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ENTENDENDO AS GERAÇÕES VETERANOS,BOOMERS,X E Y,E A GERAÇÃO Z

Imediatistas e irreverentes, os representantes da Geração Y chegam ao mercado de trabalho para mostrar que falta de cerimônia pode ser excesso de competência

Estudante de marketing e estagiário da Shell há um ano e meio, o o paulistano Marco Doti, de 21 anos, se acha amigo do chefe, não adapta seu discurso para se dirigir aos superiores e é prova de que competência não depende de formalidades. ''Às vezes falo com meu chefe como falo com meus amigos. Ele não gosta muito, mas, se estou lá até hoje, acredito que ele admire outras qualidades em mim", diz. Apesar da irreverência, Doti já ganhou moral na empresa ao conseguir uma proeza: um estoque de brindes, cuja renovação da licença de uso do fornecedor custaria à Shell mais de R$ 20 mil, saiu de graça depois que o insistente estagiário propôs um acordo vantajoso para ambas as partes. "Todos diziam que eu não conseguiria.
Mas agendei a reunião e intimei meu chefe a ir comigo", afirma Doti, que também já foi designado a dar uma carona ao presidente da companhia. "Fui logo avisando que no meu carro eu não era funcionário dele, e durante o percurso, levamos um papo de igual para igual. Não sei por que as pessoas têm medo ser verdadeiras com os chefes."
A história traduz uma situação que acontece hoje nas empresas. Enquanto os chefes, boa parte da geração X (nascidos entre 1965 e 1977) e baby boomers (nascidos entre 1946 e 1977), aqueles que têm mais de 30 anos, espera uma atitude de certa reverência dos subordinados, quem está abaixo na hierarquia nem sempre associa cargo à autoridade. O respeito, para eles, está ligado ao talento e habilidades dos profissionais com quem trabalham. "As pessoas que eles admiram profissionalmente são quem eles tratam como 'chefe'. Não basta a autoridade do cargo. É necessário merecer por outras vias", explica o consultor Rolando Pellicia, do Hay Group, de gestão de pessoas, com sede em São Paulo. Uma pesquisa feita pela Companhia de Talentos, consultoria de São Paulo especializada em programas de trainees, mostrou que 29% dos jovens esperam que seu gestor seja um profissional em que as pessoas se espelhem.
Uma das características da turma que está chegando às empresas é que levam para o trabalho o comportamento a que estão acostumados na casa dos pais. Falam de igual para igual mesmo com os chefes, assim como falam com os pais e nem sempre têm dimensão das consequências de seus erros. "Como estão acostumados ao computador e internet, tendem a ver seus erros como algo não muito importante, exatamente como acontece no video game, em que podem reverter facilmente o que fizeram", diz o professor Moisés Balaciano. Muito menos para trabalhar por anos em uma grande empresa. "O medo que tínhamos dos chefes tem a ver com o medo de perder o emprego", diz Rolando. Como esses jovens não fazem tanta questão do emprego e enxergam outras maneiras de trabalhar, esse medo desapareceu e foi trocado pelo respeito a quem merece, na visão própria dessa geração.
Mas o fato é que as empresas precisam desses jovens. Ao mesmo tempo eles são inovadores, rápidos e atualizam a gestão com o que está acontecendo no mundo on line, só para citar algumas vantagens. "Não podemos abrir mão deles, mas temos que orientar para o trabalho para que se adequem ao ambiente", diz Arlete, gerente de Recursos Humanos da Wickbold. Por isso as empresas estão criando programas para lidar com esse encontro – e os conflitos que ele causa – de gerações. A IBM criou um serviço para atender as ansiedades dos pais dos jovens que fazem parte de seu quadro. Sim, os pais. Como moram ainda na casa onde cresceram, esses jovens carregam para a empresa algumas características do relacionamento familiar. "Um dos candidatos ao estágio trouxe a mãe junto para acompanhá-lo no dia da seleção. Os pais participam", diz Américo Figueiredo, diretor de RH da Nextel, de telefonia, em São Paulo.
Os gestores da Nextel, que tem 67% do quadro de funcionários na faixa etária que compreende a Geração Y, já perceberam que dar feedback a essa geração também precisa ser diferente. Se eles vêm vestidos com roupas ousadas demais para o ambiente de trabalho, uma queixa comum dos gestores, não adianta o diretor de RH mandar um email puxando a orelha. "Eles não darão a mínima. Vão deletar sem ler. Tem que pedir para a Gloria Khalil ou alguém que eles respeitem nessa área escrever isso, entende?", diz Americo. Na Nextel, todos os gerentes e diretores vêm sendo preparados para lidar com esses jovens.
O termo geração Facebook, criado por Gary Hammel, guru de gestão norte americano, tem a ver com o fato de que esses profissionais cresceram conectados às redes sociais, lugares democráticos e onde a resposta a questões ou atitudes é bem rápida. "Percebemos que os jovens entram na empresa procurando uma extensão desse ambiente", diz Elcio Trajano Jr., diretor de Recursos Humanos da Serasa, empresa de crédito com sede em São Paulo. Ou seja, querem rapidez nas movimentações de carreira, mas isso acaba passando um pouco de arrogância e impaciência aos chefes, que muitas vezes não estão acostumados", diz Elcio. Por conta disso, a Serasa criou um programa com 15 profissionais para dar aconselhamento e coach para gestores. E estão colocando seus jovens para liderar projetos. "Eles não se importam com o cargo, mas querem liderar e fazer coisas novas", diz Elcio.
No momento da liderança, no entanto, essa impaciência também aparece. "Eles não são muito bons no feedback porque não tem paciência para conversas longas. Falam na mesma linguagem do MSN", diz Rolando. Aliás, o acesso a essas maneiras de comunicação on line, como os programas de mensagens instantâneas, é algo que as empresas também vêm mudando. A IBM, que tem 40% de seus funcionários na faixa etária de até 29 anos, muitos em cargos de média-chefia, como supervisores, gerentes e analistas, liberou o uso de sites como Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e MSN, durante o expediente. "Concluímos que essa geração precisa dessas ferramentas e busca a colaboração para o desenvolvimento e enriquecimento de seu trabalho lá. As redes de relacionamento estão, assim, liberadas para uso de trabalho", afirma o diretor de RH da IBM Brasil Osvaldo Nascimento, para quem as Geração Y e Facebook trazem muito mais vantagens do que desvantagens para os negócios da companhia. A IBM também faz questao de ser flexível com os horários, algo importante para essa turma que chegou há pouco. "Se o funcionário consegue cumprir seus objetivos e ainda tem tempo para conversar na internet, mérito dele. E se vão realizar seu trabalho de dia ou à noite, não importa, contanto que cumpram as metas", diz Nascimento.

