Retrato de uma menina, Domenico 1940
Napoleão Atravessando os Alpes, Jacques Louis David.
A arte sempre teve um fascínio sobre os homens, isso só foi possível pelo nossa visão, e ela -a arte- nos remete ao poder que as imagens nos representa. Os homens são fascinados pela imagem, seja a sua própria ou a de outrem. Na antiguidade, quadros eram luxo que poucos podiam pagar. Os pintores vez ou outra faziam telas de paisagens ou mesmo retratos de pessoas, mas a maioria dos retratos eram de pessoas com maior poder aquisitivo.
Autorretrato no vestido de fantasia, Rembrandt 1635_36
Os retratos foram um verdadeiro desafios para os pintores, os detalhes das roupas, acessórios, e expressão foram, talvez, o maior entrave para serem mostrados como algo o mais real possível do momento de visão, da captura da imagem com o olhar do artista.
Retrato de uma menina, Domenico 1940
Apesar dos retratos serem algo de visão pessoal, muitos deles estão carregados de histórias, não somente do pintor que o produziu mas também de técnicas de pintura, momento que foi feito, motivos, entre tantos outros. Como os vários sentidos procurados em Lá Gioconda (Mona Lisa) de Leonardo Da Vinci.
Certamente, estando ou não envolvidos em histórias, os retratos tem um grande fascínio sobre o olhar. A beleza das pinturas é algo peculiar, que mesmo com o grande advento da tecnologia, é difícil de ser comparado a qualquer imagem na atualidade.
Fonte:http://lounge.obviousmag.org/abismo/2013/12/retratos-um-fascinio-milenar.html
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