O MISTÉRIO DOS CÍRCULOS INGLESES-"CROP CICLES"
















Círculos nas plantações (crop circles em inglês) ou círculos ingleses, são termos usados para se referir aos conjuntos de figuras geométricas desenhadas amassando campos de trigo, cevada, centeio, milho ou canola. Esses círculos são geralmente vistos quando um alienígena pousa nos campos de trigo e seus discos voadores deixam marcas nos campos, segundo uma das versões mais populares. 

Estas figuras são melhor observadas de um ponto mais alto, fazendo pouco sentido quando são observadas no nível da plantação. A aparência geométrica é influenciada por fractais. Fractais (do latim fractus, fração, quebrado) são figuras da geometria não-Euclidiana.

Algumas empresas com objetivos publicitários encomendam o desenho nas plantações à artistas de círculos (circlemakers em inglês), que usam apenas tábuas para pisar nas plantas.

O fenômeno já foi observado em vários países em todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. Desde então foram sugeridas várias explicações que envolvem desde acontecimentos naturais a visitas de extra-terrestres. De fato círculos nas plantações é um assunto recorrente na ufologia. Na cultura popular o assunto é muito explorado, sendo alvo de inúmeros filmes e livros.

No Brasil, tal fenômeno vem acontecendo principalmente no interior dos estados de São Paulo e Santa Catarina.

As mandalas surgem inexplicavelmente em regiões variadas, predominantemente na Inglaterra, mas já foram vistas em doze países ; são desenhos altamente complexos e de grande simbolismo místico, como cruzes, estrelas, pentagramas, borboletas, formas circulares e geométricas, matemáticas , animais (insetos), entre muitos outros.

Doug Bower, Dave Chorley e John Lundberg sairam do anonimato e se tornaram conhecidos mundialmente por anunciar que eram os autores dos primeiros círculos conhecidos.

O que dificulta a diferenciação de círculos feitos com tal objetivo, e um círculo verídico (teoricamente, não feito pelo homem). Porém, há alguns fatores que determinam se um círculo é ou não artístico:

§  Normalidade na irrigação da plantação.

§  A ausência de qualquer vestígio de ação humana, marcas de pneus, combustível, ou ferramentas cortantes.

§  As plantas onde estão o círculo sofrem muitas vezes mutações a nível celular (seus caules apresentam nós não condizentes com o crescimento normal);

§  O perfil magnético registrado por um magnetômetro imita a forma real do círculo;

§  São encontrados pequenos rastros de materiais magnético impregnados nas plantas;

§  Alguns círculos nas plantações em especial apresentam isótopos não-naturais, que são sintetizáveis apenas em laboratório. Tais como telúrio, vanádio, bismuto, európio, e itérbio.

§  Fonte : Wikipédia
     Sobre o  Mistério dos Círculos Ingleses



§  "Para cada coisa que acredito saber, dou-me conta de nove que ignoro." (Provérbio Árabe)

§  O mundo começou a tomar conhecimento dos "círculos ingleses" a partir da década de 80, apesar destes círculos estarem aparecendo há séculos. Os famosos "círculos ingleses", os quais são chamados de círculos por força do hábito, têm sido documentados desde o século 16. Por que levamos tanto tempo para validá-los?

§  Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil dessas enigmáticas figuras já foram descobertas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa Stonehenge), onde a percentagem de incidência dessas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá.

§  Os círculos ingleses são na verdade um emaranhado de formas geométricas de diversos tamanhos dispostas de maneira organizada. Em alguns casos extremos, círculos compostos por mais de 200 figuras geométricas perfeitamente dispostas, numa extensão que vai além de 300 metros de comprimento, já foram encontrados sem que os estudiosos - incluindo os do governo britânico - tivessem a menor idéia de como foram feitos.

§  Os desenhos parecem ser específicos a cada ano, quase como capítulos num livro. Em 1994, houve uma proliferação do que se convencionou chamar de "insectogramas", com figuras na forma de escorpiões, aranhas, teias de aranhas e outros insetos. Em 1995, os padrões pareciam sugerir sistemas solares, cinturões de asteróides e outras figuras planetárias. Em 1993, houve uma incidência de padrões geométricos.

§  Nestes círculos, ou em sua proximidade, nunca foram encontrados quaisquer traços ou pistas que indicassem como foram feitos ou por quem. Não há pegadas de pessoas, ou marcas de pneus de veículos, nem sinal de que as plantas em seu interior tenham sido manipuladas por humanos. Simplesmente, os círculos surgem do nada, portando uma mensagem inexplicável e desafiando nossa inteligência e tecnologia.

§  Nem mesmo os estudiosos que acompanham os aparecimentos desde o começo da década de 80 se atrevem a esboçar alguma explicação para o fenômeno.

§  Nos meses de pico, que se por entre maio e setembro (época em que as plantações estão próximas da colheita), milhares de estudiosos de todo o globo se reúnem no sudoeste da Inglaterra atrás de novas figuras, que às vezes chegam a aparecer quase que diariamente.