Entendendo as gerações

A consultora Luciana Guedes Pinto, da Trajeto RH, explica que o comportamento de cada geração depende do momento socioeconômico e histórico em que ela se desenvolve. A mais experiente, e ainda na ativa, é chamada de Geração dos Veteranos, formada por pessoas hoje que têm entre 83 e 63 anos, aproximadamente, nascidas entre duas guerras mundiais e educada para valorizar o trabalho, obedecer hierarquias e não comprar nada que não possa pagar à vista – afinal, nunca se sabe o dia de amanhã. A turma entre os 63 e 43 anos forma a geração dos Boomers, sedenta ascensão profissional, fiel às organizações e crente no poder de mudar o mundo politicamente – principalmente as mulheres, que querem fazer valer os direitos conquistados depois de queimarem os sutiãs. Na sequência vem Geração X, que compreende a faixa etária entre os 43 e 31 anos, assim chamada por falta de denominação melhor.
Mais apática politicamente, refletindo a desilusão da geração anterior, ela busca um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e já não dá importância para tanta formalidade no ambiente de trabalho, mantendo a fidelidade aos seus ideais pessoais, e não aos da organização. E já não vê com bons olhos um currículo de 20 anos de trabalho para a mesma empresa. Já a Geração Y, de filhos superprotegidos e acostumados a terem o que querem para compensar a ausência dos pais workahoclics, exige esse equilíbrio entre o profissional e o pessoal, é agitada, inquieta e sabe como nenhuma outra lidar com a tecnologia. Por ter crescido com amplo acesso ao conhecimento (que outra geração pôde contar com a internet ou as centenas de canal de TV a cabo?), muitas vezes se passa por prepotente e petulante, mas é preciso admitir que esses jovens entre 31 e 8 anos de idade realmente têm muita a ensinar aos mais velhos.
Fonte:http://www.pucsp.br/estagios/entendendo-geracoes-veteranos-boomers-x-e-y
VETERANOS
BOOMERS
GERAÇÃO X
GERAÇÃO Y
Nascidos entre
1922 e 1945
Nascidos entre
1945 e 1965
Nascidos entre
1965 e 1977
Nascidos entre
1977 e 2000
Cresceram entre duas guerras mundiais e foram educados para a disciplina rígida e o respeito às hierarquias. O amor à pátria é um valor absoluto.
Otimistas em relação a mudança do mundo político, viveram uma fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos.
Céticos e politicamente apáticos, refletem as frustrações da geração anterior e assumem a posição de expectadores da cena política.
Otimistas
em relação ao futuro e comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica. Têm senso de justiça social e se engajam em voluntariados.
No trabalho, valorizam o comprometimento e a lealdade.
Workaholics, valorizam o status e o crescimento profissional. São políticos, formam alianças para atingirem seus objetivos.
Gostam da informalidade no trabalho e buscam o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
São extremamente informais, agitados, ansiosos e impacientes e imediatistas. Acompanham a velocidade da internet.
Como consumidores, evitam parcelamento e privilegiam as compras à vista. Investem de forma conservadora, sem riscos.
São responsáveis pelo estilo de vida que se tem hoje, de conquistas materiais, como casa, carro e acesso ao entretenimento.
Sentem-se a vontade
com a tecnologia e já têm gosto pelo consumo de equipamentos eletrônicos.
Tecnologia e diversidade são coisas naturais na vida. Usam todos os recursos do celular e precisam estar conectados.
Como funcionários, abem aguardar a hora certa para receberem a recompensa pelo trabalho.
Funcionários fiéis às organizações em que trabalham, fazem vínculo com a empresa.
Não se fidelizam às organizações, priorizam os interesses pessoais e não vêem com bons olhos um currículo de 20 anos numa mesma empresa.
A falta de cerimôonia com os pais leva à indiferença sobre autoridade. Admiram a competência real e não a hierarquia.
Acreditam na lógica e não na magia. Têm religião, mas sem superstição.
Necessitam de justificativas profundas e estruturadas para tomar  decisões.
Trabalham com entusiasmo quando possuem foco definido e têm necessidade de feedback.
Vivem com sobrecarga de informações, dificultando a correlação de conteúdos.

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GERAÇÃO BABY BOOMER E GERAÇÃO BABY BUST
Em meados da década de 40 surgem os baby bommers, termo utilizado para designar o boom (explosão) de nascidos após o término da 2° Guerra Mundial. Em seguida aparece a geração X ou baby bust (fracasso de nascidos, em comparação ao alto índice da taxa de natalidade da geração que antecede) que são as pessoas que nasceram no período da ditadura militar que estava ocorrendo no Brasil.
O meio comunicacional e informacional passou por inúmeras transformações. Durante as últimas décadas as mídias expandiram e se modernizaram rapidamente. Tal fato surtiu relevantes mudanças nos interesses, particularidades e especificidades comportamentais de pessoas nascidas em diferentes épocas. Sendo assim, surge um termo que ficou designado como "geração". A palavra "geração", de acordo com o Dicionário Houaiss, compreende as diversas fases que "demarcam uma mudança no comportamento humano" (GOBBI, 2012, p. 101).
Em meados da década de 40 surgem os baby bommers, termo utilizado para designar o boom (explosão) de nascidos após o término da 2° Guerra Mundial. Atualmente, essas pessoas têm entre 50 a 68 anos.
Segundo Tapscott (1999a apud GOBBI 2012, p. 103),
Boomers, geração baby boomer, geração baby boom ou pós-guerra são expressões sinônimas utilizadas para descrever as pessoas nascidas após a Segunda Guerra Mundial (nascidos no período de 1946 a 1964). "Também poderiam ser chamados de geração Guerra Fria, geração prosperidade pós-guerra ou mesmo geração economia crescente, ou de acordo com qualquer outro desenvolvimento na sociedade que os afetasse. Entretanto, mais do que qualquer outra coisa, foi o impacto de uma revolução nas comunicações - a ascensão da televisão - que moldou essa geração e seu mundo".
Os baby boomers são aquelas pessoas que cresceram no período das primeiras transmissões de TV, assistindo aos programas da TV Tupi, como Rancho Alegre (Programa de Humor de 1950) estrelado por Mazzaropi, Geni Prado e João Restiff; A Vida por um Fio (Teleteatro de 1950); Sua Vida me Pertence (Telenovela de 1951); O Sítio do Pica-pau Amarelo (série infantil de 1952), entre outros programas. Tapscott (1999 apud GOBBI, 2010, p. 333) [...] Bem diante dos olhos do baby boomers, a televisão transformou a própria juventude num grande acontecimento [...].
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Em seguida (de 1965 a 1976) aparece a geração X ou baby bust (fracasso de nascidos, em comparação ao alto índice da taxa de natalidade da geração que antecede) que são as pessoas que nasceram no período da ditadura militar que estava ocorrendo no Brasil.
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Conforme Tapscott (1999a apud GOBBI, 2012, p. 104),
Eles são considerados o "[...] grupo mais bem educado da história, [...] que deparou com uma das mais altas taxas de desemprego e (...) viram alguns dos mais baixos salários. São comunicadores agressivos extremamente orientados para a mídia". Para eles, o rádio, a televisão, o cinema e a Internet são meios comuns de comunicação disponíveis a todos e servem para armazenar informações.
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Veja as características que marcam as gerações 'baby boomer', X, Y e Z

Entenda a evolução do comportamento dos jovens desde a década de 60


Geração Y (Foto: Thinkstock/Getty Images)Gerações Y e Z são marcadas pelo uso excessivo da tecnologia (Foto: Thinkstock/Getty Images)
Eles ficam o tempo todo ligados ao celular. Uma só tarefa não os satisfazem, pois realizam várias coisas ao mesmo tempo. A revolução digital ocorrida nos anos 90 formou uma nova geração, com comportamentos próprios, incluindo formas particulares de interação e de comunicação, ditadas, na grande maioria das vezes, pelos dispositivos eletrônicos. São os chamados Millennials, jovens nascidos entre 1980 e 2000, geração também batizada pelos sociólogos de “Y”. Antes dosMillennials, outras gerações já foram alvos de estudo, como os Baby Boomers e a Geração X.
A expressão Baby Boomers nasceu nos Estados Unidos. Em 1945, após o fim da Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos retornaram para as suas casas. O contexto era a de retomada da economia naquele país. A partir daquele momento, mais especificamente entre 1946 e 1964, foi identificado um grande aumento na taxa de natalidade, um verdadeiro “boom” de filhos. As pessoas nascidas nessa época passaram a integrar a geração denominada pelos sociólogos deBaby Boomers.
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Segundo explica o publicitário André Oliveira, diretor de Trending, Mapeamento e Análise de Tendências da Box 1824, os Baby Boomersforam importantes para a conquista de várias causas sociais no século passado. “Eles foram agentes de grandes transformações, a começar pelo debate do papel da mulher, quebrando, além disso, barreiras políticas. Eles foram a juventude que saiu de casa para morar sozinha, pregando a paz, o amor e o sexo livre. Essa geração foi muito contestadora e isso catalisou uma série de mudanças, muitas das quais a gente vive até hoje”, conta André.
Entre 1960 e 1980, surgiu uma nova geração, formada justamente pelos filhos dos Baby Boomers, denominada Geração X. Contrários à filosofia hippie, esses jovens se mostraram transgressores, com posturas que não necessariamente alinhadas aos preceitos de liberdade pregados pela geração anterior. Entre as características desse novo grupo, estão a busca por seus direitos, a liberação sexual, bem como a valorização do sexo oposto, entretanto com menor respeito à família.
Geração Y e Z
Na década de 90, o advento da internet e das novas tecnologias trouxe na carona uma forte mudança comportamental. Nascia naquele momento uma nova geração, que presenciou de perto novidades do mundo digital nunca antes vistas até então. Nasciam os e-mails, as ferramentas de busca e, principalmente, a possibilidade de interação com outras pessoas sem sair de casa. Formava ali a Geração Y, ou Millennials, que é caracterizada por ser mais autocentrada e egoísta, porém, de maneira antagônica, gosta de compartilhar informações pelas redes sociais. Além disso, essa geração é adepta da rapidez e da instantaneidade.
André Oliveira (Foto: Divulgação)Publicitário André Oliveira, diretor da Box 1824
(Foto: Divulgação)















