DEZ ANOS DE PT E A DESCONTRUÇÃO DO BRASIL


         


Dez anos de PT e a descontrução do Brasil



Como um partido corrupto e incompetente pode conduzir um país ao abismo ? É o que pretende explicar José Gobbo Ferreira, Coronel reformado do Exército, autor do livro que pode ser baixado grátis em :
http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2013/10/DEZ-ANOS-DE-PT-E-A-DESCONSTRUCAO-DO-BRASIL.pdf


          

Sobre o Autor :
José Gobbo Ferreira graduou-se Oficial do Exército na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) em 1962, e em Engenharia Química no Instituto Militar de Engenharia (IME). Concluiu o Mestrado em Engenharia Mecânica na Escola Federal de Engenharia de Itajubá (EFEI), hoje Universidade de Itajubá, e pós graduou-se em Economia, latu sensu, na Fundação Getúlio Vargas –RJ e na Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD).


A DESCONSTRUÇÃO DO BRASIL

Por Arlindo Montenegro

O Sr. José Gobbo Ferreira é um brasileiro com formação de alto nível.  Atualmente é Professor de Economia convidado e membro permanente da Comissão de Auto-Avaliação da Escola Superior de Atividades Imobiliárias e fornece consultoria e acompanhamento de projetos de engenharia para a empresa Deltarroba em Lisboa, Portugal.

É autor de um livro intitulado DEZ ANOS DE PT E DESCONSTRUÇÃO DO BRASIL.

Que o Sr. José Gobbo me perdoe pela ousadia de espalhar gratuitamente trechos do seu livro entre os leitores deste minúsculo blog:


“Os países do mundo estão agrupados em alguns clubes, com interesses diferentes e por vezes conflitantes. O principal deles é o dos países do chamado primeiro mundo, o G8. Ainda que eventualmente se estranhem entre eles, formam um bloco solidário no relacionamento com os demais. Seu objetivo principal é fechar a porta de seu clube a forasteiros. O Brasil, já foi a 6º e hoje é a 7ª economia mundial, mas não faz, não fez e nunca fará parte do G8. Tudo é válido para evitar que o número de membros aumente. Para isso, o desenvolvimento dos países fora do grupo deve ser retardado de todas as maneiras possíveis.

(...) Agora, os países desenvolvidos aderem a uma visão pós-malthusiana afirmando que ele não pode suportar que todos seus habitantes venham a ter um dia o mesmo padrão de vida de que hoje eles desfrutam. E se empenham em controlar, velada ou ostensivamente, o desenvolvimento dos países retardatários.


Outra constatação é que os recursos naturais dos países da Europa ocidental praticamente já se esgotaram. Por isso, eles devem a sobrevivência de seu padrão de vida ao desenvolvimento e emprego intensos da Ciência e da Tecnologia, o que lhes permite agregar valor a insumos básicos com grande eficiência.
Aplicando técnicas de marketing, excitam no imaginário das pessoas a dependência por novos produtos, despertando a chamada sociedade de consumo. (...) Para que essa engrenagem funcione com eficiência e lucro, matérias primas tem que estar disponíveis em condições favoráveis.


Assegurar que isso aconteça é questão de vida ou morte para a manutenção do status dessas nações. Os estoques desses insumos estão atualmente nos países emergentes, que não dispõem de capital nem de tecnologia suficiente para utiliza-los. (...) É importante criar obstáculos a seu progresso e ao acesso a tecnologias que façam uso delas. É preciso também garantir que eles não as transfiram a países de outros clubes. Delimitar reservas naturais onde esses recursos são abundantes e colocar tribos indígenas protegidas nessas regiões equivale a trancar essas riquezas em um cofre. Enquanto prevalecer essa situação de conforto, nada acontecerá. Mas se qualquer evento ameaçar perturbar esse equilíbrio, tudo pode acontecer.


(...) A diplomacia tradicional não é mais a ferramenta de imposição de vontades. Hoje o conceito de mundo global exige dos governos uma capacidade enorme de estar sintonizado com frequências espúrias oriundas das mais diversas e inesperadas origens, (...) A proliferação das Organizações Não Governamentais, nome impróprio, pois são na grande maioria financiadas e orientadas por governos nacionais, criou uma ferramenta de intervenção disfarçada que pode influenciar em decisões internas de um país, levando-o atender às conveniências do país interventor.


(...) Surgiram os conceitos de hard power e soft power. O hard power seria a exteriorização da força bruta da nação mais forte, principalmente no campo militar, mas também no econômico. Por outro lado, o soft power seria constituído por uma pressão mais sutil, mais de convencimento do que de intimidação, mais de cooptação do que de coação.  (...)    Com efeito, o chamado soft power é apenas um primeiro passo na marcha da nação mais forte no rumo de seus objetivos, quando nações mais fracas se interpõem em seus interesses.


