FARAÓS REIS DO ANTIGO EGITO

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FARAÓS REIS DO EGITO



Os Faraós eram os reis que governavam o Antigo Egito. Embora o termo não fosse tão utilizado na época, hoje se trata todos os monarcas do Império Egípcio como faraós, mas é preciso lembrar que todos esses governantes tinham suas características próprias apresentando uma diversidade muito grande de intenções enquanto ocupavam o trono.Resultado de imagem para akhenaton


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AKHENATON E TUTANKAMON

A palavra faraó tem sua origem no hebraico e significa “casa elevada”, inicialmente o termo servia para representar o palácio real e só depois que foi apropriado pela figura do monarca. A palavra ficou muito conhecida através do livro do Êxodo na bíblia, que popularizou a denominação do monarca do Egito. A imagem de tal rei mais comum que se tem é decorrente daquela que é transmitida pelos filmes de Hollywood, com o faraó cercado de escravos e de mordomias, mas na prática era bem diferente, o líder do Egito tinha que desenvolver várias funções e governava com o auxílio de uma equipe.

Os faraós eram os administradores máximos do Egito, cabiam a eles os cargos de chefe do exército, primeiro magistrado e sacerdote supremo. Para completar a máquina administrativa do Império, os faraós eram auxiliados por escribas, que eram responsáveis pela burocracia; generais e oficiais do exército, encarregados das guerras; uma espécie de primeiro-ministro, chamado de Tjati, e os sacerdotes, encarregados das práticas e crenças religiosas.

Os impostos arrecadados no Egito concentravam-se nas mãos do faraó, sendo que era ele quem decidia a forma que os tributos seriam utilizados. Grande parte deste valor arrecadado ficava com a própria família do faraó, sendo usado para a construção de palácios, monumentos, compra de jóias, etc. Outra parte era utilizada para pagar funcionários (escribas, militares, sacerdotes, administradores, etc) e fazer a manutenção do reino.

Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois está deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida após a morte, a pirâmide servia para guardar, em segurança, o corpo mumificado do faraó e seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris (deus dos mortos) iria utiliza-la para julgar os mortos.


                                                                
DEUS HÓRUS           



Segundo a mitologia egípcia, o Deus Hórus havia governado o Egito por muito tempo, só depois que se estabeleceu o primeiro governo humano, no qual o monarca era um descendente direto de Hórus. A suposta linhagem divina tornava o faraó um ser sagrado no Egito, acreditava-se que seu sangue era composto pelos traços divinos do deus Hórus. A tradição aponta Menes como o primeiro faraó do Egito Antigo, o qual teria sido responsável por unificar o reino dividido, o que teria acontecido por volta de 3.100 a.C., embora haja suspeita entre os historiadores da existência de uma linhagem anterior.


Houve no Antigo Egito algo em torno de trinta e uma dinastias, dentre as quais algumas tiveram trocas constantes de monarca, devido às crises políticas ou mesmo invasões de povos estrangeiros. Entre tantos faraós na história do Egito, alguns se tornaram especialmente reconhecidos no mundo todo e alguns exerceram governos extremamente marcantes e importantes. Assim, alguns merecem citações.


Menés  foi um faraó do Antigo Egito da Época Tinita, creditado pela tradição clássica como o unificador do Alto  e Baixo Egito, e como o fundador da PRIMEIRA DINASTIA.
A identidade de Menés é um tema de debate em curso, embora o consenso geral dos egiptólogos identifica Menés como o faraó protodinástico Narmer (também creditado como unificador do Egito) como o primeiro faraó, evidenciado por diferentes titularias reais nos registros históricos e arqueológicos, respectivamente.

Quéops, faraó egípcio (2638-2613 a.C.), o segundo rei da IV dinastia. A realização mais importante de seu reinado foi a construção da Grande Pirâmide de Gizé, perto de Cairo.

Quéfren, quarto faraó (2603-2578 a.C.) da IV Dinastia do Egito. Construiu uma das pirâmides de Gizé. Durante muito tempo, pensou-se que a Grande Esfinge próxima a ela era uma representação do rei. Quéfren foi sucedido por seu filho Miquerinos.
 Tutmés I foi o primeiro faraó a ser enterrado no Vale dos Reis. Tutmés III, realizou 17 bem sucedidas campanhas militares e conseguiu afirmar a hegemonia do Egito no Oriente Médio, conquistando a Núbia, grande fornecedora de ouro, e tributando os povos dominados.

Tutmés I, faraó do Egito (1524-1518 a.C.) da XVIII dinastia, sucessor do seu cunhado Amenófis I (que reinou em 1551-1524 a.C.). Destacado militar, foi o primeiro faraó a ser enterrado no Vale dos Reis.

Tutmés II, faraó do Egito (1518-1504 a.C.), filho de Tutmés I e meio-irmão e marido da rainha Hatshepsut. Enviou uma expedição contra as tribos núbias rebeladas contra sua soberania e contra os beduínos, povo nômade dos desertos da Arábia e do Sinai.

Tutmés III, faraó do Egipto (1504-1450 a.C.). Era filho de Tutmés II e genro de Hatshepsut. Durante seu reinado, Tutmés III realizou 17 campanhas militares bem sucedidas, conquistando a Núbia e o Sudão. Conseguiu que os mais importantes estados lhe rendessem tributo: Creta, Chipre, Mitani, Hatti (o reino dos hititas), Assíria e Babilônia. Tutmés III afirmou a hegemonia egípcia em todo o Oriente Médio.

Hatchepsut ou Hatshepsut foi uma grande esposa real, regente e Faraó do Antigo Egito. Viveu no começo do século XV a.C, pertencendo à XVIII Dinastia do Império Novo. O seu reinado 1479 - 1457 a.c., de cerca de vinte e dois anos, corresponde a uma era de prosperidade econômica e relativo clima de paz.


Tutmés IV, faraó do Egito (1419-1386 a.C.) da XVIII dinastia, filho de Amenófis II e neto de Tutmés III. Comandou expedições militares contra a Núbia e a Síria, e negociou alianças com a Babilônia e o Mitanni.

Amenófis III, faraó do Egito (1386-1349 a.C.), da XVIII Dinastia, responsável por grandes trabalhos arquitetônicos, entre os quais parte do templo de Luxor e o colosso de Mêmnón. Seu reinado foi de paz e prosperidade.

Akhenaton ou Amenófis IV, faraó egípcio (1350?-1334 a.C.), também chamado Neferkheperure, Aknaton ou Amenhotep IV. Akhenaton era filho de Amenófis III e da imperatriz Tiy que era filha de YUIÁ, e marido de Nefertiti, cuja beleza é conhecida através de esculturas da época. Akhenaton foi o último soberano da XVIII dinastia do Império Novo e se destacou por identificar-se com Aton, ou Aten, deus solar, aceitando-o como único criador do universo. Alguns eruditos consideram-no o primeiro monoteísta. Depois de instituir a nova religião, mudou seu nome de Amenófis IV para Akhenaton, que significa "Aton está satisfeito". Mudou a capital de Tebas para Akhenaton, na atual localização de Tell al-Amama, dedicando-a a Aton, e ordenou a destruição de todos os resquícios da religião politeísta de seus ancestrais. Essa revolução religiosa determinou transformações no trabalho dos artistas egípcios e, também, no desenvolvimento de uma nova literatura religiosa. Entretanto, essas mudanças não continuaram após a morte de Akhenaton. Seu filho com uma esposa secundária, Tutankhamon, restaurou a antiga religião politeísta e a arte egípcia uma vez mais foi sacralizada.

Tutankhamon, faraó egípcio (reinou 1334-1325 a.C.) da XVIII Dinastia, filho de Akhenaton, a quem sucedeu. Tornou-se faraó com nove anos. Durante seu reinado, restaurou o culto a Amon, o que contribuiu para a paz no Egito.

Seti I (reinou de 1312 a 1298 a.C.), faraó egípcio, segundo governante da XIX dinastia, filho e sucessor do faraó Ramsés I. Nos últimos anos de seu reinado, conquistou a Palestina, combateu os líbios na fronteira ocidental e lutou contra os hititas.

 Ramsés I foi um militar de carreira, originalmente chefe dos arqueiro, e depois acabou se tornando vizir.  Também foi alto sacerdote do templo de Amon.
Sucedeu ao faraó Horemheb que, provavelmente, morreu sem ter tido filhos. Pouco se sabe sobre seu governo, que há de ter sido breve (um ano ou dois) 1292 a 1290 a.c, e o seu único ato conhecido foi nomear como herdeiro seu filho, Seti I (ou Maat-Men-Rá).


Ramsés II foi considerado o maior faraó egípcio. Teria subido ao trono com apenas 16 anos de idade. Embora tivesse outros irmãos de sangue mais velhos, quando seu pai morreu tomou o poder, afirmando que seu pai o destinara ao trono desde o princípio. Seu reinado durou 67 anos e durante esse período o Egito manteve-se sempre em pleno desenvolvimento. Um dos feitos mais marcantes desse faraó foi a famosa batalha de Kadesh, na qual ele enfrentou os hititas e que teve um desfecho indeciso, mas Ramsés a fez representar em seus monumentos como uma grande vitória.
Ele cobriu o Egito de templos e estátuas, além de usurpar monumentos de reis anteriores. São especialmente famosos os seus templos rupestres (escavados na rocha) da localidade chamada Abu Simbel (Núbia), os quais foram transportados para outro local quando se construiu a barragem de Assuão.

