ELEMENTAIS GUARDIÕES

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Elementais guardiães


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Segundo afirmações do Venerável Mestre Samael Aun Weor, determinados locais são zelosamente guardados por Gênios Elementais poderosíssimos. Esses locais não podem nem devem ser profanados por nenhum curioso ou cobiçoso, ávido por riquezas e conhecimentos que nós ainda não estamos preparados.
Regiões da Antártida (morada da Sexta Raça-Raiz), o Deserto de Góbi (China), certos locais nas Américas, como o Monte Shasta (nos EUA), cavernas na América Central e interior do Brasil etc. O Yéti, o Big-foot, o Chupacabras, são todos eles elementais que por um motivo ou outro se materializam temporariamente e se fazem visíveis e tangíveis.
A seguir, transcreveremos um capítulo do livro Desvendando Mistérios, do VM Samael, intitulado Duendes:
1º Depoimento e Pergunta ao Mestre Samael: Num lugar da Cordilheira Central Colombiana, encontrava-se uma fazenda de gado à qual se dirigiram dois trabalhadores acompanhados de quatro grandes cães; ao se aproximarem as horas da noite, um deles foi pegar água, mas ao sair da casa deu alguns gritos; o companheiro ao ouvi-lo disse que não o fizesse porque era perigoso, já que nessa mesma cordilheira habitava “Patasola”, e podia responder-lhe e vir em direção a eles; o homem não fez caso e se dirigiu para a corrente de água sempre gritando; quando tinha recolhido a água, já de regresso à casa, voltou a parar e começou a gritar, então lhe responderam nas partes altas das cordilheiras.
O companheiro teve de lhe dizer novamente para que não continuasse gritando porque já tinha visto o resultado, pois “Patasola” lhe tinha respondido das partes altas das cordilheiras; o homem não lhe fez caso e continuou gritando e Patasola lhe seguiu respondendo, aproximando-se cada vez mais de onde eles se encontravam.
Yeti, Migyur, Sneeuwman, Pé Grande e inúmeros outros nomes são os poderosos elementais do Reino da Terra, que na maioria das vezes são guardiães de localidades especiais, templos jinas, tesouros sagrados etc. Vivem na 4ª Dimensão, mas às vezes conseguem se materializar
Ao ver que Patasola se aproximava, os dois homens tiveram de se refugiar dentro da casa e fechar bem as portas; em pouco tempo Patasola chegou à casa e então os quatro mastins que os acompanhavam tiveram de enfrentar uma verdadeira batalha com Patasola. A única coisa que os homens, escondidos, faziam era sofrer e não há dúvida de que a sua defesa foram os cães, que, depois de largas horas de luta, puseram em fuga Patasola, quem, ao se retirar, continuava dando gritos semelhantes a um alarido. Os homens ao compreender que tinha se retirado, saíram da casa e se afastaram de forma rápida sem voltar ali. Poderia me dar uma explicação sobre esse relato, Mestre?
Resposta de SAW: As pessoas comuns e correntes vivem neste mundo de três dimensões, ignorando a existência de uma Quarta Coordenada, de uma Quarta Dimensão. É necessário saber que mais além de nosso mundo tridimensional, está a Dimensão Desconhecida, a Região Etérica. Se cuidadosamente observamos a cor das longínquas montanhas, poderíamos ver um intenso azul, bastante formoso.
É óbvio que dita cor é o éter da Quarta Dimensão; foi-nos dito que num futuro remoto todo o éter será visível de forma plena no mesmo ar que respiramos. Os cientistas modernos negam enfaticamente o éter e dizem que só existe nos campos magnéticos. As pessoas da Idade Média negavam a redondez da Terra, supondo que esta era plana.
Quando Galileu afirmou que a Terra era redonda e que não estava quieta, esteve a ponto de ser condenado à morte. Quando se lhe exigiu jurar que não era redonda e que não se movia, pondo as mãos sobre a Santa Bíblia, disse: “Juro… mas que se move, se move”. Assim, também, ainda que neguemos a existência do éter, ainda que juremos que não existe, teremos de dizer, parodiando a Galileu: “Mas que existe, existe”.
Nessa Região Etérica, nessa Quarta dimensão, vivem as criaturas elementais da Natureza, e isso é algo que devemos compreender profundamente. A tais criaturas se lhes dará o nome de Elementais, precisamente porque vivem nos elementos. Saiba você, meu querido amigo, que o fogo está povoado de criaturas elementais; entenda que o ar está também densamente povoado por essa classe de criaturas e que a água e a terra estão povoadas por esses mesmos elementais.