§  É importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual faz com que suas sementes também sejam afetadas.

§  Hoje, a Fundação Lawrence Rockfeller vem financiando pesquisas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno.

§  O Efeito nas Plantas e no Solo

§  Os "círculos" só aparecem nas plantações de trigo, canola e cevada. Os caules destas plantas, que normalmente quando entortados se quebram, nas áreas onde o fenômeno ocorre, chegam a ser entortados em cerca de 90 graus.

§  O entortamento dos caules se dá num ponto entre 20 e 80% da altura total das plantas. As vezes, plantas situadas lado a lado na colheita, são entortadas em direções opostas dentro do mesmo fenômeno.

§  Uma característica deste fenômeno é que, quando entortadas, não é possível desentortá-las com o risco de quebrá-las, continuando seu crescimento rasteiro ao chão.

§  Duas organizações vêm fazendo estudo do solo dos círculos. Elas são o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd., trabalhando com o Ministério da Agricultura Inglês. Uma das coisas que eles descobriram é que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo desta quantidade de hidrogênio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga elétrica extremamente forte.

§  Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade.

§  Estes sítios arqueológicos às vezes estão enterrados e os estudiosos só se dão conta de que existem um determinado lugar quando surgem círculos lá…

§  Um fator interessante a se notar é que um certo número de círculos têm aparecido perto de usinas nucleares, o que nos leva a crer que os responsáveis pelos círculos estão preocupados com a nossa loucura nuclear.

§  Outro fator é que algumas pessoas dizem ter sido afetadas depois de terem pisado dentro de uma destas formações. Alguns estudiosos comprovam estas estórias, como o dr. Collete M. Dowell. Ele, como outras pessoas, diz que em algumas formações que entrou, se sentiu extremamente ansioso ou agitado. Em outras, se sentiu feliz, bobo e outras emoções.

§  Pelo menos em uma coisa os estudiosos já se entendem: os círculos tem obrigatoriamente um componente não terrestre. Ou seja: não são construídos pela inteligência humana.

§  Esta conclusão é sustentada pelo fato de que muitas testemunhas como fazendeiros, estudiosos e curiosos acampados nos locais em seus momentos de pico vêem com certa freqüência misteriosas luzes não identificados sobrevoarem as colheitas pouco antes dos círculos terem sido descobertos. Em alguns casos, certas bolas de luz foram até filmadas e fotografadas, embora com baixa qualidade.

§  De qualquer forma, o fenômeno dos "círculos ingleses" continua no reino das suposições.

§  A origem do fenômeno é bem mais complexa. Alguns estudiosos ingleses encontraram na capa de um tablóide londrino, datado de 22 de agosto de 1678, uma narrativa que faz menção à lenda do "Demônio Ceifador", relatando a existência de misteriosos círculos nas plantações inglesas já naquela época.

§  Com o passar dos anos as figuras foram se tornando cada vez mais complexas, primeiro eram circunferências simples, depois surgiram circunferências duplas, triplas, quádruplas, quíntuplas, círculos com anéis, figuras triangulares, ovais, espirais, etc. e assim o mistério continua, os círculos viraram símbolos e depois figuras complexas e extraordinárias. E com o aumento na quantidade e complexidade das figuras a cada ano, ficava evidente que aqueles misteriosos desenhos jamais poderiam ser feitos por mãos humanas, pois mesmo que tivesse uma multidão de pessoas desocupadas e interessadas em produzir tal fenômeno não iriam dar conta das centenas de círculos que já viam sendo catalogados em todo o interior da Inglaterra.

§  Com tal aumento na complexidade dos chamados Círculos Ingleses, ficou descartada a teoria inicial de que os círculos seriam simples marcas de trens de pouso de naves alienígenas. Ufólogos, geólogos, biólogos, matemáticos, físicos, astrônomos e céticos se revezam no mundo inteiro para tentar explicar este fenômeno, alguns com bons argumentos, outros chegam a ser ate ridículos, como a história divulgada pela TV Inglesa no final de 1991, de que dois velhinhos Doug e Dave, teriam feito tais desenhos durante a noite usando a simples técnica de puxar uma tábua amarrada a uma corda por sobre os trigais. Logo os céticos do mundo inteiro deram como encerrado o problema e desvendado o mistério.

§  O que nos realmente sabemos a respeito das formações?

§  Sabemos da pesquisa científica em que estou envolvido que eles são formados (as genuínas formações) por uma energia capaz de alterar a estrutura molecular da planta sem danificá-la. Além disso, também é capaz de alterar a taxa de crescimento e o seu padrão

§  A energia envolvida parece ser benigna e do meu conhecimento não é usada neste planeta. 
Algumas formações irradiam uma onda de aproximadamente 5.7 Hz no espectro eletromagnético.

§  Ocorrem às vezes paralelamente ao avistamento de Ovnis.