A título de curiosidade, saiba que esse faraó teve — segundo os historiadores afirmam — mais de 160 filhos! Seu primogênito, de nome Khaemouast e grande sacerdote do deus Ptah, morreu no ano 55 do longo reinado de Ramsés II e, assim, outro filho do faraó, Merneptah (c. 1224 a 1214 a.C.), subiu ao trono do Egito. Ele era o 14º da linha sucessória e, portanto, havia uma dúzia de príncipes separando-o do trono, mas não há provas de que ele tenha feito algo para superar esse obstáculo. Supõe-se que teria assumido o poder já com 60 anos de idade, embora não haja certeza a esse respeito.

Ramsés II (reinou em 1301-1235 a.C.), faraó egípcio, terceiro governante da XIX Dinastia, filho de Seti I e neto de Ramsés I.
Seus principais inimigos foram os hititas; com eles assinou um tratado, segundo o qual as terras em litígio se dividiam. Durante seu reinado construiu-se o templo de Abu Simbel e concluiu-se o grande vestíbulo hipostilo do templo de Amón, de Karnak.

Ramsés III (reinou de 1198 a 1176 a.C.), faraó egípcio da XX dinastia, grande líder militar que salvou o país de várias invasões. As vitórias de Ramsés III estão representadas nas paredes de seu templo mortuário em Madinat Habu, próximo à cidade de Luxor. O final de seu reinado foi marcado por revoltas e intrigas palacianas.

Os faraós eram tidos como descendentes de Rá ou Aton, o deus-sol. Os egípcios acreditavam que ele tinha sido o primeiro governante do Egito. A própria terra era considerada "filha" de Rá, tendo sido entregue aos cuidados do "irmão", o faraó. Para manterem a "pureza" do sangue real, os faraós casavam com as próprias irmãs.

A suposta origem divina legitimava o poder do monarca. Assim, quem se opusesse ao faraó estaria cometendo sacrilégio, porque agiria contra os próprios deuses. Hoje, vivemos numa sociedade em que governo e religião são coisas separadas. No Egito Antigo, essa distinção causaria estranheza, pois as duas coisas estavam intimamente ligadas: o faraó era autoridade tanto política quanto espiritual, e os templos e sacerdotes se mantinham com o dinheiro dos impostos.

 Também houve reinados de mulheres no Antigo Egito. Alguns preferiam as mulheres. Como por exemplo; HATCHEPSUT.

Hatshepsut nasceu em Tebas. Era a filha mais velha do rei Tutmés I (Tutmósis I) e da rainha Amósis.
Quando o seu pai morreu Hatshepsut teria cerca de quatorze anos (para alguns egiptólogos teria dezenove anos). Casou com seu meio-irmão, Tutmés II, seguindo um costume que existia no Antigo Egito que consistia em membros da família real casarem entre si. Após a morte de Tutmés II, cujo reinado é pouco conhecido, o enteado de Hatshepsut, Tutmés III, era ainda uma criança que não estava apta a governar. Por esta razão Hatchepsut, na qualidade de grande esposa real do rei Tutmés II, assumiu o poder como regente na menoridade de Tutmés III. Mais tarde, Hatchepsut decidiu assumir a dignidade de faraó.


 No Antigo Egito, embora as mulheres fossem submissas na sociedade os egípcios preferiam ser governados por elas, supostamente possuidoras de sangue divino, do que por homens que não o possuíssem. Entretanto a representação das rainhas muitas vezes era acompanhada por barbas longas, como símbolo de sabedoria. Em outros casos, como aconteceu com Hatshepsut, o reinado feminino era apagado da história do Egito por causa da insatisfação dos egípcios de serem governados por mulheres.

NECTANEBO II - O ÚLTIMO FARAÓ EGIPCIO
Foram 800 anos entre o final do reinado de Ramsés III e o início do de Nectanebo II. De 1153 a 1070 a.C, oito reis usaram o nome de Ramsés, mas nenhum conseguiu devolver ao Egito o seu esplendor. De 1070 a 715 a.C decorre o Terceiro Período Intermediário (da XXI a XXIV dinastia); em 715 a.C. tem início a Baixa Época, que terminará em 332 a.C, com a conquista de Alexandre.

Existe um DITADO que diz: "O FARAÓ É A ALMA DO EGIPTO"

O reinado
Nectanebo II sobe ao trono em 360 a.C, e tem que confrontar-se com uma situação muito difícil, quando o rei anterior, Teos, fugira do Egito após uma pesada derrota inflingida pelos persas. Nectanebo era soldado na Síria, regressou, conteve a revolta, fez-se reconhecer como chefe pelos notáveis locais e tornou-se faraó.

 Rei pacífico e religioso, conhece um clima de paz e possui uma economia relativamente estável que lhe permite por em prática um grande programa de construções. Dedica-se a construir e restaurar templos. Trabalha-se em:

•Mênfis
•Bubastis
•Abidos
•Karnak
•Edfu
•Filae

O fim
Entre 343-342 a.C o rei persa Artaxerxes III invade o Egito, por mar e terra, o Delta é invadido e Mênfis, a capital administrativa, é dominada. Todo o Egito é conquistado, e seus templos sofrem graves estragos. Não sabemos como desapareceu o último faraó egípcio, grande construtor e infortunado soldado. Deve ter acabado os seus dias na Núbia.

•Portanto, 343 a.C. foi o último ano em que um faraó de origem egípcia reinou no "trono dos vivos".

Os faraós da dinastia Ptolomaica governaram o Egito até o ano 30 a. C. Os faraós homens chamavam-se Ptolomeus, e o último da dinastia foi Ptolomeu XII. Os faraós mulheres chamavam-se Cleópatras, e o último da dinastia foi Cleópatra VII, filha de Ptolomeu XII. Cleópatra VII foi o último faraó do Egito de origem do Alexandre da Macedonia. Reinou de 51 a. C. até 30 a. C., quando os egípcios perderam a batalha de Actium, no Adriático, para os romanos. O Egito passou a ser dominado pelos Césares.


Em geral os reinados não duravam muito por causa das muitas guerras ou das crises políticas. Quando um faraó completava 30 anos no trono realizava-se uma festa para mostrar que o mesmo ainda tinha forças para continuar liderando o Império.

Se o primeiro faraó no Egito envolve ainda desconfianças, o último é consenso. Ptolomeu XV era filho de César e Cleópatra VII e pertencente à dinastia Lágida, identificado como o último faraó. O Egito foi invadido por vários povos e também dominado por Roma, não mais conseguiram se tornar um império independente.

Quem eram 

Os faraós eram os governantes do Egito Antigo. Controlavam a vida política, econômica e social, pois tinham poder absoluto. Eram considerados e tratados como deuses pela sociedade egípcia antiga.

Principais faraós do Egito Antigo e respectivos períodos de governo (reinado):

I Dinastia
- Menés (3.150 a.C a 3.100 a.C) 
- Djer (3100 a.C a 3055 a.C) 
- Djet (3055 a.C a 3050 a.C) 
- Semerkhet (2969 a.C a 2960 a.C) 
II Dinastia
- Hotepsekhemui (2926 a.C a 2888 a.C) 
- Nynetjer (2847 a.C a 2800 a.C) 
- Senedj (2791 a.C a 2781 a.C) 
III Dinastia
- Sanakht (2686 a.C a 2667 a.C) 
- Djoser (2667 a.C a 2648 a.C) 
- Huni (2637 a.C a 2613 a.C) 
IV Dinastia
- Snefru (2613 a.C a 2589 a.C) 
- Knufu (2589 a.C a 2566 a.C) 
- Khafre (2558 a.C a 2532 a.C) 
- Menkaure (2528 a.C a 2500 a.C) 
V Dinastia
- Userkaf (2493 a.C a 2486 a.C) 
- Sahure (2486 a.C a 2474 a.C) 
- Menkauhor (2420 a.C a 2413 a.C) 
VI Dinastia
- Teti (2344 a.C a 2323 a.C) 
- Pepi I (2321 a.C a 2287 a.C) 
- Pepi II (2278 a.C a 2184 a.C) 
VII Dinastia
- Menkare (? a.C a 2171 a.C) 
VIII Dinastia
- Neferkamin II (2161 a.C a 2159 a.C) 
- Qakare Ibi (2159 a.C a 2155 a.C) 
IX Dinastia
- Kheti I (2140 a.C a ? a.C) 
X Dinastia
- Khety V (2100 a.C a ? a.C) 
XI Dinastia
- Antef I (2137 a.C a 2117 a.C) 
- Mentuhotep II (2060 a.C a 2010 a.C) 
XII Dinastia
- Amenemhat I (1991 a.C a 1962 a.C) 
- Amenemhat II (1926 a.C a 1895 a.C) 
XIII Dinastia
- Amenemhat VI (1788 a.C a 1785 a.C) 
- Hor I (? a.C a ? a.C) 
- Aaqen (? a.C a 1749 a.C) 
XIV Dinastia
- Nehesi (? a.C a ? a.C) 
XV Dinastia
- Apopi I (governou por 40 anos) 
XVI Dinastia
- Zaket (? a.C a ? a.C) 
XVII Dinastia
- Antef V (1625 a.C a 1622 a.C) 
- Kamés (1554 a.C a 1550 a.C) 
XVIII Dinastia
- Amen-hotep I (1551 a.C a 1520 a.C) 
- Tutmés I (1520 a.C a 1492a.C) 
- Hatchepsut (1473 a.C a 1458 a.C) 
Tutankamon (xxxx a.C a xxxx a.C) 
XIX Dinastia
- Ramsés I (1292 a.C a 1290 a.C) 
- Seti I (1290 a.C a 1279 a.C) 
- Seti II (1203 a.C a 1197 a.C) 
XX Dinastia
- Ramsés IV (1155 a.C a 1149 a.C) 
XXI Dinastia
- Smendes (1077 a.C a 1051 a.C) 
- Amenemope (1001 a.C a 992 a.C) 
XXII Dinastia
- Osorkon I (922 a.C a 887 a.C) 
- Takelot I (885 a.C a 872 a.C) 
XXIII Dinastia
- Takelot II (837 a.C a 826 a.C) 
XXVI Dinastia
- Tefnakht (732 a.C a 725 a.C) 
XXV Dinastia
- Pié (752 a.C a 721 a.C) 
- Chabataka (707 a.C a 690 a.C) 
XXVI Dinastia
- Psamético I (664 a.C a 610 a.C) 
XXVII Dinastia (domínio persa sobre o Egito)
- Cambises (525 a.C a 521 a.C) 
- Dario I (521 a.C a 485 a.C) 
- Xerxes I (485 a.C a 445 a.C) 
XXVIII Dinastia
- Amirteus (404 a.C a 399 a.C) 
XXIX Dinastia
- Hakor (393 a.C a 380 a.C) 
XXX Dinastia
- Nectanebo II (360 a.C a 343 a.C), último Faraó egipcio
XXXI Dinastia (sergundo período de domínio persa no Egito)
- Artaxerxes II (343 a.C a 338 a.C) 
Dinastia Macedônida
- Alexandre I (332 a.C a 323 a.C) 
XI Ptolemaica
- Ptolomeu I (305 a.C a 285 a.C) 
- Cleópatra I (193 a.C a 176 a.C) 
- Ptolomeu XV (44 a.C a 30 a.C) - último faraó do Egíto Pitolomaico

