David Bowie Is
Cinco exposições imperdíveis em 2014
Com pegada pop e apelo com todos os tipos de público, a maioria das mostras desembarca em SP e RJ ainda no primeiro semestre.
Ainda estamos em janeiro, e a agenda cultural de 2014 já está disputada. Mesmo que você não seja o maior frequentador das filas e gélidas salas de museus, vai ficar tentado a ver uma dessas exposições - ou todas elas.
Veja o que vem por aí:
1) David Bowie is
Com ingressos já à venda, a exposição do músico britânico está gerando expectativas desde antes de ser inaugurada, em março do ano passado. A mostra, organizada pelo Victoria and Albert Museum (V&A), traz cerca de 300 peças do artista, incluindo manuscritos, fotos, filmes e 74 figurinos originais que devem ser o principal atrativo da exposição. A julgar pelas grandes filas e horários disputados da exposição do cineasta Stanley Kubrick, que também teve como espaço o Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, é bom se programar. A mostra começa em 31/1 e vai até 20/4.
Com ingressos já à venda, a exposição do músico britânico está gerando expectativas desde antes de ser inaugurada, em março do ano passado. A mostra, organizada pelo Victoria and Albert Museum (V&A), traz cerca de 300 peças do artista, incluindo manuscritos, fotos, filmes e 74 figurinos originais que devem ser o principal atrativo da exposição. A julgar pelas grandes filas e horários disputados da exposição do cineasta Stanley Kubrick, que também teve como espaço o Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, é bom se programar. A mostra começa em 31/1 e vai até 20/4.

2) Visões da Coleção Ludwig - Pop Art
O Centro Cultural Banco do Brasil, no centro de São Paulo, vai receber obras de Andy Warhol, Jeff Koons, Jean-Michel Basquiat, Roy Lichtenstein, Robert Rauschenberg e até Pablo Picasso. A mostra, que tem data de abertura anunciada para o dia 25, aniversário de São Paulo, reúne 79 obras da coleção particular do empresário alemão Peter Ludwig (1925-1996) - uma das mais importantes do mundo. No dia da inauguração, o CCBB receberá visitantes ininterruptamente até as 21h do dia 26. A exposição fica até o dia 7 de abril e segue para o Rio de Janeiro. Prepare-se para enfrentar filas.
O Centro Cultural Banco do Brasil, no centro de São Paulo, vai receber obras de Andy Warhol, Jeff Koons, Jean-Michel Basquiat, Roy Lichtenstein, Robert Rauschenberg e até Pablo Picasso. A mostra, que tem data de abertura anunciada para o dia 25, aniversário de São Paulo, reúne 79 obras da coleção particular do empresário alemão Peter Ludwig (1925-1996) - uma das mais importantes do mundo. No dia da inauguração, o CCBB receberá visitantes ininterruptamente até as 21h do dia 26. A exposição fica até o dia 7 de abril e segue para o Rio de Janeiro. Prepare-se para enfrentar filas.

3) Obsessão infinita, de Yayoi Kusama
A partir de 21/5, o Instituto Tomie Ohtake recebe o acervo de obras produzidas entre 1949 e 2012 da artista japonesa que hoje está exposto no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e antes vai para Brasília. São mais de 110 pinturas, trabalhos sobre papel, esculturas, vídeos e instalações que contam a trajetória da artista, famosa por seus pontos: sua obsessão. A mostra fica até 27/7.
A partir de 21/5, o Instituto Tomie Ohtake recebe o acervo de obras produzidas entre 1949 e 2012 da artista japonesa que hoje está exposto no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e antes vai para Brasília. São mais de 110 pinturas, trabalhos sobre papel, esculturas, vídeos e instalações que contam a trajetória da artista, famosa por seus pontos: sua obsessão. A mostra fica até 27/7.

4) Ron Mueck
Seres humanos em dimensões impossíveis tomarão conta do Rio de Janeiro pelas mãos do artista plástico hiperrealista Ron Mueck. As obras feitas de resina, fibra de vidro, silicone e diversos outros materiais, reproduzem com fidelidade o corpo humano e mostra a habilidade do australiano que omeçou a carreira construíndo bonecos para programas de TV. De 19 de março a 1 de junho, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Seres humanos em dimensões impossíveis tomarão conta do Rio de Janeiro pelas mãos do artista plástico hiperrealista Ron Mueck. As obras feitas de resina, fibra de vidro, silicone e diversos outros materiais, reproduzem com fidelidade o corpo humano e mostra a habilidade do australiano que omeçou a carreira construíndo bonecos para programas de TV. De 19 de março a 1 de junho, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

