O QUE A ÍNDIA ENSINA #2: VEGANISMO: 2018,ANO DE CULTIVAR A CONSCIÊNCIA - CONHEÇA UM ROTEIRO INTERESSANTE PARA CONHECER ESPIRITUALMENTE A ÍNDIA A PARTIR DE LISBOA

O que a Índia ensina #2: veganismo.

O que a Índia ensina #2: veganismo.



Por Diana Chiu Baptista



Tal como partilhei aqui no início de 2018, uma das minhas metas para este ano foi deixar por completo os poucos (achava eu) produtos de origem animal que ainda consumia. Desses produtos, faziam parte, acreditava eu, apenas queijo e ovos biológicos.
Só que não. Para além de ingerir também alguns produtos de origem animal, sem pensar, escondidos em comidas não feitas por mim – natas, leite, manteiga e ovos não biológicos –, ainda existe todo um mundo de aditivos de origem animal, alguns deles – pasmem-se – usados em produtos de origem vegetal. Mas já lá vamos.
Durante a última viagem que fiz pela Índia, vi tantas, mas tantas vacas a comerem lixo, com as patas e os focinhos mergulhados em lixeiras de dimensões chocantes, que – para além de sensibilizada com a situação delas, claro, mas disso falarei noutro post -, fiquei completamente e-n-o-j-a-d-a e deixei imediatamente de conseguir sequer imaginar que voltaria a consumir um produto vindo dali. Já antes tinha consciência de que o leite e derivados de outros mamíferos não é definitivamente para serem consumidos por nós. É para os seus filhos, tal como o leite das nossas mães é para nós, em bebés. Sobre os ovos, o mesmo: passou a meter-me muito nojo, de um momento para o outro, não me imagino a comer a “menstruação” de uma galinha. Isto já para não mencionar o sofrimento animal associado também a estes produtos (li que, mesmo nos animais do campo, a título de exemplo, entre muitos, amordaçam bezerros bebés para não mamarem o leite da sua mãe vaca, pois é para ser usado para os humanos…).
E se antes fechava muitas vezes os olhos e tentava ver apenas as aparências – um bolo, por exemplo, não parece nada ter produtos de origem animal, é tão bonito e saboroso… – deixei de conseguir enganar-me a mim mesma e, na Índia, preferi muitas vezes comer só Dal (lentilhas) e arroz do que comer legumes, caso tivesse Panner (queijo indiano) que antes adorava. Cá, tenho levado as minhas marmitas quando vou para fora e tenho comido maioritariamente em casa, que é o melhor, pois sabemos a qualidade dos ingredientes que usamos e como cozinhamos.
Voltando aos aditivos, sabiam por exemplo que existe um corante que dá cor vermelha, o E-120, e que é feito de – blharc! – insectos?! Pois é… O E-120 está presente tanto em produtos de beleza, maquilhagem e higiene, como em medicamentos (?) e até em vários produtos alimentares, como doces, gomas, iogurtes, sumos, refrigerantes, bebidas alcoólicas,… Mas, agora o pior: é usado até em salsichas vegetarianas! Agora que já sei, procuro sempre na lista de ingredientes as palavras CochinealCochonilha, Ácido CarminicCarminesCarmimNatural Red 4CI 75470 ou aditivo E-120. Aqui encontram uma lista completa com este e outros aditivos.
Há mais (para além de casos bem conhecidos de todos, espero, como o das gomas): o vinho, que parece um inofensivo produto vegetal à base de uvas, não é. Pois… Tem cartilagens, vísceras, ossos, gelatina (geleia obtida através da fervura de tecidos animais como a pele, tendões, ligamentos ou ossos de mamíferos), vesícula de peixe, caseína (proteína do leite), sangue coagulado,… que são usados no processo de filtragem e clarificação. É horrível. A boa notícia é que há cada vez mais marcas de vinho veganas e orgânicas.
É fácil fecharmos os olhos e não querermos ver, eu sei. É mesmo o mais fácil. Também há muita informação que, se não nos dedicarmos a procurar, não temos acesso. Mas hoje com a Internet, é tudo muito mais fácil, não é? Por isso é que é preciso CONSCIÊNCIA. É mesmo preciso escolhermos de forma consciente e informada. Desde as escolhas que aparentam ser menores – como o que comer -, até às grandes decisões. Todos os nossos actos, palavras, pensamentos têm impacto. Poderá não ser visível aos nossos olhos, poderá não ser no imediato, mas nunca são isentos. Cada acção tem uma reacção. Quer para nós, quer para outros humanos, quer para outros seres não humanos, quer para o planeta. É mesmo MUITO importante trazer consciência a cada momento, acredito cada vez mais nisso e não me farto de dizer o mesmo. E quanto mais consciência trouxermos a cada acção, pensamento, palavra, cada vez seremos ainda mais responsáveis por fazer escolhas conscientes, para nós e para os outros. Vamos pensar nisso? Eu tenho pensado nisto todos os dias.
Fonte:http://ilovebio.pt/o-que-a-india-ensina-2-veganismo/