Fonte:https://megaarquivo.wordpress.com/2018/05/29/13-695-historia-dos-faraos-do-egito/


faraós e nefertiti
Egito Antigo, a mística e intrigante terra dos Faraós, de Cleópatra e dos deuses antropozoomórficos. Créditos: autoria desconhecida.


Egito Antigo: história e características gerais


Egito Antigo, a mais intrigante e famosa civilização da Antiguidade que se tem notícia. Terra dos poderosos faraós (autoproclamados deuses vivos). Região da única das Sete Maravilhas do Mundo ainda existente, das incríveis pirâmides e da Grande Esfinge. Cortado pelo maior rio do planeta, o rio Nilo, o místico Egito Antigo durou milênios e seus mistérios e curiosidades nos cativam, sendo muitos ainda desconhecidos.

1. REGIÃO, RIO NILO E OS PRIMÓRDIOS DO EGITO

Localizado no nordeste da África, nasceu e floresceu o Egito, a terra dos místicos faraós e da eterna e última rainha egípcia, Cleópatra VII. Região desértica e com clima agressivo e desafiador, mas que já possuía um fator que ainda hoje em dia favorece o estabelecimento humano na região: o poderoso rio Nilo.
O estabelecimento humano na região abençoada pelo Nilo, simplesmente o mais extenso rio do planeta, ocorreu há centenas de milhares de anos e diferentemente dos rios mesopotâmicos Tigres e Eufrates, que possuíam enchentes imprevisíveis e muitas vezes terríveis, o Nilo era um rio de ciclos constantes e fácil controle.
Com a facilidade de permanência e abundância proporcionada pelo rio para a prática da agricultura e do pastoreio, os “egípcios” conseguiram se organizar, criando subdivisões administrativas chamadas de nomos (“povoados”).
Cada nomo era chefiado por um nomarca. Nessa época os egípcios ainda não formavam uma civilização unificada, mas um conglomerado de nomos que compartilhava a “mesma” cultura.

mapa rio nilo
A dádiva do Egito Antigo, o rio Nilo (em destaque azul). Créditos: www.d-maps.com

2. UNIFICAÇÃO DO EGITO: MENÉS E O NASCIMENTO DA NAÇÃO

Por volta do ano 3.200 a.C., um líder político chamado Menés (ou Narmer ou Men ou ainda Meni) conseguiu a façanha de unificar o Alto e o Baixo Egito numa só nação, dando início ao período faraônico no qual o próprio se transformou, sob a proteção divina, no primeiro faraó.
Os registros históricos que marcam esse importante momento de unificação da civilização egípcia se encontram numa paleta encontrada no sítio arqueológico de Hierakonpolis. Trata-se de um monumento de apenas 63 cm de altura, mas extremamente simbólico e divisor de eras para o povo egípcio:
A paleta, em xisto verde, está decorada na frente e atrás. As cenas encontram-se distribuídas em três registros sobrepostos. No alto, duas cabeças de vaca simbolizam a deusa Hathor, divindade cósmica cujo nome significa “morada de Hórus”. Por ser a principal designação do faraó, o rei representado no monumento coloca-se, assim, sob uma proteção divina e celeste.
O anúncio da unificação das duas partes do território egípcio é feito de maneira simples e clara: na frente, o soberano usa a coroa branca do Alto Egito, nas costas usa a coroa vermelha do Baixo Egito. É o primeiro faraó a reinar sobre o Sul e o Norte. O Egito dinástico entra na História. (JACQ, 2007, p. 51)

coroas do baixo e alto egito
As coroas individuais do Alto (branca) e do Baixo (vermelha) Egito, seguidas da coroa da unificação egípcia. Créditos: autoria desconhecida.

2.1 Alto Egito x Baixo Egito

Termos aparentemente simples, mas causadores de alguma confusão. O rio Nilo tem sua foz ao norte, no mar Mediterrâneo, “descendo” para o interior do continente africano e quanto mais ao sul maior o relevo do solo, inclusive com pequenas montanhas (Alto Egito por conta dessa elevação).
A parte mais próxima do Mediterrâneo é marcada por planícies, diferentemente da mais afastada que se caracteriza pela elevação do solo. Isto é, Alto Egito por conta da elevação do solo, encontrando-se na parte sul do país, e Baixo Egito se encontrando ao norte devido às suas planícies.

mapa Alto e Baixo Egito
Alto e Baixo Egito. Créditos: autoria desconhecida.

3. POLÍTICA DO EGITO ANTIGO

Extremamente centralizada, a política dos egípcios era profundamente simbolizada pelo poder faraônico. O faraó, que era considerado um deus vivo, mantinha-se no poder e governava devido ao poder teocrático, visto o abrangente caráter religioso de sua sociedade.
O título de faraó, deixando de lado a suposta parte divina, era o equivalente ao status rei. Portanto, o Egito Antigo era caracterizado como uma monarquia. Pelo seu forte caráter religioso, também se tem a teocracia como marca distintiva, que é quando a religião intervém diretamente na política estatal.
De acordo com os registros históricos conhecidos, o Egito Antigo teria sido governado por 404 faraós distribuídos em 31 dinastias, o suficiente para durar impressionantes milênios.

4. ANTIGO, MÉDIO E NOVO IMPÉRIO

4.1 Antigo Império (3.200–2.300 a.C)

Após a sua unificação sob a liderança do faraó Menés, a capital do Egito passou a ser Tinis e posteriormente Mênfis (atualmente região do Cairo, a capital do Egito moderno).
Esse período ficou marcado por uma relativa estabilidade duradoura e construções imponentes. A população egípcia era obrigada ao trabalho e sem sombra de dúvida o mais importante exemplo fica no Complexo de Gizé, sendo as impressionantes pirâmides de Queóps, Quéfren e Miquerinos. Atualmente é a única das Sete Maravilhas do Mundo ainda existente e são protegidas pela Grande Esfinge de Gizé.
O Antigo Império entrou em declínio por volta de 2.300 a.C, quando as cheias do rio Nilo diminuíram, desestabilizando a vital agricultura. Fome, pestes e revoltas internas e externas contribuíram para seu fim. Os nomarcas, durante essa fase, tiveram expressivo aumento de poder diminuindo a força do faraó.

pirâmidpirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinose de
As grandes pirâmides do Egito de Quéops (146,5 metros de altura), Quéfren (143 metros) e Miquerinos (61 metros), na Necrópole de Gizé, são protegidas pela Grande Esfinge de Gizé. Créditos: autoria desconhecida.


A Grande Esfinge de Gizé
A Grande Esfinge de Gizé, a protetora eterna do descanso dos deuses (faraós). Créditos: autoria desconhecida.

4.2 Médio Império (2000–1580 a.C)

Sob a liderança do faraó Mentuhotep II, os nomarcas foram derrotados e o poder faraônico restabelecido com grande força. Contudo, parte da nobreza continuou desafiando o faraó em busca da descentralização do poder imperial.
A servidão coletiva foi restabelecida, proporcionando grandes obras hidráulicas. Durante este período, por volta de 1800 a.C, os hebreus começaram a chegar ao Egito, passando a trabalhar nas mais diferentes atividades e pagando impostos, sem, contudo, serem escravizados.
O Médio Império entrou em declínio com a invasão dos hicsos que dominaram o Egito por quase dois séculos. O exército hicso era muito mais avançado, versátil e tecnológico, contando com armamentos de melhor qualidade, cavalaria em larga escala e carros de guerra (bigas; “carroças” puxadas por cavalos).