André aponta algumas características marcantes desse perfil geracional. “OsMillennials fazem parte de uma juventude muito global. São pessoas ligadas a outras não necessariamente pela geografia, mas sim por interesses comuns. Ou seja, com as ferramentas digitais, eles acessam suas comunidades de interesse. Outros dois pontos importantes dessa geração é a flexibilidade e a não linearidade de pensamento. Essa geração, formada por indivíduos com várias habilidades e flexibilidade para o trabalho, está muito mais interessada em trabalhar por projetos que tenham algum valor não tangível do que, necessariamente, construir uma carreira sólida”, ressalta o publicitário.
A partir da Y, surge uma nova geração, conhecida por Z, ou, como destaca André, osDigital Natives, ou “nativos digitais”. Ela pode ser vista como uma intensificação da Y, porém apresentando algumas características próprias, que podem ser vistas como uma amplificação de certos comportamentos. “A Geração Z é mais voltada para os games, já que são indivíduos que acompanharam, de certa forma, o forte desenvolvimento dessa indústria nos últimos anos. Ou seja, esses indivíduos se acostumaram com a lógica dos games, que é muito disseminada na vida deles. Além disso, a competitividade e a colaboração são valores fortes no mundo dos jogos eletrônicos, sendo incorporado no cotidiano dessa geração, que está mais interessada em ‘estar’ do que, efetivamente, em ‘ser’”, explica.
Com relação ao uso exagerado das tecnologias, André lembra que essas últimas gerações vêm sofrendo algumas síndromes, como a FOMO, sigla em inglês para Fear of Missing Out, que, em português, pode ser entendido como a ansiedade sentida por estar desconectado da internet, ou por fora do que está acontecendo. “Alguns comportamentos podem estar associados aos jovens, mas outros são sentidos também por outras gerações, como, por exemplo, o Phantom Prone Vibrations, que é a sensação de sentir o telefone vibrando, ou a de que ele pode vibrar a qualquer momento, gerando também um sentimento de ansiedade de estar sempre atento”, alerta André.
Fonte:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/10/veja-caracteristicas-que-marcam-geracoes-baby-boomer-x-y-e-z.html

Gerações X, Y e “baby boomers”: quem são?

Entenda de onde veio essa classificação e o que o mundo pode esperar das novas gerações.

Geração YGeração Y: os nascidos nos anos 1980 e início da década de 1990

Chamados de Geração Y, estes jovens nascidos entre as décadas de 80 e 90 têm características muito especiais, pois foram os únicos que acompanharam a revolução tecnológica desde pequenos. Eles se conectaram desde cedo com o mundo digital e aprenderam na raça como incorporar em seu cotidiano as novas tecnologias, conseguindo, assim, desenvolver competências diferentes das gerações anteriores: a Baby Boomers e Geração X.
Durante os anos 90, as tecnologias criadas na década de 80 foram aperfeiçoadas e popularizadas, entre elas, o computador, a internet e o telefone celular. A internet passou a ser uma nova mídia e conceito que mudou todo o comportamento das pessoas, em especial destes jovens. A internet trouxe um mundo de infinitas possibilidades, sendo uma ferramenta muito útil para explorar diversos assuntos e, consequentemente, permitindo que eles desenvolvessem ainda mais a curiosidade e capacidade para mexer com estas tecnologias.
Aliás, isso também possibilitou o desenvolvimento da independência, já que eles podiam achar as respostas para suas dúvidas facilmente, rapidamente e, principalmente, sozinhos. Portanto, eles estão se tornando uma geração mais crítica, pois possuem ferramentas para questionar, desafiar e discordar. Não aceitam explicações simples e óbvias. A internet permite debates em tempo real com pessoas de diferentes lugares e idades por meio de bate-papos e fóruns, o que os torna jovens mais questionadores e prontos para mudar o que julgam não estar certo. O lado negativo desse ambiente online é que os jovens podem perder suas habilidades sociais.
Com o ritmo acelerado da tecnologia, eles se tornaram especialistas na realização de multitarefas, além de serem efêmeros, imediatistas e bem informados, mesmo que com certa superficialidade e um comportamento alienado ou mesmo despreocupado em relação aos problemas sociais e ideológicos. Apesar disso, essa ainda é uma geração curiosa, empreendedora, flexível, colaboradora, que concebe bem a necessidade e o momento em que vivemos de troca de informações e partilhas de vivências e conhecimentos.
Para cada grupo particular, esses jovens receberam um nome. Dessa forma, não existe ainda um termo generalizado. O nome Geração Y, por exemplo, originou-se como sucessor da Geração X, termo criado para designar os nascidos entre a década de 60 e 70.
Geração X

Geração X: O início da internet. Os bebês dos anos 1960/1970

Nos Estados Unidos, o termo Geração X foi, inicialmente, referido ao período do “baby bust”, ou seja, a geração pós-baby boom, quando as famílias começaram a ter menos filhos por casal. No Reino Unido, o termo foi utilizado primeiramente em 1964, em um estudo sobre a juventude britânica, que revelou uma geração de adolescentes com hábitos e preocupações diferentes das gerações anteriores. Eram jovens que dormiam juntos antes que estivessem casados, não acreditavam em Deus, não gostavam da Rainha e não respeitavam os pais.
Essa geração viveu em uma sociedade onde havia descrença no governo, falta de confiança na liderança, apatia política, aumento do divórcio e do número de mães que transformaram a maneira de se relacionar com a sociedade. Foi a partir dessa geração que surgiram as preocupações com a destruição ambiental e as questões ecológicas. Este foi o início da internet e o fim da Guerra Fria, outra característica cultural marcante da Geração X.

Geração Baby Boomers

Os Baby Boomers: A geração da TV (1950/1960)

Os Baby Boomers compreendem os nascidos entre a década de 1950 e 1960. O termo “Baby Boomer” é usado como referência aos “filhos” do baby boom, explosão demográfica pós-Segunda Guerra Mundial, que ocorreu em maior escala nos Estados Unidos, Canadá e Austrália.
Mais do que uma explosão demográfica, essa foi uma transformação cultural. A ascensão da televisão moldou o comportamento desses jovens, visto que ela servia como mensageira e mobilizadora, e ainda retratava a juventude como um grande acontecimento. Essa geração participou da revolução dos anos 1960,  o que mudou não só o papel das mulheres na sociedade, mas também o papel dos jovens. Eles desenvolveram sua própria cultura, pelo fato de existir um grande abismo entre eles e seus pais. Devido a isso, criaram seu estilo de vida próprio e tinham a televisão como principal ferramenta de comunicação.
Dessa geração surgiram os ideais de liberdade, o feminismo e os movimentos civis a favor dos negros e homossexuais. O comportamento hippie também surgiu nessa época e junto a ele, protestos contra a Guerra Fria e a Guerra do Vietnã. No Brasil, a geração foi marcada pelos festivais de música, que eram uma forma de expressão político-ideológica dos jovens diante da repressão e censura da ditadura militar.
Fonte:
https://blogdodcvitti.com/2011/04/13/geracoes-x-y-e-baby-boomers-quem-sao/

