OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO





Os Protocolos dos Sábios de Sião ou Os Protocolos de Sião [1] (russo:"Протоколы Сионских мудрецов" ou "Сионские Протоколы"), é um texto surgido, originalmente, em idioma russo, forjado em 1897 pela Okhrana (polícia secreta do Czar Nicolau II), que descrevia um suposto projeto de conspiração para que os judeus atingissem a "dominação mundial". O texto foi traduzido do original para vários idiomas.

História dos protocolos
Segundo os historiadores, o seu propósito era político: reforçar a posição do Czar Nicolau II da Rússia, apresentando alguns de seus oponentes como aliados de uma gigantesca conspiração para a conquista do mundo.
O texto tem o formato de uma ata, que teria sido redigida por uma pessoa num Congresso realizado a portas fechadas, numa assembleia em Basileia, no ano de 1807, onde um grupo de sábios judeus e maçons teriam-se reunido para estruturar um esquema de dominação mundial. Nesse evento, teriam sido formulados planos como os de usar uma nação europeia como exemplo para as demais que ousassem se interpor no caminho dessa dominação, controlar o ouro e as pedras preciosas, criar uma moeda amplamente aceita que estivesse sob seu controle, confundir os "não-escolhidos" com números econômicos e físicos e, principalmente, criar caos e pânico tamanhos que fossem capazes de fazer com que os países criassem uma organização supranacional capaz de interferir em países rebeldes.


Capa da edição de 1912

Numerosas investigações repetidamente provaram tratar-se de um embuste, especialmente uma série de artigos do The Times of London, de 16 a 18 de agosto de 1921,[2], o que leva a crer que muito do material utilizado no texto era plágio de Serge Nilus ou Serguei Nilus de sátiras políticas existentes (principalmente do livro "O diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu", do escritor Maurice Joly, publicado em 1865), que não tematizavam a questão antissemita. Em 1920, Lucien Wolf publicara "The Jewish Bogey and the Forged Protocols of the Learned Elders of Zion" (London: Press Committee of the Jewish Board of Deputies.
Segundo estas investigações, a base da história dos Protocolos, como circula desde então, foi criada por um novelista alemão antissemita, chamado Hermann Goedsche que usou o pseudônimo de Sir John Retcliffe. A contribuição original de Goedsche consistiria na introdução dos judeus como os conspiradores para a conquista do mundo. O jornal The New York Times republicou os textos, a 4 de Setembro de 1921[3]
Os Protocolos foram publicados nos EUA no Dearborn Independent, um jornal de Michigan, cujo proprietário era Henry Ford, que ao mesmo tempo publicaria uma série de artigos coligidos mais tarde num livro intitulado O Judeu Internacional. Mesmo após as denúncias, por parte de toda a imprensa, de fraude, o jornal continuou a citar o documento. Adolf Hitler e seu Ministério da Propaganda citaram os Protocolos para justificar a necessidade do extermínio de judeus mais de 10 anos antes da Segunda Guerra Mundial. Segundo a retórica nazista, a "conquista do mundo pelos judeus", descoberta pelos russos em 1897, estava obviamente sendo ainda levada a cabo 33 anos depois.
No Brasil, Gustavo Barroso, advogado, professor, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista brasileiro, diretor do Museu Histórico Nacional, presidente da Academia Brasileira de Letras por duas vezes e membro do movimento nacionalista Ação Integralista Brasileira, publicou pela Editora Civilização Brasileira a primeira tradução em português.
Paulo Coelho,[4] por sua vez, recorda que o Protocolos foi publicado simultaneamente na Inglaterra (Eyre & Spottiswoode Publishers) e na Alemanha (Verlag Charlottenburg), transcrevendo, de forma grosseira, determinadas ideias antissemitas difundidas por Serge Nilus (ainda que o livro, em momento algum, pregue qualquer tipo de agressão física ou moral ao povo semita) ("O grande no pequeno e o Anti-Cristo como possiblidade imediata". São Petesburgo, 1902).
Em 1931, Anton Idovsky, um velho e desencantado monarquista, disse ter forjado os Protocolos, simplesmente porque um judeu, gerente de um banco, lhe havia recusado um empréstimo. Idovsky afirmou ter copiado as ideias centrais do livro de Joly.
A história teria-se encerrado aí, caso, dois anos mais tarde, em 1933, Adolf Hitler não tivesse subido ao poder, na Alemanha, uma vez que foi esta obra que os nazistas utilizaram, perante o meio intelectual alemão, para justificar a postura antissemita então pretendida de ser adotada pelo Terceiro Reich alemão.
A utilização dos Protocolos por Hitler pode ser vista nesta tradução do Mein Kampf (1925-1926), capítulo XI, Nação e Raça: "… até que ponto toda a existência desse povo é baseada em uma mentira continuada incomparavelmente exposta nos Protocolos dos Sábios de Sião, tão infinitamente odiado pelos judeus. Eles são baseados num documento forjado, como clama o jornal Frankfurter Zeitung toda semana: é a melhor prova de que eles são autênticos. O que muitos judeus fazem inconscientemente, aqui é exposto de forma consciente. E é isso o que importa. É completamente indiferente de qual cérebro judeu essa revelação se originou; o importante é que, com uma certeza positiva e terrível, eles revelam a natureza do povo judeu e expõem seus contextos internos bem como seus objetivos finais. Todavia, a melhor crítica aplicada a eles é a realidade. Qualquer um que examine o desenvolvimento histórico dos últimos 100 anos, do ponto de vista deste livro, vai entender de uma vez os gritos da imprensa judaica. Agora que este livro se tornou uma propriedade do povo, a ameaça judaica é considerada como interrompida (pgs 307-308)"
León Poliakov, aponta que tal texto é uma falsificação da polícia secreta do Czar Nicolau II da Rússia, sendo seu mais "duradouro legado intelectual".[5]
Will Eisner (1917-2005), filho de imigrantes judeus-americanos, conhecia desde pequeno a história do panfleto Protocolos dos sábios de Sião: "por bastante tempo o releguei à biblioteca da literatura perversa, ao lado do Mein Kampf (Minha luta, de Hitler)" escreveu na apresentação do seu livro, que também ilustrou, O complô (Companhia das Letras), sobre a história secreta dos Protocolos. Na introdução, o escritor e acadêmico italiano Umberto Eco se pergunta como tal livro resiste às provas de que é falso. E responde: "Não são os Protocolos que geram antissemitismo; é a profunda necessidade das pessoas de isolarem um inimigo, que as leva a acreditar nos Protocolos".[6]

