético de Ellen White. Segundo ele, a descrição de Ellen White dos “céus abertos” era a mais incrível que ele já tinha ouvido, especialmente porque ela lhe havia dito que nunca sequer havia consultado um livro de astronomia e não conhecia nada do assunto. Bates concluiu: “Isso é obra de Deus!” [3] Como resultado, Bates passou a crer no dom profético de Ellen White.
Note que Ellen White não citou Órion especificamente na visão de novembro de 1846 mas Bates concluiu que ela falara dos “céus abertos”, uma expressão que ele havia usado várias vezes no seu panfleto de maio do mesmo ano. Bates se baseou em menções de uma “abertura” em Órion descoberta por outros astrônomos tais como Rosse, Huygens and Furgerson. Huygens descreveu Órion como abrindo-se para outra “região mais iluminada.” [4] Tudo indica que Bates concluiu que, em visão, Ellen White vira a nebulosa de Órion. Ele também identificou outras estruturas celestes baseando-se na descrição, tais como Júpiter e Saturno. A visão tinha um propósito específico, a saber, impressionar Bates a tomar uma decisão. Deus tinha um plano para ele pois foi um dos grandes pioneiros que introduziu a verdade do Sábado para Ellen e Tiago White. [5]
A segunda visão ocorreu em dia 3 de april de 1847 e tratou da Segunda Vinda (Veja Primeiros Escritos, p. 32-35). A descrição da visão é bastante similar à que estamos estudando porém, sem mencionar Órion: “Nuvens negras e pesadas se acumularam e se chocavam umas contra as outras. Mas havia um espaço claro de glória indescritível, de onde veio a voz de Deus como de muitas águas, a qual fez estremecer os céus e a Terra.”(p. 34).
A terceira visão, cuja descrição contém a menção de Órion, ocorreu nodia 16 de dezembro de 1848. A passagem trata de dois eventos, o primeiro é a Segunda Vinda de Cristo, e o segundo é a descida na Nova Jerusalém após o Milênio. Vamos agora analisar algumas das implicações da menção de Órion por Ellen White ao interpretar essa visão.
Distâncias Astronômicas
Não é difícil imaginar como os astrônomos do passado se maravilharam com Órion. Suas cores e brilho continuam a atrair astrônomos. Junte isso com conhecimento de teologia, e não é difícil entender porque Bates concluiu mais do que depressa que Órion era a porta do céu. Durante a segunda parte do século 19, avanços em astronomia começaram a elucidar o que realmente acontece em Órion. Desde 1990, quando Hubble entrou em órbita suas imagens de alta definição revelaram mais nitidamente o que outros já haviam suspeitado: não existe nenhum “espaço aberto” na constelação de Órion. Ela é formada de estrelas, gases e poeira cósmica que aos olhos de astrônomos do passado com seus telescópios limitados, parecia a entrada para um lugar ainda mais luminoso.
Órion, embora seja uma das constelações mais próximas da Terra, está a 1.500 anos-luz[6] de distância, o que equivale a aproximadamente 14 quatrilhões de kilômetros. A luz de Órion que vemos hoje foi gerada 1.500 anos atrás! Em outras palavras, para que víssemos algo se abrindo em Órion hoje, esse evento teria que ter ocorrido há 1.500 anos. Nosso sistema solar inteiro poderia caber dentro da extensão da nebulosa de Órion no mínimo 20.000.000 de vezes! A estrela Betelgeuse em Órion, por exemplo, é aproximadamente 1.000 vezes maior do que o nosso Sol.
Considerando-se esses fatos, seria possível observar alguma coisa passando através de Órion? Vejamos: a Cidade Santa segundo Apocalipse 21:16 tem o comprimento de 12.000 estádios. Vamos considerar esse número como literal para efeito de ilustração, o que equivale a 2.200 kilômetros. Assim, considerando-se que Órion que tem 100 trilhões de kilômetros de área, se Jesus com seus anjos ocupassem uma área como a Nova Jerusalém, seria impossível vê-los passando através de Órion, mesmo com os mais potentes telescópios hoje. Seria mais fácil alguém num Boeing 747 a 10 km de altura achar uma agulha no meio na Amazônia a olho nu.