As Características das Gerações: Tradicionalistas, Baby Boomers, X, Y, Z

  1. 1. As características das Gerações: Tradicionalistas, Baby Boomers, X, Y e Z I'll do the review until the 15th. Prof. Dto. Mauro de Oliveira @maurojornalista
  2. 2. Grupos Sociais
  3. 3. Os grupos podem ser divididos por vários fatores: • Cor, Raça; • Gênero, Religião; • Orientação sexual; • Idade ou Habilidades.
  4. 4. Uma divisão aceita e estudada por muitos pesquisadores é feita por gerações de acordo com o ano do nascimento dos indivíduos. (Oliveira, 2011)
  5. 5. As gerações Segundo Sayers (2007), temos veteranos/tradicionalistas, os nascidos entre 1922 e 1943; baby boomers, entre 1943 e 1960; geração X, entre 1960 e 1980; e a geração Y, os nascidos entre 1980 e 2000. Já a geração Z são as pessoas nascidas neste século.
  6. 6. A Geração Y 190.755.799 68 milhões
  7. 7. Tradicionalistas
  8. 8. Tradicionalistas os veteranos/tradicionalistas representam uma geração marcada por grandes conflitos, como a segunda guerra mundial, a grande depressão, escassez e dificuldade (ALLEN, 2004).
  9. 9. Os Tradicionalistas também valorizam a família, são patriotas, foram criados em casa pelos próprios pais, tem sabedoria acumulada e são fiéis à empresa onde trabalharam, permanecendo por toda a vida. (ALLEN, 2004)
  10. 10. Os Tradicionalistas acumularam sabedoria e experiência na vida e não abrem mão da moral e dos costumes aprendidos na juventude.
  11. 11. Os Tradicionalistas em sua maioria já estão aposentados, possuem renda e tempo livre.
  12. 12. Características Eventos Formadores Grande Depressão e Guerra Mundial Socialização Escassez/Dificuldade e Pais em casa Marca Registrada Maior geração e Dupla jornada Modelo Ficar na empresa Qualidades Leais e Abnegados Carência Habilidades Tecnológicas
  13. 13. Filmes -O Resgate do Soldado Ryan -Cocoon -Coco Antes de Chanel -As Confissões de Schmidt -Gran Torino -Garotas do Calendário -Lições Para Toda a Vida -Intrigas de Estado -A Rainha Fontes: Revista Galileu, Ed. 219 www.focoemgeracoes.com.br
  14. 14. A rigidez dos tradicionalistas criou uma geração mais libertária e otimista, os chamados Baby Boomers.
  15. 15. Baby Boomers
  16. 16. Esperança e Otimismo: Amor!
  17. 17. Crescimento demográfico
  18. 18. Características Os baby boomers, filhos dos veteranos, viveram um período de crescimento econômico e mudanças positivas, mas também presenciaram a guerra do Vietnã e o lançamento do satélite soviético Sputnik e o medo gerado por isso. Viveram a explosão do Rock and Roll, o crescimento da TV e o seu surgimento em cores. (CRAMPTON; HODGE, 2009).
  19. 19. Na carreira Também são leais ao trabalho e respeitam a autoridade, porém vão desafiar o sistema onde atuam. (CRAMPTON; HODGE, 2009)
  20. 20. Baby Boomers Evento Formadores Prosperidade, Pós-Guerra. Já foi a maior Geração Socialização Prosperidade/segurança. Tudo é possível. Marca Registrada Geração livre, redefiniu as normas e direitos civis Modelo Lealdade, Workaholic. Lema: Nadar ou afundar Qualidades Pró-crescimento/mudar, competitivos, Otimistas/confiantes, Honram suas dívidas. Querem tudo Carência Habilidades Tecnológicas
  21. 21. Filmes - Sociedade dos Poetas Mortos - O Visitante - Foi apenas um sonho - Prenda-me se for capaz - Aconteceu em Woodstock - JFK - Frost/Nixon - Boa Noite e Boa Sorte - Apocalipse Now - Todos os Homens do Presidente E a série de TV “Mad Men” Fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/baby-boomers.htm
  22. 22. são pouco receptivos à mudanças, sobretudo quando essas mudanças vem de gerações posteriores, como a de seus filhos, a chamada Geração X.
  23. 23. Geração X
  24. 24. Competitividade Seu videogame era o Atari. Ou seja, não tinha a tecla SAVE, PAUSE. Se você parava, morria, perdia... Fracassava!
  25. 25. Ambiente Foi muito impactada pela turbulência social e econômica, deixando-a menos otimista, porém mais autoconfiantes. Eles vivenciaram o crescimento dos computadores pessoais e, com isso, o aumento da capacidade de armazenamento de informações, a popularização de divórcios, a explosão da Aids e o multiculturalismo. (EISNER, 2005).
  26. 26. A Geração X é a primeira geração a verdadeiramente dominar os computadores.
  27. 27. Viveram em pleno período de Guerra Fria. Uma nova ordem mundial estava prestes a ser implantada, mas isso nunca acontecia.
  28. 28. No trabalho... Valorizam o desenvolvimento de habilidades, se mantendo atualizados. São rápidos, espertos e até mesmo quebram regras para cumprir os desafios. (EISNER, 2005)
  29. 29. São os indivíduos da Geração X os maiores incentivadores do trabalho em equipe.
  30. 30. Geração X Eventos Formadores Globalização e Boom Tecnológico Socialização Competitividade forte - crianças Marca Registrada Eu sou a geração! Sites (.com) Modelo Aceitam mudanças. Desvalorizam horas extras. Mudanças de emprego. Buscam um caminho Qualidades Independentes, individualistas, desconfiam das empresas. Necessitam de lealdade e são empreendedores Carência Habilidades Sociais
  31. 31. -Kramer vs. Kramer -Dizem por Aí -Um Crime de Mestre -Harry e Sally: Feitos Um Para o Outro -Wall Street: Poder e Cobiça -Em Boa Companhia -Closer: Perto Demais -O Informante -Recém-Chegada -Amor Sem Escalas Fonte: Filmes http://br.hsmglobal.com/adjuntos/14/documentos/000/060/0000060367.pdf
  32. 32. A Geração X vive o desafio de lidar com colaboradores independentes, individualizados, cada vez mais especializados e sem nenhuma fidelidade empresarial: a Geração Y.
  33. 33. A Geração Y
  34. 34. A geração Y, formada por jovens, busca maior interatividade com a Internet, são inovadores e valorizam a participação e controle de informações, se negando a ser usuários passivos (TAPSCOTT, 1999). I'll do the review until the 15th.
  35. 35. A geração Y não tem muita paciência. Eles estão habituados a um mundo com mobilidade, instantaneidade, simultaneidade e velocidade. O que isso I'll do the review until the 15th. significa? A regra para eles é: tudo agora, já, ao mesmo tempo, junto!
  36. 36. Geração Y 1) Teve mais acesso à educação, comunicação e é mais conectada; 2) É a mais confiante e independente da história; 3) Maior contato com a TV Cabo, Internet, novas tecnologias e globalização;
  37. 37. Geração Y 4) Tem maior preocupação com questões ambientais; 5) Pluralidade e capacidade de exercer múltiplas tarefas ao mesmo tempo; 6) Potencial de consumo sem precedentes na economia;
  38. 38. Geração Y 7) Saem cada vez mais tarde da casa dos pais; 8) São mais “plugados”, participantes de redes sociais, repudiam o trabalho servil; 9) Trabalham para viver, não vivem para trabalhar;
  39. 39. Geração Y 10) Utilizam amplamente mídias eletrônicas; 11) Cresceram utilizando os meios digitais, são mais ligados à mídia, vivem e respiram inovações; 12) Tem prioridades diferentes das outras gerações, valorizam ideais próprios, buscam mais lazer, participando de festas e dançando com seus pares;
  40. 40. Geração Y A Geração Y Eventos Formadores Prosperidade/incerteza, Violência/Terrorismo Socialização Vida estruturada, moram em casa, famílias não tradicionais, Multiculturalismo. Marca Registrada Nós somos a geração! Populistas/plugados. Trabalham cedo, mundanos. Modelo Esperam para tomar decisões, Curiosos, energéticos, questionadores, Desconfiança na segurança do trabalho Qualidades Muito compreensivos, diversidade, lealdade. Habilidosos, Sempre educados e positivos, Socialmente conscientes. Esperançosos, Sofisticados, Exigentes. Carência Direção, foco, confiança, flexibilidade e paciência.
  41. 41. Filmes -De Repente 30 -Marley e Eu -(500) Dias com Ela -O diabo Veste Prada -Curtindo a Vida Adoidado -Em Boa Companhia -Os Delírios de Consumo de Becky Bloom -As Patricinhas de Beverly Hills -Conta Comigo -O Procurado -Homem-Aranha 2
  42. 42. Mudança de Hábitos Geração Y + horas - Horas Fonte: Ibope, 2014
  43. 43. Geração Z
  44. 44. Os membros da Geração Z nunca conheceram a vida sem computadores pessoais, telefones celulares, sistemas de jogos, leitores de MP3 e Internet. (Mueller, 2014)
  45. 45. Eles são verdadeiros "nativos digitais", confortável, com aplicações de e-mail, mensagens de texto e de computador. Eles também são capazes de entender e praticar tecnologia de forma mais rápida em relação às demais gerações. (Mueller, 2014)
  46. 46. Infelizmente, a tecnologia também tem contribuído para a falta de interesse desta geração de brincar ao ar livre. Como resultado, levam um estilo de vida sedentário e isso pode levar à obesidade. (Mueller, 2014)
  47. 47. - Nascidos em mundo com problemas de terrorismo e preocupações ambientais; - Uso generalizado de aparelhos eletrônicos e tecnologias digitais, como Internet e redes sociais, inclusive na sala de aula; - Globalmente conectados no mundo virtual, flexíveis, inteligentes e tolerantes a diversas culturas.
  48. 48. Seus indivíduos chegaram quando Internet já estava consolidada. Logo, eles estão aprendendo a viver em rede com seus amigos e colegas de classe.
  49. 49. Eles têm pouca preocupação com a privacidade e nenhum problema em compartilhar até os detalhes mais íntimos de suas vidas com estranhos virtuais. Usam telefones celulares, mensagens instantâneas e e-mail para fazer comunicação imediata.
  50. 50. Os membros da Geração Z são muito colaborativos e criativos. Quando eles chegarem a idade de trabalhar, vão mudar o ambiente de forma dramática em termos de estilo e expectativas. (Mueller, 2014)
  51. 51. Entenda qual é seu público...
  52. 52. Há diferentes opções para falar com cada um deles
  53. 53. Use a criatividade
  54. 54. Se você conhece seu público, o conteúdo pode ser criado com muito mais assertividade!
  55. 55. Diálogo Invista nisso!
  56. 56. Crie relacionamento com seu público-alvo!
  57. 57. Você deve conhecer os canais de I'll do the review until the 15th. comunicação.
  58. 58. I'll do the review until the 15th. Você deve participar.
  59. 59. Você precisa interagir (postar, responder, I'll do the review until the 15th. dicas, dialogar).
  60. 60. Testar, testar, testar. A mudança é contínua! I'll do the review until the 15th.
  61. 61. Lembre-se: Celular leva o cliente até você
  62. 62. Cada um pode usar diferentes ferramentas para ter mais presença e competitividade! Não existe um mapa do tesouro!
  63. 63. Desafios Futuros
  64. 64. Dúvidas? I'll do the review until the 15th. "O que sabemos é uma gota. O que ignoramos é um oceano.“ (Isaac Newton) Mauro de Oliveira @maurojornalista http://goqr.me Muito obrigado! http://pt.slideshare.net/maurojornalista (11)99774-1240
  65. Fonte:http://pt.slideshare.net/maurojornalista/as-caractersticas-das-geraes-tradicionalistas-baby-boomers-x-y-z