§  Mesmo após a colheita, a forma dos círculos tem permanecido na terra durante pelo menos seis meses em alguns casos. Isto não pode ser conseguido por "formações na colheita" feitas por humanos.

§  Em algumas das formações, bússolas giram denotando uma anomalia magnética presente. 
A plantação fora da formação não exibe as mesmas características encontradas dentro do círculo.

§  Não há nenhum nível de consistência. Em algumas formações temos o fator som, as anomalias magnéticas e impressões no solo, mas isto não quer dizer que iremos encontrar as mesmas características na próxima formação. Ainda assim, pode-se mostrar que os novos círculos fazem parte de uma formação genuína. 
Se nenhum ser humano entrar na formação, a colheita (plantação) continuará crescendo e o fazendeiro não vai perder qualquer grão.

§  Assim, o que nós temos? Lindos padrões geométricos nos campos que desafiam nossas leis de lógica, da física e argumentos. Mas eles continuam aparecendo pelo mundo afora! Eles parecem ter um profundo efeito espiritual em todos os visitantes ou pesquisadores. Talvez, se nada mais houver, esta seja a razão da sua existência.

                    RESUMINDO :

 
   Os misteriosos círculos nas plantações inglesas começaram a aparecer em 1647, mas só foram largamente relatados em 1972. Geralmente eles aparecem em lugares onde se cruzam linhas magnéticas da terra (não por acaso fica por ali o sítio megalítico de Stonehenge).

FARSA OU VERDADE?



    Em 1991 dois velhinhos ingleses (Doug Bower e Dave Chorley) apareceram na imprensa se dizendo os "criadores" dos círculos ingleses. De fato, eles provaram que podiam fazer círculos simples com uma corda e uma tábua. Só que, questionados a explicar como faziam os círculos mais complexos, eles diziam "Ah, esses a gente não fez". Ou seja: eles foram o boi de piranha da imprensa para que os materialistas pudessem relaxar e dizer ao ver qualquer círculo: "isso é coisa dos velhinhos". É fato que, com o desenvolvimento da nossa tecnologia, vimos também o desenvolvimento dos desenhos, que deixaram de ser simples círculos para se tornarem grandes e complexos fractais. Não é realmente difícil fazer esses círculos equipados com cordas, marcadores que brilham no escuro e GPS - e já existem grupos formados apenas com esse objetivo - mas é bastante improvável que seres humanos consigam fazê-lo em tão grande número, com tanta precisão, e em tão pouco tempo, sem serem descobertos. Outra coisa: nunca conseguem reproduzir, na frente de todo mundo, a perfeição dos círculos que eles alegam ter feito anteriormente. Esses círculos aparecem no verão, em julho, no início da época de colheita. São em lugares amplos, abertos, de fácil acesso não só para quem queira fazer os desenhos, como para quem queira investigar o fenômeno. Nessa época do ano várias pessoas acampam no mato para observar os campos à noite, com câmeras de infra-vermelho, binóculos noturnos, etc. Já aconteceu de desenhos complexos aparecerem em apenas uma noite, a poucos quilômetros de onde os pesquisadores estavam acampados, e não ter se percebido nenhuma movimentação por perto.

§  Nos círculos considerados genuínos (isto é, não feito por humanos) a planta é dobrada sem vincos e sem quebras, e continua a crescer na mesma direção. Também não há marcas de pés, ou grama amassada. Poderia ser atribuído a pessoas cuidadosas, de posse de alguma técnica desconhecida, se não fosse por um dado científico: as plantas dentro do círculo são afetadas por um tipo de radiação que as fazem aquecer de dentro pra fora, como se estivessem num microondas, além de outras anomalias, como alteração química do dolo, sementes alteradas geneticamente (por vezes se tornam mais férteis), etc. E os fazendeiros dizem que as aves fazem um desvio em sua rota usual, para não ter de passar por cima de um círculos desses. As primeiras pessoas a chegarem a uma dessas formações relatam que sentem o ar "diferente", como se estivesse ionizado, e que isso funciona como um "amplificador", do tipo: se você estiver chateado, vai ficar pior; se estiver alegre, vai ficar eufórico.

§  Já foi aventada a hipótese dessas formações serem obra das ondas magnéticas da Terra, ou vórtices de plasma na atmosfera. Mas o astrofísico Bernard Haisch, do Instituto de Física e Astrofísica da California, disse que "esses padrões altamente organizados e inteligentes não poderiam ser criados pela força da natureza". Ponto.

§  Além de tudo, ainda foram documentados por filmagem profissional estranhas bolas de luz no Canadá (os círculos não são exclusividade da Inglaterra, tendo aparecido em vários países como África, Bélgica e República Tcheca) e corroboradas por várias testemunhas (não é o mesmo vídeo, muito divulgado na internet, das bolas de luz que FAZEM um círculo na inglaterra, que, ao que parece, é falso).

§  Fonte : Saindo de Matrix