FREYJA E FREY : CASAL DIVINO - CELEBRAÇÃO DO DIA 27 DE DEZEMBRO

 



Jhul, festival nos países escandinavos, celebrando com fogueiras e danças o casal divino Freyja, a deusa do amor, da beleza e da fertilidade e seu irmão Frey, o deus da fertilidade e da agricultura.
O nome de Freyja originou, em inglês, o do sexto dia da semana, dedicado ao planeta Vênus. Ela representava a essência do amor e da sexualidade, conhecida por sua intensa vida amorosa e seus inúmeros amantes, embora também tivesse um marido.
Freyja era a chefe das Valquírias, as amazonas celestes que recolhiam as almas dos guerreiros mortos em combate, afirmando, assim, sua atuação como uma deusa da morte. Como deusa do amor, ela era reverenciada como a mais bonita das deusas nórdicas, vivendo em um vasto palácio, para onde eram levadas as almas dos guerreiros. Era de lá que ela saía em sua carruagem dourada, puxada por gatos, o que a tornava, também, a Senhora dos Gatos, como a deusa egípcia Bast. Como Senhora da Magia, Freyja era a padroeira dos xamãs e das “volvas”, as sacerdotisas que praticavam “seidr”, uma complexa forma de magia extática e sexual, de projeção astral e de técnicas oraculares com runas, cuja magia Freyja ensinou ao deus Odin. Freyja tinha um poderoso talismã, o colar mágico Brissingamen, confeccionado magisticamente pelos gnomos, que lhe dava acesso à Árvore do Mundo e domínio sobre os elementos e os seres elementais.
Homenageava-se também Frigga ou Frigg, a deusa da natureza e do tempo, protetora das famílias e das tribos, a Senhora Branca amada por todos.
Muitos pesquisadores e autores afirmam que as deusas Freyja e Frigga são aspectos de uma só deusa, facetas complementares da mesma energia feminina. No entanto, Frigga tinha atributos bem diferentes: ela era a Mãe e guardiã das famílias, padroeira do casamento e do lar. Uma das esposas do deus Odin, mãe do deus solar Baldur, a loura deusa Frigga morava em Fensalir, seu lindo palácio aquático. Vestida com um manto de penas de falcão, ela tecia os fios dourados do Sol ou a trama delicada das nuvens.
Nos Pueblos Hopi, festejava-se o retorno para a terra dos Kachinas, os espíritos ancestrais e das divindades da natureza.


Fonte:http://www.facebook.com/XamanismoFeminino

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