MÍDIAS SOCIAIS NA GESTÃO DE PESSOAS: DESAFIOS PARA O NOVO SÉCULO.

2 MÍDIAS SOCIAIS NA GESTÃO DE PESSOAS: DESAFIOS PARA O NOVO SÉCULO 
3 João era amigo virtual de Teresa, que no Orkut adicionou Raimundo, que se conectou pelo Facebook a Maria, que no MySpace conheceu Joaquim, que assistia aos vídeos postados no Youtube por Lili, que escrevia toda hora no Twitter. 
4 Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta. Fonte: Galileu – Out 2009 
5 Quem são eles? São a geração Y e Z Impacientes, infiéis e insubordinados, assim são os profissionais da chamada geração Y. Eles desafiam -- mais do que nunca -- as regras de atração e retenção de talentos nas grandes empresas. 
6 "VAMOS MUDAR O MUNDO!" TRADICIONAIS (até 1945) >>> É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos. Nos últimos 60 anos, três gerações marcaram época e mudaram os valores e o jeito de a sociedade pensar. Agora é a vez da abusada Geração Y. 
7 BABY-BOOMERS (1946 a 1964) >>> São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros. 
8 GERAÇÃO X (1965 a 1977) >>> Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e super protetores. 
9 GERAÇÃO Y (a partir de 1978) >>> Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma. Fonte: Galileu out 2009 
10 Eles querem tudo – e agora As primeiras reações das empresas às características da nova geração. Impaciência Eles não estão dispostos a esperar muito tempo por uma promoção. Reação: Na Microsoft, os funcionários agora revisam metas de carreira duas vezes por ano com o chefe imediato. 
11 Infidelidade Não são fiéis a uma empresa, e sim a seus projetos. Reação: A GE passou a oferecer progressão salarial aos participantes de seu programa de trainee. Insubordinação Abordam com informalidade até o presidente da empresa. Reação: Orientar diretores e gerentes sobre como lidar com a nova geração. Fonte: Revista Exame 2008 
13 Para garantir seu lugar ao sol... Executivos e profissionais qualificados que desejam uma recolocação precisam estar atentos ao networking proporcionado pelas redes sociais eletrônicas, tais como o Twitter, o LinkedIn, o Orkut e o Facebook. Elas entraram definitivamente no mapa das contratações. Quem alerta é o CEO da Thomas Case & Associados, Norberto Chadad. 
14 Pesquisas revelam que, de cada dez internautas, no Brasil, oito mantêm perfis nessas redes. Só o Orkut conta com mais de 30 milhões de usuários no país. Isso quer dizer de 80% dos brasileiros que acessam a internet têm conta nesse site de relacionamento, que é o segundo endereço mais buscado no Brasil, atrás apenas do Google. Cada vez mais onipresentes, as redes sociais e os blogs já são frequentados por 80% dos brasileiros que acessam a internet. Fonte: Nielsen Online 
15 Fatos que impressionam e/ou assustam... em relação às mudanças no trabalho. Trabalhar no que gosta Trabalhar só pela remuneração Satisfação pessoal Dinheiro 
16 2009 Pessoas trabalham em casa Wi-fi gratuito, Banda larga mais veloz e mais barata 2020 
18 Considerações diante dos fatos... As empresas precisam rever suas ações diante dos colaboradores. O indivíduo comenta suas frustrações nas redes sociais na internet. Dependendo do comentário, como fica a imagem da organização? 
19 PROVOCAÇÕES E sua empresa está de olho neste cenário? Como estão as políticas de segurança e divulgação de informações corporativas em diferentes sites na internet? 
20 Fui demitido por causa do Orkut... E agora? Eu trabalhei durante anos em um empresa,onde nunca me chamaram atenção,em meu setor era um dos melhores funcionários. Devido a um comentário q fiz no Orkut,na verdade foi uma critica,nada ofensivo e nem denegria a imagem da empresa.Fui demitido,sem justa causa,me pagaram as verbas recisórias tudo certinho,mas não achei correta a titude da empresa,em momento algum fui chamado p\ esclarecer o assunto…O q posso fazer?Foi certo o q eles fizeram??? Obrigada 
21 Desafios para os gestores de pessoas 2.0 Não continuar tratando os colaboradores sem entender este novo cenário. Trabalhar de forma integrada com as demais áreas da empresa. Entender a multidisciplinaridade e a diversidade cultural de seus colaboradores. Prestar mais atenção nas crianças porque elas têm muito a nos ensinar sobre como lidar com as novas tecnologias. 
22 www.ciencianasnuvens.com.br Grato pela presença 

Conheça um pouco mais sobre essas três gerações, que compreendem pessoas nascidas desde o início dos anos 60 até os dias atuais.

