domingo, 27 de novembro de 2016

GLÂNDULA TIMO : A CHAVE DA IMUNIDADE E DA ENERGIA VITAL


GLÂNDULA TIMO: A Chave da Imunidade e da Energia Vital


No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz “eu”, fica uma pequena glândula chamada timo.

Seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. O Timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos.

Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só o conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhido.Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam Timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu “tamanho anormal” poderiam causar problemas.

Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. 

Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro.Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.

O detalhe curioso é que o Timo fica encostado no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito.

A ORIGEM DO TIMO DESDE A ANTIGUIDADE

Assim, a origem da palavra timo remonta à antiga Grécia, e, possívelmente, à civilização indo-européia. Na Grécia, a palavra “thymos” foi utilizada por Platão e seu mestre Sócrates, assim como por Homero

Há indicações de que, para os gregos, thymos significava a alma ativa, a alma perecível – diferente da psyché ou alma passiva e imortal. Essa alma ativa seria equivalente à razão, à consciência (“awareness”) e estaria associada à respiração (sopro, alma, palavra), ao coração (desejos e intenções) e ao fígado (emoções).

Em um determinado momento na Ilíada

Aquiles diz: “Levantando-se como fumaça no peito dos homens Agamemnon irritou-me, mas deixemos os grandes serem grandes e aquietemos o thymos no nosso peito”. 

Assim, thymos é metaforicamente interpretado como “levantar fumaça no peito”. Expressa o princípio da vitalidade e, portanto, no seu lado físico, a respiração. Como atestado por Homero, thymos é o ânimo ou o coração, a sede das paixões e da ira, mas também da coragem e do entusiasmo. 

Neste sentido, uma pessoa que tem thymos pode ser chamada de entusiasta, dotada da força passional de reagir prontamente. 

Em consequência, thymos não tem a ver unicamente com a tendência à ira ou à indignação, mas com uma disposição anímica para acender e reagir enérgicamente, com dignidade, coragem, autoestima e ardor espiritual. 

Como indicado por John Onians, thymos referia-se originalmente ao sopro, à respiração. Era a matéria da consciência, o espírito, a alma-sopro, da qual dependia a energia e coragem do homem. Mesmo na sua mais remota origem, thymos denota “levantar-se em chamas” como nuvem ou espírito, o que nos remete ao conceito de alma e energia vital.

CARACTERÍSTICAS DA GLÂNDULA TIMO

1- É muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.

2- Amor e ódio o afetam profundamente.

3- Idéias negativas têm mais poder sobre ela do que vírus ou bactérias.

4- Em compensação, ideias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando “a fé que remove montanhas”.

A ANATOMIA DA GLÂNDULA TIMO

Na anatomia humana, o Timo é um órgão linfático que está localizado na porção antero-superior da cavidade torácica. 

Limita-se superiormente pela traqueia, a veia jugular interna e a artéria carótida comum, lateralmente pelos pulmões e inferior e posteriormente pelo coração. 

É vital contra a autoimunidade. Ao longo da vida, o Timo involui (diminui de tamanho) e é substituído por tecido adiposo nos idosos, o que acarreta na diminuição da produção de linfócitos T.

FISIOLOGIA

A glândula Timo é muito ativa quando o indivíduo é uma criança. Ela desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na melhoria do sistema de sua imunidade. 

A principal função da glândula Timo é a produção de linfócitos ou células T (T de células T’ representa “derivada do Timo”).

Em termos fisiológicos, o Timo elabora várias substâncias: timosina alfa, timopoetina, timulina e o fator tímico circulante. A timosina mantém e promove a maturação de linfócitos - T e órgãos linfóides como o baço e linfonodos. 

Existe ainda uma outra substância, a timulina, que exerce função na placa motora (junção dos nervos com os músculos) e, portanto, nos estímulos neurais e periféricos, sendo considerada grande responsável por uma doença muscular chamada miastenia grave. 

