SE O GUERREIRO ZEN FOCAR SUA MENTE


Gente boa,

Se o guerreiro zen focar sua mente em um ponto específico do adversário, ele
fica vulnerável em todos os demais. Portanto, ele deve aprender a focar sua
mente em tudo ao mesmo e em nada especificamente.

Isso é um estado meditativo constante. Em vigília. Não só naquele momento em que
paramos tudo e nos desligamos de tudo. Essa parte é só um treinamento para o
constante estado meditativo que devemos ter no nosso dia-a-dia.

Tem uma história dessas do oriente que, embora não fale diretamente de
meditação, reflete muito bem esse comportamento do dia-a-dia.

A cada cinco anos o mestre do templo budista descia até a aldeia para selecionar
os novos aprendizes.

Dentre os candidatos tinha um que se preparou durante os últimos cinco anos.
Estudou tudo sobre Buda e seus ensinamentos. Estudou tudo o que foi possível
sobre o mestre.

No dia da entrevista com o mestre. Um dia chuvoso. O candidato chega, tira suas
botas, fecha o guarda-chuva, deixa do lado de fora. Entre no recinto todo
respeitoso. Faz as reverências. Convidado pelo mestre, senta-se no chão em
frente a uma mesinha com chá.

O mestre começa a encher as xícaras e deixa uma delas transbordar.

Logo o candidato pensa: “Ah! Essa da xícara eu conheço”.

Daí o mestre pergunta: de que lado da bota você deixou o guarda-chuva, do
esquerdo ou do direito?

E o candidato não soube responder. Perdeu a chance. E o mestre recomendou a ele
passar os próximos cinco anos prestando atenção em todos os detalhes de seu
dia-a-dia.

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Gente boa,

Se o guerreiro zen focar sua mente em
um ponto específico do adversário, ele
fica vulnerável em todos os demais.
Portanto, ele deve aprender a focar sua
mente em tudo ao mesmo tempo e em nada especificamente.

Isso é um estado meditativo constante.
Em vigília. Não só naquele momento em
que paramos tudo e nos desligamos de tudo. Essa parte é só um treinamento para o
constante estado meditativo que devemos

ter no nosso dia-a-dia.

Tem uma história dessas do oriente que, embora não fale diretamente de
meditação, reflete muito bem esse comportamento do dia-a-dia.

A cada cinco anos o mestre do templo
budista descia até a aldeia para selecionar
os novos aprendizes.

Dentre os candidatos tinha um que se
preparou durante os últimos cinco anos.
Estudou tudo sobre Buda e seus ensinamentos. Estudou tudo o que foi possível
sobre o mestre.

No dia da entrevista com o mestre.
Um dia chuvoso. O candidato chega,
tira suas botas, fecha o guarda-chuva,
deixa do lado de fora. Entre no recinto
todo respeitoso. Faz as reverências.
Convidado pelo mestre, senta-se no
chão em frente a uma mesinha com chá.

O mestre começa a encher as xícaras e
deixa uma delas transbordar.

Logo o candidato pensa: “Ah! Essa da
xícara eu conheço”.

Daí o mestre pergunta: de que lado da
bota você deixou o guarda-chuva, do
esquerdo ou do direito?

E o candidato não soube responder.
Perdeu a chance. E o mestre recomendou
a ele passar os próximos cinco anos
prestando atenção em todos os detalhes
de seu dia-a-dia.