OS 6 RANCORES QUE STEVE JOBS GUARDOU ATÉ O FIM DE SUA VIDA

Os 6 rancores que Steve Jobs guardou até o fim de sua vida

Saiu nesta terça-feira, 24, nos EUA, a nova biografia de Steve Jobs, fundador da Apple. O livro "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader" é o segundo a tratar da vida do ex-CEO - que morreu em 2011 -, e reafirma uma parte importante da personalidade do executivo: mesmo em seus últimos dias, com a experiência acumulada ao longo de 56 anos de vida, ele ainda guardava rancor de muitas pessoas e empresas.
Abaixo está a lista de “birras” que Jobs guardou até seus últimos dias de vida, conforme levantado pelo VentureBeat:
O cantor Neil Young: O artista havia criticado a qualidade sonora das músicas distribuídas pelo iTunes, o que ofendeu Jobs profundamente. Quando Young tentou remediar a situação enviando alguns discos de vinil para o CEO da Apple, a resposta foi pesada: “F…. Neil Young. E f…… os álbuns dele. Você pode ficar com eles”, respondeu Jobs a um dos mensageiros que levou o presente até ele.
O CEO da Disney, Michael Eisner: Os dois travavam negociações tensas sobre a distribuição de conteúdo digital. O rancor permaneceu mesmo depois de Jobs conseguir o que ele queria da Disney. “Eisner se tornou um palavrão para ele”, diz o livro.
Jean-Louis Gassée, ex-executivo da Apple: Ele teria falado a John Sculley, CEO da Apple na ocasião, que Jobs estaria tentando tirá-lo da empresa em 1985, o que eventualmente o levou a deixar a companhia que fundou. Graças a isso, “mesmo com a passagem de um quarto de século, Steve ainda rosnava toda a vez que o nome do francês surgia”, conta a biografia.
O cofundador da Adobe, John Warnock: A má-vontade com a Adobe e o Flash é bem famosa. A empresa era uma grande apoiadora da Apple, mas Warnock eventualmente começou a favorecer a Microsoft e o Windows em vez da maçã. Quando a empresa começou a se restabelecer, ele se recusou a suportar o Flash no iPhone e no iPad, além de criticar publicamente as faltas de inovação do Flash.
Jon Rubinstein, outro ex-executivo da Apple: Ele tinha um alto cargo na Apple e teve papel fundamental na criação do iPod, mas deixou a empresa ao sentir que não fazia parte da “panelinha” de Jobs. Um ano depois, se tornou CEO da concorrente (e finada) Palm. Isso gerou uma ligação curta mas raivosa de Jobs, após a qual os dois nunca mais conversaram.
Google: Outra birra famosa. As duas empresas eram bastante próximas, e Eric Schmidt, um dos três principais executivos do Google, fazia parte do quadro de diretores da Apple. No entanto, a chegada do sistema operacional gratuito Android enfureceu Jobs. Ele considerava o software do Google uma cópia barata do iOS e se sentiu traído por seus antigos parceiros. Com isso, uma batalha judicial foi lançada contra o Android, que permanece até hoje.
Via VentureBeat 


Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/os-6-rancores-que-steve-jobs-guardou-ate-o-fim-de-sua-vida/47546

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