4.3 Novo Império (1580–525 a.C)

Os egípcios aprenderam as técnicas hicsas e mudaram sua forma de guerrear, conseguindo por fim expulsar os invasores. O faraó Amósis I fez da cidade de Tebas a nova capital.
O Novo Império representou o auge do império egípcio, tendo faraós famosos e guerreiros como Ramsés II, também conhecido como Ramsés, o Grande. As fronteiras do Egito Antigo se expandiram até a atual Síria ao norte e ao sul até o Sudão. Além das guerras, Ramsés também ordenou a construção do magnífico Templo do Sol, Abu Simbel.

Estátua de Ramsés o Grande
Estátua de Ramsés, o Grande. Créditos: Alberto Loyo / Shutterstock.

Seria neste período que ocorreu a escravidão e fuga dos hebreus do Egito em direção à Terra Prometida. Porém, as diferentes datas e controvérsias impossibilitam um apontamento mais detalhado.
O Novo Império encontrou seu fim nas espadas e lanças dos ferozes assírios, tendo o Egito posteriormente passado para o domínio persa, macedônico e romano. A conquista macedônica se deu pela liderança de Alexandre, o Grande, um dos maiores conquistadores da história.

5. ECONOMIA

A principal atividade econômica era a agricultura. A imensa produção de cereais possibilitou o comércio com outros povos para a aquisição de mercadorias inexistentes ou de baixa qualidade na região.
O Egito era administrado de acordo com o modo de produção asiático, embora se encontrasse no continente africano. Neste modo de produção, que incita a desigualdade social, o Estado é o dono de absolutamente todos os bens da sociedade, incluindo casas, comida, ferramentas e até roupas, e os distribui de acordo com a sua vontade.

6. SOCIEDADE

Igualmente como na Mesopotâmia, a sociedade egípcia era caracterizada por ser estamental. Ou seja, cada egípcio desempenhava uma função que havia sido herdada dos seus antepassados e que seria igualmente transmitida aos seus descendentes.
No topo da hierarquia social se encontravam o faraó, sacerdotes e nobreza. Na parte intermediária os escribas, militares, comerciantes e talvez artesãos. A parte mais baixa era composta pelos camponeses e escravos.

pedra de roseta
A Pedra de Roseta descoberta durante expedição de Napoleão Bonaparte em 1799. Essa peça se mostrou fundamental para a compreensão dos hieróglifos egípcios e consequentemente o funcionamento da sua sociedade. Créditos: autoria desconhecida.

6.1 Escravos no Egito Antigo

Importante ressaltar o baixíssimo número de escravos no Egito Antigo. Um mito muito noticiado é a construção das pirâmides por escravos, quando, na verdade, foram construídas por trabalhadores remunerados. Povos que usaram escravos em larga escala foram os gregos e os romanos.
Um fato curioso é que no Egito ouve a primeira greve registrada da história, tendo ocorrido durante o reinado do faraó Ramsés III (1187–1156 a.C), durante o Novo Império.

mural antigo do egito
Trabalhadores e trabalhadores no Egito Antigo. Créditos: autoria desconhecida.

7. RELIGIÃO

Eram politeístas, acreditando em uma infinidade de deuses antropozoomórficos (mistura de homens e mulheres com animais). Ao longo do tempo deuses e deusas ganharam ou perderam influência sobre os egípcios. Entre os deuses mais famosos, encontram-se Osíris, Ísis, Hathor, Hórus, Set e Anúbis.
Outro importante aspecto da religiosidade egípcia era a crença na vida após a morte. Homens, mulheres e animais eram mumificados em um ritual de preparação para a reencarnação.
mumificação deu aos egípcios um amplo conhecimento sobre a anatomia humana, possibilitando grande acúmulo de estudos médicos e até cosméticos (as maquiagens, muito além de embelezar, tinham a função de proteger e cuidar da pele).
REFERÊNCIA(S):
BOTTÉRO, Jean. No começo eram os deuses. trad. Marcelo Jacques de Morais. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
BRAICK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho. História: das cavernas ao terceiro milênio. 3ª ed. reform. e atual. São Paulo: Moderna, 2007.
CLINE, Eric H.; GRAHAM, Mark W.. Impérios antigos: da Mesopotâmia à Origem do Islã. trad. Getulio Schanoski Jr.. São Paulo: Madras, 2012.
GIORDANI, Mário Curtis. História da Antiguidade Oriental. 13 ed. Petrópolis: Vozes, 1969.
JACQ, Christian. O Egito dos Grandes Faraós: história e lenda. trad. Rose Moraes. Rio de Janeiro: Bertrand, 2007.
SOLLA, Walter. Egito Antigo. Acesso em: 20 fev. 2018.
VINCENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2002.
IMAGEM(NS):
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Autor: Eudes Bezerra

Fonte:https://incrivelhistoria.com.br/periodos/idade-antiga/egito-antigo-historia-caracteristicas/

História do Egito Antigo Resumo

História do Egito Antigo Resumo

História do Egito Antigo. O Antigo Egito é usado como um termo histórico geral amplamente refere-se a civilização do Vale do Nilo,entre a Primeira Catarata e as bocas do delta do Nilo, a partir de cerca de 3300 aC até a conquista de Alexandre, o Grande , em 332 aC . Como civilização baseada na irrigação , é o exemplo por excelência de um império hidráulico. Era uma das civilizações humanas mais antigas e mais longas. O Egito tem sido uma ótima fonte de inspiração e de interesse para os europeus especialmente, que o consideram de um significado quase misterioso. O Egito serviu como um canal entre a Europa e a África.
Antigo Egito como um termo histórico geral amplamente refere-se a civilização do Vale do Nilo,entre a Primeira Catarata e as bocas do delta do Nilo, a partir de cerca de 3300 aC até a conquista de Alexandre, o Grande , em 332 aC . Como civilização baseada na irrigação , é o exemplo por excelência de um império hidráulico. Era uma das civilizações humanas mais antigas e mais longas. O Egito tem sido uma ótima fonte de inspiração e de interesse para os europeus especialmente, que o consideram de um significado quase misterioso. O Egito serviu como um canal entre a Europa ea África.
A civilização egípcia tinha tendência para a unidade, e não para o confronto. As contribuições do antigo egípcio para o conhecimento nas áreas de matemática, medicina e astronomia continuam a informar o pensamento moderno. Os hieróglifos egípcios subjacentes ao nosso alfabeto . Através da Biblioteca de Alexandria e de estudiosos como o matemático Claudius Ptolemaeus e o estudioso helenístico-judeu Philo , essa reputação continuou. Através dos Ptolomeus, as idéias helenísticas e egípcias se juntaram e a religião egípcia, especialmente o culto de Isis , tornou-se popular em todo o mundo greco-romano. Os imperadores romanos, depois de Cleópatra o último Ptolomeu, reivindicou o antigo título e honra dos faraós.
Muitos cristãos percebem um significado profundo que Jesus , segundo a tradição, passou algum tempo no Egito. De fato, o cristianismo primitivo no Egito viu muitos pensamentos teológicos e várias alternativas ao que emergiu como o cristianismo dominante surgiu, alguns enfatizando o papel feminino, enquanto a coleção Nag Hammadi de textos anteriormente perdidos, incluindo o Evangelho de Thomas , complementou significativamente a bolsa de estudos moderna da Bíblia. A igreja copta do Egito é uma das mais antigas do mundo.

O chefe da Grande Esfinge de Gizé, pensado para ser a semelhança do faraó Khufu. A Grande Esfinge é a maior e mais reconhecida escultura monumental do mundo, e comumente se pensa ter sido construída há cerca de 4.500 anos atrás.

Geografia

A maior parte da geografia do Egito está no norte da África, embora a Península do Sinai esteja no sudoeste da Ásia. O país possui margens do mar Mediterrâneo e do Mar Vermelho; Limita a Líbia ao oeste, o Sudão ao sul e a Faixa de Gaza, a Palestina e Israel a leste. O antigo Egito foi dividido em dois reinos, conhecidos como Alto e Baixo Egito. Um tanto contra-intuitivamente, o Alto Egito estava no sul e o Baixo Egito no norte, chamado de acordo com o fluxo do rio Nilo . O Nilo flui para o norte de um ponto do sul ao Mediterrâneo. O rio, em torno do qual grande parte da população dos clusters do país, tem sido a linha de vida da cultura egípcia desde as culturas da Idade da Pedra e Naqada.
Dois Reinos formaram Kemet (” o preto “), o nome do solo escuro depositado pelas águas do Nilo. O deserto foi chamado Deshret (” o vermelho “) Herodoto escreveu: “O Egito é uma terra de solo negro … Sabemos que a Líbia é uma terra mais vermelha” (Histórias 2:12). No entanto, Champollion the Younger (que decifrou a pedra de Rossetta) escreveu em Expressions et Termes Particuliers (“Expressão de Termos Particulares”) Kemet na verdade não se referia ao solo, mas a uma população negro no sentido de uma “Nação Negra”.

Povos egípcios antigos

O Egito neolítico provavelmente foi habitado por povos negros africanos (Nilotic) (como demonstrado pelos petroglifos saharauis emtoda a região). Após a dessecação do Sahara, a maioria dos africanos negros migrou para o sul na África Oriental e África Ocidental. A cultura ateriana que se desenvolveu aqui foi uma das mais avançadas sociedades paleolíticas . No Mesolítico, a cultura do Cáspio dominou a região com os agricultores neolíticos predominando em 6000 AEC . Os antigos egípcios falaram uma língua afro-asiática, relacionada às línguas de Chadic, Berber e Semitic, e gravaram sua origem como Land of Punt.
Herodoto uma vez escreveu: “Os Colchianos são egípcios … no fato de que eles são de pele preta e têm cabelo lã” (Histories Book 2: 104). Um estudo genético liga a linhagem materna de uma população tradicional do Alto Egito à África Oriental. [1] Um estudo separado que estreita ainda mais a linhagem genética para a África Nordeste [2] revela também que os “egípcios” modernos “refletem uma mistura de europeus, do Oriente Médio e Africano “). A classificação racial do antigo Egito passou a desempenhar um papel no debate do Afrocentrismo nos Estados Unidos , onde o legado do Egito se torna um prêmio sobre o qual africanos e europeus contestam a posse.

