ISIS - O MONSTRO SIONISTA : MÍDIA E FALSAS BANDEIRAS


ISIS - O Monstro Sionista


Estados Islâmicos criado pelos EUA e Sionistas para domínio do mundo Árabe


O ISIS ou Estados Islâmicos - ou EI- tem sido hoje, um dos grandes flagelos do mundo árabe, judeu e ocidental. Seus métodos diferenciados com muitos grupos extremistas, tem feito de si uma unanimidade em matéria de terror.


Para muitos cristãos, a própria Besta do Apocalipse e subsequentemente, todo Islã. Vamos provar aqui na verdade segundo novas revelações e pesquisas, baseando-se em fatos concretos, uma visão que vai muito além do alcance baseado em nossas teorias conspiracionistas, de que o ISIS na verdade é uma criação AMERICANA e SIONISTA .

Mídia e Falsas Bandeiras



Primeiro vamos separar as coisas; diversas comunidades sérias muçulmanas, manifestando suas opiniões como no caso do Presidente sudanês Omar Hassan al-Bashir que afirmou:
“O Isis é brutal sendo uma afronta ao Islã, distorcendo a imagem do país. Infelizmente, para muitos cristãos em 98% dos casos, não há esta distinção, não apenas por causa do espírito prosélito destas denominações, mas também com a ajuda das falsas crenças bíblicas."

Como no exemplo da teoria “ISRAEL o Relógio de Deus”, que dá um toque final no controle coletivo destas consciências, dando a visão de Israel como o povo de Deus, e os muçulmanos como inimigos e os verdadeiros representantes do mal, e até mesmo a besta apocalíptica.
E com a ajuda das distorções visuais, centrada nas propagandas televisivas controladas na mídia pela ELITE SIONISTA, está completo o jogo das ilusões.




Portanto, fatos são adulterados e manipulados, para conduzir a opinião coletiva em favor do expansionismo imperial.
Como no exemplo da faixa de Gaza "de que Israel só se defende de quem inicia os conflitos, ou seja; os palestinos, e assim por diante.” A população cristã sempre justifica o massacre e genocídio em GAZA, acusam como culpados e responsáveis por isso o HAMAS e estes, são na verdade os seus heróis , mas segundo os cristãos, são eles os do Hamas,que iniciam os conflitos e indiretamente causam a morte de milhares de seus compatriotas.

E assim a maioria das consciências populares cai na mesmas ideias, facilitando ainda mais as crenças nas operações secretas e falsas bandeiras da Cia, Mossad e OTAN.




O Estados Islâmicos atuam em quase todo o Médio Oriente exceto em Israel e desde o inicio de suas atuações e domínios, o ISIS tem perpetrado uma política radical sangrenta com o assassinato de centenas de cristãos e outros grupos religiosos.
Esse método na verdade tende infundir o medo e a submissão, mas sendo o ISIS, um grupo radical Islâmico, teria que possuir uma ideologia como todas as organizações radicais muçulmanas, centrada em seu maior objetivo pela submissão de seu suposto maior inimigo e das Nações Árabes; ISRAEL.

Mas, porque será que o ISIS está em todos os lugares, menos em ISRAEL ?
Um exército islâmico que curiosamente além de Israel, nunca atacou a Arábia Saudita, nem o Catar. Porque o ISIS estaria atacando o HAMAS, ao invés de se unir a ele ?

E o que dizer do surgimento desse grupo de um dia para o outro, armado até aos dentes, não com velhos fuzis, mas com frotas de veículos novos, tanques, mísseis, armas químicas, helicópteros e aviões?
Além disso, contam com estúdios de TV e a indispensável ajuda da Arábia Saudita, os traidores e entreguistas de seus irmãos árabes. Porque tudo isso indica é que o Estados Islâmicos EI, é um aliado  financiado por ISRAEL (Mossad) e Estados Unidos (Cia), mas vamos adiante para entender isso.