Para isso, usa as ONG´s, as redes sociais, a internet, a difusão de notícias tendenciosas favoráveis a seus intentos, tudo isso contando com o enorme aparato tecnológico das comunicações de nossos dias. Se o soft não funcionar, o hard power entrará automaticamente em ação. (...) Ainda que no Brasil se quisesse dotar o Estado de força suficiente para afrontar as ameaças das ONG´s, dos ambientalistas, dos indigenistas etc., não haveria como fazê-lo: O PT absolutamente não tem competência para laborar nesse nível de governança. Os interesses e a capacidade dos quadros do PT estão muito abaixo dessa complexidade.


O desgoverno em que vive o Brasil reflete a absoluta inadequação de um partido, constituído de pessoas despreparadas e preocupadas exclusivamente em enricar a custa do Estado, para enfrentar os problemas econômicos, políticos e geopolíticos do mundo do século XXI.


(...) O despreparo do governo do PT e a fragilidade de sua reação são intoleráveis. Graças a ele, países desenvolvidos lograram congelar recursos nacionais brasileiros, em reservas indígenas. No governo do PT a Raposa Serra do Sol saiu do papel e foi o governo do PT que aprovou a Declaração Universal dos Direitos dos Índios na ONU. Ou seja, o PT entregou parte estratégica do território nacional para os índios e depois, na assembleia da ONU, legitimou o direito deles, isto é, passou-lhes a escritura do terreno.


(...) As nações nascem, crescem, se desenvolvem e se perenizam, com maior ou menor sucesso, selecionando um conjunto de metas que satisfaça suas necessidades, interesses e aspirações no decorrer das fases de sua existência e estabelecendo a estratégia para atingi-las. Essas metas são seus Objetivos Nacionais. Pode-se dizer que a evolução de um povo se mede pela distância que o separa da consecução e manutenção desses objetivos. A conquista deles faculta que os cidadãos dessa nação desfrutem de bem estar e qualidade de vida que lhes infundem uma total identificação com sua Pátria e com seus patrícios, partilhando com todos e com tudo uma sensação subjetiva, mas extremamente prazerosa, chamada de Bem Comum.


(...) O PT no poder conseguiu conspurcar todos eles. Entre outras coisas, a prática democrática implica no contínuo aprimoramento das instituições políticas, que o PT insiste em desacreditar; na divisão e independência de poderes, que o PT atropela sempre que lhe seja conveniente, haja vista as tentativas de desmoralizar e subjugar o judiciário e de comprar o legislativo; na alternância de poder, que o PT fará tudo o que for preciso, usando os meios mais imorais e reprováveis possíveis, para impedir. O Reich petista foi criado para durar para sempre.

(...) A integração nacional é constituída pela “consolidação da comunidade nacional, com solidariedade entre seus membros, sem preconceitos ou disparidades de qualquer natureza (...)”. Mas o Brasil, até então formado pela união de negros, índios e brancos, pobres e ricos, civis e militares, é desconstruído pelo PT, que promove a cizânia entre as raças, entre as classes sociais, entre militares e civis. Para isso, rotula cada uma delas individualmente, como se fossem partes diferentes de um todo heterogêneo e lança umas contra as outras, em uma tática típica do Gramscismo.


(...) ONG´s abertamente pagas por governos estrangeiros e grupos ditos “ambientalistas” ou “indigenistas” pressionam e conseguem todo tipo de concessões. (...) demarcação de terras, conseguem a assinatura de tratados francamente opostos aos interesses do país, conseguem ameaçar o direito constitucional dos cidadãos brasileiros de ir vir em áreas específicas do território nacional, conseguem perturbar a construção de instalações indispensáveis para o desenvolvimento do país etc... Um exemplo que mostra o atual desprezo da comunidade desenvolvida internacional pela Soberania brasileira, inconcebível antes da desmoralização do país pelo PT, foi protagonizado pelo rei da Noruega, um financiador de ONG´s que trabalham pela autodeterminação dos índios da reserva Raposa do Sol.


Ele decidiu vir visitar seu feudo na Amazônia para “acabar com a confusão” entre garimpeiros e seus afilhados, à revelia da permissão ou mesmo da opinião do governo brasileiro. Entrou sem ser convidado, ficou sem dar satisfações e foi-se embora sem se despedir. É possível acreditar que o Brasil exerça sua soberania naquela região? (...) O governo bolivariano da Bolívia desapropriou manu militari propriedades do Estado brasileiro, ordenou revistas com cães farejadores em aviões brasileiros conduzindo autoridades, contrariando a Convenção de Caracas, se negou a dar salvo conduto ao senador Roger Pinto Molina, asilado na embaixada brasileira em La Paz por mais de um ano. Enfim, tripudiou sobre o Brasil e nenhuma atitude enérgica foi tomada!