História

Você sabia?
A civilização do antigo Egito foi uma das civilizações humanas mais antigas e duradouras
Os próprios egípcios antigos traçaram sua origem a uma terra que eles chamavam de “Land of Punt”, ou “Ta Nteru” (“Terra dos deuses”). Uma vez comumente pensado para estar localizado no que é hoje a costa somali, Punt agora é pensado para ter estado no Sudão do Sul ou Eritréia . A história do antigo Egito propriamente dito começa com o Egito como um estado unificado, que ocorreu em algum momento em torno de 3000 aC , embora evidências arqueológicas indiquem que uma sociedade egípcia desenvolvida pode ter existido por um período muito mais longo.
Ao longo do Nilo no décimo milênio aC , uma cultura de moagem de grãos usando o primeiro tipo de lâminas de foice havia sido substituída por outra cultura de caçadores, pescadores e pessoas de coleta usando ferramentas de pedra. A evidência também indica habitação humana no canto sudoeste do Egito, perto da fronteira do Sudão , antes das 8000 aC. Mudanças climáticas e / ou sobrepastoreio em torno de 8000 aC começaram a dessecar as terras pastorais do Egito , eventualmente formando o Sahara (c. 2500 AEC ) e As primeiras tribos migraram naturalmente para o rio Nilo, onde desenvolveram uma economia agrícola estabelecida e uma sociedade mais centralizada. Há evidências de pastoralismo e cultivo de cereais no Sara Oriental no sétimo milênio AEC . Por volta de 6000 aC , os antigos egípcios no canto sudoeste do Egito estavam reunindo gado e construindo grandes edifícios. O Argamassa estava em uso até 4000 aC . O Período Predynástico continua por este tempo, várias vezes para começar com a cultura Naqada. Algumas autoridades, no entanto, começam o Período Predynástico mais cedo, na idade do Paleolítico Inferior.
Egito unificado como um único estado cerca de 3000 aC. A cronologia egípcia envolve a atribuição de começos e terminações a várias dinastias em torno desse tempo. Manetho, que era sacerdote durante os reinados de Ptolomeu I e Ptolomeu II (trigésima dinastia), dividiu as dinastias em 30; As 31 (dinastias persas) e 32 (as Ptolomeus) foram adicionadas depois da morte dele. Às vezes, no entanto, ele colocou um faraó em uma dinastia que pode ter sido considerado fundador do próximo, de modo que o começo e o fim das dinastias parece arbitrário. Mesmo dentro de um único trabalho, os arqueólogos podem oferecer várias datas possíveis ou mesmo várias cronologias inteiras como possibilidades. Consequentemente, pode haver discrepâncias entre as datas aqui mostradas e em artigos sobre governantes particulares. Muitas vezes também há várias possíveis grafias dos nomes.
Os faraós se estendem de antes de 3000 aC até cerca de 30 EC e continuaram pelos imperadores romanos, que reivindicaram o título.

Dinastias

  • Período Dynastic Precoce do Egito (1ª – 2ª Dinastia, até o século 27 aC )
  • Reino antigo (3ª – 6ª dinastias, 27º – 22º séculos aC )
  • Primeiro Período Intermediário (7ª – 11ª dinastias)
  • Reino médio do Egito (11ª – 14ª dinastias, 20º a 17º século BCE )
  • Segundo Período Intermediário (14ª – 17ª Dinastia)
  • Hyksos (15ª – 16ª dinastias)
  • Novo Reino do Egito (18 a 20 dinastias, 16º a 11º século aC )
  • Terceiro Período Intermediário (21ª – 25ª Dinastias, 11º – 7º séculos aC )
  • Período tardio do antigo Egito (26ª – 32ª dinastias, 7º século aC – 30 EC ).

Eventos significativos e governantes

Por volta de 3100 aC , os dois reinos do Alto e Baixo Egito foram unidos e a primeira dinastia foi estabelecida. Isto é amplamente creditado a Menes , ou Aha de Memphis (que fundou a cidade), que também pode ter sido autor de um mito fundador ou história do Egito. Ele pode ter sido o primeiro faraó a ser identificado com Horus , o falcão-deus associado ao céu. Durante a quarta dinastia, fundada por Snefru, a Grande Pirâmide de Gizé foi construída por Khufu, conhecida pelos gregos como Cheops, que dizia ter reinado por 50 ou 60 anos.
Durante a sexta dinastia (2345-2181 aC ), possivelmente devido a uma flutuação no fluxo do Nilo que resultou em períodos de fome , a autoridade central foi enfraquecida e os dois reinos foram divididos. Mentuhopet de Tebas (C. 2040 aC ) estabeleceu o Reino do Médio quando reuniu os dois Egitos. Durante este período, Amon, o Deus de Tebas, se identificou com o Deus do Sol, Re, e para ser visto como o Deus principal e como patrocinador dos faraós. Este foi um período de comércio vigoroso com a Síria , a Palestina e a Nubia . Vários fortes importantes foram construídos perto da segunda Catarata do Nilo. A arte e a literatura floresceram.
Durante o próximo período, conhecido como o Segundo Período Intermediário (1720-1550 aC ), uma tribo conhecida como Hyksos, do Oriente, ganhou poder sobre partes do Egito e o poder real transferido do centro para os governantes locais, novamente comprometendo a unidade dos dois egípcios.
Por volta de 1550 aC, os governantes de Tebas voltaram a unificar o Egito, estabelecendo o Novo Reino. Eles adquiriram um império que se estendia até o Eufrates no Norte e na Nubia no Sul. Grandes projetos de construção, principalmente templos e monumentos funerários, caracterizaram esse período. O culto de Amun-Re dominou, com o Sumo Sacerdote exercendo um poder considerável, exceto pelo breve intervalo quando Akhenaton declarou que o Deus, Aten, era o único Deus que não podia ser representado visualmente. Um dos mais conhecidos Pharoahs, Rameses II (1279-1213 aC ), data desse período. Ele é popularmente associado ao faraó da época de Moisés que se envolveu em guerra com os hititas. Sua coragem durante a batalha de Cades contra os Hittites o transformou em uma lenda viva. Os muitos templos encomendados durante o reinado incluem Abu Simbel, o Colossus de Ramesses em Memphis e o túmulo de Nefretari no Vale das Rainhas. A rainha Nefretari é retratada como igual de Rameses. Reconhecido por sua beleza, ela também pode ter exercido o poder ao lado de seu marido, uma vez que as rainhas eram tradicionalmente retratadas como menores que suas consortes. Durante o reinado de Ramsés III, conhecido como o último dos grandes faraós, a segurança do Egito foi constantemente ameaçada pelo leste pelos líbios. Os territórios externos foram perdidos e, no início da vigésima dinastia, os dois egípcios foram divididos novamente.
Em 341 aC , a última dinastia nativa (a trigésima) caiu para os persas, que controlaram o Egito até 332 AEC, quando Alexandre, o Grande, conquistou o território. Em 323, Ptolomeu, um dos Generais de Alexandre, tornou-se governante e fundou a dinastia Ptolemaica que durou até sua conquista por Roma após a morte de Cleópatra em 30 aC. Os Ptolomeus eram patrões de aprendizado e a tradição bem estabelecida do Egito como centro de conhecimento continuaram sob seu patrocínio. Muitos judeus vivendo no Egito prosperaram, e os templos foram construídos lá na ilha elefantina no delta de Aswan (já no século V aC ) e mais tarde, em 160 aC, em Heliópolis (Leontopolis). Um dos mais importantes pensadores judeus, Philo , morava em Alexandria, que mais tarde produziu alguns estudiosos cristãos líderes. Os imperadores romanos continuaram a reivindicar o título e as honras dos faraós.