”Protocolos” e “Diálogo no Inferno”

Conforme demonstrou Philip Graves em seus artigos no The Times em 1921, os “Protocolos” 1 a 19 são um plágio e seguem, a mesma sequência e conteúdo muito semelhante à obra dos “Diálogos” de Maurice Joly, o que mostra um claro plágio. Aqui se apresentam alguns exemplos:
Diálogos no Inferno entre Maquiavel e MontesquieuOs Protocolos dos Sábios do Sião
Como são feitos os empréstimos? Pela emissão de obrigações que impliquem ao Governo na obrigação de pagar juros proporcionais ao capital que tenha sido tomado. Assim, se um empréstimo é de 5%, o Estado, depois de 20 anos, pagou uma quantia igual ao capital emprestado. Quando 40 anos houverem passado terás pago o dobro, após 60 anos triplo: no entanto, permanece devedor do capital inteiro.
Montesquieu
Diálogos, p. 209
Um empréstimo é uma emissão de papel do Governo que implica numa obrigação de pagar juros no valor de uma percentagem da soma total do dinheiro emprestado. Se um empréstimo é de 5%, então em 20 anos, o Governo teria desnecessariamente pago uma soma igual ao do empréstimo, a fim de cobrir os percentuais. Em 40 anos, teria pago duas vezes, e em 60 três vezes quantia que, mas o empréstimo ainda permanecem como uma dívida não paga.
Protocolos, p. 77
Como o deus hindu Vishnu, minha imprensa teria um centena de braços e esses braços darão as mãos a diferentes nuances de opiniões através do país.
Maquiaveli
Diálogos, p. 141
Esses jornais, como o deus hindu Vishnu, sera provido de centenas de braços, cada um sentindo o pulso de variáveis opiniões públicas.
Protocolos, p. 43
Agora eu entendo a figura do deus Vishnu, você tem uma centena de braços, como o ídolo indiano, e cada um de seus dedos toca uma engrenagem.
Montesquieu
Diálogos, p. 207
Nosso governo será semelhante ao deus hindu Vishnu. Cada uma de nossas cem mãos orá segurar uma engrenagem da máquina social do Estado. Protocolos, p. 65