(...) Esses desrespeitos ao Brasil só se tornaram possíveis porque os governantes do PT, não fizeram por merecer o respeito do mundo. (...) As atitudes sem nexo de seus governantes, sua postura burlesca e cheia de empáfia, frequentemente turbinadas pelo álcool, seus conselhos risíveis, sua falta de noção do ridículo os transformaram em motivo de troça entre aqueles que deveriam ser seus pares. A paz social se deteriora a cada dia.

Bandos de indígenas, por serem inimputáveis, praticam as mais descabidas agressões à lei e à ordem, em ações orquestradas. Causam danos no campo, invadem propriedades privadas, repartições públicas e até o Congresso. São índios quando necessitam de impunidade, mas exercem todos os direitos dos não índios, sem submeter-se à disciplina legal que os rege. Outros se autodenominam “sem terra” e bloqueiam estradas, invadem fazendas, destroem patrimônio alheio sob os olhos complacentes do governo. Nas áreas urbanas o crime campeia cometendo atrocidades cada vez mais repulsivas. Jovens menores de 18 anos anos podem votar e até dirigir mas, se cometerem dolosa e conscientemente atos criminosos, não podem sofrer plenamente as consequências deles.


(...) O PT se revelou indigno da obrigação de preservar a integridade do patrimônio nacional, ao homologar o tratado indígena da ONU e ao apoiar a demarcação de imensas áreas indígenas contínuas, plantadas sobre imensas riquezas minerais, nas regiões de fronteira do país, preparando criminosamente todas as condições para futuros problemas secessionistas.


A Base de Lançamentos de Alcântara se situa na latitude 2º18´ sul e é o centro de lançamentos mais próximo do equador no mundo. (...) Há muito tempo os USA vem cobiçando aquele Centro. Já foi feita uma indecente proposta para seu arrendamento, estabelecendo que determinadas áreas da base seriam de acesso exclusivo dos americanos, não sendo permitida a entrada de brasileiros sem autorização dos EUA.


(...) Em 1995 o Brasil aderiu ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR), abrindo mão de desenvolvê-los, mesmo aqueles para emprego espacial, mas que pudessem ser utilizados militarmente, e receberia por isso ajuda para seu programa espacial. Nada recebeu em troca.
Em 18 de setembro de 1998 o Brasil assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares com o compromisso de que os Estados com essas armas diminuiriam drasticamente seus arsenais, até chegar a extingui-los, e que transfeririam aos signatários tecnologia nuclear para fins pacíficos. Não fizeram nem uma coisa nem outra.


Agora, a Sra. Dilma se propõe a assinar um acordo permitindo aos americanos o uso de Alcântara. A sociedade brasileira tem que estar profundamente atenta aos desdobramentos desse novo déjà vu. Não há sentido em alugar pedaços da Pátria para o estabelecimento de cabeças de ponte de potências estrangeiras. (...) Escrevam o que escreverem no acordo, se ele vingar, Alcântara se tornará território americano encravado em solo Brasileiro. E o Brasil não precisa dessas treze moedas de Judas.


(...) O Partido dos Trabalhadores pertence ao Sr. Lula. Lula é o PT e o PT é Lula, em uma simbiose perversa que conduziu o país ao nível mais baixo de sua história em termos de ética, moral e pudor. O Sr. Lula é o Macunaíma moderno, sem grandeza e sem caráter. A corrupção escorre por entre todas as obras do governo. E quase todas essas falcatruas são cometidas pelos próprios agentes do governo, sempre alegando que pelo menos parte do butim vai obrigatoriamente para os cofres do PT. E isso tem todo o ar de verdade, pois é exatamente o PT no governo que se empenha para abafar os casos mais constrangedores.


Ninguém imagina que a corrupção seja uma invenção do PT. Mas no passado, os corruptos, se descobertos, eram sumariamente defenestrados de seus cargos. Demonstravam vergonha, verdadeira ou não, de seus malfeitos. E se retiravam de cabeça baixa. Sob o PT, o patrimonialismo se tornou a regra geral e a distinção entre o público e o privado desapareceu completamente.


Políticos se apropriam dos bens públicos das maneiras mais deslavadas. E isso é considerado normal. Não há pejo. Não há vergonha nenhuma. Os chamados mensaleiros tem o apoio integral do governo e do partido, malgrado o fato de terem cometido o mais escabroso crime político da história da República. Políticos petistas condenados como criminosos comuns ocupam espaço na comissão de justiça da câmara. Governar um país como o Brasil não é passear pelo mundo com comitiva e concubina. (...) Não é exercer um populismo desenfreado, humilhando a pouca instrução dos menos favorecidos, mantendo-os sempre na ignorância e iludindo-os com migalhas, (...) Não é ir saudar hipocritamente o Papa buscando votos dos católicos, gastando somas enormes com sua caravana principesca. Não é torrar R$ 3.125,00 do povo brasileiro por cada sessão de maquiagem, aliás, de tão pífios resultados.