5) Erwin Blumenfeld
No segundo semestre, é a vez da moda no Museu da Faap (Fundação Armando Álvares Penteado). A obra de Erwin Blumenfeld (1897-1969), que teve nos anos 40 e 50 o auge de sua carreira profissional e é um dos maiores nomes da fotografia de moda mundial, será representada por 200 trabalhos e documentos datados de 1910 a 1960. Fotos publicitárias inéditas, feitas em Nova York, também estão na mostra. A expoisção é a mesma que está no Jeu de Paume, em Paris, até 26 de janeiro.
No segundo semestre, é a vez da moda no Museu da Faap (Fundação Armando Álvares Penteado). A obra de Erwin Blumenfeld (1897-1969), que teve nos anos 40 e 50 o auge de sua carreira profissional e é um dos maiores nomes da fotografia de moda mundial, será representada por 200 trabalhos e documentos datados de 1910 a 1960. Fotos publicitárias inéditas, feitas em Nova York, também estão na mostra. A expoisção é a mesma que está no Jeu de Paume, em Paris, até 26 de janeiro.

Fonte:http://gq.globo.com/Cultura/noticia/2014/01/cinco-exposicoes-imperdiveis-em-2014.html
A agenda cultural de 2014 promete. Programe-se!
Uma agenda com as exposições mais importantes do primeiro semestre de 2014. Do legado dos vikings aos retratos de Henri Cartier-Bresson, passando por Van Gogh e Paul Gauguin, as mostras que você pode até perder – mas não deveria

NOVA YORK
Ink Art: Past as Present in contemporary China
Met
11/12 – 6/4
A China se reinventou artisticamente reinterpretando modelos do passado com criatividade. É o que você pode observar nesta mostra, que traz 70 trabalhos em diferentes meios (de pintura e caligrafia a vídeo e escultura), dispostos em quatro temas: a palavra escrita, novas paisagens, abstração e além do pincel. Apesar de os 35 artistas contemporâneos chineses terem usado novos modos de expressão, é possível reconhecer em seus trabalhos atributos temáticos, estéticos ou técnicos que têm ligações significantes com o passado artístico do país. Exemplos disso são obras como Book from the Sky (1988), a enorme instalação de Xu Bing que combina pergaminhos e livros com textos desconexos, escritos com ideogramas falsos. Ela deve ocupar uma sala inteira da exposição e, sim, foi criada para causar desconforto.
Ink Art: Past as Present in contemporary China
Met
11/12 – 6/4
A China se reinventou artisticamente reinterpretando modelos do passado com criatividade. É o que você pode observar nesta mostra, que traz 70 trabalhos em diferentes meios (de pintura e caligrafia a vídeo e escultura), dispostos em quatro temas: a palavra escrita, novas paisagens, abstração e além do pincel. Apesar de os 35 artistas contemporâneos chineses terem usado novos modos de expressão, é possível reconhecer em seus trabalhos atributos temáticos, estéticos ou técnicos que têm ligações significantes com o passado artístico do país. Exemplos disso são obras como Book from the Sky (1988), a enorme instalação de Xu Bing que combina pergaminhos e livros com textos desconexos, escritos com ideogramas falsos. Ela deve ocupar uma sala inteira da exposição e, sim, foi criada para causar desconforto.

Gauguin: Metamorphoses
MoMA
8/3 – 8/6
O público verá uma face menos conhecida de um dos pioneiros do modernismo. Com 150 obras, entre desenhos, gravuras, pinturas (como Mata Mua, de 1892) e esculturas do francês Paul Gauguin, a exposição permite uma visão profunda de sua obra entre 1889 e 1903. Criações experimentais em madeira e papel mostram seu processo de produção: ele repetia e recombinava os temas, que sofriam metamorfoses com o tempo, e as plataformas que utilizava.
MoMA
8/3 – 8/6
O público verá uma face menos conhecida de um dos pioneiros do modernismo. Com 150 obras, entre desenhos, gravuras, pinturas (como Mata Mua, de 1892) e esculturas do francês Paul Gauguin, a exposição permite uma visão profunda de sua obra entre 1889 e 1903. Criações experimentais em madeira e papel mostram seu processo de produção: ele repetia e recombinava os temas, que sofriam metamorfoses com o tempo, e as plataformas que utilizava.
Italian Futurism, 1909–1944: Reconstructing the Universe
Museu Guggenheim
21/2 – 1/9
“Daremos esqueleto e carne ao invisível, ao impalpável, ao imponderável, ao imperceptível.” Este é um trecho do manifesto Reconstrução Futurista do Universo, de Giacomo Balla e Fortunato Depero (autor de Mangiatori di Cuori, na foto abaixo), que deu início ao movimento artístico na Itália. A exibição traz mais de 300 obras de pintura, escultura, design, moda, fotografia, poesia, música e teatro.
Museu Guggenheim
21/2 – 1/9
“Daremos esqueleto e carne ao invisível, ao impalpável, ao imponderável, ao imperceptível.” Este é um trecho do manifesto Reconstrução Futurista do Universo, de Giacomo Balla e Fortunato Depero (autor de Mangiatori di Cuori, na foto abaixo), que deu início ao movimento artístico na Itália. A exibição traz mais de 300 obras de pintura, escultura, design, moda, fotografia, poesia, música e teatro.
PARIS