Além dos linfócitos-T, existem no organismo outros tipos de linfócitos que não são produzidos no Timo, como os linfócitos-B, envolvidos na produção dos anticorpos. 

No entanto, os linfócitos-T constituem os elementos centrais no funcionamento do sistema imunológico, e por este papel central, sua ausência (ou a ausência do Timo) frequentemente resulta na morte do indivíduo.

Clara expressão da importância dos linfócitos-T é o quadro da AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida), doença em que o vírus HIV determina a queda progressiva das defesas do organismo e a morte do indivíduo, ao destruir seletiva e gradualmente grande parte dos linfócitos-T. 

O Timo já está presente no nascimento, desempenhando um papel fundamental do fim da gestação à infância. 

Na adolescência, ele começa a regredir, de forma que no indivíduo idoso sobra apenas um pequeno resto atrofiado. 

No entanto, seu declínio na vida adulta não acarreta nenhum problema para o organismo, uma vez que o produto do Timo, os linfócitos-T, já foi exportado e distribuído por todo o corpo, onde poderá exercer sua importante função durante toda a vida do indivíduo. 

De forma metafórica, podemos dizer que, na vida adulta, o timo está distribuído por todo o organismo. 

A capacidade dos linfócitos e de outras células do sistema imune de atuar frente aos patógenos deriva da existência, em sua membrana celular, de receptores que reconhecem (enxergam) as estruturas (moléculas) dos diferentes micro-organismos. 

Esses receptores se encaixam perfeitamente nas moléculas dos patógenos(causador ou micro-organismo específico que provoca doenças), como se  tratasse de uma chave e uma fechadura.

O SISTEMA IMUNOLÓGICO E O TIMO

O sistema imune é composto por órgãos, células especializadas e moléculas solúveis que têm a finalidade de reconhecer os elementos estranhos ao organismo e elaborar uma reação, ou resposta imune específica, dirigida a esses antígenos. 

Antígeno é toda partícula ou molécula capaz de iniciar a produção de um anticorpo específico.

Os antígenos são substâncias que não são reconhecidas pelo sistema imunológico como próprio do corpo. 

Um antígeno pode ser uma bactéria ou um fragmento dela, um vírus ou até uma substância qualquer) com a finalidade de eliminá-los do organismo e preservar a saúde. 

Os mecanismos de proteção anti-infecciosa, vistos de uma maneira mais ampla, podem ser classificados em três grandes categorias:

a) barreiras naturais – representadas pela integridade da pele e das mucosas, pelos movimentos próprios das mucosas (movimento muco-ciliar do trato respiratório, movimento peristáltico do intestino), fluxos urinário, lacrimal, salivar, das secreções respiratórias e digestivas, ácidos graxos da pele, enzimas com atividade antimicrobiana, flora normal da pele, dos tratos digestivo e genital feminino, entre outras;

b) imunidade inata ou natural – está presente e é efetiva em todos os indivíduos normais mesmo sem exposição prévia ao antígeno; opera sobre os agentes infecciosos da mesma maneira a cada vez que o indivíduo é exposto.

c) a resposta adaptativa ou imunidade específica— é ativada somente após o primeiro contato com um agente estranho ao organismo, quando então se desenvolve a memória imunológica. Esta possibilita identificar os elementos estranhos em contatos subsequentes, e distingui-los de componentes do próprio organismo; sequencialmente ocorre uma reação rápida e específica como resposta protetora. Desta forma, é a resposta imune adaptativa que detém os atributos da memória e da especificidade na reação. Os linfócitos T e B são responsáveis pelo reconhecimento e pelo desencadeamento das respostas imunes adaptativas. Estas células são derivadas de células-tronco da medula óssea, entretanto, os linfócitos T sofrem um processo de desenvolvimento no Timo, enquanto os linfócitos B se desenvolvem na própria medula óssea.

Perspectivas: O Timo é um órgão linfóide primário cuja função essencial é a maturação funcional dos linfócitos T e o estabelecimento da tolerância aos auto-antígenos. Os progressos em relação ao conhecimento das funções do Timo foram grandes, mas ainda permanecem desconhecidos.