Governo

As divisões administrativas subnacionais do Alto e Baixo Egito eram conhecidas como Nomes. O faraó era o governante desses dois reinos e encabeçava a antiga estrutura do Estado egípcio. O faraó serviu como monarca, líder espiritual e comandante em chefe do exército e da marinha. O faraó foi acreditado para ser divino, uma conexão entre homens e deuses. Abaixo dele no governo, estavam os vizires (um para o Alto Egito e um para o Baixo Egito) e vários funcionários. Sob ele no lado religioso estavam o sumo sacerdote e vários outros sacerdotes. Geralmente, o cargo foi passado de pai para filho maior, mas foi através da fêmea que o poder era realmente herdado, então foi casamento com a filha mais velha do rei que selou a sucessão. Ocasionalmente, uma mulher assumia o poder e muitas vezes os reis eram figuras poderosas por direito próprio. A governança estava intimamente associada ao dever de governar com justiça e de prevenir o caos, mantendo harmonia e equilíbrio. Os sacerdotes, especialmente o sumo sacerdote de Amen-Ra, exerceram um poder considerável em parte devido à riqueza do culto e também porque eles tinham a palavra final na determinação da sucessão.A ruptura de Akhenaton com o culto tradicional seguiu uma luta de poder entre o faraó e o sacerdócio. [3]

Língua

Os antigos egípcios falaram uma língua afro-asiática relacionada às línguas chadica, berber e semítica. Os registros da antiga língua egípcia foram datados de cerca de 32 anos do século BCE. Os estudiosos agrupam a língua egípcia em seis grandes divisões cronológicas:
  • Egípcio arcaico (antes de 2600 aC )
  • Antigo egípcio (2600-2000 aC )
  • Médio egípcio (2000-1300 aC )
  • Late Egyptian (1300-700 aC )
  • Demótica egípcia (7º século aC, 4º século CE )
  • Copta (3º-12º século CE )

Escrevendo

Os egiptólogos referem-se à escrita egípcia como hieróglifos egípcios , juntamente com o roteiro cuneiforme do ranking da Mesopotâmia como o sistema de escrita mais antigo do mundo. O roteiro hieroglífico foi em parte silábico, parcialmente ideográfico. Hieratic é uma forma cursiva de hieróglifos egípcios utilizados pela primeira vez durante a Primeira Dinastia (c 2925 AEC – 2775 aC ). O termo Demotic no contexto do Egito, isto é, “indígena” do ponto de vista helenístico , veio referir-se tanto ao roteiro quanto à linguagem que seguiu o estágio do antigo egípcio tardio da dinastia Nubiana 25 até sua marginalização pelo grego Koine nos primeiros séculosCE . Após a conquista de Umar ibn al-Khattab , a língua copta sobreviveu à Idade Média como a língua litúrgica da minoria cristã.
O roteiro hieroglyphic finalmente caiu fora de uso ao redor do século IV, e começou a ser redescoberto a partir do século XV.
O alfabeto conhecido mais antigo (abjad) também foi criado no antigo Egito, como uma derivação de hieróglifos silábicos.

Literatura

  • c. 26º século aC – Papiro de Westcar
  • c.19o século aC A história de Sinuhe
  • c. 1800 aC – Papiro Ipuwer
  • c. 1800 aC – Papyrus Harris I
  • c. 11 ° século aC – História de Wenamun

Cultura


Colosso de Memnon
A natureza religiosa da civilização egípcia antiga influenciou sua contribuição para as artes do mundo antigo. Muitas das ótimas obras do antigo Egito retratam deuses, deusas e faraós, que também foram considerados divinos. A arte egípcia antiga em geral é caracterizada pela idéia de ordem, que era o motivo dominante da religião egípcia.

Estátuas que descrevem as ocupações do antigo egípcio de classe baixa.
A escavação da aldeia operária de Deir el-Madinah resultou em uma das contas mais bem documentadas da vida comunitária no mundo antigo que abrange quase quatrocentos anos. Não há um site comparável em que a organização, as interações sociais, as condições de trabalho e de vida de uma comunidade possam ser estudadas com tal detalhe. [4]
A maioria dos egípcios antigos eram agricultores ligados à terra. Suas habitações foram restritas a familiares imediatos, e foram construídas com tijolos de barro projetados para permanecerem frescos no calor do dia. Cada casa tinha uma cozinha com um telhado aberto, que continha uma rodadinha para moagem de farinha e um pequeno forno para assar pão. As paredes eram pintadas de branco e podiam ser cobertas com tapeçarias de linho tingidas. Os pisos eram cobertos com tapetes de junco, enquanto fezes de madeira, camas levantadas do chão e mesas individuais compreendiam o mobiliário. [5]
Os egípcios antigos colocaram um grande valor na higiene e na aparência. Mais banhado no Nilo e usou um sabão pastoso feito de goma animal e giz. Os homens rasparam seus corpos inteiros para limpeza, e perfumes aromáticos e pomadas cobriram odores ruins e pele acalmada. A roupa era feita de lençóis de linho simples que eram brancos brancos, e homens e mulheres das classes superiores usavam perucas, jóias e cosméticos . As crianças foram sem roupa até a maturidade, com cerca de 12 anos, e nessa idade os homens foram circuncidados e com a cabeça raspada. As mães foram responsáveis ​​por cuidar das crianças, enquanto o pai forneceu a renda da família. [5]

Os antigos egípcios mantiveram uma rica herança cultural completa com festas e festivais acompanhados de música e dança.
Música e dança eram entretenimento popular para aqueles que podiam pagar. Os primeiros instrumentos incluíam flautas e harpas, enquanto instrumentos semelhantes a trombetas, oboes e tubos se desenvolveram mais tarde e tornaram-se populares. No Novo Reino, os egípcios tocaram sinos, címbalos, tambores e tambores, além de leigas e liras importadas da Ásia. [6] O sistrum era um instrumento musical parecido com um chocalho que era especialmente importante nas cerimônias religiosas.
Os egípcios antigos gozavam de uma variedade de atividades de lazer, incluindo jogos. Senet, um jogo de tabuleiro onde peças movidas de acordo com chance aleatória, foi particularmente popular desde os primeiros tempos; Outro jogo similar era mehen, que tinha uma placa de jogo circular. Jogos de malabarismo e bola eram populares entre crianças e a luta livre também foi documentada em um túmulo em Beni Hasan. [5] Os membros ricos da sociedade egípcia antiga também gozavam de caça e passeios de barco.
A cozinha egípcia permaneceu notavelmente estável ao longo do tempo, como evidenciado pela análise dos cabelos de múmiasegípcias antigas do Reino do Médio tardio. [7] Na verdade, a gastronomia do Egito moderno conserva algumas semelhanças impressionantes com a culinária dos antigos. A dieta básica consistiu em pão e cerveja, complementada com vegetais , como cebolas e alho, e frutas como festões e figos . O vinho e a carne foram apreciados por todos nos dias da festa, enquanto as classes superiores se entregaram com mais regularidade. Peixe , carne e aves podem ser salgados ou secos e podem ser cozidos em ensopados ou assados ​​em uma grelha. [5]No entanto, as múmias de cerca de 3200 aC mostram sinais de anemia grave e distúrbios hemolíticos. [8] Traços de cocaína , haxixe e nicotina também foram encontrados na pele e no cabelo de múmias egípcias . [9]
Os egípcios acreditavam que uma relação equilibrada entre pessoas e animais era um elemento essencial da ordem cósmica; assim, seres humanos, animais e plantas eram considerados membros de um único todo. [10] Os animais, domesticados e selvagens, eram, portanto, uma fonte crítica de espiritualidade, companheirismo e sustento para os antigos egípcios. O gado era o gado mais importante; a administração cobrava impostos sobre o gado em censos regulares , e o tamanho de um rebanho refletia o prestígio e a importância da propriedade ou templo que os possuía. Além do gado, os antigos egípcios mantiveram ovelhas , cabras e porcos. As aves de capoeira, como patos , gansos e pombos, foram capturados em redes e criados em fazendas, onde foram alimentados com massa para engordá-los. [5] O Nilo forneceu uma abundante fonte de peixe. As abelhas também foram domesticadas pelo menos pelo Reino Velho, e forneceram mel e cera. [11]
Os antigos egípcios usavam burros e bois como feras de carga e eram responsáveis ​​por arar os campos e pisar sementes no solo. A matança de um boi grelhado também era uma parte central de um ritual de oferta. [5] Os cavalos foram introduzidos pelos Hyksos no Segundo Período Intermediário, e o camelo , embora conhecido do Novo Reino, não foi usado como um animal de carga até o Período Final. Também há evidências que sugerem que os elefantes foram brevemente utilizados no Período Final, mas largamente abandonados por falta de pastagem. [5]
Cães , gatos e macacos eram animais de estimação familiares comuns, enquanto animais mais exóticos importados do coração de África, como leões , eram reservados para a realeza. Heródoto observou que os egípcios eram as únicas pessoas a manter seus animais com eles em suas casas. [10] Durante os períodos Predynastic e Late, a adoração dos deuses em sua forma animal foi extremamente popular, como a deusa do gato Bastet e o deus de ibis Thoth , e esses animais foram criados em grande número em fazendas para fins de ritual sacrifício. [12]