Além disso, para que Jesus e seus anjos pudessem fisicamente atravessar Órion e chegar a tempo até a Terra, eles teriam que viajar à velocidade de no mínimo 14 quatrilhões de km/hr, ou seja, 14 milhões de vezes acima da velocidade da luz! Não estamos questionando se os anjos podem ou não alcançar tal velocidade, nem tampouco querendo substituir a fé pela ciência. A pergunta é, por quê eles se limitariam a sequer percorrer tal distância? Com certeza a viagem de Jesus e dos anjos pelo universo não deve girar em torno de distância ou velocidade; deve haver outros meios de viagem pelo Cosmos que não nos foram revelados. [7] O fato é que a escala dos corpos celestes como nos revela a astronomia atual descarta a inclusão de uma estrutura cósmica extremamente remota no abalo dos poderes do céu durante a vinda de Cristo, que segundo a Bíblia, devem impactar somente a esfera terrestre (Sol, lua, estrelas cadentes e a Terra).
Revisando a Visão
Sabemos através do relato de John Loughborough [8] e Ella Robinson [9] (neta de Ellen White) que foi José Bates quem descreveu o que Ellen White viu em 1846. Durante a visão, Ellen White viu um planeta com 4 luas, e José Bates disse, “Ela está vendo Júpiter!” Deus mostrou a ela que Júpiter tinha quatro luas (conhecimento corrente da época) enquanto hoje sabemos que Júpiter tem 63 luas! Quando ela vê Saturno, ela descreve 7 luas, novamente referindo-se ao conhecimento da época, enquanto hoje sabemos que Saturno tem 60 luas! Bates não acreditaria nela se ela dissesse que Saturno na verdade tinha 60 luas. [10]
Tiago White se baseou em Bates para dizer que ela viu “Júpiter, Saturno e um outro planeta.” [11] Neste período, Bates e o casal White passaram muito tempo juntos como pioneiros adventistas. É muito provável então que Bates tenha compartilhado também com Ellen White os seus estudos de astronomia e sua convicção de que Órion era de fato os “céus abertos” da Bíblia. Isso explicaria porque dois anos depois, em 1848 ela interpreta a visão do “espaço aberto” no céu como sendo Órion.
Um pouco mais do pano de fundo histórico confirma que na época, alguns mileritas ensinavam que o abalo das potestades do céu não se referiam ao nosso céu literal, mas simbolizavam as nações da Europa. O editor da revista milerita Day Star desafia: “Por que fitais os olhos ao céu; podeis discernir de onde Jesus está voltando?” Em parte, Bates escreveu seu panfleto sobre o “espaço aberto” por em Órion onde Jesus virá para refutá-los. [12] Ellen White entra na controvérsia confirmando que o que ela viu acontece na atmosfera terrestre: “Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou.” Descrevendo a mesma cena em 1847, ela substitui “atmosfera” por “Em meio dos céus agitados” o que confirma que os céus são os céus terrestres e não uma suposta atmosfera em Órion.
Portanto, tudo indica que a referência a Órion era a interpretação de Ellen White da visão e não a visão em si. Essa é uma distinção crucial para se entender profecia. Na maioria dos casos, o profeta recebe uma visão e às vezes recebe ajuda para interpretá-la, como no caso de João (Apo. 17) e Daniel (Dan. 8). Na maioria dos casos, porém, a interpretação fica por conta do profeta ou dos leitores/ouvintes. Nesse caso, não temos evidência de que Deus revelou-lhe de maneira específica e literal que o “espaço aberto” era a nebulosa de Órion, já que ela descreve a mesma cena outras vezes sem mencioná-la, como, por exemplo, na visão da mesma cena de 1847. [13]
Como vimos acima, Bates foi o primeiro a concluir que a Cidade Santa desceria através de Órion e há fortes evidências de que isso influenciou Ellen White naquele momento da sua experiência. No entanto, o entendimento da visão aumentou com o tempo, razão pela qual Ellen White citou Órion uma única vez e não o fez posteriormente. Prova disso é que o livro O Grande Conflito (edições de 1888 e 1911), considerado o relato final e autoritativo por Ellen White dos eventos finais descreve a mesma cena mas sem a menção de Órion. Ela escolhe a visão de 1847 para descrever o que acontece no momento da vinda de Cristo:
Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se umas nas outras. Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: “Está feito.” Apoc. 16:17. (GC 636).
Ellen White poderia ter incluído Órion na descrição do Grande Conflito mas não o fez, obviamente porque o suposto “espaço aberto” que em 1848 ela entendeu como Órion através de José Bates, agora deu lugar ao “espaço claro de glória indescritível“. Note que esses termos já haviam sido usados pra descrever o que ela vira em 1847. Note também a diferença entre espaço “aberto” e espaço “claro”. É evidente que ela procura criar a distinção entre sua interpretação anterior que tinha relação com o “espaço aberto” de Órion.