Estes esclarecimentos poderão facilitar a compreensão de questões centrais da Imunologia, como a tolerância e a autoimunidade, e abrirão perspectivas para a abordagem terapêutica dos pacientes com doenças autoimunes.

O CORAÇÃO QUE RESPIRA – O Papel da Glândula do Timo e da “Respiração através do Coração”.

A melhor maneira de trabalhar para tranquilizar e equilibrar o corpo é fazê-lo com a respiração e com a energia da glândula do Timo ou do “coração superior”.

O Timo é o portal energético do Chacra do Coração, no qual a luz ou emissões energéticas são experimentadas essencialmente na forma de Amor Incondicional. 

O Chacra do Coração também é o chacra mestre dos pulmões, e o ato da respiração física ativa o Timo e o Chacra do Coração.O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o Timo do que com o coração - e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano. 

Podemos  notar como quando estamos ansiosos , respiramos de uma maneira muito superficial, até mesmo retendo nossa respiração. 

Isso impede que o Chacra do Coração se abra, impedindo o equilíbrio a este nível. Quando estamos profundamente relaxados, como em meditação, respiramos profundamente e permitimos que a energia do Coração flua com suavidade, produzindo esta sensação de relaxamento e de profunda tranquilidade que caracteriza a meditação. 

Portanto, a maneira de acalmar o sistema bio-energético e de reequilibrar o corpo é a técnica chamada “Respirar através do Coração”. 

Quando respiramos profundamente e nos concentramos no Chacra do Coração, melhoramos a circulação no sistema, graças à energia de luz do Amor Incondicional. 

Isto por sua vez contrabalança o excesso de estimulação elétrica sobre a Pineal, proporcionando uma sensação de calma e de paz.

Quanto mais  aprendemos a respirar profundamente, tornando-nos um “respirador consciente”, mais ativaremos a função do Timo, que não só potencializa os sentimentos de Amor Incondicional, mas também representam um papel fundamental na saúde do corpo ao ajudar o sistema imunológico físico. 

Um Corpo Forte sustenta um Forte Sistema Endócrino Espiritual. Provávelmente a melhor maneira de ajudar as mudanças no nosso corpo é o exercício físico regular e uma boa dieta integral-vegetariana. 

Um corpo forte e saudável é um veículo muito melhor para as poderosas energias dos chacras do que um fraco e cansado. 

De fato, a não ser que aumentemos a nossa força física, seremos incapazes de suportar as demandas da Nova Energia que carregamos em nosso corpo,nesta época da Transição Planetária, porque o corpo cristalino da Nova Terra é um corpo forte e saudável. Está desenhado para se movimentar e estar ativo. Gosta do ar fresco e das atividades ao ar livre.

A RELAÇÃO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO E O ESTILO DE VIDA

Muitos sintomas que possuímos no dia a dia podem estar relacionados ao funcionamento do sistema imunológico,consequentemente, ao Timo. Por isso são denominadas doenças oportunistas.

Exemplos de situações que podem levar ao estresse:

1- desprezo amoroso;
2- dor e mágoa;
3- luz forte;
4- níveis fortes de som;
5- doenças crônicas; morte, divórcios, separações, nascimentos; desemprego;
6- dívidas, responsabilidades;falta de recursos materiais;
7- conflito; decepção; relacionamento pessoal infeliz; estilo de vida (álcool, fumo, alimentação errada, falta de sono, cansaço);
8- situações limites (catástrofes, guerras, abusos sexuais).

EXERCITANDO O TIMO PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO DE BEM ESTAR E FELICIDADE 



Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir:

1- Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.

2- Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.

3- Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região toráxica.

4- O exercício estará atraindo sangue e energia para o Timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.

EXERCÍCIO 2 - Abraçar o ombro

Em pé, tronco ereto, com o braço direito “abrace” o ombro esquerdo.