Estrutura e conteúdo

Os Protocolos se propõem a documentar as minutas de uma reunião ocorrida ao final do século XIX por parte por Lideranças Judias Mundiais (os Anciãos de Zion), que conspiraram para dominar o mundo. As informações forjadas atribuíam aos judeus uma variedade de planos, a maioria das quais originadas de antigas notícias sensacionalistas fabricadas, todas de caráter anti-semita. Como exemplo, os Protocolos incluíam planos para subverter os valores morais do mundo não-Judeu, planos dos banqueiros Judeus para controlar a economia mundial, dos Judeus em geral para controlar a imprensa, tudo isso visando a Destruição da Civilização. São vinte e quatro Protocolos, que foram analisados por Steven L. Jacobs e Mark Weitzman, os quais documentaram diversos temas recorrentes e repetitivos que são expostos nesses Protocolos, conforme tabela a seguir:
ProtocoloTítulo (Cf. Jacobs)Temas (Cf. Jacobs)
1A Doutrina Básica: "O direito repousa no Poder"Liberdade e ser liberto; Autoridade e Poder; Ouro = Dinheiro
2Guerra Econômica E Desorganização levam a um Governo InternacionalConspiração econômina e Política Internacional; Imprensa e Informação como ferramentas
3Métodos de ConquistaPovo Judeu, arrogante e corrupto; Escolhas/Eleições; serviços públicos
4A Destruição da Religião pelo MaterialismoNegócios Frios e sem Coração; Gentios como escravos
5Despotismo e Progresso ModernoÉtica Judia; Relações do Povo Judeu com uma Sociedade Maior
6Aquisição de terras, Encorajamento à especulaçãoPosse da terra
7Profecia de uma Guerra MundialInquietação e discórdias internas (vs. Sistema Judiciário) levando a Guerra vs “Shalom”/Paz
8O Governo de TransiçãoElemento Criminal
9Propaganda ampla e totalLei; educação; Maçonaria/Livre Maçonaria
10Abolição da Constituição; Advento da AutocraciaPolíticas; Governo pela maioria; Liberalismo; Famíla;
11A Constituição da Autocracia e Regra UniversalGentios; Envolvimento politico dos Judeus; Maçonaria
12O Reino da Imprensa e do PoderLibertade; Censura da Imprensa; Publicidade
13Motivar pensamentos do public sobre Essencial e Não essencialGentios; Negócios; Escolhas/Eleições; Imprensa e Censura; Liberalismo
14A Destruição da Religião como um prelúdio da ascensão do Deus Judeu.Judaismo; Deus; Gentios; Liberdade; Fornografia
15Utilização da Maçonaria: Supressão sem clemência dos InimigosGentios; Maçonaria; Sábios de Israel; Poder Político e Autoridade; Rei de Israell
16Nulificação da EducaçãoEducação
17O destino dos Advogados e do CleroAdvogados; Clero; Cristianismo e Autoridade não-Judia
18A Organização da desordemO Mal; a Palavra;
19Entendimento mútuo entre o Governante e o PovoIntrigas/Martírio
20O Programa Financeiro e a ConstituiçãoTaxas e Taxação; Empréstimos; Obrigações; Empréstimo em Moeda corrente
21Empréstimos Domésticos e Crédito GovernamentalMercado de Ações e Bolsa de Valores
22A Beneficência do Governo JudeuOuro = Dinheiro; Escolhas/Eleição
23Inculcação da ObediênciaObediência à Autoridade; Escravatura; Escolhas/Eleição
24O Governante JudeuMonarquia; Documento como Ficção


Referências

  1. ver origem de Sião (Jerusalém)
  2. In 1921 Philip Graves Exposed the "Protocols of Zion" as a Phony por Jared Israel e Samantha Criscione
  3. The New York Times, 4 de setembro de 1921. Página frontal, Secção 7
  4. COELHO, Paulo. Conspiração segundo Márcio Bontempo. São Paulo: Revista Planeta. Edição 236, Ano 20, N° 5, Maio 1992. p. 8.
  5. [1] Terra.com.br - Educação, O assassinato dos Romanov
  6. Entre Livros, nº15, 2006, Editora Duetto.

 Leituras adicionais

Em inglês

  • [[Will Eisner] (em inglês)], The Plot: The Secret Story of the Protocols of the Elders of Zion. ISBN 0-393-06045-4
  • [[Norman Cohn] (em inglês)], Warrant for Genocide, 1967 (Eyre & Spottiswoode), 1996 (Serif) ISBN 1897959257
  • (em inglês) Hadassa Ben-Itto, The Lie That Wouldn’t Die: The Protocols of the Elders of Zion, 2005 (Vallentine Mitchell). Review
  • (em inglês) Steven Leonard Jacobs, Mark Weitzman, Dismantling the Big Lie: The Protocols of the Elders of Zion. (2003) ISBN 0-88125-785-0
  • [[Danilo Kis] (em inglês)] presents a narrative history of the "Protocols" as The Book Of Kings And Fools in The Encyclopedia of the Dead, 1989 (Faber and Faber)
  • [[Richard S. Levy] (em inglês)], A Lie and a Libel: The History of the Protocols of the Elders of Zion (A translation of Binjamin W. Segel's 1926 book) (1996), University of Nebraska Press. ISBN 0803292457.
  • [[Kenneth R. Timmerman] (em inglês)], Preachers of Hate: Islam and the War on America (2003), Crown Forum. ISBN 1400049016
  • (em inglês) Stephen Eric Bronner, A Rumor About the Jews: Reflections on Anti-semitism and the Protocols of the Learned Elders of Zion (Oxford University Press, 2003) ISBN 0195169565
  • [Cesare G. De Michelis G. De Michelis] (em italiano)], The Non-Existent Manuscript. A Study of the Protocols of the Sages of Zion (Translated by Richard Newhouse; University of Nebraska Press, 2004) ISBN 0-8032-1727-7
  • (em inglês) United States Congress, Senate. Committee on the Judiciary. Protocols of the Elders of Zion: a fabricated "historic" document. A report prepared by the Subcommittee to Investigate the Administration of the Internal Security Act and Other Internal Security Laws (Washington, U.S. Govt. Printing Office, 1964)
  • (em inglês) Isaac Goldberg, The so-called "Protocols of the Elders of Zion": a Definitive Exposure of One of the Most Malicious Lies in History (Girard, Kansas, Haldeman-Julius Publications, 1936).
  • (em inglês) Lucien Wolf, The Myth of the Jewish Menace in World Affairs or, The Truth About the Forged Protocols of the Elders of Zion (New York, The Macmillan company, 1921).