Às criaturas do fogo, desde os tempos mais antigos, se lhes conheciam com o nome de Salamandras; aos elementais do ar se lhes designam com o nome de Silfos; aos seres da água se lhes chamam Ondinas, Nereidas, Sereias etc.; as criaturas que vivem entre as rochas da terra se lhes batizaram com o nome de Pigmeus, Gnomos etc., e é ostensível que a forma dessas criaturas varia muitíssimo.
Os elementais da Natureza possuem infinitas formas, tamanhos e graus de Consciência, e nossa mente limitadíssima e adormecida não concebe a existência de tais criaturas
Os elementais da Natureza possuem infinitas formas, tamanhos e graus de Consciência, e nossa mente limitadíssima e adormecida não concebe a existência de tais criaturas
As criaturas do fogo são delgadas e secas, muito semelhantes ao gafanhoto ou grilo, ainda que de tamanho muito maior.
As criaturas do ar parecem crianças pequenas muito formosas com rostos rosados como a aurora.
Os elementais da água têm diversas formas, algumas se parecem com damas inefáveis, felizes nas ondas do imenso mar, outras têm formas de sereias-peixes, com cabeça de mulher, e, por último, há Ondinas que brincam com as nuvens ou moram nos lagos e rios que se precipitam nos leitos de rochas.
Os Gnomos da terra, os Pigmeus, se parecem com anciães com sua longa barba branca e continente cerimonioso. Eles vivem normalmente nas minas da terra ou cuidam dos tesouros que por aí subjazem escondidos.
Todos esses Elementais da Natureza são úteis na grande Criação: alguns animam o fogo, outros impulsionam o ar formando os ventos, aqueles animam as águas, estes outros trabalham na alquimia dos metais dentro das entranhas da terra.
Existem muitas outras criaturas que povoam os bosques, os desertos, as montanhas. Você, distinto cavalheiro, nos falou da Patasola, um Elemental muito particular de alguma região nevada em seu país. É óbvio que se trata de alguma série de criaturas elementais com muita força e poder.
O acontecimento narrado por você indica-nos claramente que dito tipo elemental tem potência suficiente para se fazer sentir no mundo das três dimensões, no mundo físico; no citado relato é inquestionável que houve luta entre os cães e o ser desconhecido, e posso lhe assegurar de forma enfática que se não tivesse sido pelos cães, os dois citados homens teriam morrido…
Realmente, no seio profundo da Natureza, nas paragens mais longínquas, no mistério das selvas, existem Duendes, Fadas, criaturas que as pessoas da cidade nem remotamente suspeitam. Não faz muito tempo pelo mundo inteiro correu a notícia sobre uma estranha morte. Certo explorador da Antártida foi encontrado degolado debaixo da sua tenda de campanha nesse continente do Polo Sul.
O interessante foram suas palavras encontradas em sua bitácula de viagem. Nesta última se puderam ler frases como as seguintes: “Já vem, já o vejo, se aproxima o monstro, está aqui, Ai, ai, ai”. Que classe de monstro seria esse? Algum guardião da Quarta Dimensão, isso é obvio!
Desenvolvendo a Clarividência poderemos verificar a realidade da Quarta Dimensão e das criaturas elementais que nela vivem.
2ª Pergunta a SAW: A propósito de Duendes, Mestre, queria lhe relatar um fato que aconteceu faz 20 anos numa povoação chamada Génova Caldas, na Colômbia: uma menina foi enviada por seus pais pela manhã a uma loja. Ao regressar à sua casa, encontrou-se no caminho com uma mulher que tinha certa semelhança com sua mãe, a qual lhe convidou a que a seguisse; a menina seguiu-a, saindo da povoação. Ao chegar às horas da noite e seus pais vendo que a menina não regressava, puseram em conhecimento das autoridades seu desaparecimento. Horas mais tarde, organizou-se um grupo que foi em busca da citada menina. Seguiram por um lugar onde alguém lhes informara tê-la visto passar, e ao se aproximarem da Cordilheira Central, uma pessoa indicou que por aí tinha passado e que ela lhe tinha perguntado aonde ia, respondendo-lhe a menina que ia com sua mamãe. Continuaram a busca ao longo da cordilheira e depois de três dias encontraram a menina seminua sentada sobre um velho tronco de árvore, sem poder falar; ao trazê-la ao povoado e depois que recuperou o fala, explicou que a tinha conduzido uma pessoa muito idêntica à sua mãe até esse lugar e depois a tinha abandonado. Poderia me explicar a que se deveu isso, e se efetivamente foi um duende como as pessoas desse lugar asseguravam?