Henri Cartier-Bresson
Centre Georges Pompidou
12/2 – 9/6
Um dos maiores fotógrafos que a humanidade já conheceu recebe esta homenagem do Centre Georges Pompidou dez anos após sua morte. Com mais de 350 imagens, filmes, documentos e arquivos, a exibição traz momentos-chave do século 20 pelo olhar deste que foi apelidado “o olho do século”, incluindo o surrealismo, a Segunda Guerra Mundial e os momentos mais tensos da Guerra Fria. Além de suas obras-primas – como um clique sensual feito pela fotógrafa belga Martine Franck (1967), segunda mulher de Cartier-Bresson, e a histórica imagem atrás da estação Saint-Lazare, em que registra o momento exato em que o pé de um passante está para tocar a água (1932) –, o curador Clément Chéroux optou por mostrar um lado menos conhecido do célebre fotógrafo, como seu comprometimento político e sua paixão por pintura e ilustração.
Centre Georges Pompidou
12/2 – 9/6
Um dos maiores fotógrafos que a humanidade já conheceu recebe esta homenagem do Centre Georges Pompidou dez anos após sua morte. Com mais de 350 imagens, filmes, documentos e arquivos, a exibição traz momentos-chave do século 20 pelo olhar deste que foi apelidado “o olho do século”, incluindo o surrealismo, a Segunda Guerra Mundial e os momentos mais tensos da Guerra Fria. Além de suas obras-primas – como um clique sensual feito pela fotógrafa belga Martine Franck (1967), segunda mulher de Cartier-Bresson, e a histórica imagem atrás da estação Saint-Lazare, em que registra o momento exato em que o pé de um passante está para tocar a água (1932) –, o curador Clément Chéroux optou por mostrar um lado menos conhecido do célebre fotógrafo, como seu comprometimento político e sua paixão por pintura e ilustração.

Vincent Van Gogh /Antonin Artaud: Le suicidé de la société
D’Orsay
11/3 – 15/6
Centrada na análise que Antonin Artaud – escritor e diretor de teatro francês – fez da obra do pintor holandês, a mostra traz cerca de 40 quadros (entre eles A Cadeira de Paul Gauguin), cartas e desenhos de Van Gogh, além de fotografias de Artaud de 1947, quando escreveu Van Gogh Le Suicidé de la Société. No livro, ele analisa as razões pelas quais o pintor teria se suicidado e defende que quem conduziu Van Gogh ao suicídio foram as pessoas incomodadas com suas obras, e não uma doença mental.
D’Orsay
11/3 – 15/6
Centrada na análise que Antonin Artaud – escritor e diretor de teatro francês – fez da obra do pintor holandês, a mostra traz cerca de 40 quadros (entre eles A Cadeira de Paul Gauguin), cartas e desenhos de Van Gogh, além de fotografias de Artaud de 1947, quando escreveu Van Gogh Le Suicidé de la Société. No livro, ele analisa as razões pelas quais o pintor teria se suicidado e defende que quem conduziu Van Gogh ao suicídio foram as pessoas incomodadas com suas obras, e não uma doença mental.
LONDRES
Vikings – life and legend
British Museum
6/3 – 22/6
Serão os últimos dias para conferir esta exibição com descobertas arqueológicas e artefatos da era viking (793 - 1066). A exposição mostra a expansão desse povo nas terras escandinavas, que criou uma rede de contatos do Mar Cáspio ao Atlântico Norte. O maior destaque de Vikings – Life and Legend é a reprodução do navio de guerra Roskilde 6, com madeiras de uma embarcação de 37 metros de comprimento, encontrada nos fiordes dinamarqueses. Cerca de 20% da matéria-prima do navio original foi preservada e recombinada para esta mostra e aparece como parte de uma estrutura de aço inoxidável, que simula o tamanho e a forma reais dessa preciosidade arqueológica. Outro destaque é este alfinete de cobre com cabeça de dragão, que data de 950 d.C.
British Museum
6/3 – 22/6
Serão os últimos dias para conferir esta exibição com descobertas arqueológicas e artefatos da era viking (793 - 1066). A exposição mostra a expansão desse povo nas terras escandinavas, que criou uma rede de contatos do Mar Cáspio ao Atlântico Norte. O maior destaque de Vikings – Life and Legend é a reprodução do navio de guerra Roskilde 6, com madeiras de uma embarcação de 37 metros de comprimento, encontrada nos fiordes dinamarqueses. Cerca de 20% da matéria-prima do navio original foi preservada e recombinada para esta mostra e aparece como parte de uma estrutura de aço inoxidável, que simula o tamanho e a forma reais dessa preciosidade arqueológica. Outro destaque é este alfinete de cobre com cabeça de dragão, que data de 950 d.C.
Fonte:http://gq.globo.com/Cultura/noticia/2014/01/agenda-cultural-de-2014-promete-programe-se.html

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