CÂNCER UMA ARMA SECRETA DA CIA ? A CIÊNCIA ACHA POSSÍVEL ?

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Câncer: uma arma secreta da CIA?


Câncer: uma arma secreta?


Um artigo publicado no início de 2012 pelo jornal The Guardian revela que a CIA desenvolveu uma pistola para gerar células cancerígenas e faz um grande apanhado dos líderes da esquerda e adversários dos Estados Unidos que morreram por tal enfermidade.
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Foto: Caracas afirma que o presidente Hugo Chávez teria sido vítima de uma enfermidade induzida


[Charles Kong Soo] Quando o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, especulou que os Estados Unidos poderiam ter desenvolvido uma maneira para fazer uma arma com o câncer, parecia um caso para os especialistas X e os teóricos de conspirações.

Isso se sucedeu após vários líderes latino-americanos serem diagnosticados com a enfermidade. A lista inclui ao ex-presidente argentino Néstor Kirchner (de cólon); Dilma Rousseff, do Brasil (linfoma); seu predecessor Luiz Inácio Lula da Silva (de garganta); Evo Morales, da Bolívia (nasal), e Fernando Lugo, do Paraguai (linfoma).

O que têm em comum todos eles além do câncer? São líderes da esquerda. Coincidência? Em seu discurso do dia 28 de dezembro de 2011 às Forças Armadas venezuelanas, Chávez sugeriu que os Estados Unidos poderiam ter encontrado uma maneira de produzir câncer contra os líderes latino-americanos.

"Seria tão estranho que tenham inventado a tecnologia para difundir o câncer e que não nos inteiramos até dentro de 50 anos?" perguntou Chávez. "É muito difícil de explicar, até com a lei das probabilidades, o que passaram alguns líderes na América Latina. É muito estranho, para dizer o mínimo", acrescentou.

Chávez disse que recebeu uma advertência do ex-líder de Cuba, Fidel Castro, que sobreviveu à centenas de tentativas de assassinatos falidas. "Fidel sempre me disse 'Chávez, tenha cuidado. Essa gente desenvolveu tecnologia. Você foi muito descuidado. Cuide do que come, o que te dão para comer... uma pequena agulha e te injetam não sei o quê", disse.

Parece exagerado? WikiLeaks reportou que em 2008 a CIA pediu à sua embaixada no Paraguai que obtivesse todos os dados biométricos, incluindo o DNA, dos quatro candidatos presidenciais.

Os teóricos em conspirações caribenhos que a CIA também teve envolvimento nas mortes do ativista pelos direitos civis de Trinidad y Tobago e pan-africanista Kwame Ture, o legendário ícone do reggae Bob Marley e o primeiro-ministro dominiquense Rosie Douglas.

Durante a investigação do Comitê Seleto de Inteligência do Senado dos EUA, sobre os complôs de assassinato da CIA contra líderes estrangeiros em 1975, revelou-se que a agência havia desenvolvido uma pistola com dardos venenosos que causavam ataques cardíacos e câncer.

A pistola disparava um dado com uma ponta com veneno líquido congelado, da grossura de um fio de cabelo humano e de um centímetro, que podia penetrar a roupa, era quase impossível de detectar e não deixava rastros no corpo da vítima.

Kwane Ture, ou Stokely Carmichael, o radical ex-líder dos Panteras Negras que inaugurou o Movimento do Poder Negro de 1960, morreu afirmando que a CIA o havia envenenado com câncer. Ture morreu de câncer de próstata aos 57 anos, em 1998. Seu amigo, artista multimídia e ativista Wayne Rafiki Morris afirmou que Ture disse que "sem dúvida" a CIA lhe induziu o câncer.

Bob Marley morreu de melanoma em 1981. Tinha 36 anos. O relatório oficial diz que contraiu câncer em 1977, após se queixar do pé, que nunca sarou, após jogar futebol. Os teóricos de conspirações alegam que Marley recebeu de Carl Colby, filho do ex-diretor da CIA William Colby, um par de botas com uma peça de arame de cobre em seu interior, que estava coberto com uma substância cancerígena que atingiu seu dedão.

No que se refere a sapatos envenenados, há uma atemorizante semelhança entre Marley e Castro. No caso de Marley, supostamente a CIA utilizou câncer em suas botas; para Castro, colocou os altamente venenosos sais de tálio em seus sapatos.

Depois de só oito meses após ter sido eleito primeiro-ministro da Dominica, o político radical Rosie Douglas foi encontrado morto no piso de sua residência em 2000.

A causa da morte foi atribuída como o resultado de um ataque massivo de coração. Seu coração era o dobro de seu tamanho normal. Como no caso de Ture e Marley, faziam exercício com regularidade.

