quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A DANÇA DA VIDA

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A DANÇA DA VIDA

Goethe já afirmava que aquilo que nutrimos dentro de nós, cresce. Esta é uma Lei eterna da natureza. Logo, as circunstancias as quais nos encontramos, são meramente causais.
Nada ocorre sem que tenhamos contribuído, ainda que de forma inconsciente.
Queremos desapegar da ideia de castigo, mas não queremos ter responsabilidade de assumir as consequências das nossas atitudes, e a equação é simples, toda ação provoca uma reação.
E viver fugindo do “castigo”, é viver sob o domínio do medo de ser castigado.
Para evoluirmos como seres espirituais (que somos), é imprescindível fazermos uma reforma íntima, e não existe outra forma de fazê-la, que não seja pelo auto conhecimento.
Mas existe uma força criadora, a inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas, que é Deus.E esse Deus é justo, e é professor.
Deus não está num trono com um chicote, Deus é amor, ele nos criou a sua imagem e semelhança, logo, somos Deuses, sendo assim, criamos nossa realidade.
Ganhamos o livre arbítrio, e temos plenas condições de nos trabalhar intimamente e sermos seres humanos maravilhosos, compassivos e amorosos.
Somos perfeitos, temos nosso coração que é fonte de imensa sabedoria, que nos guia através da intuição, somos divinos!
Temos essa força criadora e perfeita dentro de nós, um Deus que é amoroso, e nos dá inúmerasoportunidades de sermos divinos, e de despertar consciência.
E esses castigos, e punições que nos fazem acreditar que vem da força divina, na verdade resultam das nossas atitudes inconscientes, ou de algo externo, mas que invariavelmente vem de nós mesmos, nada é casual, e sim causal.
Nós criamos nossos infernos, e o “castigo” nada mais é do que o fluxo da eterna colheita, pois o universo é perfeito.
E todos os acontecimentos de nossas vidas, estão a serviço do nosso aprimoramento, portanto, nenhuma experiência é ruim, ela é apenas um reflexo dos nossos mundos internos.
E se estamos adormecidos a ponto de não ouvirmos nossa intuição, me perece lógico que vamos nos equivocar, que vamos nos influenciar pelo externo, por energias erradas.
E o (nosso) fluxo vai nos encaminhar para a confusão, para o emaranhado de figurais mentais negativas, onde tudo é denso e sofrido.
Contudo, se estivermos alerta, vamos nos perguntar: por que isso está acontecendo? o que eu necessito aprender?
Assim, passamos a perceber que todas as situações que julgamos ruins, sempre tem um grande teor de aprendizado, e elas estão a serviço do nosso aprimoramento.
Não existe castigo, e sim a dança da vida que tenta nos ensinar os passos certos.
Líli Ponte
https://omundodegaya.wordpress.com/2016/11/22/a-danca-da-vida/