ESTE É O MODELO DE SAÚDE QUE SE QUER IMPLANTADO NO BRASIL ?

"Quando se precisa esconder a intenção, abandonar a função às escondidas e buscar proteção de terceiros, estamos falando de trabalho escravo" (Imagem: Escravos na moenda, de Debret, 1835)
“Quando se precisa esconder a intenção, abandonar a função às escondidas e buscar proteção de terceiros, estamos falando de trabalho escravo” (Imagem: “Escravos na moenda”, de Debret, 1835)



Post do LeitorSimplificando: por que médicos abandonam o posto de trabalho?
Por que rejeitam salário e garantia de emprego e desaparecem?
O que leva estrangeiros a desistir e fugir, como se fossem criminosos?
De que têm medo?
Essas são perguntas básicas que devem ser dirigidas ao ex-ministro da Saúde e ex-médico Padilha e à comandante Dilma.
Não é necessário procurar a fundo, com teorias políticas ou sociológicas, a motivação desta debandada. Foram 27?
Serão cem, serão mil médicos cubanos a cair fora?
Pouco importa. Bastaria que houvesse UM.
Em uma situação normal (com médicos de outros países), bastaria que o desistente informasse que estava se desligando, e pronto. É da democracia — e direito líquido e certo de qualquer trabalhador.
Quando, porém, se precisa esconder a intenção, abandonar a função às escondidas e buscar proteção de terceiros, estamos falando de trabalho escravo.
Era deste modo que os escravos fugiam de senzalas.
Este é o modelo de saúde que se quer implantado no Brasil, com médicos cubanos submetidos a um virtual regime de escravidão trabalhista? Este é o sucesso da estratégia de atender à população?
Se ficamos preocupados com a qualidade do serviço vendido pela Sociedade Mercantil Cubana de Serviços Médicos (nome oficial) diretamente ao governo brasileiro, mais ainda devemos ficar com a falta de explicação. Um pronunciamento que – insisto – pode ser sobre UM caso isolado. Não é mais.
Nesta Era da Mediocridade onde o silêncio é mais revelador que as explicações (Lula, por favor, e a Rose? Não esquecemos!) a confissão é diretamente proporcional à ocultação da verdade pela via do “nada a declarar”.
Que Cuba escraviza seus cidadãos, já sabíamos. E o governo — do Brasil, do nosso país!!! — não somente sabia como ajudou na tarefa.
Que o salário servia para financiar o governo cubano, sempre se soube, com a aceitação do governo brasileiro de pagar menos de 10% do valor contratado pelos serviços ao trabalhador que o prestou.
Este é o grande projeto de Dilma e Padilha? Isto é o que têm a oferecer?
Essa aliança contra a classe trabalhadora, extorquindo a força de trabalho e escravizando médicos a ponto de optarem pela fuga é o resultado do bolivarianismo castro-lulista (cruzamento de jacaré com cobra d’água), baseado na ignorância e na falta de ética.
A questão é simples: ninguém LIVRE precisa fugir.
E a resposta que queremos não é a do governo de Cuba; é do governo brasileiro, de Padilha, Dilma e dos arquitetos de uma nova forma de escravidão – no Brasil – em pleno século XXI.

Post do leitor e amigo do blog, Reynaldo-BH

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Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/reynaldo-bh-este-e-o-modelo-de-saude-que-se-quer-implantado-no-brasil-com-medicos-cubanos-submetidos-a-um-virtual-escravidao/

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