O filho mais velho de Douglas, Cabral, insistiu que seu pai havia sido assassinado e também sugeriu a participação da CIA. Em 1998, reportou-se que Moshood Abiola, o homem que se pensa ter ganhado as eleições de 1993 na Nigéria, foi morto de um ataque de coração após lhe darem um coquetel que expandiu seu coração ao dobro de seu tamanho.

Jack Ruby, assassino de Lee Harvey Oswald, o suposto assassino do presidente dos EUA John F. Kennedy, morreu de câncer pulmonar em 1967. O estranho é que as células cancerígenas não eram do tipo que se originam no sistema respiratório. Disse à sua família que haviam lhe injetado células de câncer na prisão, quando havia sido tratado com injeções por um resfriado. Morreu justamente antes de testemunhar ante o Congresso.

O bombardeiro de Lockerbie, Abdelbaset al-Megrahi, desenvolveu câncer terminal. O líder do partido de oposição canadense, de tendências esquerdistas, o Novo Partido Democrático (NPD), Jack Layton morreu – de uma forma de câncer desconhecida – em 2011. Parece que ter tendências de esquerda pode ser perigoso para a saúde.

Desde 1953, os russos usaram micro-ondas para atacar o pessoal da Embaixada dos Estados Unidos em Moscou. Um terço do pessoal eventualmente morreu de câncer por causa da radiação de micro-ondas. Imagina o quão avançada e sofisticada que se tornou no presente a tecnologia do assassinato.

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Texto publicado no dia 27 de fevereiro de 2012 no The Guardian

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/mundo/dir...creta.html

CIA infecta com câncer os políticos da América do Sul?

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Durante o último ano e meio a liderança progressista da América do Sul e os seus concidadãos ficaram chocados com o diagnóstico fornecido pelos médicos — o câncer. Fernando Lugo, Luís Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez, e, recentemente, Cristina Fernández de Kirchner. Os presidentes do Paraguai, Brasil, Venezuela e Argentina simultaneamente de forma suspeita foram colocados à beira da sobrevivência .

Chávez imediatamente alertou que a doença pudesse ser uma nova" tecnologia desenvolvida pelos Estados Unidos" para eliminar os líderes indesejáveis.

Talvez, por mas incrível que pareça, o resultado foi o oposto. Todos os políticos não só pararam a sua vida política nem afastaram-se das responsabilidades, mas ao contrário, aumentaram drasticamente seu ranking e se reuniram ao redor dos apoiantes.

Primeiro, em agosto de 2010, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, de 60 anos, foi diagnosticado com um tumor do sistema linfático. Depois de seis sessões de quimioterapia em São Paulo e Assunção, os médicos informaram que o tumor havia desaparecido. Lugo foi eleito em 2008 com um mandato de cinco anos. Renunciou a seu posto eclesiástico e virou o segundo presidente de esquerda na história do país.

O presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, de 66 anos, foi diagnosticado com câncer de laringe em outubro de 2011, nove meses após a transferência de poder a Dilma Rousseff. Os médicos descartaram uma cirurgia, dizendo que como resultado poderia perder a sua voz — uma ferramenta extremamente importante para a política e comunicação.Argumentam que depois de várias sessões de quimioterapia o tumor do ex-presidente a ter uma firme intenção de voltar à política, foi reduzido até 75 por cento. Lula, no poder entre 2003 e 2010, reduziu a pobreza no país em 50,6%, avançou rumo a uma integração regional e fez do Brasil uma das maiores economias do mundo.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, de 57 anos, começou o tratamento para o câncer no final de junho de 2011. Ainda não há dados oficiais sobre o tipo de câncer dele. Foi operado em Havana em 20 de julho. Depois de quatro rodadas de quimioterapia uma série de exames médicos confirmou uma tendência positiva. Chávez está no poder desde 1999 e em outubro de 2012 vai concorrer a terceiro mandato.

Finalmente, no início de janeiro, a mídia informou que presidenta argentina, Cristina Kirchner, de 58 anos, havia sido submetida a uma cirurgia para o câncer da glândula tireóide e o prognóstico para recuperação é bastante favorável. Kirchner foi reeleita para o segundo mandato em dezembro de 2011 e mantem com EUA relações diplomáticas tensas, apoiando as iniciativas de integração política e econômica regional.


Hugo Chávez foi o primeiro a suspeitar algo. "Estou longe de delírios de perseguição, mas o fato é. Assassinato como uma forma de remover os políticos indesejáveis ​​tem sido sempre praticado pelo Império (EUA), não tenho nenhuma prova, e ainda assim é óbvio que acontece algo estranho com políticos progressistas na América Latina ", disse Chávez.