A Geração X

Essa geração inclui aqueles que nasceram no início de 1960 até o início dos anos 80.
É um grupo identificado como jovem, mas sem uma identidade aparente. Este grupo enfrentaria um mal incerto, um futuro aparentemente hostil.
Acontece que a geração X cresceu, passou pela fase hippie, teve ideais, esqueceu-se dos problemas que lhes foram empregados e foi fazer carreira no mercado. Essa geração viu surgir o computador pessoal, a internet, o celular, a impressora, o Email, etc.
Grande parte dessa geração chegou a sua idade adulta com sonhos e descobriu que muito deles, não passariam de sonhos, pois o caminho é longo e o preço bem alto. Enquanto isso, viram seus filhos crescerem em um mundo diferente do que eles conheceram quando jovens.

Algumas características de pessoas da geração X:
  • Busca da individualidade sem a perda da convivência em grupo;
  • Maturidade e escolha de produtos de qualidade e inteligência;
  • Ruptura com as gerações anteriores e seus paradigmas;
  • Busca maior por seus direitos;
  • Preparação e preocupação maior com as gerações futuras;
  • Procura de liberdade.

A Geração Y

Compreende aqueles que nasceram no fim dos anos 70 e início dos anos 90, essa é a geração da liberdade e da inovação.
Foi a geração que desenvolveu-se em uma época marcada pelo avanço da tecnologia e prosperidade econômica. As crianças da geração Y cresceram tendo o que muitos de seus pais não tiveram, como TV a cabo, videogames, computadores e muito mais.
A geração Y cresceu rodeada de facilidades oferecidas por seus pais, que obviamente queriam dar uma vida melhor do que aquela que tiveram, para seus filhos.
Se a geração X viu a tecnologia nascer, foi a vez da tecnologia ver a geração Y nascer e os acompanhar desde pequenos.
Jovens desta geração têm como hábito ser tão multitarefas, podendo ao mesmo tempo trabalhar em mais de um projeto, responder e-mails, acompanhar as notícias através de algum site, conversar com os colegas de trabalho, conversar com os amigos online, ouvir música e dar atenção às redes sociais.
Os jovens da geração Y foram acostumados a conseguir o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e por isso lutam por salários ambiciosos desde cedo. É comum que os jovens dessa geração troquem de emprego com frequência em busca de oportunidades que ofereçam maiores desafios e crescimento profissional.
Trata-se da primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a usa desde a primeira infância.
A tecnologia e os dispositivos móveis permitiram a comunicação entre si como nenhuma outra geração o tinha feito anteriormente, permitindo partilhar experiências, trocar impressões, comparar, aconselhar, criar e divulgar conteúdos, que são o fundamento das redes sociais.

Algumas características de pessoas da geração Y:
  • Estão sempre conectados;
  • Procuram informação fácil e imediata;
  • Digitam ao invés de escrever;
  • Preferem emails a cartas;
  • Vivem em redes de relacionamento virtuais;
  • Compartilham tudo o que é seu: dados, fotos, hábitos. etc;
  • Estão sempre em busca de novas tecnologias;
  • Tem um grande fluxo de informações diariamente.

A Geração Z

Compreende os nascidos entre 1992 a 2010 e está ligada intimamente à expansão exponencial da internet e dos aparelhos tecnológicos.
As pessoas da Geração Z são conhecidas por serem “nativas digitais”, estando desde pequenos já familiarizadas com a internet e todas suas possibilidades, com o compartilhamento de arquivos constantes, com os smartphones, tablets, e principalmente estando sempre conectadas e “ligadas” ao que acontece em tempo real.
Integrantes desta geração nunca viram o mundo sem computadores. E como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.
A Geração Z é um tanto quanto desconfiada quando o assunto é carreira de sucesso e seus estudos, a maioria já não acredita mais em fazer uma só coisa para o resto da vida ou passar sua vida profissional inteira em uma só empresa.

Algumas características de pessoas da geração Z:
  • Desapegado das fronteiras geográficas;
  • Demasiados ansiosos;
  • Falta de intimidade e relação social;
  • Forte responsabilidade social;
  • Necessidade extrema de interação e exposição de opinião.

Fontes ou inspiração para este post:

29/07/2015 - As gerações X, Y e Z no mercado de trabalho

Autor: Marcela Alves
Muito se fala sobre os conflitos entre as gerações X, Y e Z, principalmente no que diz respeito às diferenças encontradas no perfil profissional de cada uma delas. Apesar de possuírem algumas semelhanças, os indivíduos dessas gerações apresentam características, linguagens e comportamentos únicos e expressivos que, quer queira quer não, acabam por influenciar os mecanismos do mercado de trabalho.
O jeito de pensar, o modo de se expressar, a velocidade com que faz e a intensidade com a qual deseja. Estes são apenas alguns pontos que mostram com clareza as diferenças entre as gerações que hoje dividem espaço nas empresas. Mas como estes profissionais, de perfis e objetivos tão diferentes, convivem e trabalham juntos?
Quem atua no mercado de trabalho certamente já presenciou situações em que há conflito de ideias, sentimentos ou interesses entre profissionais de diferentes idades. E essa diferença não precisa nem ser grande: bastam dez anos para que as mudanças de comportamento e opinião sejam notadas.
Assim que ingressa no mercado de trabalho, uma nova geração passa a mudar a sua dinâmica e a influenciar os hábitos das gerações anteriores. Deste modo aconteceu com a Geração X (nascidos entre o início dos anos 1960 e o final dos anos 1970) e com a Geração Y (nascidos entre o início dos anos 1970 e o início dos anos 1990), e está acontecendo agora com a Geração Z (nascida após 1995).

O olhar das corporações

“A grande questão é lidar com as fraquezas, as fragilidades e as diferenças. A percepção de que o mundo mudou – e continua mudando – e que o poder das telecomunicações tem impacto profundo na transformação dos seres humanos e nos seus comportamentos exige das corporações uma postura mais atenta. Elas precisam despertar para novos desafios, urgências e premissas nos relacionamentos”, ressalta Regina Nogueira, coach, consultora empresarial e especialista em RH.
Segundo Regina, o progresso e o sucesso exigem atitude, revisão de crenças e comportamentos ligados às decisões estratégicas e corporativas. E para acompanhar o ritmo que se impõe, os profissionais e as empresas devem ser desafiados constantemente pelas novas gerações.
“A leitura dessas gerações e a construção de seus papéis no mercado de trabalho depende de avaliações constantes. Quando falamos de uma nova geração, estamos falando de uma nova forma de aprender e de uma nova velocidade”, explica a coach. Segundo a especialista, pode-se dizer que as características gerais mais marcantes dos indivíduos das gerações X, Y e Z no âmbito profissional são:
Geração X: comprometimento e linearidade
Geração Y: imediatismo e questionamento
Geração Z: colaboração e objetivos comuns

