FÍSICOS CONSEGUEM TELETRANSPORTAR UM OBJETO MACROSCÓPICO PELA PRIMEIRA VEZ




O teletransporte da série Star Trek (Jornada nas Estrelas). Estaríamos chegando perto de desenvolver algo parecido?

Físicos conseguem teletransportar um objecto macroscópico pela primeira vez!
Cientistas da Universidade Chinesa de Hefei conseguiram efetivamente pela primeira vez o teletransporte de dois objetos de tamanhos macroscópicos a uma distância e escala macroscópica, utilizando o fenômeno de entrelaçamento quântico que permite que uma partícula receba informação de uma outra partícula, independentemente da distância entre elas.

O teletransporte é um processo que está lentamente a tornar-se mais refinado, com a esperança de que um dia se torne uma realidade quotidiana do mundo físico.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hefei, na China, alcançou o primeiro teletransporte documentado de um objeto macroscópico levando informação quântica de um grupo de átomos para outro situado a 150 metros de distância.


O teletransporte quântico é um processo extremamente instável por causa da fragilidade dos qubits (bits quânticos), que podem ser destruídos facilmente. No entanto, apoiada por um fenômeno conhecido como “entrelaçamento”, em que dois objetos partilham a mesma existência e, portanto, não importa quão longe eles estejam um do outro, uma ação de medição de uma partícula instantaneamente afeta a outra, permitindo que teoricamente seja possível para a transmissão de informações a partir de um ponto para outro sem que esta transite pelo espaço que as distancia.

Os físicos chineses envolvidos, liderados por Xiao-Hui Bao, utilizaram átomos de rubídio e, seguindo o mesmo princípio, transportaram informação quântica entre dois átomos separados por 150 metros, apoiados por fotos entrelaçados.

“Isto é muito interessante por ser o primeiro teletransporte de dois objetos de tamanho macroscópico, numa distância em escala macroscópica,” escreveu a equipa de pesquisa no artigo onde os resultados foram publicados.

Xiao-Hui e sua equipa procuram agora aumentar a probabilidade de sucesso em cada evento de teletransporte, aumentando a quantidade de tempo que o conjunto de átomos pode armazenar informações antes de as perder (atualmente este período dura apenas 100 microsegundos) e criar uma cadeia de átomos que mostre melhor o poder quântico desta técnica de roteamento quântico.

A principal área em que este desenvolvimento pode ter aplicação é chamado de Internet quântica, onde a informação pode ser transmitida a partir de um ponto para outro sem ser destruído no processo.

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