Religião


As antigas pirâmides do Egito que ainda se erguem acima do deserto foram concebidas com a intenção de que os espíritos dos governantes falecidos pudessem voltar mais facilmente aos seus corpos.
A religião egípcia permeava todos os aspectos da vida. Dominou a vida de tal forma que quase todos os monumentos e edifícios que sobreviveram ao século, incluindo grandes construções que exigiram milhares de trabalhadores ou escravos e muitos anos para construir, são religiosos e seculares. A preocupação dominante da religião era a manutenção do ritmo da vida, simbolizado pelo Nilo , e com a prevenção da degeneração no caos. O termo maat foi usado para descrever a ordem essencial do universo, e o dever do faraó era manter isto pelo estado de direito e garantir a justiça. Os egípcios acreditavam profundamente em uma vida após a morte e maat era tão importante que representava um princípio eterno antes do qual mesmo os deuses adiaram.
Cerca de 3000 aC , Menes estabeleceu Memphis como a nova capital de ambos os egípcios e elevou o que era o mito de Memphis como o mito dominante. No entanto, muitos mitos locais da criação e das origens também continuaram a existir ao lado desta dominante sem criar tensão. No mito de Memphis, uma entidade suprema chamada Ptahcriou tudo ou, em vez disso, tudo o que é, idéias, verdade, justiça, beleza, pessoas, deuses, emanados de Ptah originários de “pensamentos” na mente de Ptah. A unidade do Egito foi central neste mito. Outros mitos de criação retrataram a criação como a partir de um caos primordial ou de um limo primordial, que tinha oito elementos: matéria e espaço, escuridão e obscuridade, o ilimitado e o ilimitado e o oculto e oculto). A inundação anual do Nilo, que leva a uma nova vida, pode estar atrás dessa mitologia.
Os deuses Seth (de ventos e tempestades) e Horus (falcon sky-god) lutaram pelo controle do Egito, mediado por Geb (ou Ptah). Inicialmente, cada um governou um Egito, mas o viés para a unidade resultou em Geb ceder ambos os Egypts para Horus, o ancião dos dois. Outros mitos têm um grupo de deuses criam a terra, com outro grupo agindo como mediadores entre dioses e humanos. O último grupo inclui Osiris, Isis, Seth e Nepthys. Osiris era o deus dos mortos; Isisera o Deus Mãe; Nepthys era a contraparte feminina de Seth. Horus assumiu a importância como filho de Isis e Osiris. Osiris disse ter ensinado a agricultura e religião dos egípcios, enquanto Isis restaurou Osiris à vida quando seu irmão ciumento, Seth, o assassinou. O culto de Isis se espalhou por todo o Império Romano. Envolveu conhecimento secreto, textos secretos, visões de Isis e de Osiris, e o conceito de salvação como retorno para a dedicação pessoal à Deusa. Horus é creditado com a luta contra Seth para reivindicar seu pai e com o controle vencedor do Egito. Assim, Horus se torna príncipe dos Deuses e patrocinador dos Reis, que eram considerados suas formas humanas. Cerca de 2.000 deidades constituíram o panteão.
Muito esforço e riqueza foram investidos na construção de monumentos funerários e túmulos para os governantes. Acredita-se que os seres humanos consistem em três elementos, o ka , o ba e o akh . O ka permaneceu no túmulo e pode ser descrito como o “gênio” do indivíduo. A ba se assemelha a uma alma , enquanto o akh adquire um poder sobrenatural após a morte, ficando inativo até então. Após a morte, todos são julgados de acordo com o princípio de maat , pesado pelo chacal-Deus, Annubis, contra o coração do falecido. Se o coração for mais pesado, o falecido será consignado no esquecimento. Se maaté mais pesado, Osiris recebe o falecido em seu reino. Esta era a “morada dos abençoados”, uma localidade que se pensava estar literalmente nos céus onde os deuses moravam. Thoth, o deus da sabedoria de cabeça de ibis, registra tudo. Muitas das lendas e práticas são descritas no Livro dos Mortos . [13] Os templos eram lugares de morada terrestre para os deuses, e funcionavam como pontos de encontro entre o céu e a terra, ou como centros cósmicos. Os sacerdotes serviram aos Deuses, mas também desempenharam funções sociais, incluindo ensinar, realizar ritos religiosos e oferecer conselhos. A morte era considerada transitória.
O divino e o humano estavam intrincadamente ligados. Os deuses eram ao mesmo tempo divinos e humanos. Sua representação como animais era outra indicação da divindade da Terra e da própria natureza; O divino era parte integrante da criação. Os deuses estavam preocupados com problemas humanos, não distanciados e distantes. Quem matou um animal enfrentou a morte. Os gatos foram especialmente reverenciados e até foram mumificados . O Nilo, do qual o Egito puxou suas águas e de que dependia por sua fertilidade, era sagrado. A preocupação com a fertilidade informou o que foi descrito como uma atitude saudável em relação ao sexo , o que não foi considerado manchado de culpa, mas como uma atividade agradável, embora dentro dos parâmetros do casamento .O adultério era ilegal. Os Deuses são retratados como gostando do sexo e, às vezes, quebrando as regras. Ra disse ter masturbado seus filhos, Shu e Tefnut, na existência. O incesto também foi ilegal com a exceção da família real, onde o casamento entre irmãos e irmãs era necessário para a sucessão. Acreditar que a vida após a morte seria mais ou menos uma continuação da vida na Terra, a atividade sexual não cessaria após a morte. Assim, alguns homens egípcios anexaram pênis falsos a suas múmias enquanto as mulheres egípcias adicionavam mamilos artificiais. [14]

Mumificação

As múmias são, provavelmente, mais popularmente associadas à religião egípcia. A mumificação era religiosa e acompanhada de orações rituais. Os órgãos internos foram removidos e preservados separadamente. A idéia por trás da mumificação era provavelmente manter a ligação entre o ka e os outros dois elementos, que poderiam ser sustentados na vida após a morte pela preservação do corpo neste mundo. [15] Gatos e cães também foram mumificados, evidência do importante lugar que os animais de estimação ocupavam na vida egípcia.

Realizações científicas


Museu do Louvre Antigüenzaegípcia
A arte e a ciência da engenharia estavam presentes no Egito, como determinar com precisão a posição dos pontos e as distâncias entre eles (conhecida como topografia). Essas habilidades foram usadas para descrever as bases da pirâmide. As pirâmides egípcias tomaram a forma geométrica formada a partir de uma base poligonal e um ponto, chamado ápice, por faces triangulares. O Cimento foi primeiro inventado pelos egípcios. As obras de água de Al Fayyum foram uma das principais panelas de pão agrícolas do mundo antigo. Há evidências de faraós egípcios antigos da dinastia usando o lago natural do Fayyum como um reservatório para armazenar excedentes de água para uso durante as estações secas. A partir da época da primeira dinastia ou antes, os egípcios extraíram turquesa noPenínsula do Sinai .
A primeira evidência (c. 1600 AEC ) do empirismo tradicional é creditada ao Egito, como evidenciado pelos papiros Edwin Smith e Ebers . As raízes do método científico remontam aos antigos egípcios. Os egípcios antigos também são creditados com a concepção do primeiro alfabeto e sistema decimal conhecido do mundo sob a forma de Papyri Mathematical de Moscou e Rhind. [16] Uma consciência da relação dourada parece ser refletida em muitas construções, como as pirâmides egípcias.

Marcos na civilização egípcia antiga

  • 3300 aC – Artefatos de bronze desse período
  • 3200 AEC – Hieróglifos egípcios totalmente desenvolvidos durante a Primeira Dinastia)
  • 3200 aC – Palmeira de Narmer, o primeiro documento histórico conhecido do mundo
  • 3100 aC – Sistema decimal , [16] o uso mais antigo (confirmado) do mundo
  • 3100 aC – Mineração na Península do Sinai
  • 3100 aC – 3050 aC – Construção naval em Abydos , [17]
  • 3000 AEC – Exportações do Nilo para Israel: vinho
  • 3000 aC – encanamento de cobre
  • 3000 aC – medicina egípcia
  • 3000 aC – Papyrus , o primeiro papel conhecido mais antigo do mundo
  • 2900 AEC – Senet, o jogo de tabuleiro mais antigo (confirmado) do mundo
  • 2700 aC – Cirurgia , o mundo mais antigo conhecido
  • 2700 aC – topografia de precisão
  • 2600 aC – Grande Esfinge de Gizé , ainda hoje a maior estátua de pedra única do mundo
  • 2600s-2500 aC – expedições de expedição: King Sneferu. [18]
  • 2600 aC – Transporte de barcaças , blocos de pedra
  • 2600 aC – Pirâmide de Djoser, o primeiro edifício de pedra em grande escala conhecido mundialmente
  • 2600 aC – Pirâmide de Menkaure e Pirâmide vermelha, as primeiras obras conhecidas do mundo de granito esculpido
  • 2600 aC – Pirâmide vermelha, a primeira pirâmide de verdade “verdadeira” mundialmente conhecida; trabalho de granito sólido
  • BCE – Grande Pirâmide de Gizé , a estrutura mais alta do mundo até 1300 CE
  • 2400 aC – Calendário astronômico egípcio, usado mesmo na Idade Média por sua regularidade matemática
  • BCE – possível Canal do Mar do Nilo-Vermelho (duodécima décima do Egito)
  • BCE – Alfabeto , o mais antigo conhecido do mundo
  • 1800 aC – Papyrus Matemático de Berlim, [16] equações algébricas de 2ª ordem
  • 1800 aC – Papyrus Matemático de Moscou, fórmula generalizada para volume de frustum
  • 1650 aC – Rhyr Papyrus Matemático: geometria, análogo cotangente, equações algébricas, séries aritméticas, séries geométricas
  • 1600 aC – Papiro de Edwin Smith, traços de tradição médica já em c. 3000 aC
  • 1550 aC – Ebers Medical Papyrus, empirismo tradicional ; Os primeiros tumores documentados conhecidos do mundo
  • 1500 aC – Fabricação de vidro , o mundo mais antigo conhecido
  • 1160 AEC – Papiro de Turim, o primeiro mapa geológico e topográfico conhecido mundialmente
  • De outros:
    • c. 2500 aC – Papiro de Westcar
    • c. 1800 aC – Papiro Ipuwer
    • c. 1800 aC – Papyrus Harris I
    • c. 1400 aC – Tulli Papyrus
    • c. 1300 aC – Ebers papyrus
    • Data desconhecida – Rollin Papyrus

Problemas abertos

Existe uma questão quanto à sofisticação da tecnologia egípcia antiga, e existem vários problemas abertos em relação a conquistas egípcias antigas e supostas. Certos artefatos e registros não se encaixam nos sistemas convencionais de desenvolvimento tecnológico. Não se sabe por que não há uma progressão pura para uma era de ferro egípcia ou porque o registro histórico mostra que os egípcios demoram tanto para começar a usar ferro . Não se sabe como os egípcios moldaram e trabalharam granito . A data exata em que os egípcios começaram a produzir vidro é debatida.
Alguns questionam se os egípcios eram capazes de navegar a longa distância em seus barcos e quando eles se tornavam marinheiros experientes. É controverso contestar se os egípcios tinham ou não alguma compreensão sobre eletricidade e se os egípcios usavam motores ou baterias . O alívio em Dendera é interpretado de várias maneiras pelos estudiosos. O tema do Saqqara Bird é controverso, assim como a extensão da compreensão dos egípcios sobre a aerodinâmica . Não é certo se os egípcios tiveram pipas ou planadores .
A pigmentação utilizada para obras de arte em edifícios manteve a cor apesar de milhares de anos de exposição aos elementos e não se sabe como essas tintas foram preparadas, pois as tintas modernas não são tão duradouras.