Constante transformação

Entender que cada geração possui uma característica predominante e que o comportamento ideal é aquele que visa o equilíbrio, sem excessos: este é o caminho para que a interação entre os grupos seja sempre positiva. E a recomendação é seguida de perto por muitos profissionais.
Integrante da geração X, a administradora de empresas Vanessa Kaufmann de Mello, 38 anos, já está acostumada com as alterações que, de tempos em tempos, recaem sobre o mercado e seus profissionais. “Acredito que as novas gerações são menos analíticas, estando mais aptas a aceitar riscos. Também são mais criativas e questionadoras, além de serem mais ágeis no momento de desempenharem várias tarefas ao mesmo tempo”, opina.
Para Vanessa, ser receptivo a novas ideias e inovações na forma de trabalhar, prezando pela convivência e harmonia da equipe, é característica essencial para quem deseja continuar atuante no mercado. “Possuo grande habilidade em me adaptar às mudanças e quando tenho algo novo para propor, por exemplo, procuro argumentar com bastante embasamento”, explica.
Analíticos, os integrantes da geração X apresentam conhecimento mais aprofundado sobre os temas e se dedicam bastante ao trabalho. Já a geração seguinte a ela é conhecida por seu perfil questionador, inovador, imediatista e um tanto rebelde. Os millennials, ou simplesmente Y, são mais irreverentes, mas nem por isso deixam de ter comprometimento com o sucesso profissional.
“Costumo sempre pensar no meu objetivo e ter foco na minha carreira para não deixar que o lado emocional afete o meu comportamento ou mesmo uma tomada de decisão no trabalho”, afirma o consultor de marketing Felipe Scalabrin Mosqueira, de 32 anos.
Segundo ele, saber ouvir, conciliar e extrair o que cada um tem de melhor é um dos maiores exercícios que o profissional pode ter como aprendizado para o bem estar coletivo. “Dificilmente você irá encontrar uma pessoa que pense como você, dessa forma, tanto uma crítica quanto uma ideia não levada em consideração fazem parte do mundo corporativo e o ideal é que o profissional tenha maturidade suficiente para não levar isso para o lado pessoal”, completa.

De geração para geração

Individualistas, indisciplinados ou talentosos? Quando chegaram ao mercado de trabalho com suas pretensões e necessidades, os jovens da geração Y provocaram uma enorme revolução no meio organizacional. Entretanto, apesar das conquistas, alguns comportamentos dessa geração se assemelham – e muito – ao das gerações precedentes.
Uma pesquisa realizada pela IBM com 1.784 profissionais de 12 países comparou as preferências e os padrões comportamentais das gerações Y e X e descobriu que elas têm opiniões, aspirações e padrões de comportamento muito parecidos quando o assunto é carreira profissional.
De acordo com o levantamento, causar um impacto positivo na organização em que trabalha é o objetivo de carreira de longo prazo mais importante para 25% dos entrevistados da geração Y e para 21% dos entrevistados da geração X. Já trabalhar com um grupo diversificado de pessoas é o objetivo de 22% dos consultados de ambas as gerações. Por fim, ajudar a resolver desafios sociais e ambientais é o mais importante para 22% dos millennials e 20% da geração X que participaram da pesquisa.
Não muito distante disso estão os profissionais da geração Z – a iGeneration. Vistos pelos especialistas como os futuros chefes da geração Y, estes profissionais nasceram num mundo já digitalizado, com computadores, celulares e internet, e são críticos, dinâmicos, cooperativos e bastante exigentes.
“Sou uma pessoa extremamente dedicada e comprometida com tudo aquilo que me proponho a fazer, me doo 100% e penso em planos alternativos para conseguir contornar o problema da melhor forma possível caso algo saia de forma inesperada. Para isso, eu pesquiso, estudo, analiso e defino estratégias, e a tecnologia exerce um papel fundamental neste processo, pois é uma das principais ferramentas em que me apoio”, comenta Juan Marcel Zabisky Garcia, 24 anos, coordenador de marketing digital.
Para Juan, “a internet ajuda a suprir uma ansiedade extrema em coletar o máximo de conteúdo possível com agilidade, ajudando a reunir tudo o que está disponível para um resultado perfeito no trabalho”. Todavia, o advento da internet e o acesso à tecnologia tornaram estes jovens ansiosos e imediatistas, e as relações pessoais, restritas ao universo virtual. “O perfil acelerado e o excesso de referência trazida pela constante evolução tecnológica pode, em vez de facilitar, complicar a nossa vida. Por isso, acredito que a troca seja uma das principais responsáveis pela evolução pessoal e profissional”, avalia o coordenador.

O papel das empresas

Um levantamento global da SAP, companhia de softwares empresariais, realizado com a Oxford Economics, apontou que o desenvolvimento profissional é um dos três principais fatores que aumentam a lealdade e o engajamento dos funcionários. Por isso, é imprescindível que as corporações ofereçam treinamento e capacitação contínua aos profissionais.
“Nos Estados Unidos, os millennials citam o desenvolvimento como o fator mais importante para permanecer e apostar em uma empresa. Mas não são apenas eles. Profissionais com mais de 50 anos são três vezes mais propensos a deixar um trabalho quando se sentem paralisados por falta de oportunidades de aprendizado e desenvolvimento”, revela a vice-presidente de Recursos Humanos da SAP América Latina e Caribe, Paula Jacomo.
Atualmente, a geração Y tem sido o foco no mundo dos negócios, pois em menos de 10 anos ela representará 75% da força de trabalho mundial. Contudo, a gestão de talentos deve se concentrar em todos os tipos de perfis, não apenas nos emergentes, como lembra Regina: “Neste momento, a área de Recursos Humanos, alinhada às decisões estratégicas das empresas, exerce um papel fundamental. A leitura dessas gerações e a construção de seus papéis nas instituições dependem muito da avaliação constante e de suas capacitações”, finaliza a coach.
Fonte:http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/as-geracoes-x-y-e-z-no-mercado-de-trabalho
Já há algum tempo tem havido uma necessidade de se nomear as gerações de forma a não alinhar com as mesmas características indivíduos de épocas diferentes. Até há pouco tempo atrás, quando nos referíamos a crianças, adolescentes ou pessoas de meia ou terceira idade acabávamos generalizando comportamento e características, independente da época em que viveram. Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido.
Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.
Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes específicos
As principais classificações das gerações são:

Geração X

Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980. A Geração X é formada pelos filhos da Geração Baby Boomers, formada logo após a Segunda Guerra Mundial e pelos pais da Geração Y.
Apesar de haver tentativas anteriores de se utilizar o termo Geração X, a definição que se refere à Geração que teve início na década de 60 se deve a um estudo realizado por Jane Deverson. A idéia era classificar a geração de adolescentes da época, que eram considerados muito rebeldes para os padrões de então. A literatura cita comportamentos não usuais para a época, como “não acreditar tanto em Deus”, ou fazer sexo antes do casamento. Por serem filhos de uma geração mais comportada, o estudo gerou recusa de uma Revista Britânica que o havia encomendado. A editora achou os resultados fortes demais.
O Relatório foi então publicado por Deverson junto a um correspondente americano, Charles Hamblett, que lendo os resultados resolveu chamar a geração de “X”.
Hoje não se sabe ao certo se o “X” se refere à expressão em inglês “X rated”, que significa ações ou produtos pornográficos, ou se a referência é ao “X” utilizado em matemática, como uma incógnita a ser descoberta.
Entre as principais características dos indivíduos da geração X, encontramos:
– Busca da Individualidade sem a perda da convivência em grupo.
– Maturidade e escolha de produtos de qualidade.
– Ruptura com as gerações anteriores.
– Maior valor a indivíduos do sexo oposto.
– Busca por seus direitos.
– Respeito à família menor que o de outras gerações.
– Procura de liberdade.

Geração Y

A Geração Y, ao contrário do que muitos pensam, não se refere exatamente a uma legião de adolescentes, mas sim a uma “determinada” geração, nascida entre os anos 1980 e 2000. São os filhos da Geração X e netos dos Baby Boomers.
Como é uma geração relativamente nova, ainda não há uma conceituação clara das características desta geração, a não ser pelo fato que nasceram em um mundo que estava se transformando em uma grande rede global. A Internet, emails, redes de relacionamento, recursos digitais, fizeram com que a geração Y fizesse milhares de amigos ao redor do mundo, sem ao menos terem saído da frente de seus computadores. A mobilidade nas comunicações é outra característica associada ao consumo da Geração Y.
Não há acordo entre os estudiosos a respeito da data exata de início e fim desta geração. Alguns voltam alguns anos e ultrapassam os anos 70. Outros dizem que a geração Y se mantém até 2010. O que há em comum, no entanto são os novos hábitos voltados à comunicação e obtenção da informação instantânea.
Também são chamados de Millennials por serem a geração da mudança do milênio.
A definição foi criada pelo Advertising Age. Uma revista de publicidade e propaganda Norte Americana, que definiu, em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes da época. Como eram filhos dos integrantes da Geração X, se achou óbvio, que esta nova geração fosse chamada pela próxima letra do Alfabeto.
Entre as principais características dos indivíduos da Geração Y, encontramos:
– Estão sempre conectados.
– Procuram informação fácil e imediata.
– Preferem computadores a livros.
– Preferem emails a cartas.
– Digitam ao invés de escrever.
– Vivem em redes de relacionamento.
– Compartilham tudo o que é seu: dados, fotos, hábitos.
– Estão sempre em busca de novas tecnologias.
Apesar de já haver uma definição para a próxima letra (Geração Z) esta geração não está definida, exatamente numa época, mas em um hábito de comportamento: uma geração eternamente conectada e preocupada com a ecologia e o respeito ao meio ambiente. Também está a caminho, a Geração Alfa, formada por pessoas nascidas a partir de 2010.