Chávez tem razão, o escritor venezuelano Luís Brito Garcia contou mais de 900 tentativas de assassinato do líder cubano Fidel Castro organizadas pela CIA. No entanto, hoje a América Latina é unida não apenas contra os EUA, mas também contra Israel, pois, quase todos os países reconheceram a independência da Palestina. Então, na verdade pode-se procurar vestígios não só da CIA, mas também da Mossad. Também é estranho que a doença de Chávez e o tipo de câncer (de próstata) tenha sido primeiramente revelada por uma "fonte da CIA", através do jornal pago pelo Departamento de Estado dos EUA — Nuevo Herald.

É mesmo o câncer um efeito colateral de novas armas usadas pela CIA? Ou é apenas uma coincidência que inscreve-se com sucesso no "modus vivendis" do agonizante gigante norte-americano? Há vários pré-requisitos para a teoria de conspiração. Primeiro, existe um óbvio objetivo -impedir o desenvolvimento do socialismo sul-americano. Em segundo lugar, os métodos de operação têm sido desenvolvidos, e os mais "mal sucedidos" foram discutidos por todo o mundo. Terceiro, há uma base científica sólida para inventar novos tipos de armas químicas, biológicas e eletrônicas testadas em guerras locais.

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Note-se que a doença pegou apenas aqueles políticos que contradizem a posição dominante dos Estados Unidos. Agora, lembremo-nos das "falhas". Primeiro de tudo, a estranha morte do ex-presidente da Palestina (OLP) Yasser Arafat que sofria de leucemia em 2004. Na conclusão de especialistas franceses, ele morreu "de uma hemorragia cerebral causada por um distúrbio do suprimento de sangue provocado, por sua vez, por uma infecção não especificada". No paciente a contagem de plaquetas estava baixa e conteúdo de células brancas do sangue — elevado. Sintomas semelhantes podem ser sinais de várias doenças, incluindo câncer, inflamação dos pulmões e algumas doenças do sangue.

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Alexander Litvinenko


Em seguida, o misterioso assassinato de Alexander Litvinenko, que morreu em Londres em 2006 no resultado de um envenenamento químico com polônio-210. Serviços especiais a terem feito isso ficaram desconhecidos, mas Litvinenko morreu subitamente de uma forma progressiva de câncer que havia atingido órgãos vitais. Outro caso típico é o envenenamento do ex-presidente ucraniano, Viktor Yushchenko com dioxina de alta pureza, que foi produzida no laboratório fora da Rússia. Aliás, este veneno provoca o cancro do trato nasal e respiratório.

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Viktor Yushchenko

Observe-se também que durante a invasão no Iraque e no Afeganistão, os EUA testaram uma série de novas armas. Por exemplo, armas de microondas que operam de acordo com o princípio de forno de microondas convencional, mas suas ondas são direcionadas de forma de um feixe estreito, e o raio de ação é muito mais amplo. Além de efeitos cancerígenos têm um outro, não menos terrível. Eles aquecem a água contida nas células da pele e do espaço intercelular. Este efeito não mata seres humanos, mas causa grande dor, semelhante a de queimaduras. Os sintomas são muito semelhantes aos sintomas de um ataque cardíaco do qual o presidente Néstor Kirchner morreu repentinamente na véspera da nomeação à presidência.

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Recordemo-nos também da WikiLeaks a informar que em 2008 a CIA pediu sua embaixada no Paraguai (Fernando Lugo!) para ela coletar todos os dados biométricos, incluindo o DNA de todos os quatro candidatos à presidência. Conhecendo o código do DNA, é fácil desenvolver um oncogene para cada indivíduo. Assumido esses dados serem obtidos na véspera das eleições no Brasil, o câncer de Dilma Rousseff em 2009 bem se encaixa nessa teoria conspirativa.

Tendo parcialmente perdido a sua influência na América Latina, os EUA podem ter encontrado uma maneira muito mais fácil e mais barata para se livrar dos indesejados "parceiros". Por algum tempo a radiação alfa, ondas eletromagnéticas ou produtos químicos podem causar o câncer desenvolvendo. Usando a experiência adquirida, a CIA testou novas armas entre os líderes progressistas e revolucionários da América Latina.

A economia dos EUA está passando por um acidente não diferente do que o da Grécia, e mantém-se à tona apenas por poderem ligar a máquina de imprimir dinheiro. No entanto, o Departamento de Estado já não pode dominar em todos os lugares pela força militar requerendo grandes quantidades de dinheiro a mantê-la. Portanto, é lógico supor que eles encontraram novos métodos rápidos e baratos para a destruição eficaz de inimigos. A vantagem mais importante destes métodos é que não deixam vestígios, disfarçado de oncologia ou um ataque cardíaco e eliminam a possibilidade de exposição direta e responsabilidade jurídica.