Vários autores adventistas têm chegado à mesma conclusão. Kheon Yigu publicou uma monografia  na Universidade Sahmyook em que fez um estudo histórico sobre o desenvolvimento da crença em Órion na Igreja Adventista onde também conclui que a menção posterior do “espaço claro” no Grande Conflito deve substituir Órion. [14] Martin Carey cita o fato de que já em 1864, o astrônomo Huggins focalizou seu telescópio para Órion e descobriu que a suposta “abertura” não passava de gases em combustão. [15] Os Drs. M. Sprengel e D. Martz, ambos professores de ciências no Pacific Union College analisam numa série de 3 artigos na Revista Adventista [16] (Review and Herald) a citação de Órion e como o entendimento dos astrônomos foi aumentando através dos avanços da ciência e concluem que a comparação do “espaço aberto”  com Órion é fruto da influência de José Bates.
Em um artigo que discute o entendimento gradual por Ellen White das suas visões, os depositários do White Estate concluem:
A jovem Ellen, aparentemente não entendeu completamente todas as implicações das suas primeiras visões. Ela teve que operar dentro da mentalidade do seu tempo, bem como dentro da capacidade mental de uma adolescente. Dessa forma, assimilar tudo o que compunha suas primeiras visões levaria tempo para a jovem Ellen, assim como levou tempo para seus contemporâneos. [17]
Nas palavras da própria Ellen White:
Com freqüência me são dadas representações que a princípio eu não compreendo, mas depois de algum tempo elas se tornam claras pela reiterada apresentação dessas coisas que a princípio eu não entendi, e de certas maneiras que fazem com que o seu significado seja claro e inconfundível. (Carta 329, 1904; ME 3, 56).
Essa progressão do entendimento da revelação faz parte de um princípio articulado por Ellen White ao dizer que Deus revelou-se aos seres humanos levando em conta seu contexto e o momento de sua experiência:
…à medida que Deus, em Sua providência, via apropriada ocasião para impressionar o homem nos vários tempos e diversos lugares … a fim de chegar aos homens onde eles se encontram… na linguagem dos homens. (ME 1, 19, 20).
Isso significa que Deus leva em consideração a capacidade do profeta de assimilar ou não o que ele está revelando enquanto se vale de conceitos e pressuposições locais do profeta como elementos periféricos para “emoldurar”, por assim dizer, verdades mais profundas. A moldura é um detalhe somente, a verdade revelada é axiomática e absoluta. O teólogo adventista Alden Thompson descreve esse princípio revelatório assim: “Os limites de tempo e circunstâncias, cultura e conhecimento humano, estabelecem os marcos dentro dos quais a revelação pode ser eficaz. … O bom ensino sempre envolve ilustrações eficazes, que são concretas, compreensíveis, adaptadas para as necessidades do estudante. Elas apontam para a verdade mas não devem ser confundidas com a verdade.” [18]
Como vemos esse princípio na Bíblia? Por exemplo, Moisés classificou o coelho como animal ruminante (Lev. 11:6), hoje sabemos que ele não é. Isaías disse que a Terra tinha “quatro cantos” (Isa. 11:12). João, além de citar os mesmo quatro cantos (Apo. 7:1), descreve a Nova Jerusalém cercada de um muro e portas, algo que reflete a estrutura da Jerusalém que ele conhecia no primeiro século.
Como vemos esse princípio na menção de Órion por Ellen White ao interpretar a visão? Lembra-se que Júpiter foi mostrado a ela como tendo 4 luas em vez de 63? Era o que eles conheciam de Júpiter. No livro Educação, Ellen White diz que as estrelas refletem a luz solar. (Ed 14). Sendo assim, Ellen White estava convencida de que  “espaço aberto” de Órion, que José Bates defendia inclusive pela Bíblia como sendo a porta do céu, era de fato o ponto no céu por onde Cristo passará, de onde vinha voz de Deus e por onde a Cidade Santa vai descer após o Milênio. Essa suposta “abertura” que eles pensavam existir na época era o melhor exemplo de uma entrada para onde Deus e Seus anjos estão. Esse era o entendimento que ela tivera da visão em seu contexto e em suas limitações na época, haja vista que não temos evidência que Deus revelou-lhe que o espaço aberto era Órion especificamente. Órion era relevante para eles naquele período; hoje sabemos que essa suposta “abertura” em Órion não existe e a nebulosa não se abre para nehuma região mais iluminada do Cosmos, como se fosse a porta do céu. Órion é uma nebulosa como qualquer outra, cheia de gases, estrelas e poeira cósmica. Por outro lado, a título de consistência, insistir no “espaço aberto” em Órion implica defender não só que Júpiter só tem 4 luas, mas que a Terra é quadrada pois tem quatro cantos segundo Isaías. Creio que as implicações de tal  abordagem são profundamente problemáticas e óbvias.
