O CULTO AOS FALSOS DEUSES



Qual é o seu equívoco? Já parou para pensar nas conseqüências das “supostas” verdades que prega ou cultua? Há uma grande contradição que decorre da intemperança, do desequilíbrio e do fanatismo que corrompe a integridade dos candidatos a sabedoria. Quem prega o que não pratica não é verdadeiro, nem realista, muito menos sensato… é desprovido de discernimento e integridade!
Pense por si mesmo!
A arte do desapego é a melhor e mais sábia experiência que um estudante pode ter para adquirir sabedoria por si mesmo. Digo melhor, pois o discernimento nos torna equilibrados e não-fanáticos. É sábia porque, graças ao discernimento, não caímos na tentação de sermos subjugados ou esmagados pelas teorias, pelas experiências e pelos fanatismos de pessoas que não praticam a virtude, a moralidade e a integridade de espírito.
Muitos dos relatos que encontramos em livros de auto-ajuda nada mais são do que simples experiências pelas quais os indivíduos passaram, seja um momento de frustração, seja uma luta para superar uma condição adversa, ou até mesmo uma experiência de suposta “iluminação”, o que na verdade faz cultuar o melhor do ser humano, “somente” o melhor…
Discernimento inteligente em primeiro lugar!
Quando não temos o discernimento necessário para distinguir o falso do verdadeiro, o certo do errado, então o ser humano cai no propósito do “poço sem fundo.” Torna-se escravo de um sistema que cultua o que é passageiro e equivocado, pois se fizesse bom uso de discernimento, não cultuaria falsos deuses.
Se todos nós fôssemos o que pregamos nos livros e nos meios de comunicação, seríamos uma grande massa de deuses no mundo. É fácil notar que as pessoas caem em um fanatismo perigoso através da adoração a artistas, músicos, pessoas espiritualmente mais evoluídas e – em um sentido amplo, de Deus.
O ser humano é carente em algum sentido…  
Muitos são os problemas decorrentes do fanatismo, entre eles a “carência”. Muitas pessoas morreriam pelo Justin Bieber ou pela Kate Perry… pura carência desprovida de sentido. Não é a toa que existe tanta infelicidade em um mundo de aparência. Quando os ídolos morrem, a vida parece que acaba… quanta ilusão! Tudo o que leva ao extremo é perigoso para a saúde mental e desenvolvimento íntegro do ser humano!
Os artistas são pessoas comuns. O que diferencia o artista de um trabalhador comum é que o artista é favorecido pela mídia, só isso… no mais, ele é igual a todos: respira, dorme e come como todo mundo.
Hoje estabeleci a seguinte proposta para mim mesmo: “Escrever somente sobre as experiências que realmente sou capaz de praticar e dominar na integridade da minha conduta.” Isso torna o aprendizado relevante, nos faz querer melhorar cada vez mais, além de sermos mais honestos e respeitosos com nós mesmos, com o público e com a própria vida.
Desejo que você tenha o discernimento e a integridade suficientes para “pensar por si mesmo” e para não ser um escravo de um sistema que cultua “falsos deuses”. É melhor ser uma pessoa racional, equilibrada, sensata, que saiba separar o joio do trigo. Como diz o grande filósofo Arthur Schopenhauer:
“Ler quer dizer pensar com uma cabeça alheia, em lugar da própria.”
Pense nisso!

Fonte:Guilherme V.Mendes
http://guilhermevmendes.wordpress.com/

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