(...) o eixo geopolítico principal do mundo está mudando de posição. (...) China e Estados Unidos, debruçados sobre o Pacífico, são dois gigantes produzindo a todo vapor e abocanhando uma parcela cada vez maior do comércio mundial. É fundamental que o Brasil não seja apanhado nesse torvelinho sem o abrigo de poderosos acordos comerciais, abarcando grandes áreas e populações, do lado certo do mundo.


(...) a propaganda do governo do PT consumiu R$ 16 bilhões nesses 10 anos. Isso é equivalente ao custo de quase duas vezes a transposição do São Francisco, ou de um trecho no metrô de São Paulo de 25 a 30 km de extensão. (...) Essa despesa serviu para disseminar amplamente factoides e mentiras. (...) Não é verdade que o PT seja o idealizador das bolsas sociais para amparar a população mais necessitada. A primeira iniciativa dessa natureza de que o Autor tem notícia vem de (...) 1994.
(...) O PT perverteu de tal modo a filosofia desses auxílios que eles se transformaram em um fator de imobilização social e econômica e em um curral eleitoral. - Malgrado notícias recentes na mídia sobre a melhoria do IDH no Brasil, induzindo a crer que ela fosse obra do PT, Não é verdade que o PT (...) O IDH já vinha melhorando continuamente pelo menos desde 1980 e a desigualdade social diminuindo desde 1995.
(...) Não é verdade que houve uma promoção expressiva de indivíduos, das condições típicas da pobreza para aquelas de classe média. O que houve é que o PT estabeleceu que, para subir em sua escala social bastava que o cidadão ultrapassasse uma certa renda, ridiculamente baixa. Com isto, grupos são promovidos de classe social, mas continuam sofrendo as mesmas carências de habitação, saúde e educação etc...
(...) Não é verdade que a dívida externa tenha sido paga pelo PT. O Brasil apenas antecipou o pagamento de sua dívida com o FMI, no valor de US$ 15,570 bilhões, em dezembro de 2005. (...) Essa parcela era apenas parte da dívida externa, que continuou e continua até hoje.
(...) Não é verdade que estejamos perto do pleno emprego como alegam agentes do governo, nem que a taxa de desemprego do IBGE traduza com exatidão a situação do mercado de trabalho no país. Os beneficiários das bolsas do governo, embora ociosos, não são computados em nenhum cálculo. São cerca de 35 milhões de pessoas aptas para o trabalho, que desaparecem das estatísticas. As bolsas permitem ao governo transferir indivíduos que estariam na condição de desempregados para o grupo dos assistidos pela Bolsa Família. Com um mecanismo perverso desses à disposição, o desemprego será aquele que o governo quiser.
(...) Não é verdade, como afirmou expressamente a Sra. Dilma, que o governo federal não tenha despendido recursos nas obras de estádios para a Copa do Mundo. O montante malbaratado pela União nessas arenas, em desonerações e juros subsidiados até agora, é superior a R$ 1,1 bilhão...
(...) É MENTIRA que a decisão de contratar médicos cubanos foi tomada porque médicos brasileiros e estrangeiros de outros países não completaram o número de vagas necessárias. A decisão de contratá-los já estava tomada meses antes que o programa Mais Médicos fosse lançado. Essa contratação é extremamente suspeita e, com certeza tem razões obscuras por trás dela. Um arranjo com os companheiros cubanos, pode muito bem contribuir para a eterna caixa 2 das campanhas do PT .
(...) São muitas mentiras e meias verdades, que um adversário político hábil há de saber usar em seu benefício. Mas o problema mais preocupante de todos (...) é que o PT usará todos os meios ao seu alcance para se perpetuar no poder e não desistiu do objetivo dos guerrilheiros de outrora. O PT conspira para, seguindo os princípios de Gramsci, conquistar o poder absoluto e estabelecer um regime autoritário de esquerda em nosso país. A liberdade do povo brasileiro está em perigo. Estes últimos 10 anos se constituíram em uma ladeira, pela qual o país desceu em todos os aspectos. O Brasil não merecia tamanho desrespeito. Que Deus nos auxilie a suportar o tempo que ainda nos falta de travessia do deserto árido do PT e nos faça, nas eleições que se aproximam, ter pelo menos uma esperança de finalmente encontrar um estadista capaz de revelar o caminho que nos leve, em paz e harmonia, à Terra há tanto tempo Prometida.”

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