Ellen White não recebeu inspiração verbal. Ela teve visões e precisou interpretá-las e descrevê-las em sua própria linguagem e como as havia entendido naquele momento. Com o passar dos anos, o Espírito Santo a fez entender essa visão (bem como outras visões) de maneira diferente, o que posteriormente ela descreveu na última versão do Grande Conflito em 1911 sem citar Órion. Sobretudo o “espaço aberto” ou “espaço claro” não é o centro da visão, a descrição do retorno de Jesus é.
Conclusão
Ellen White interpretou o “espaço aberto” no céu como Órion somente em 1848 porque isso era o melhor que ela (através dos estudos de José Bates) conhecia sobre a relação entre astronomia e a Bíblia. Ao descrever a mesma cena na primeira edição do Grande Conflito em 1888, ela descarta Órion e repete termos que usou em 1847 para descrever a vinda de Cristo por um “espaço claro de glória indescritível.” Para todos os efeitos, Órion deixou de ter qualquer relevância para os eventos finais na interpretação de Ellen White dos eventos finais já em 1888.
Muitas especulações têm surgido através dos anos sobre o que estaria acontecendo em Órion, desde sons de trombetas, luzes inexplicáveis, sons de cavalos marchando ou até que as Três Marias estão se afastando para dar lugar à vinda de Cristo. Nada disso tem base em fatos concretos. [19] Infelizmente, essa passagem tem sido um prato cheio para alguns em nosso meio que tendem ao sensacionalismo. Sem dúvida o anseio pela vinda de Jesus é louvável. Porém, lembremo-nos que Jesus virá Segunda Vez porque Ele prometeu. Nossa fé não deve depender de cataclismas, de abalos, de nebulosas, de problemas do meio ambiente ou crises políticas e religiosas mas sim da crença firme na promessa de Jesus: “Virei outra vez”. No dizer de Pedro: “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em q­ue habita a justiça.” (2 Ped. 3:13).
O presente estudo evidencia que é imprescindível entendermos e aplicarmos princípios corretos de interpretação do Espírito de Profecia a fim de evitar interpretações que levem ao  sensacionalismo. Espero também que ele tenha ajudado a elucidar a dinâmica da revelação nos escritos de Ellen White no que tange à menção de Órion e os eventos finais.
André Reis

[1] Joseph Bates, The Opening Heavens, p. 8, 27; disponível em http://sdapillars.org/joseph_bates_p.php.
[2] Idem, p. 28.
[3] John Loughborough, The Rise and Progress of Seventh-day Adventists, p. 125-127.
[4] Agnes Clarke, A Popular History of Astronomy During the 19th Century, p. 22.
[5] Veja Francis Nichols, Ellen White and her Cristics, pp. 91-101.
[6] Ano-luz: distância percorrida pela luz durante 1 ano na velocidade de 300.000 kilômetros/segundo = 9,460,800,000,000 de kilômetros.
[7] Astrônomos têm proposto a idéia de túneis (wormholes) ou dobras na estrutura do universo que funcionam como uma espécie de atalhos entre um ponto e outro do universo.
[8] John Loughborough, The Rise and Progress of Seventh-day Adventists, p. 125-127.
[9] Ella Robinson, Histórias da Minha Avó, pp. 40-42.
[10] Veja Herbert Douglass, Mensageira do Senhor, p. 113.
[11] James White, A Word to the Little Flock, p. 22.
[12] Veja Bates, “Opening Heavens”, 11. Day Star citado por Bates sem referência.
[13] Veja Primeiros Escritos, p. 34.
[14] Veja também Kheon Yigu “Issues of the “Open Space in Orion” Presented in SDA Literature (1846-
1994)” Sahmyook University publicado online em
[15] Martin Carey, “The Opening Orion”, publicado online em
[16] Merton Sprengel e Dowell Martz, “Orion Revisited“, Review and Herald, 25/3/1976, pp. 4-7; “How Open is Orion’s Open Space?”, Review and Herald, 01/04/1976,pp. 9-11; “Does the Open Space Exist Today?,”Review and Herald 08/04/1976, pp. 6-8.
[17] Ellen White’s Growth in Understanding Her Own Visions; disponível no site www.ellenwhite.com, Appendix G.
[18] Alden Thompson, Inspiration, p. 297.
[19] Veja Yuri Mendes, Os Mistérios de Órion publicado pela Casa Publicadora Brasileira, 2008.