SAW: Com o maior prazer responderei à sua pergunta. Obviamente, a menina foi raptada por um duende, que tomou a mesma forma de sua mãe. As pessoas céticas das cidades não creem nestas coisas, mas, as pessoas simples dos bosques dão testemunhos viventes sobre a realidade dos duendes, os quais no fundo não são mais que simples elementais da Natureza, habitantes da Quarta Dimensão, da Quarta Coordenada, da Quarta Vertical. Nós, gnósticos, temos meios e procedimentos científicos para entrar nessa Quarta Dimensão à vontade, consciente e positivamente. Assim, podemos nos entrevistar com tais criaturas da Natureza e falar com elas.
3ª Pergunta a SAW: Poderia me explicar de que maneira é possível penetrar com corpo de carne e osso dentro da Quarta Dimensão? Eu gostaria ver esses duendes, esses elementais, e se você tem o procedimento, ensine-o a mim…
SAW: Mas, amigo meu, você me está pedindo algo sensacional. Quero que saiba que aos gnósticos não nos agrada o egoísmo. Tenho a chave e os procedimentos e com o maior prazer lhe vou ensinar um. Antes de tudo, convém que você saiba que a Natureza não é algo inconsciente, como muitos supõem; a Natureza é realmente a Mãe Natura, dispõe de poderes psíquicos formidáveis, os quais podemos utilizar para penetrar na Quarta Dimensão voluntariamente, conscientemente, positivamente.
Deite-se você do lado do coração com a cabeça posta sobre a palma da mão esquerda, e concentre-se intensamente na Mãe Natureza, suplique-lhe, peça-lhe, rogue-lhe com frases saídas do coração, com palavras simples, que o transporte, que o leve por entre a Quarta Dimensão a um bosque qualquer, a alguma paragem próxima e quando você comece a sentir suas pernas e braços em estado de lassitude, quando comece a dormir, sentindo-se em estado de sonolência, cheio de fé intensa, levante-se de sua cama, dizendo: “Minha Mãe, em nome do Cristo te peço que me leves com meu corpo a tal lugar… (diga agora o lugar aonde você queira ir)”.
Aconselho a você, meu bom amigo, que antes de sair à rua, dê primeiro um saltinho com a intenção de flutuar no ambiente circundante, para verificar se realmente está na Quarta Dimensão. É claro que se você não flutua, se não consegue ficar suspenso na atmosfera, é porque todavia não penetrou no mundo da Quarta Dimensão; neste último caso, meta-se na sua cama novamente e repita a experiência. Algumas pessoas triunfam imediatamente, outras tardam meses e anos inteiros nessa aprendizagem.
É urgente saber que cada ser humano tem sua Mãe Natureza Particular, aquele princípio inteligente que criou seu próprio corpo físico, que uniu espermatozoide e óvulo para a fecundação, que deu forma a cada célula orgânica. Nossa Mãe Divina Particular pode nos ajudar com a condição de uma conduta reta. Trabalhe você com essa técnica e quando obtiver êxito, poderá conviver no mundo da Quarta Dimensão com todas as criaturas elementais da Natureza.
4ª Pergunta a SAW: Em uma selva espessa do Estado de Huila, na República da Colômbia, sucedeu a um camponês que, estando entre a vigília e o sono, sentiu ruídos próximo de sua casa nas horas da noite e ouviu uma voz, que dizia: “Acenda a candeia, acenda a candeia, acenda a candeia…” O homem não prestou nenhuma atenção, mas quando estava ficando adormecido, voltou a ouvir que lhe repetiam as mesmas palavras três vezes. Em vista disso, levantou-se e acendeu a candeia, sentando-se ao pé dela.
Quando já tinha avançado a noite, o homem voltou a ficar adormecido, novamente ouvindo a mesma voz, que lhe repetia: “Acenda a candeia, acenda a candeia, acenda a candeia…” Despertou e viu que a candeia estava se apagando; voltou a avivá-la com a lenha e, enquanto o fazia, lhe veio à memória nesse momento um sonho que teve sete anos atrás estando em outra região, onde viu que se encontrava só numa selva e que uma fera o atacava.
O senhor poderia me explicar quem lhe dava essas ordens e o que tinha a ver seu sonho de sete anos atrás com o que lhe estava acontecendo nesses momentos?
SAW: Distinto senhor, me é grato responder à sua pergunta. Seu relato está interessante. O cavalheiro de tal aventura sonhou sete anos antes o evento citado e é claro que seu sonho se cumpriu ao pé da letra; não há dúvida de que seu sonho foi profético, converteu-se em realidade. Inquestionavelmente , pessoas desencarnadas, melhor diríamos, almas de falecidos que em outros tempos viviam em tais selvas como pastores de animais porcinos, ajudaram o citado senhor, viram o perigo que lhe esperava.
