CONHEÇA SEIS RELATOS SOBRE ENCONTROS COM ELFOS

Esquerda: um personagem élfico de "O Senhor dos Anéis", Legolas (Shutterstock) Direita: uma múmia encontrada nas montanhas de Pedro em Wyoming. Acredita-se ser restos de um elfo (Wikimedia Commons)
Esquerda: um personagem élfico de 
"O Senhor dos Anéis", Legolas (Shutterstock) 
Direita: uma múmia encontrada nas montanhas 
de Pedro em Wyoming. Acredita-se ser restos 
de um elfo (Wikimedia Commons)

Conheça seis relatos sobre encontros com elfos


Se você perguntar a um islandês se os elfos existem, ele provavelmente lhe dirá que é bem possível. Muitas pesquisas ao longo dos anos têm demonstrado que a maioria dos islandeses acreditam em elfos. No ano passado, um juiz suspendeu a construção de uma estrada na Islândia, pois poderia perturbar os elfos que vivem na área.
Em 2004, os fósseis de pequenos seres humanoides foram encontrados na remota Ilha de Flores, na Indonésia. O ser, chamado Homo floresiensis, mais conhecido como o “hobbit”, tinha cerca de três metros de altura. A revista Nature explicou que os ossos de vários indivíduos foram descobertos, mostrando que era uma sociedade de pessoas deste tamanho, e não uma anomalia.
Então, seriam os elfos altos, ágeis e fortes, como o Legolas de “O Senhor dos Anéis”, ou mais como ajudantes do Papai Noel que se parecem com crianças pequenas? Aqui estão alguns contos sobre encontros com elfos.
1. Lendas de “pessoas pequenas”, múmia encontrada
Acredita-se que a múmia encontrada nas montanhas de Pedro, em 1932, seja uma possível evidência de pessoas pequenas chamadas de Nin'am-bea pelos nativos locais de Shoshone (Wikimedia Commons)
Acredita-se que a múmia encontrada nas montanhas de Pedro, em 1932, seja uma possível evidência de pessoas pequenas chamadas de Nin’am-bea pelos nativos locais de Shoshone (Wikimedia Commons)
Os nativos americanos Cherokee falavam de Yunwi-Tsunsdi, que significa literalmente “pessoas pequenas”. Os Yunwi-Tsunsdi eram descritos como gentis e prestativos, e quase alcançavam a altura do joelho de um homem. Os nativos do Havaí falavam do Menehune, uma raça abundante de pequenas pessoas que construíram cidades, pescavam e eram agricultores. Os indígenas Shoshone de Wyoming também falavam de pessoas pequenas, Nin’am-bea, a quem eles temiam ofender. Nin’am-bea eram conhecidos por atirar nas pessoas com flechas se fossem ofendidos.
Em 1932, uma múmia foi encontrada nas montanhas de Pedro, perto de onde os Shoshone viviam. Ela foi examinada pelo departamento de antropologia da Universidade de Harvard no Museu Americano de História Natural. Ela foi originalmente identificada como pertencente a um homem de 65 anos de idade, embora ela medisse apenas 30 cm de altura.
A múmia foi perdida depois que um de seus proprietários morreu. O dr. George Gill da Universidade de Kansas examinou fotografias de raios-X décadas mais tarde, ele disse que a múmia era provavelmente uma criança com um defeito de nascença que fez com que tivesse um crânio do tamanho de um adulto, mas deixou espaço para outras explicações.
Outras pessoas na região das montanhas de Pedro vêm contando histórias sobre encontros de múmias minúsculas semelhantes, conforme documentado em livros de folclore local.
2. Cemitério de pessoas pequenas em Ohio
American Journal of Science publicou um relato em 1837 de uma estranha descoberta em Coshocton, Ohio: “A partir de alguns restos de madeira ainda aparente na terra ao redor dos ossos, os corpos parecem todos terem sido depositados em caixões. O que é ainda mais curioso, é que os corpos enterrados aqui não tinham geralmente mais do que de 91 a 1,37 cm de comprimento. Eles são muito numerosos, e devem ter sido inquilinos de uma cidade considerável ou poderiam ter sido não tão numerosos. Um grande número de sepulturas foram abertas, acredita-se que são todos da raça pigmeu. Cemitérios semelhantes foram encontrados no Tennessee, e perto de St. Louis, no Missouri.”
3. Operação falha inexplicavelmente
Em 1996, uma tentativa de destruir uma colina em Kopavogur, Islândia, falhou inexplicavelmente. Acreditava-se que a colina, que era para ser liberada para a construção de um cemitério,  era ocupada por elfos. Durante a operação, duas escavadeiras inexplicavelmente não funcionaram. Câmeras de televisão apresentaram problemas, incapazes de focarem-se na colina.
Profissionais que se comunicavam com elfos foram chamados e, aparentemente, foram capazes de chegar a um acordo com os elfos. Os elfos decidiram deixar o local, segundo os comunicadores, e as máquinas começaram a funcionar novamente. O evento foi noticiado peloNew York Times.