Os Planos sionistas para o Oriente Médio

Em 1982, Oded Yinon, um jornalista israelense com ligações no Ministério do exterior de Israel, escreveu “O Plano sionista para o Oriente Médio”.
O Livro Branco propôs "que todos os Estados árabes devessem ser divididos, por Israel, em pequenas unidades" e a "dissolução da Síria e do Iraque, mais tarde, em áreas exclusivas étnicas ou religiosas, como no Líbano, é o alvo primário de Israel na frente oriental a longo prazo."
A destruição dos estados árabes e muçulmanos, sugeriu Yinon, seria feita a partir de dentro, explorando as tensões étnicas e religiosas internas. Agora vejam isto:



Uma quebra limpa

Em 1996 o Institute for Advanced Strategic e Political Studies, patrocinou e publicou um documento intitulado “Uma quebra limpa, uma nova estratégia de segurança para a região,” que argumentava que o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu “deveria fazer uma ‘quebra limpa’ do Processo de Paz de Oslo e reassumir a reivindicação da Cisjordânia e de Gaza”.

O documento apresentou um plano onde Israel deveria “formular o seu ambiente estratégico,” começando com a derrubada de Saddam Hussein e a instalação da monarquia hashimita em Bagdá para servir de primeiro passo em direção a eliminação dos governos anti-Israel da Síria, do Líbano, da Arábia Saudita e do Irã”.
Brian Whitaker relatou num artigo de Setembro 2002,  publicado no The Guardian que, "vários dos autores do papel Clean Break, Quebra Limpa, agora ocupam posições-chave em Washington”, o plano de Israel de transcender seus inimigos para remodelar o Oriente Médio parece um bom negócio e mais alcançável hoje do que em 1996.
E curiosamente um destes planos seria desestabilizar e derrubar o governo Sírio. Vejam o relatório: A Clean Break: A New Strategy for Securing the Realm



Colossais jazidas de gás estão localizadas na plataforma marinha síria estendendo-se até Israel, passando pelo Líbano. Uma vista ao mapa ajuda a entender o peso dos marcos geográficos nessa disputa de interesses, que envolve grandes petrolíferas e tira o sono de estrategas russos.

O Diário de Sharett

De acordo com o diário pessoal do ex-primeiro-ministro israelense Moshe Sharett, revelado em seu diário fala em linguagem explícita, dizendo que "a liderança política e militares de Israel, nunca acreditaram em qualquer perigo árabe a Israel", escreve Ralph Schoenman:
"Eles tentaram manobrar e forçar os Estados Árabes em confrontos militares em que a liderança sionista estava certa de ganhar, assim Israel poderia realizar a desestabilização dos regimes árabes e a ocupação planejada de território adicional."
E agora tudo que afirmavam esses relatórios, está se cumprindo, curioso não é mesmo?
A História se cumpre na Síria hoje?


Para concluirmos o que foi dito até aqui, parece que Israel quer que todos os países árabes vivam em pleno medo, no descrédito entre si e divididos, assim alimentam isso criando novos grupos terroristas.
O ISIS é um grupo SUNITA que faz frente aos grupos XIITAS, que dominam tanto a Síria como o IRAQUE. Ou melhor; o ISIS está servindo para desestabilizar as forças e resistências ANTI-SIONISTAS.

E na verdade o grupo Estados Islâmicos são mercenários contratados pela OTAN, a serviço do Lobby Sionista de Israel e de Washington.
Na verdade são os Sionistas e Americanos, que estão matando os cristãos e outros grupos religiosos no Iraque e em outras regiões, numa forma de mover a opinião pública em favor de suas guerra fabricadas nos gabinetes de uma elite maldita.

O General Wesley Clark, um dos que revelou publicamente em entrevista em março de 2007, ao jornalista Amy Goodman, que a administração de (George W.) Bush pensava invadir e ocupar sete países em cinco anos: Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irã.
E agora recentemente na CNN afirmou que o ISIS é criação dos EUA e seus aliados, como Israel.





Recentemente; O ex-NSA e agente da CIA Edward Snowden, que ficou famoso por denunciar diversas manobras macabras do governo americano por sua agencia de segurança (NSA).
Em julho de 2014 foi noticiado que Snowden teria publicado documentos revelando que Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Da'ish, seria na verdade Simon Elliott, de ascendência judia, recrutado pelo Mossad para criar discórdia entre os muçulmanos, fomentar a guerra entre o Oriente e o Ocidente e assim reforçar a posição do Estado de Israel no Oriente Médio.

Segundo os documentos supostamente revelados por Snowden, a única solução para a proteção do Estado judeu seria "criar um inimigo perto de suas fronteiras”. Numa estratégia para atrair todos os extremistas do mundo para um só lugar, usando uma estratégia chamada de "o ninho de vespas".
A estratégia do "ninho de vespa" tem como objetivo trazer todas as principais ameaças a um lugar, a fim de monitorá-las, e principalmente abalar a estabilidade dos países árabes.