Ligações externas

Contestando os Protocolos dos Sábios de Sião - Dicionário do Cético
Protocolos dos Sábios de Sião no Brasil, muitas capas de vários países, referência em alemão no Mein Kampf

http://pt.wikipedia.org/wiki/

Os Protocolos dos Sábios de Sião: Cronologia

( De Uma Obra Anti Semita ? )

 

A cronologia abaixo enfoca as datas importantes referentes ao livro entitulado Os Protocolos dos Sábios de Sião, a mais famosa e amplamente distribuída publicação anti-semita da época contemporânea.

O livro diz que Os Protocolos são registros de encontros secretos entre líderes judeus conspirando para dominar o mundo. Muito embora esta conspiração e seus líderes, os chamados “Sábios de Sião”, sejam fraudes já provado em várias ocasiões, a obra continua a inspirar aqueles que querem disseminar o ódio contra os judeus.

1864

Maurice Joly, político francês escreve O Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu. O livro de Joly não tem uma menção sequer sobre os judeus, mas falsários plagiam grande parte desta obra que satiriza o governo de Napoleão III, tomando por base suas idéias gerais, mas mudando os personagens originais. Assim foram “criados” Os Protocolos.

1868

O escritor prussiano Hermann Goedsche, anti-semita que covardemente escrevia sob o pseudônimo de Sir John Retcliffe, publica o romance Biarritz, com uma trama em que representantes das antigas Doze Tribos de Israel (dez delas não mais existentes desde o século VI antes da Era Comum...), se reúnem secretamente no Cemitério Judaico de Praga para conspirar. O livro de Goedsche, assim como o de Joly, continha idéias que foram incorporadas nas inverdades dos Protocolos.

1897-1899

Não se sabe exatamente quem escreveu Os Protocolos, mas a maior parte dos especialistas acredita o mais provável é a de que o texto tenha sido “encomendado” e produzido sob as ordens de Pyotr Rachovsky, chefe da Divisão Estrangeira no escritório da Polícia Secreta Russa (Okhrana) em Paris, durante o período czarista.

1903

Uma versão resumida dos Protocolos é publicada em São Petersburgo, Rússia, pelo jornal Znamya, A Bandeira.

1905

Sergei Nilus, místico anti-semita russo, inclui o texto dos Protocolos como um apêndice a seu livro, "Os Grandes e os Pequenos: A Vinda do Anticristo e o Domínio de Satã na Terra” . Em 1917 Nilus publica quatro edições dos Protocolos na Rússia.

1920

É lançada na Alemanha a primeira edição dos Protocolos não escrita no idioma russo.

1920

Os Protocolos são publicados na Polônia, França, Inglaterra,e Estados Unidos. Estas edições culpam conspiradores judeus pela Revolução Russa, e chamam atenção para o bolchevismo que nesta época se espalhava entre operários e intelectuais ocidentais.

1920

Lucien Wolf, jornalista e diplomata britânico, publica o livro que reúne uma coleção de seus artigos sobre o anti-semitismo, entitulado O Fantasma Judeu e os Protocolos Forjados dos Sábios Instruídos de Sião, o qual denuncia Os Protocolos como plágio fraudulento.

1920

O jornal Dearborn Independent/i>, de propriedade do magnata dos automóveis Henry Ford, publica O Judeu Internacional, versão americanizada dos Protocolos, que é traduzido para mais de doze idiomas.

16 a 18 de agosto de 1921

O jornalista britânico Phillip Graves denuncia Os Protocolos como plágio em uma série de artigos para o jornal londrino Times.

1921

O repórter Herman Bernstein, do jornal New York Herald, publica “A História de uma Mentira: Os Protocolos dos Sábios de Sião”, informando pela primeira vez ao público norte-americano sobre sobre a fraudulência dos Protocolos.

1923

Alfred Rosenberg, um dos criadores do credo ideológico nazista, tais como a superioridade racial alemã, escreve “Os Protocolos dos Sábios de Sião e a Política Mundial Judaica”. O livro de Rosenberg tem enorme sucesso, necessitando três re-edições no mesmo ano.

1924

Benjamin Segel, jornalista alemão judeu, em seu trabalho “Os Protocolos dos Sábios de Sião Examinados Criticamente” denuncia Os Protocolos como falsificações.