Hildur Hakonardottir disse ao New York Times em 2005: “Minha filha uma vez me perguntou ‘como você sabe que elfos existem?’. Eu disse a ela que você apenas sabe. É apenas um sentimento”.
Outra islandesa, Vigdís Kristín Steinthórsdóttir, expressa uma ideia similar em 2011. Acredita-se que uma operação de mineração perto de sua casa foi sabotada por elfos.
“Eu tinha ido [na montanha] antes com outras pessoas que sentiram que seres naturais não estavam contentes com os distúrbios no chão e não tinham sido convidados se retirar. Sentimos que eles estavam tristes com isso. Eles queriam que pedíssemos desculpas a eles”, disse ela ao IcelandReview.
4. Elfos reunidos em mangues
Uma foto de arquivo de um mangue na África (Shutterstock)
Uma foto de arquivo de um mangue na África (Shutterstock)
Stephen Wagner tem investigado assuntos paranormais por 30 anos e já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “Tocado por um milagre: histórias reais de pessoas comuns e experiências extraordinárias” Em um artigo na About.com, ele conta a história de vários encontros com elfos, inclusive o de Paul na África do Sul.
Em 1986, Paul estava caminhando perto da Reserva Natural de Pântanos com um grupo de amigos. Por volta das 18 h, se depararam com um espaço aberto de formação rochosa. Paul disse a Wagner: “Nós olhamos ao redor e testemunhamos as pessoas pequenas sentadas nas formações rochosas iluminadas e outros que estavam interagindo uns com os outros.”
A experiência durou cerca de 10 segundos, e ele estima que havia de 20 a 30 dessas pessoas pequenas. Assustados, Paul e seus amigos correram de volta para o carro. Mais tarde, eles voltaram para o mesmo local e encontraram as luzes e formações rochosas, mas as pessoas pequenas tinham desaparecido.
5. Um pequenino cintilante atrás de uma árvore
Wagner conta outra história, esta de Greenburg, Penn. Em 2003, uma mulher cujo nome é K.T. estava andando na floresta ao anoitecer. A área em torno dela apareceu extraordinariamente “cintilante”, como ela descreveu.
Quando ela fez uma curva, ela ficou cara-a-cara com um pequeno elfo. Ele estava espiando-a atrás de uma árvore. K.T. descreveu: “Era quase um elfo estereotipado: comprido, orelhas pontudas, nariz com forma engraçada, os dedos longos e boné pontudo. Ele estava usando roupas vermelhas e chapéu, e sua pele parecia ter um tom de lavanda muito leve”.
Quando ela exclamou de surpresa, ele recuou e desapareceu.
6. Um vizinho elfo emprestou uma tesoura
Vamos voltar para a Islândia para nossa conclusão final. Islândia é o lar da única escola de elfos. Localizada na capital da Islândia, Reykjavik, a Escola Élfica é um bom lugar para aprender todas as histórias relacionadas aos elfos. O diretor, Magnus Skarphedinsson, passou 30 anos falando com milhares de pessoas que afirmam terem encontrado as pessoas escondidas.
Uma das histórias que ele conta é de Elly Erlingsdottir, chefe do comitê de planejamento da prefeitura Hafnarfjordur. Ela disse que alguns elfos tinham simplesmente emprestado sua tesoura de cozinha e devolveram-na uma semana depois. Ela estava completamente confiante de que isso realmente aconteceu, e um místico local era frequentemente convidado para se comunicar com elfos para obter as suas opiniões perante a comissão na tomada de decisões.
Andri Snær Magnason, um ambientalista conhecido, falou ao Huffington Post sobre a crença islandesa em elfos em relação às decisões de desenvolvimento.
Quando os defensores dos elfos estavam falando que a construção de uma estrada de Reykjavik para a península Alftanes iria perturbar as pessoas pequenas, a grande preocupação de Magnason era que a estrada iria destruir locais de nidificação de aves e ter outros impactos ambientais.
Ele é um pouco cético sobre elfos, mas disse: “Me casei em uma igreja com um Deus tão invisível quanto os elfos”.
Várias histórias, além daqueles contadas aqui, foram registradas sobre encontros com pessoas pequenas, seja com os elfos da Irlanda ou com aqueles chamados por outros nomes e de formas ligeiramente diferentes.
Fonte:http://www.epochtimes.com.br/conheca-seis-relatos-sobre-encontros-elfos/#.Uy4dg_ldXd0

Esquerda: um personagem élfico de "O Senhor dos Anéis", Legolas (Shutterstock) Direita: uma múmia encontrada nas montanhas de Pedro em Wyoming. Acredita-se ser restos de um elfo (Wikimedia Commons)