Legado

Arnold Toynbee afirmou que das 26 civilizações que ele identificou, o Egito foi único em não ter precursor ou sucessor. Contudo, no entanto, o sucessor da civilização egípcia era a própria humanidade, uma vez que o Egito legou muitas idéias e conceitos ao mundo, além do conhecimento matemático e astronômico. Um exemplo é o impacto do Egito sobre o Antigo Testamento ou a Bíblia hebraica , que continua a afetar a vida de muitas pessoas hoje.
A evidência de múmias em outras civilizações e pirâmides fora do antigo Egito indica reflexos de valores de crenças egípcias antigas em outras culturas pré-históricas , talvez transmitidas pela Estrada da Seda . É possível que os egípcios viajassem para as Américas, como demonstrado pelas expedições Ra de Thor Heyerdahl de 1972. [19]
Pode-se argumentar que, enquanto o Egito era uma cultura altamente avançada culturalmente, tecnológica, politicamente e culturalmente, não exercia o mesmo impacto duradouro sobre o desenvolvimento mundial futuro que provenha das pequenas tribos de Israel que parecia de alguma forma destinada a estar relacionada com o Egito ainda assim para exercer uma maior influência. Mais uma maneira de ver isso é dizer que Israel foi um canal através do qual os aspectos da civilização egípcia se espalham mais amplamente. Crença egípcia na vida após a mortenão parece ter impactado muito no pensamento judaico, mas isso encontrou o caminho para muita espiritualidade africana, onde uma visão semelhante do mundo espiritual ainda é amplamente aceita – por exemplo, a idéia de retornar espíritos. As pirâmides foram formadas de tal forma que retornar os espíritos poderia facilmente encontrar o caminho de volta para o corpo. A visão dos antepassados ​​que retornam e nomeando netos após os avós como uma forma de libertação espiritual dos avós ainda prevalece na África hoje.
O período de escravidão de Israel no Egito resultou em especial preocupação com o gerim (estranho) no meio deles. O Egito pode ter influenciado a escrita hebraica, enquanto a compreensão egípcia do papel do Rei como mediador entre o céu e a Terra pode ter informado a compreensão hebraica da sociedade como sujeita à lei divina. Há também paralelos entre a ética egípcia e hebraica. A experiência monoteísta falhou no Egito, mas floresceu através das duas religiões relacionadas com o judaísmo e o cristianismo. Ambas as fé reconhecem um certo endividamento para o Egito, onde a Septuaginta (versão grega da Bíblia) foi traduzida (300-200 aC ), onde Philo ,Orígenes e Clemente de Alexandria, entre outros contribuintes significativos para o pensamento judeu e cristão, floresceram, como mais tarde Maimonides . A família de Jesus procurou refúgio no Egito, o que permitiu que o bebê Jesus sobrevivesse ao abate de Herodes sobre as crianças.

Notas

  1. ↑ A. Stevanovitch, A. Gilles, E. Bouzaid, R. Kefi, F. Paris, RP Gayraud, JL Spadoni, F. El-Chenawi e E. Béraud-Colomb, diversidade da sequência de DNA mitocondrial em uma população sedentária do Egito , Annals of Human Genetics 2004 Jan; 68 (Pt 1): 23-39. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  2. ↑ F. Manni, P. Leonardi, A. Barakat, H. Rouba, E. Heyer, M. Klintschar, K. McElreavey e L. Quintana-Murci, análise do cromossomo Y no Egito, sugere uma continuidade regional genética na África do Nordeste , Biologia Humana 2002 Out; 74 (5): 645-58. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  3. ↑ David Peter Silverman, antigo Egito retido em 6 de fevereiro de 2011.
  4. ↑ IES Edwards, CJ Gadd, NGL Hammond e E. Sollberger (eds.), The Cambridge Ancient History, Volume II Parte I: Oriente Médio e Região do Egeu, c.1800-13380 BCE (Cambridge University Press, 1973, ISBN 0521082307 ) 380.
  5. ↑ 5.0 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 Regine Schulz, Egito: O mundo dos faraós (Konemann, 1998, ISBN 3895089133 ).
  6. ↑ Música no Egito Antigo Digital Egypt for Universities , University College London, 2003. Recuperado 7 de fevereiro de 2011.
  7. ↑ SA Macko, MH Engel, V. Andrusevich, G. Lubec, TC O’Connell, RE Hedges, Documentando a dieta em populações humanas antigas através da análise isotópica estável do cabelo , Transações filosóficas da Royal Society de Londres, B Ciências Biológicas , 1999 29 de janeiro; 354 ​​(1379): 65-75; discussão 75-6. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  8. ↑ A. Marin, N. Cerutti e ER Massa, Uso do sistema de mutação refractária de amplificação (ARMS) no estudo de HbS em restos egípcios predinásticos , Bollettino della Società italiana di biologia sperimentale 1999 May-Jun; 75 (5-6 ): 27-30. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  9. ↑ C. Perrin, V. Noly, R. Mourer e D. Schmitt, preservação de estruturas cutâneas de múmias egípcias. Estudo ultraestrutural , Annales de Dermatologie et de Vénéréologie 1994; 121 (6-7): 470-5. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  10. ↑ 10.0 10.1 Eugen Strouhal, Vida dos antigos egípcios (Norman, OK: University of Oklahoma Press, 1992, ISBN 9774242858 )
  11. ↑ Paul T. Nicholson e Ian Shaw (eds.), Ancient Egyptian Materials and Technology (Cambridge University Press, 2009, ISBN 978-0521120982 )
  12. ↑ Lorna Oakes, Egito antigo: uma referência ilustrada aos mitos, religiões, pirâmides e templos da terra dos faraós (Barnes & Noble, 2003, ISBN 0760749434 ), 229
  13. ↑ EA Wallis Budge, O Livro dos Mortos: O Papiro de Ani . (1895, IAP, 2008, ISBN 978-8562022050 ). Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  14. ↑ Caroline Seawright, Sexualidade Egípcia Antiga , Tour Egito , 1996. Recuperada em 6 de fevereiro de 2011.
  15. ↑ Jefferson Monet, Uma Visão Geral da Mumificação no Egito Antigo , Tour Egito , 1996. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  16. ↑ 16,0 16,1 16,2 Scott W. Williams, Papyri de Matemática egípcia , matemáticos da diáspora africana , 2008. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  17. ↑ Francesco Raffaele, Early Dynastic Funerary boats em Abydos North . Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  18. ↑ Troy Fox, The Ancient Egyptian Navy , Tour Egito , 1996. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.
  19. ↑ Donald P. Ryan, The Ra Expeditions Revisited , 1997. Recuperado em 6 de fevereiro de 2011.

Referências

  • Budge, EA Wallis. A Literatura dos Antigos Egípcios Recuperados 4 de fevereiro de 2011. BiblioBazaar, 2009 (original 1914). ISBN 978-1113804822
  • Childress, David Hatcher. Tecnologia dos Deuses: As Ciências Incríveis dos Antigos . Kempton, IL: Adventures Unlimited Press, 2000. ISBN 0932813739
  • Knapp, Ron. Tutankhamon e os mistérios do antigo Egito . Nova Iorque, NY: Julian Messner, 1979. ISBN 0671330365
  • Jacq, Christian. Mágica e mistério no antigo Egito . Londres: Souvenir Press, 1998. ISBN 0285634623
  • Manley, Bill (ed.). Os setenta grandes mistérios do antigo Egito . Londres: Thames & Hudson, 2003. ISBN 0500051232
  • Sociedade Nacional de Geografia. Mistérios do Egito . National Geographic Society, 1999. ISBN 0792297520
  • Nicholson, Paul T. e Ian Shaw (eds.). Ancient Egyptian Materials and Technology . Cambridge University Press, 2009. ISBN 978-0521120982
  • Oakes, Lorna. Egito antigo: uma referência ilustrada aos mitos, religiões, pirâmides e templos da terra dos faraós . Barnes & Noble, 2003. ISBN 0760749434
  • Putnam, James. Múmia . Nova York, NY: Dorling Kindersley Eyewitness Guides, 1993. ISBN 0751360074
  • Schulz, Regine. Egito: o mundo dos faraós . Konemann, 1998. ISBN 3895089133
  • Sitchin, Zecharia. The Earth Chronicles Expeditions: Jornadas para o passado mítico . Rochester, VT: Bear & Co., 2004. ISBN 1591430364
  • Strouhal, Eugen. Vida dos antigos egípcios . Norman, OK: University of Oklahoma Press, 1992. ISBN 9774242858

links externos

Todos os links foram recuperados em 29 de março de 2016.
Fonte:https://aulazen.com/historia/historia-do-egito-antigo-resumo/