1924

Joseph Goebbels, futuro Ministro da Propaganda Nazista e do Esclarecimento Popular, escreve em seu diário: “Acredito que Os Protocolos dos Sábios de Sião sejam uma falsificação... [Entretanto,] mesmo não acreditando na veracidade dos fatos apresentados nos Protocolos, acredito no seu fundamento”.

1925-26

Em seu tratado, Mein Kampf, Minha Luta, Hitler escreve: “Até que ponto toda a existência deste povo é baseada em uma mentira constante, é demontrado nos Protocolos dos Sábios de Sião, imensamente odiados pelos judeus... No momento em que este livro tornar-se propriedade comum de um povo, a ameaça judaica pode ser considerada como extinta”.

1927

Henry Ford escreve um pedido oficial de desculpas por ter publicado Os Protocolos, os quais ele admite serem “falsificações grosseiras”. Ford ordena que os exemplares restantes de seu livro “O Judeu Internacional” sejam queimados e que as editoras estrangeiras parem de publicá-lo. As editoras estrangeiras ignoram as instruções de Ford”.

1933

Os nazistas sobem ao poder na Alemanha. O Partido Nazista publica pelo menos 23 edições dos Protocolos antes do início da Segunda Guerra Mundial.

1935

Um tribunal de Berna, na Suíça, condena um grupo de nazistas suíços acusados de distribuir Os Protocolos em uma manifestação pró-nazista. Walter Meyer, o juiz que presidia o tribunal, referiu-se aos Protocolos como “absurdos sem sentido”.

1938

O padre Charles E. Coughlin, conhecido como “O sacerdote do rádio” nos Estados Unidos, publica Os Protocolos em série no seu jornal “Justiça Social.”

1943

Uma edição dos Protocolos é publicada na Polônia, ocupada pela Alemanha.

1964

O Comitê Judiciário do Senado Norte-Americano apresenta um relatório intitulado “Os Protocolos dos Sábios de Sião: Um Documento Histórico “Fabricado”. O comitê conclui: “O subcomitê acredita que os divulgadores dos Protocolos estão a difundir um preconceito não americano, disseminando ódio e divergência no seio de nosso povo”.

1974

Os Protocolos são publicados na Índia sob o título de “Conspiração Internacional Contra os Indianos”.

1985

Uma edição em inglês dos Protocolos, publicada pela Organização de Propagação Islâmica, é lançada no Irã.

1988

O Artigo 32 do Pacto do Movimento de Resistência Islâmica (HAMAS) diz: “O plano sionista não tem limites. Após a Palestina, os sionistas desejam expandir do Nilo até o Eufrates. Quando eles tiverem digerido a região que dominaram, eles desejarão uma expansão ainda maior, e assim por diante. O plano deles está manifesto nos Protocolos dos Sábios de Sião, e sua presente conduta é a maior prova do que estamos declarando”.

1993

Na Rúusia, no julgamento da Pamyat, organização russa ultra-nacionalista que publicou os Protocolos em 1992, a corte declarou que Os Protocolos são uma fraude.

2002

A televisão por satélite do Egito transmite uma minissérie entitulada “Cavaleiro sem Cavalo”, com 41 capítulos, totalmente baseada nos Protocolos.

2002

O senado norte-americano aprova uma resolução instando os governos do Egito e de outros países árabes a proibirem que as televisões controladas pelo estado transmitam quaisquer programas que concedam legitimidade aos Protocolos.

2003

Uma minissérie de 30 capítulos, de título árabe Al Shatat, em português “O Exílio Judeu”, é exibida no canal Al-Manar, do Hezbollah. A série retrata um “governo Judaico mundial,” tal como descrito nos Protocolos.

2003

Uma exibição de livros sagrados de religiões monoteístas, expostos na Biblioteca de Alexandria, no Egito, inclui um exemplar dos Protocolos próximo à Torá, isto é, os cinco primeiros livros do Antigo Testamento. A UNESCO faz uma denúncia pública da exibição na Biblioteca de Alexandria.

2004

Os Protocolos são publicados em Okinawa, no Japão.

2005

Uma edição dos Protocolos, publicada na Cidade do México, sugere que o Holocausto foi organizado pelos Sábios de Sião em troca da criação do Estado de Israel.

200

Uma edição dos Protocolos dos Sábios de Sião, autorizada pelo Ministério da Informação sírio, alega que os Sábios de Sião coordenaram os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.

2008

Uma simples busca na Internet pelos Protocolos fornece centenas de milhares de sites.

Fonte:http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10007244

Anti-semitismo
Os Protocolos dos Sábios de Sião
Adolf Hitler e seu Ministério da Propaganda usaram os "Protocolos" para justificar a necessidade do extermínio de judeus mais de 10 anos antes da Segunda Guerra Mundial.