Aliança Maldita

No Iraque, moradores recentemente  alegaram que presenciaram a queda de armamento e comida de paraquedas americanos para os jihadistas do ISIS. "Estes são os pára-quedas americanos, que os norte-americanos enviaram para ISIS quando eles estavam aqui em Baiji"



Mais tarde o exército do Iraque derrubou dois aviões britânicos constatando que na verdade, estavam transportando armas para os terroristas do ISIS na província de Al-Anbar.



Armas britânicas sendo enviadas ao grupo ISIS - 
Neste mesmo ano (2015)Um rabino israelense afirmou que a presença do grupo ISIS/EIIL na região do Oriente Médio, é um apoio para que o regime de Tel Aviv alcance seus objetivos.
“Deus lançou o ISIS contra as nações que querem acabar com Israel”, alegou Nir Ben Artzi durante seu sermão semanal nos territórios ocupados, citado pela agência palestina de noticias ‘Sama News’.


Uma Pedra no Sapato

O presidente russo Vladimir Putin propôs a Washington e seus sócios ajudar conjuntamente o governo sírio contra o exército do Estado Islâmico, o que jamais aceitaram.
Recentemente as forças russas em apoio ao governo de Bashar al-Assad, fizeram várias retaliações com bombardeios ás forças dos Estados Islâmicos, e foram criticadas pela administração Obama, por cometer erros atacando alvos civis.

O que foi mais uma mentira do tal Nobel da paz; o sr Obama, já que diversas fontes já denunciaram que foram os EUA que bombardearam repetidamente refinarias de petróleo, pontes, silos de grãos, instalações de distribuição de alimentos e outras infra-estruturas civis e áreas civis.

Recentemente o chanceler Serguei Lavrov afirmou: "Moscou dispõe da informação que os EUA conhecem as posições concretas do agrupamento terrorista Estado Islâmico (EI), mas não as mandam bombardear”.
Claro e mais do que claro ! A campanha de bombardeios dos EUA é uma violação do direito internacional, assim como as invasões de fronteiras feitas por seus aliados em prol de seus interesses obscuros e sórdidos.

Operações complexas e limpas executadas pela cabala sionista, que sempre comanda o jogo por trás dos bastidores. Onde estão sempre saem como os mocinhos da história, graças á sua mídia corrupta, políticos inescrupulosos e todos os que se vendem por seus dinheiros sujos e venerações. E mesmo assim; o Islã continua sendo a besta do apocalipse? Tá bom; me engana que eu gosto !

Observações

A revista Time publicou em 19 julho de 2014 um artigo argumentando esta história, que foi relatada por muitas fontes iranianas, incluindo agência de notícias do Irão, como sendo uma teoria da conspiração Iraniana e como tal não seria verdade. No entanto, é importante ressaltar que, embora a notícia se tivesse tornado viral na rede, Snowden nunca refutou as alegações da agência de notícias iraniana. 
Autor: Valter J.Amorim Postagem de “Aquarius 2036”- posts diversos)

Cada edição da Dabiq começa com a mesma frase: “A centelha foi acesa aqui no Iraque, e seu calor vai continuar a intensificar – com a permissão de Deus – até que ele queime os exércitos dos cruzados em Dabiq.” Dabiq é uma área no norte da Síria, onde, de acordo com a profecia, Deus vai transformar em “estátua de sal” os exércitos do Ocidente.

O grupo islâmico foi classificado como terrorista. O Estado Islâmico cresceu significativamente justamente por causa da participação na Guerra Civil Síria.O Estado Islâmico obriga as pessoas que vivem nas áreas que controla a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob a lei charia (o código de leis islâmico). Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações, ou serem condenados a pena de morte.

Desde o início de sua ofensiva, o grupo jihadista Estado Islâmico (Nota minha: Estado Islâmico, que de Estado nada tem e o termo Islâmico tem como função gravar-se nas mentes adormecidas da maioria dos ocidentais, criando a aversão a todos nossos irmãos islâmicos) avançou de forma exponencial. Beneficiados pela fraqueza e sectarismo do Estado iraquiano e pela guerra civil síria, os radicais ganharam reforços e conquistaram novos territórios, propagaram o terror a partir da dizimação de minorias étnicas e chocaram o mundo com a execução de vítimas inocentes.