Lyuba Lulko

Fonte: http://port.pravda.ru/mundo/06-01-2012/3...acancer-0/

Eu recomendo:

(11-03-2013 09:06 PM)Nacionalista BR Escreveu:  Eu também acho que foi arma de cancer.

Eu inclusive mencionei nesse topico sobre o Eneas ter sido vitima tbm (ver resposta #28) do topico:
http://forum.antinovaordemmundial.com/To...etc?page=3

Acho isso porque durante a investigação da CIA pelo senado americano (Church Commitee), o senador Church exibiu a arma que era usada para gerar câncer, que disparava uma agulha da grossura de um fio de cabelo e capaz de gerar câncer ou ataque cardíaco. Isso em 1975!! Imagina o que devem ter agora, deve ser via satélite atualmente, não ficaria surpreso!! Vejam a foto da arma de 1975 como já era avançada para a época:

[Imagem: cancer_gun.png]


Quem quiser ler mais sobre essa investigação tem os arquivos completos nesse link:
http://www.aarclibrary.org/publib/conten...church.htm

Nesse link acima tbm tem um Relatorio da Comissao Rockfeller, envolvendo o dito cujo, nao deve ser coisa boa mas acho que é relacionado ao tema tbm...

Outras fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Church_Committee

http://guardian.co.tt/lifestyle/2012-02-...ret-weapon

http://forum.antinovaordemmundial.com/To...#pid108227

http://forum.antinovaordemmundial.com/To...%C3%ADtico

Existem duas guerras sendo travadas: Uma física contra pessoas inocentes, e uma mais sutil... por sua mente. Enquanto o sistema for capaz de te convencer que as falsas notícias são verdadeiras, pessoas inocentes continuarão sendo mortas.
Se não podemos parar a carnificina das guerras físicas, é nosso dever vencer a guerra pelas nossas próprias mentes.


Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-c%C3%A2ncer-uma-arma-secreta-da-cia#ixzz5CJJvEYm2


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Há alguma maneira de causar câncer em outra pessoa,segundo a ciência?
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Por Stephanie D’Ornelas, em 10.01.2012


No dia 29 de outubro do ano de 2011, o ex presidente Lula foi diagnosticado com câncer. Mas não foi o único: quatro líderes do continente, ainda em exercício, também lutaram contra a doença em um passado recente. Um deles, o venezuelano Hugo Chavez, declarou que isso parece “coincidência demais”. Ele especula que os norte-americanos teriam inventado um meio de induzir a doença nos presidentes. Mas será que isso é possível?

Biologicamente falando, a insinuação de Chavez parece infundada, porque não existe uma maneira reconhecida pela medicina para se “induzir” câncer em alguém. Nem mesmo a injeção de células cancerígenas de um organismo externo é capaz de causar a doença em um corpo estranho.
Supondo que o medo do venezuelano seja legítimo, e que agentes americanos tenham mesmo tentado deixá-lo com câncer, só haveria um caminho. Em primeiro lugar, o sistema imunológico de Chavez já deveria estar enfraquecido. Os agentes precisariam coletar algum tecido de seu corpo, expor tal tecido a um carcinógeno (qualquer indutor de câncer, seja uma substância ou a radiação) e reinjetar esse material de alguma forma no presidente. Ainda assim, não se sabe se isso daria resultado.
Mas se ainda parece impossível originar um câncer em um inimigo, há várias maneiras de aumentar as chances de contração da doença. A mais discutida seria implantar no corpo, através de um cateter, um dispositivo que emitisse radiação nociva, até induzir a formação de um tumor. Esse método, no entanto, também parece duvidoso, porque uma dose muito alta de radiação seria detectada pelo portador, que iria ao médico e o problema seria revelado na hora.
Pela via alimentar, a “técnica” menos complicada seria incluir clandestinamente altas doses de aflatoxina na dieta dos presidentes, o que aumenta as chances de câncer de fígado, por exemplo. Outra possibilidade seria contaminar a comida com agentes biológicos nocivos como a Helicobacter pylori, uma bactéria que envenena a mucosa do estômago e está associada ao surgimento de alguns tipos de câncer. Mas estas alternativas são consideradas remotas pelos cientistas.
Já houve casos na história em que médicos fizeram, com boas ou más intenções, experiências com indução de células cancerígenas em organismos alheios. Mas todas as técnicas falharam, e a ciência continua sem garantir se isso seria possível. No caso de Chavez, por enquanto, as teorias têm mais embasamento na rivalidade política do que na medicina em si. [NewScientist]

Fonte:https://hypescience.com/como-causar-cancer-transmitir-cancer/

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