O livro apócrifo "Os Protocolos dos Sábios de Sião" é uma fraude feita na Rússia pela Okhrana (polícia secreta do czar Nicolau II), que culpa os judeus pelos males do país. Ele foi publicado privadamente em 1897 e tornado público em 1905. É copiado de uma novela do século XIX (Biarritz, 1868) e afirma que uma cabala secreta judaica conspira para conquistar o mundo.
A base da história foi criada por um novelista anti-semita alemão chamado Hermann Goedsche, que usou o pseudônimo de Sir John Ratcliffe. Goedsche roubou a idéia de outro escritor, Maurice Joly, cujos "Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu" (1864) envolviam uma conspiração do inferno contra Napoleão III. A contribuição original de Goedsche consistiu na introdução dos judeus como os conspiradores para a conquista do mundo.
O Império Russo usou partes da tradução russa da novela de Goedsche, publicando-as separadamente como os "Protocolos", e afirmando que se tratava de atas autênticas de reuniões secretas de judeus. O seu propósito era político: reforçar a posição do czar Nicolau II, apresentando os seus oponentes como aliados de uma gigantesca conspiração para a conquista do mundo. O czar já via o "Manifesto Comunista" de Marx e Engels (de 1848) como uma ameaça. Como Marx era judeu de nascimento, apesar de não seguir a religião e de propor um regime político onde ela seria banida, a origem dele poderia ser usada para fundamentar a "ameaça judaica".
Os "Protocolos" são uma fraude de uma ficção plagiada. Eles foram denunciados como fraude em 1921 por Philip Graves, um correspondente do "London Times"; por Herman Bernstein em "The Truth About The Protocols of Zion: A Complete Exposure" (Ktav Publishing House, New York, 1971); e por Lucien Wolf em "The Jewish Bogey and the Forged Protocols of the Learned Elders of Zion" (Londres: Press Committee of the Jewish Board of Deputies, 1920).
Henry Ford e a versão em alemão de seu livro "O Judeu Internacional".

Os "Protocolos" foram publicados nos EUA num jornal de Michigan cujo proprietário era Henry Ford (o criador dos automóveis Ford), ele mesmo autor de um livro tremendamente anti-semita chamado "O Judeu Internacional". Mesmo após a sua denúncia como fraude, o jornal continuou a citar o documento.
Adolf Hitler e seu Ministério da Propaganda usaram os "Protocolos" para justificar a necessidade do extermínio de judeus mais de 10 anos antes da Segunda Guerra Mundial. Segundo a retórica nazista, a conquista do mundo pelos judeus, descoberta pelos russos em 1897, estava obviamente sendo levada a cabo 33 anos depois.
Os "Protocolos" continuam a enganar pessoas e ainda são citados por indivíduos e grupos racistas, supremacistas brancos, nazistas e neo-nazistas como a causa dos males dos povos, quer estejam sob governos democráticos, ditatoriais, de esquerda, de direita, teocráticos ou de qualquer outro regime.
Os "Protocolos" foram publicados em várias línguas, inclusive português, espanhol, inglês, russo, vários idiomas da Europa Oriental, árabe, línguas asiáticas, etc. Enquanto Hitler os usou para "provar" que os judeus eram culpados pela Revolução Comunista na Rússia em 1917, os neo-nazistas russos e os nacionalistas-comunistas russos os usam atualmente para provar que os judeus são os responsáveis pela queda do comunismo e pela democratização do país.
O texto falso, a fraude feita por um governo imperial decadente e cruel com seu próprio povo, é tão convincente que, passados mais de 100 anos, ainda é apresentado como uma das maiores revelações que todo bom racista deveria conhecer. (extraído de http://www.midiajud.org - http://www.beth-shalom.com.br)

Fonte:http://www.beth-shalom.com.br/artigos/protocolos.html

Os protocolos dos sábios de Sião
simples "teoria de conspiração"?
É fato conhecido que pessoas hipócritas, para se esquivarem de acusações e denúncias de crimes, vão sistematicamente lançar calúnias, ou dúvidas sobre a autoria ou a procedência dessas denúncias, mas nunca respondem sobre o mérito da acusação, nem sobre os crimes que seguem cometendo.
Gandhi, em seu claro Manifesto sobre os judeus na Palestina, denuncia a imoralidade e a feroz brutalidade dos judeus contra o povo palestino e crimes contra a humanidade, mas as respostas de judeus a essas acusações, limitam-se a questionar se Gandhi realmente teria escrito o Manifesto... ou a insinuar que o Manifesto seria falso, ou que teria caducado pelo tempo decorrido desde que foi publicado... Enfim, agarram-se a tudo, mas não respondem, preferem confundir e desconversar. E quando o assunto então é sobre Os protocolos dos sábios de Sião1, logo aparece toda a sorte de semiólogos, sociólogos, jornalistas, professores, todos sempre com essa mesma obscura e metódica ladainha de suposições dispersivas e hipóteses fantásticas2, tentando distrair e esconder, a qualquer custo, o significado daquele texto insolente, escandalosamente exato e comprometedor.
Esse movediço discurso das organizações judias que circula em jornais e revistas e na internet, e em grandes programas de televisão, tenta nos convencer que os Protocolos — como querem com o Manifesto de Gandhi — ou nunca existiu, ou é falso, ou é "fruto da nossa malícia e inveja e do anti-judaísmo arraigado em todas as épocas da História e em todas as nações e povos do planeta... e das pessoas que acreditam em ridículas teorias de conspiração..."
Mas a História nos ensina — e adverte — que quando livros são queimados e proibidos, e pessoas são condenadas e lançadas em prisões por crimes de consciência, alguma assustadora verdade está sendo escamoteada e ocultada... e algo de podre já anda por aí, como o indecente obscurantismo do Índex judaico nas bibliotecas públicas e nas universidades e agora, a Inquisição Sionista.