Coloque a mão um pouco abaixo do ombro esquerdo e vá “caminhando” com os dedos em direção à escápula esquerda o máximo que puder. Faça o mesmo com o braço esquerdo. Sinta a presença do Timo.

EXERCÍCIO 3 - Contraindo e expandindo o Timo


De pé, braços soltos ao longo do corpo, volte as palmas das mãos para fora e girando os braços, una o dorso das mãos em frente ao abdômen e expire todo o ar dos pulmões.

A seguir, desfaça a posição e abrindo os braços leve-os para trás, abrindo o peito e inspirando. Abra os braços até que as palmas das mãos se encontrem atrás [nas costas], e se unam na altura do osso sacro.

Faça algumas vezes este movimento.

EXERCÍCIO 4 - Mãos na nuca e cotovelos abertos


Erga os braços e coloque as mãos entrelaçadas sobre a nuca, os cotovelos abertos. Abra o peito inspirando e levando os cotovelos para trás, sem tirar as mãos da nuca.

Sinta a expansão produzida por este movimento simples, permita-se saborear a sensação de espaço, liberdade, desobstrução.

Ao expirar, junte os cotovelos à frente suavemente. Coloque sua atenção no timo. Faça algumas vezes. Quando perceber que alguém próximo a você se encontra acabrunhado, comprimido por problemas, aconselhe este movimento.

FINALIZAÇÃO - Garras de urso e movimento da gangorra



Enganche suas mãos (como garras de urso) em frente ao peito. Abra bem os braços deixando-os paralelos ao peito

Inicie um movimento com os cotovelos, levando um em direção ao “Céu” (pra cima) e outro em direção à “Terra” (pra baixo). Eleve primeiro o cotovelo direito (o esquerdo desce em direção à Terra), depois suba o esquerdo (lembra uma gangorra) e o direito desce em direção à Terra.

Faça com os músculos das costas relaxados, não aplique força. Não permita nenhuma tensão muscular.

Estimule o timo o máximo que puder, faça amizade com esta glândula. Ela produz alegria e dependemos dela para equilibrar o sistema imunológico.

ALIMENTAÇÃO QUE ESTIMULA O TIMO E O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Uma dieta bem equilibrada, com nutrientes essenciais em boa quantidade, constitui a base da boa função imunológica do organismo e , consequentemente do Timo. De acordo com médicos e nutricionistas,a deficiência de nutrientes é a causa mais frequente de um sistema imunológico deprimido. 

Na verdade, a ausência de apenas um nutriente específico pode afetar significativamente a imunidade. Deficiência de vitamina A, por exemplo, pode resultar em baixa imunidade celular e taxa elevada de infecção, enquanto a carência de vitamina C pode diminuir a digestão e proteção celular; Falta de vitamina E pode reduzir a produção de anticorpos, enquanto a de vitamina B6 reduz a imunidade celular. 

Quando a vitamina B12 é insuficiente, a proliferação de linfócitos pode ser reduzida; se não houver zinco suficiente,não pode aumentar os níveis de hormônio tímico (Timosina), que ficam  reduzidos assim como de células T e B inferior. Se é falta de cobre,a resistência à infecção é deprimida. E a lista poderia ser muito mais extensa. 

Para minimizar o risco de deficiência de qualquer nutriente, consuma muitas sementes e alimentos integrais, incluindo frutas, vegetais, feijões, leguminosas, cereais integrais e nozes. 

Os superalimentos verdes, como spirulina, chlorella, grama de cevada e grama de trigo são carregados com nutrientes essenciais e antioxidantes que realçam a imunidade, além de melhorar vários outros aspectos da saúde.

Vegetais coloridos, como folhas verde ­escuro; amarelo e laranja, como cenoura e inhame; e vermelho, cascas de tomate e pimentas, são ricos em carotenos — que, assim como outros antioxidantes, aumentam a função imunológica, protegendo o Timo contra danos.