Não há dúvida de que em tais selvas há bestas ferozes, tigres, panteras, feras de toda espécie etc. Os defuntos lhe indicaram a necessidade de acender o fogo para conjurar o perigo, para se defender desses assaltos noturnos, possivelmente de onças, falando especificamente. Vê você como temos amigos invisíveis que velam por nós e nos ajudam?
5ª Pergunta a SAW: Faz dois anos numa reunião em que se relatavam casos raros, uma das pessoas que trabalhavam numa companhia de artigos elétricos nos contava que na Escócia havia muitos duendes e que a ele, no particular, lhe surpreendeu muito o seguinte caso: um amigo íntimo dele narrava que se tinha feito amigo de um duende e que falava longas horas com ele, relatando-lhe que ao duende lhe gostava muito comer certas cerejas agridoces que havia em muito escassos lugares do bosque.
Como não acreditavam, pensou fazer-lhes uma demonstração física, para o qual propôs ao duende levá-lo ao lugar a onde se encontravam as cerejas de que tanto gostava; mas como não podiam caminhar lado a lado, lhe indicou que se metesse numa bolsa de manta para poder transportá-lo. Uma vez que o duende estivesse dentro da bolsa, o escocês correu à casa de seu amigo dando gritos para lhe demonstrar que era amigo de um duende e que este o levava consigo na bolsa de manta, mas grande foi sua surpresa ao abri-la e ver que ela estava vazia; saiu desconsolado e envergonhado da casa, caminhando rumo ao lugar onde se encontravam as cerejas agridoces que o duende tanto gostava.
Pelo caminho se deu conta de que algo se movia dentro da bolsa de manta que ainda trazia na mão. Ao chegar ao lugar onde se encontravam as cerejas, um coelhinho branco saltou da bolsa que foi devorar as cerejas, transformando-se depois no duende. Ao vê-lo, o escocês o recriminou, dizendo-lhe: Por que me fizeste essa má jogada? Não vês que fiquei por tua culpa em ridículo com meus amigos? Respondendo-lhe o duende que ele não se prestava a essa classe de demonstrações e que se queria continuar sendo bom amigo dele, que lhe prometeria não voltar a utilizá-lo para convencer seus amigos da amizade que os unia… É possível que os duendes desapareçam e apareçam mudando de forma?
SAW: Com o maior gosto responderei à sua pergunta. Foi-nos dito que tais duendes assumem formas masculinas muito formosas com cabelos louros e pele rosada. Alguns até afirmam que se apaixonam das mulheres jovens nos bosques e que costumam lhes dar deliciosas serenatas.
Velhas tradições afirmam que só com uma competência de orquestras, fazendo ressoar deliciosa música, podem ser afastados. Seu relato é muito interessante, e você já vê como alguém pode se fazer amigo de um duende. Desgraçadamente, tal pessoa cometeu o erro de querer fazer demonstrações com seu amigo invisível. É óbvio que os duendes são inimigos dos exibicionismos; quando oferecem sua amizade, o fazem sinceramente; desgraçadamente as pessoas têm a tendência exibicionista e isso é muito grave.
Que teria aquela criatura tomado a forma de um coelhinho? Isso não é nada raro. Que teria devorado as cerejas? Não se estranhe você disso. Eles comem distintas substâncias, princípios e frutos da Natureza; são criaturas que existem, que têm vida, vivem normalmente na Quarta Dimensão, mas em algumas paragens solitárias dos bosques.
Podem fazer-se visíveis e tangíveis para o homem de carne e osso, quando assim o desejam; as pessoas vãs do mundo já não aceitam nada disso porque estão demasiado sumidas na barbárie, degeneraram seus sentidos psíquicos e se encontram demasiado materializadas.
Nós, os gnósticos, pensamos de forma diferente; temos exercícios e sistemas para desenvolver as faculdades psíquicas e, mediante certos procedimentos, até nos damos ao luxo de nos pôr em contato não somente com os duendes, como também com os devas e elementais desta grande Criação…
Escalpo de un Yéti, num mosteiro budista no NepalGaradiávolo
Homem-símio, 1917, entre Colômbia e VenezuelaBig-foot, 1967, EUA
Chupacabras
Yeti visto no CanadáChupacabras fotografado no México
Ogro Guardião de um Pântano norte-americano

Yéti fotografado por equipe de nove exploradores russos na região de Dyatlov, nos Montes Urais. Esse Ogro matou os exploradores
Uma estranha entidade fotografada por equipe de nove exploradores russos na região de Dyatlov, nos Montes Urais, Rússia. Esse Ogro matou os exploradores
Fonte:http://www.gnosisonline.org/magia-elemental/elementais-guardioes/

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