 Hoje, lideranças mundiais debatem a formação de uma coalização capaz de parar os radicais, que avançam cada vez mais fortes e atrozes. Mas, quem financia esse grupo? A organização radical "Estado Islâmico" (EI, ou ISIS em inglês) não precisa se preocupar com recursos humanos e financeiros. De todas as partes do mundo chegam rapazes – e cada vez mais moças – para se engajar na campanha violenta dos jihadistas. Alguns por convicção religiosa, outros porque acreditam que, desta forma, podem ficar ao lado dos irmãos de fé. E há também aqueles atraídos pela aventura e pelo impulso de extravasar violência.



A fim de cuidar de suas preocupações orçamentais, o ISIS desenvolveu uma variedade de fluxos de receita para encher seu caixa de guerra, como uma injeção de $ 425.000.000 de fundos roubados de um banco de Mosul, enquanto os ganhos econômicos regulares consistem em atividades criminosas, tais como extorsão, roubo de artefatos históricos e doações de patrocinadores ricos.

 Quando o ISIS assumiu grandes porções da Síria e do Iraque, a organização capturou valiosos recursos energéticos que mantêm a sua máquina de guerra funcionando. Atualmente, o Estado Islâmico é a mais rica organização terrorista no mundo. Quando o ISIS assumiu grandes porções da Síria e do Iraque, a organização capturou valiosos recursos energéticos que mantêm a sua máquina de guerra funcionando.

Atualmente, o Estado Islâmico é a mais rica organização terrorista no mundo. Até o fim de 2014, a organização radical lucrava principalmente com a venda de petróleo. Tanto no Iraque quanto na Síria o grupo assumiu o controle de regiões petrolíferas. E apesar dos confrontos, as unidades de produção permaneceram intactas ao ponto de os terroristas serem capazes de continuar vendendo petróleo.



A revista Dabiq é a revista oficial dos membros do Estado Islâmico. Cada edição tem aproximadamente 60 a 80 páginas, todas elas coloridas e bem diagramadas, o que mostra que existem membros especialistas em design gráfico. Eles escrevem diversos artigos citando os versos  mais virulentos de vários livros sagrados para provar seus pontos de vista.

Os membros do Estado Islâmico usam o Twitter para recrutar soldados, bem como esposas; eles têm como alvo jovens e crianças vulneráveis de uma maneira semelhante a que os predadores sexuais agem na internet. A equipe de mídia do grupo também reúne uma série de vídeos para convencer os jovens a se alistarem ao Estado islâmico. O governo americano estima que a principal fonte de financiamento do Estado Islâmico seria portanto o petróleo iraquiano. Os jihadistas controlam já algum tempo uma parte importante da indústria de petróleo do Iraque, na cidade de Mossul, localizada no norte do país e que produz quase 2 milhões de barris de petróleo por dia.



Além do petróleo, os terroristas também exercem controle sobre a planta de gás de Shaar e Baiji, onde está situada a maior refinaria do país. Com os lucros, os militantes compram armas e enriquecem suas lideranças. Sua ofensiva no Iraque também foi bastante lucrativa, já que obteve acesso ao dinheiro que estava nos bancos das principais cidades que passou a controlar. 

 Antes que o Estado Islâmico conquistasse grandes áreas de terra, riquezas derivadas do petróleo, produtos manufaturados e empreendimentos criminais, a organização tinha de recorrer a doações de benfeitores ricos para a maior parte de seus recursos financeiros. Durante este tempo, nações amigas dos Estados Unidos estavam financiando os rebeldes sírios que lutavam contra a ditadura de Bashar Al Assad, que foi desprezado pela classe dominante da Arábia Saudita, Kuwait e Qatar. 

 No início da rebelião contra o ditador da Síria, grupos rebeldes sírios estavam interessados em depor Al-Assad do poder. No entanto, à medida que mais lutadores do ISIS se juntaram aos rebeldes, o grupo deslocou-se para o fundamentalismo com grande parte do dinheiro doado por aliados americanos. Além da riqueza proveniente de fontes energéticas roubadas, o EI também arrecada dinheiro com um sistema de impostos em áreas conquistadas, e com uma série de atividades ilegais como roubos a bancos, contrabando de carros e armas, bloqueio de estradas e sequestros.