Geração Z

Uma nova denominação está sendo utilizada para uma geração cada vez mais presente e atuante no mercado: a geração “Z”. Ao contrário do que possa parecer, no entanto, a Geração Z não é formada pelos filhos da Geração Y. A letra Z indica uma geração de indivíduos preocupados, cada vez mais com a conectividade com os demais indivíduos de forma permanente.
Assim, se as gerações anteriores se conectavam com o seu mundo através de um computador de mesa, a nova geração passou a ficar constantemente disponível e conectada através de dispositivos móveis. A noção de grupo passa a ser virtual. Cada pessoa passa a ter o seu vídeo game, a sua TV, o seu celular e o seu equipamento de som. Isto muda a forma de comportamento e relacionamento social sobremaneira, já que até então, essas formas de diversão, entretenimento ou comunicação eram coletivas. Ao final do Século XX, a televisão ocupava um lugar central na sala, reunindo a família no que se chamava “horário nobre”. Da mesma forma no início do Século passado, o Rádio e equipamentos de som ocupavam esse lugar. A geração Z dispõe de todos esses dispositivos em equipamentos portáteis que não os prendem mais a lugar nenhum. A sala da família unida em torno da televisão como ironizado na abertura da série “Os Simpsons”, deixa de existir.
Os indivíduos da geração Z, normalmente são datados como nascidos ao final do Século XX, entre 1990 e 2009. Mas, os gerados no início do Século XXI, independente de outras denominações que possam, ainda ser dadas, mantêm as características da geração Z. (alguns estudiosos já estão chamando os nascidos a partir de 2010 de Geração Alfa).
Assim, pessoas da geração Z acabam trazendo traços de comportamento das gerações anteriores, aliado a uma forte Responsabilidade Social e preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade do planeta. Já foi dito que a geração Z se parece mais com a geração Y do que os próprios indivíduos da Geração Y. A mudança e evolução da tecnologia estão fazendo nascer uma nova classificação: a Geração M. Com características semelhantes à Geração Z, adicionada a simultaneidade no uso dos dispositivos eletrônicos.

Geração XY

Ainda não muito bem definida, a Geração XY é uma maneira de classificar indivíduos da Geração Y que buscam reconhecimento da forma que a Geração X fazia.

Geração Alfa (ou Alpha Generation)

Alguns pesquisadores já disseram que “Apesar de já haver uma definição para a próxima letra (Geração Z) esta geração não está definida, exatamente numa época, mas em um hábito de comportamento: uma geração eternamente conectada e preocupada com a ecologia e o respeito ao meio ambiente.”
O atual problema é entender até que época esta geração poderá ser considerada, já que as letras do alfabeto Latino, utilizado até o momento para a classificação de gerações, se esgotaram. Desde a geração X, filha dos Baby Boomers, usou-se o final do alfabeto Latino para denominar as diferentes gerações. Mas, já que a Z está determinada como um estilo e não como uma data específica, que letra colocar para as gerações nascidas a seguir? Não faria muito sentido colocar letras anteriores a X, Y ou Z. Haveria uma confusão generalizada se começássemos a utilizar letras fora de ordem para a classificação.
A solução foi dada por diversos sociólogos de uma forma simples: Iniciar os nomes das próximas gerações através do alfabeto Grego. E, de preferência iniciar pela primeira letra desse alfabeto. Assim, a letra Alfa ( em Grego ou Alpha, em inglês) já está definida como o nome da geração nascida a partir de 2010. Segundo estudiosos, esta geração será caracterizada pela instrução e educação. Nenhuma outra teve tanto acesso ao conhecimento humano como esta que agora começa a se formar.
Ainda sem características precisas definidas, a não ser que nascerão em um mundo conectado em rede, a Geração Alfa será composta tanto de filhos geração Y, como da Geração Z.

Outras definições

São consideradas ainda, classificação de Gerações:
After Eighty: Geração de Chineses nascidos depois de 1980 (equivalente à Geração Y para os ocidentais). Também chamada Post-80 (pós 80)
Beat Generation: Geração de norte-americanos nascidos entre as duas Guerras Mundiais
Baby Boomer: é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional – Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom, ou explosão populacional estamos nos referindo.
Em geral, a atual definição de Baby Boomers, se refere aos filhos da Segunda Guerra Mundial, já que durante a guerra houve uma explosão populacional.
Normalmente são as pessoas nascidas no final da década de 1940. Acadêmicos justificam o fato, explicando que o ser humano tem uma característica de aumentar a reprodução quando se sente ameaçado ou em perigo por determinados períodos, que foi o caso da Segunda Grande Guerra. Na prática, no entanto, se consideram como Baby Boomers os nascidos entre 1946 e 1964, separados em duas gerações:
a. Primeiros Boomers (1946 a 1954)
b. Boomers posteriores (1955 a 1964)
São os considerados pais da Geração X e avós da Geração Y e parte da Geração Z.
Podemos determinar as seguintes características para a Geração de Baby Boomers:
– Possui renda mais consolidada.
– Tem um padrão de vida mais estável.
– Sofre pouca influência da marca no momento da compra.
– Apresenta maior preferência por produtos de alta qualidade.
– Prefere qualidade a quantidade.
– Experiências passadas servem de exemplo para consumo futuro.
– Não se influencia facilmente por outras pessoas.
– Não vê o preço como obstáculo para perseguir um desejo.
– É firme e maduro nas decisões
Lost Generation (Geração Perdida): Expatriados que rumaram para Paris depois da Primeira Guerra Mundial.

O alfabeto Grego

Para aqueles que estão curiosos em saber quais denominações serão, provavelmente, utilizadas para as próximas gerações, as letras do alfabeto Grego são:
a. em Português
Alfa, Beta, Gama, Delta, Épsilon, Zeta, Eta, Teta, Iota, Kapa, Lâmbda, Mi, Ni, Xi, Ômicron, Pi, Rô, Sigma, Tau, Úpsilon, Fi, Qui, Psi, Ômega.
b. em Inglês
Alpha, Beta, Gamma, Delta, Epsilon, Zeta, Eta, Theta, Iota, Kappa, Lambda, Mu, Nu, Xi, Omicron, Pi, Rho, Sigma, Tau, Upsilon, Phi, Chi, Psi, Omega.
autor: Daniel Portillo Serrano
fonte: http://www.portaldomarketing.com.br

Para Completar

+ LINKS
– “Geração N”: estamos criando jovens incapazes?

Fonte:http://www.ifd.com.br/marketing/geracao-x-geracao-y-geracao-z/

Como Gerenciar Conflitos de Gerações: Geração X, Y e Baby Boomers

Confira o infográfico sobre conflitos de gerações, entenda mais sobre as gerações X, Y e Baby Boomers e saiba como gerenciar conflitos no ambiente de trabalho e também entre as gerações, melhorar o trabalho emequipe e a produtividade no ambiente de trabalho.
Conflitos no ambiente de trabalho fazem parte do cotidiano corporativo, muitos desses conflitos ocorrem por divergência de opiniões, sendo que muitas vezes as opiniões divergem em função de visões diferentes entre as gerações.

Conflitos de Gerações – Infográfico


Conflito de gerações X, Y e Baby Boomers

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