NOTAS:
1 Os protocolos dos sábios de Sião — tradução, notas e comentários de Gustavo Barroso, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1936, 238 páginas.
2 Depois de décadas e décadas esgueirando-se por todos os lados para abafarem as denúncias que pesam sobre as suas organizações judeo-sionistas, agora ressurgem — e não por acaso durante o caos administrativo na derrocada da antiga União Soviética — com uma "conspiração diabólica da polícia secreta do Czar Nicolau II, a Okhrana, que inventou os Protocolos para difamar os judeus"... enquanto isso, em Jerusalém, uns honestos arqueólogos e historiadores judeus, vão "descobrindo" túmulos e evangelhos... em Amsterdã, em plena ocupação das tropas alemãs, em 1943, o diário de uma menina judia já era escrito com caneta bic... agora resta-nos assistir ao que esses honestos especialistas judeus "acharam" em uns fantásticos arquivos do III Reich... que durante longos sessenta anos estiveram, esquisitamente "secretos", sob a sua guarda... Por ironia, a Alemanha é o único país do Eixo (Japão, Itália, Alemanha) ainda sem a assinatura de um armistício, ou de um Tratado de Paz depois da II Guerra Mundial, mesmo depois do Tribunal de Nuremberg e, portanto, nenhum governo ou órgão alemão poderia manter "arquivos de guerra secretos", como afirmam falsamente esses "honestos" pesquisadores judeus.
Como se vê por esses rápidos exemplos, está mais do que evidente que em toda essa movimentação dos historiadores judeus, são eles os grandes especialistas em fraudes e falsificações e os únicos a quem interessa escamotear e falsificar a História.
O insolente texto, Os protocolos dos sábios de Sião é, em si mesmo, um documento congruente com fatos históricos e, a cada dia, as metas da sua cínica arquitetura vêm sendo escandalosamente confirmadas pari passu à furiosa escalada da influência e da arrogância do judaísmo internacional em todos os âmbitos e camadas da nossa sociedade.
Apesar dessas pessoas jurarem, até pela alma da própria mãe, que não sabem de nenhuma conspiração internacional, é uma judia, Hannah Arendt (citada pelo judeu Attali) quem diz: "Não existe melhor prova desse conceito fantástico de um governo mundial judaico do que essa família, os Rothschilds, estabelecidos em cinco países de regimes diferentes, poderosos em cada um, em estreitíssimas relações de negócios com pelo menos três desses governos, e sem que guerras e conflitos entre essas nações jamais tenham, nem ao menos por algum momento, abalado aquela firme solidariedade entre banqueiros."...
Com o ladino sofisma da expressão "conceito fantástico", evidentemente a venerada discípula judia de Heidegger tenta ironizar a trama, e assim escamotear a realidade da criminosa influência desses judeus em nossas nações. Para compreendermos os obscuros motivos pelos quais o Brasil segue, década após década, governo após governo, condenado a permanecer o "País do Futuro", basta ler a denúncia de Gustavo Barroso sobre essa prática judaica em Brasil, colônia de banqueiros.
Ainda agora vimos as maquinações e os conluios entre os Bancos que lograram arrebatar dos cofres do nosso país mais de cento e setenta bilhões de dólares, e sem que ninguém saiba de onde veio e nem para onde foi, ou onde está agora essa imensa quantia. Imediatamente, e durante alguns dias depois de um escândalo como esse, todos — jornalistas, professores, políticos, magistrados — mostram-se convenientemente e civicamente indignados mas, quando alguém dá nome aos bois e denuncia a extensão e os tentáculos do câncer, como fez Gustavo Barroso, é imediatamente atacado e acusado de ser racista, nazista... mas não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
Em 2004, a camarilha do presidente do México, Vicente Fox, trabalhou para sabotar o ensino da história mexicana e universal; queriam no currículo escolar apenas o que foi publicado pelos jornais e revistas nos últimos dez anos... E assim vão, apagando a história e a consciência do povo mexicano. Quanta tristeza e vergonha e revolta sentiria Octávio Paz; ele iria perguntar se o Sr. Fox também ousaria proibir a esses rabinos ensinarem a Torá, ou o Talmude, aos seus judeus "mexicanos"... Por aqui, essas manobras judeo-sionistas ainda não foram aplicadas, pois a nossa história, além de ser muito mal ensinada nas escolas, é insistentemente ridicularizada e vilipendiada por "historiadores-atores" dessas grandes redes de televisão e por uns certos roteiristas e cineastas "brasileiros"... Mas não está mais do que na hora dos nossos professores perguntarem por qual estranha razão, esses "pedagogos" judeus não aplicam em suas yeshivas (escolas de judaísmo) as mesmas "teorias pedagógicas" que furiosamente vêm disseminando em nossos países? No Brasil, subtraíram dos currículos escolares o ensino das Línguas Clássicas, e o ensino da Gramática é criminosamente omitido. E assim vão, corroendo as estruturas da nossa civilização e a nossa herança cultural européia e greco-romana, substituindo-as violentamente por imposições de "africanidades" manipuladas na universidade. Agora, uns esquisitos pedagogos "brasileiros" decretam que "bons professores" são aqueles que vão distribuindo notas altas aos seus alunos de escolas públicas e, segundo essas pessoas, os que não aceitam falsificar os conceitos e as avaliações do rendimento escolar e da aprendizagem, devem ser advertidos, e afastados... e ninguém diz nada... nenhum educador se espanta, nenhum psicólogo se manifesta, ninguém da academia... os doutores... silêncio... e não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
"Não se trata de atacar cegamente um moinho, mas de nele penetrar e, compreendendo seu funcionamento, inverter seu mecanismo, voltando-o contra si mesmo."
Carlos Zilio
1997