Segundo o jornalista Patrick Cockburn, a rede conta ainda com o apoio financeiro dos países do Golfo, que já teriam fornecido milhões de dólares para que combatessem os xiitas. O EI não seria apenas um grupo terrorista, mas um projeto de Estado com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária com recursos abundantes obtidos por meio de financiamento externo, o que permitiria ao grupo continuar sua ofensiva e lançar as bases de seu califado. Fortemente armados com equipamentos roubados dos exércitos da Síria e do Iraque, os jihadistas não se amedrontaram pelos ataques aéreos que são realizados pela coalização internacional.



Os avanços territoriais parecem ter sido timidamente freados, mas não há sinais de que o EI está enfraquecido. E um dos motivos para tanto é o fato de que o grupo está ficando cada vez mais rico e organizado. Considerado “o grupo terrorista mais rico do mundo”, conforme escreve Luay Al-Khateeb, fundador do Instituto de Energia do Iraque, o EI há tempos deixou de ter as doações de simpatizantes como sua principal fonte de renda.

 De acordo com suas estimativas, o EI hoje controla 60% dos ativos de petróleo da Síria, além de possuir sete deles no Iraque. Segundo Al-Khateeb, é justamente esse o maior e mais rentável negócio dos jihadistas, capaz de gerar cerca de dois milhões de dólares por dia. Para os EUA, cortar essa fonte de financiamento faz parte da estratégia para desestabilizar o grupo e os campos e refinarias de petróleos dominadas pelos jihadistas são alvos frequentes dos ataques aéreos da coalização.

 Mas um dos obstáculos é acabar com o contrabando propriamente dito. Especialmente as rotas que seguem para a Turquia. Analistas ouvidos pelo jornal The New York Times acreditam que autoridades turcas fazem vista grossa para a situação, pois estão de alguma forma se beneficiando dela. “Tenho certeza de que há um significativo número de pessoas ganhando dinheiro com isso na Turquia”, disse um deles para a publicação.




O contrabando de petróleo é, sem dúvidas, um importante pilar nas operações do EI. Contudo, o grupo vem diversificando suas atividades. Essa organização também é financiada significativamente pela atividade criminal.

 Contrabandeia cigarros, medicamentos, telefones celulares e até antiguidades iraquianas. Além disso, ao entrar no Iraque e na Síria, combatentes estrangeiros vendem seus passaportes por milhares de dólares. A venda do passaporte não só engorda os cofres da milícia, como tem valor político simbólico: o combatente deixa sua antiga identidade para trás. Outros recursos financeiros são originários de sequestros e tráfico de pessoas. Se os reféns não são especialmente proeminentes – ou seja, ocidentais –, o EI tenta extorquir as famílias das vítimas.



A milícia ainda vende mulheres yazides raptadas. Relatos indicam que o EI também está comercializando órgãos no mercado negro – buscados desesperadamente em muitos hospitais e clínicas. Além disso, essa organização cobra impostos e taxas da população dos territórios que domina. Autoridades americanas acreditam que o "Estado Islâmico" tenha cerca de 15 mil combatentes.

No entanto, o especialista em segurança iraquiano Hisham al-Hisham estima, no início de agosto, esse número em entre 30 mil a 50 mil. Os membros do "EI" têm acesso e são capazes de usar uma grande variedade de armas, inclusive artilharia pesada, metralhadoras, lançadores de foguetes e baterias antiaéreas. Em suas incursões militares eles capturaram tanques de guerra e veículos blindados dos Exércitos sírio e iraquiano.




Além disso, sabemos que por trás de qualquer guerra existe sempre uma empresa lucrando e, até mesmo, financiando. Não será surpresa para ninguém descobrir que as multimilionárias industrias bélicas, estejam financiando também o estado islâmico.


O Estado Islâmico em seus anúncios não mostra apenas imagens felizes de jihadistas. Quase sempre eles incluem uma imagem de cadáver de um homem além de mostrarem os terrores dos conflitos. O grupo também não se coíbe de mostrar fora sua própria brutalidade. Há muitas fotos na revista de reféns decapitados e valas comuns cheias de civis massacrados. Esta honestidade sobre as realidades físicas da guerra que estão travando chegam a surpreender.



http://marecinza.blogspot.com.br/2015/11/isis-o-monsro-sionista.html?

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