Como vimos acima, o Timo é a principal glândula do sistema imunológico, responsável por inúmeras funções desse sistema, incluindo a fabricação de linfócitos T e a secreção de hormônios que regulam várias funções- imuno. 

Quando os níveis desses hormônios estão baixos, a imunidade é suprimida. 

O Timo é muito propenso a danos oxidativos e de radicais livres ligados a estresse, infecções, drogas e radiação. 

Os carotenos não só protegem esta glândula, como estimulam também a função de certas células brancas do sangue e da proteína Interferon - que combate vírus e bactérias.

Quando se trata de função imune, a vitamina C é, sem dúvida, uma das mais importantes. E uma grande dose deste nutriente reside em alimentos como acerola, pimentão, melão, cítricos e abacaxi. 


O camu ­camu, por exemplo, é um fruto da Amazônia com os maiores teores de vitamina C no mundo - trinta vezes a quantidade encontrada na laranja.

 

O alho tem uma longa história de uso medicinal para combater infecções. Muitos estudos têm mostrado as propriedades antibacteriana, antiviral, antifúngico, anti-parasitário e mesmo anticancerosas de compostos encontrados no alho — também conhecido como “a penicilina russa”. Cebolas são parentes próximos do alho e têm muitos compostos antivirais semelhantes.

  

reishi                                          shitake                                     maitake

Cogumelos reishi, shitake e maitake contêm compostos que melhoram a função imunológica e aumentam a capacidade do organismo em combater doenças e infecções. De acordo com estudos, alguns até têm efeitos anticâncer.

Iogurte feito com grandes quantidades de bifidobacterium lactis,ajuda a aumentar o número de total de linfócitos T ativados. Também aumenta a capacidade das células do sistema imunológico em destruir invasores estranhos, bem como a capacidade das células de defesa para matar células tumorais. Outros alimentos que contenham probióticos também podem ajudar.

CONCLUSÃO

O tempo todo estamos afetando o mundo e somos afetados pelos outros a nossa volta. Existe uma fronteira invisível entre o que nos é desconhecido e o que já é conhecido. A transição de um lado para o outro acontece em planos da percepção em que estamos agindo ou construindo ; de um modo geral, estamos inconscientes na ocasião da transição. 

As doenças, enquanto fenômenos naturais, são também criadas pela forma como nos conduzimos na relação que temos com as multidimensionalidades das energias que circulam entre o homem e a natureza. Somos seres extremamente sensíveis, plurais e abertos para o cosmos. 

Nesse contexto, todos os fenômenos nos afetam (direta ou indiretamente) sem que tenhamos sensibilidade para vermos as suas origens no nascimento deles.

Então a nossa realidade nos guarda o maior mistério que é a essência ou qualidade dos fenômenos. O essencial é invisível porque não se mede quantitativamente. As doenças são visíveis pelos seus efeitos, o princípio delas parece desconhecido na sua origem, mas já sabemos que não é. 

Nesse sentido, precisamos adotar uma nova abordagem científica que seja compatível com o objeto ou fenômeno observado.

Pois só vemos o que nos é compatível com o nosso nível de consciência. O comum é o centro da curva normal (na área da estatística), os extremos são incompreensíveis e invisíveis para o nosso olhar viciado.

A ciência precisa alargar seus horizontes como já vem fazendo muito bem nos campos de conhecimento da genética, física quântica e a astrofísica.

Mas, mesmo assim precisamos urgentemente de hipóteses metafísicas para descortinarmos um mundo de fenômenos sutis responsáveis por boa parte das doenças crônicas. 

Quando os cientistas decidirem testar a hipótese da causalidade descendente (do plano metafísico para o plano físico, ou do plano qualitativo para o plano quantitativo) daremos um passo gigantesco fenomenal para explicarmos uma série de doenças de origem ainda desconhecida. 

A ciência moderna ainda não sabe penetrar no mundo essencial qualitativo das energias sutis das emoções humanas…..mas a do futuro, saberá.

Fonte: http://portal2013br.wordpress.com

http://despertardegaia.blogspot.com/