Ao contrário do que pretende a hipócrita campanha de propaganda judeo-sionista, é evidente, para qualquer pessoa de bom senso, que o crime e a malícia estão nos atos perpetrados contra as nossas nações e contra as nossas populações, e não na denúncia que se faz desses atos, ou em quem denuncia esses crimes contra a humanidade.
Que mais ainda deve ser dito sobre a evidente sincronia e sobre a ladina orquestração da sabotagem do ensino e da educação das nossas crianças e jovens, em vários países e em várias partes do mundo? Que mais ainda deve ser dito sobre a vampiresca sangria, e o perverso garrote financeiro que esses banqueiros internacionais — não importa a máscara que estejam usando agora — impõem às nossas nações? Essa triste realidade, é alguma ingênua "teoria de conspiração", ou é a ponta de um terrível iceberg há tanto tempo denunciado com a publicação d'Os protocolos dos sábios de Sião?
"O mundo está suficientemente preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller
1991
Aqueles que defendem, ou desculpam, a bestialidade judeo-israelita contra o povo palestino, ainda não entenderam o que essa gente anda fazendo?
De que mais precisam para se convencerem da perversidade da cabala judeo-sionista, não só na Palestina, mas aqui entre nós?
Quantas crises financeiras provocadas por essa gente ainda serão necessárias para que os seus crédulos defensores entendam o golpe que está sendo cometido contra eles próprios e contra as nossas sociedades e nações?
Não conseguem entender que a terrível campanha de extermínio contra o povo palestino é apenas a expressão local do caráter e da bestialidade dessas organizações secretas ou descaradas, infiltradas e instaladas entre os vários países do planeta?
Esses cidadãos tão bem intencionados, ainda não entenderam que os bombardeios do exército judeu contra as instalações civis da ONU, são o hediondo sinal da arrogância e da insolência judeo-sionista contra a humanidade e contra as nações do mundo?
Ainda não entenderam que essa aberração moral e política chamada Israel, é apenas a testa-de-ferro, ou a face visível de criminosas organizações apátridas e entidades parasitas, incrustadas em nossos países e nações?
Só uma última pergunta: Por qual estrangeira razão, ou tortuoso raciocínio, alguém ia preferir ainda confiar, ou acreditar, nesses banqueiros sem pátria, e em seus políticos corruptos e sociólogos e jornalistas venais, para duvidar do patriotismo e da seriedade de um verdadeiro brasileiro como Gustavo Barroso, ou de um César Lattes, ou de um Martinho Penido-Burnier, ou de patriotas como Paul Rassinier, ou do Mahatma Gandhi?
Fonte:http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/osprotocolos.html


Os Protocolos dos Sábios de Sião-VÍDEOS


Pequena crononologia dos "Protocolos"
1848 "Manifesto Comunista".
1864 "Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu" contra Napoleão III.
1868 Herman Goedsche reescreve os diálogos e troca os conspiradores por judeus.
1897 A Okhrana publica os "Protocolos" de forma restrita na Rússia.
1905 Os "Protocolos" são publicados na Rússia.
1917 Revolução Russa.
1920 Denunciados pela primeira vez em Londres.
1921 Denunciados pela segunda vez em Nova Iorque.
1923 Hitler escreve "Mein Kampf" ["Minha Luta"] na prisão.
1971 Trabalho completo sobre os "Protocolos" publicado em Nova Iorque.
1994 Começa a tradução e divulgação dos "Protocolos" pela internet em várias línguas.
2000 Grupos de extrema-direita e extrema-esquerda, além dos países árabes, usam os "Protocolos" para justificar seu ódio aos judeus para fins políticos.

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