O que a Índia ensina #0: a introdução

O que a Índia ensina #0: a introdução
Há já algum tempo que esta série de posts fervilha na minha cabeça. A Índia ensina-nos tanto…! E é tão difícil digerir tudo, como é inevitável que essa digestão, lenta, acabe por se fazer, mais tarde ou mais cedo. A Índia é um murro no estômago – especialmente se andarmos distraídos com a nossa vidinha. É por isso que a Índia é conhecida por nos provocar diarreia, acho: limpa-nos, por dentro e por fora. A Índia nunca se revela toda, há sempre mais e mais… Quando achamos que já sabemos tudo, zás! É tantas vezes subtil, quantas tem a mão pesada. A Índia leva-nos simultaneamente – às vezes em questões de segundos – ao inferno e ao céu. E à exaustão… Dá-nos e tira-nos tudo em instantes. É doce e é amarga. É negra e é colorida. Tem tanto de bela como de horrível. A Índia dói, dói muito. Muitas vezes. Vezes de mais. Mas é quem também nos abraça com um sorriso aberto, outras tantas vezes.
Das viagens que já fiz à Índia tirei tantas, mas tantas lições… Muitas das quais – aposto – ainda nem sequer tomei consciência. Cada viagem é diferente, mesmo que seja para os mesmos locais, exactamente pelos mesmos percursos. Cada viagem é diferente porque interiormente nós nunca estamos iguais e a Índia parece saber disso.
Este é o post zero, a introdução a esta série de posts que já existe há algum tempo dentro de mim e estava só à espera de uma oportunidade para se materializar. Dentro de dias, uma das lições que tirei da Índia. Ou talvez seja esta já a primeira lição: que a Índia nos dá sempre lições.

2018: o ano de cultivar a consciência

2018: o ano de cultivar a consciência
Estamos a todo o momento a tempo de começar de novo e um novo ano pode ser mais um incentivo. Eu, tendencialmente, não gostode resoluções de ano novo, mas este ano senti que fazia sentido, nestes primeiros dias do ano, reflectir sobre as minhas intenções para 2018. O destino já estava definido – trabalhar para uma vida mais ética, consciente e compassiva -, mas os meus grandes desafios foram ficando cada vez mais e mais claros.
Se houvesse um tema anual para cada pessoa, o meu deste ano seria sem dúvida “o ano de cultivar a consciência”. Tem-se tornado cada vez mais evidente a importância de trabalhar para estar lúcida em cada acção. Claro que 1 ano não bastará – nem um bilião -, é um trabalho contínuo, que já foi iniciado, mas que precisa de muita continuidade e de força e perseverança. 
Agora que a maioria já se esqueceu daquilo que decidiu no calor do Natal e da Passagem-de-Ano, espero que este meu post tardio relembre que estamos a todo o momento a tempo de nos (re)conduzirmos para o caminho do bem (na verdade é só esse o caminho que importa, já que tudo o resto se desvanecerá mais tarde ou mais cedo). Por isso, fora de tempo, mas sempre a tempo, aqui ficam as minhas intenções e desafios para 2018, o meu ano de cultivar a consciência – esperando inspirar quem estiver a precisar de inspiração e, especialmente, esperando que me ajude a mim a, mais do que reflectir, pôr em prática para me desviar cada vez menos do caminho do bem (que é o único caminho que eu quero para mim):
~ Gratidão: Trabalhar a gratidão e aprender a ver o lado positivo das coisas é algo que me é bastante difícil, numa área específica. Não que eu seja negativa, porque não sou, de todo, até vejo sempre a chávena cheia e consigo adaptar-me facilmente, excepto (e aqui é que são elas)… no trabalho. Sou péssima no trabalho, sou exactamente como a Yoga Girl partilhou num dos seus PodCasts, que ouvi recentemente e que fez todo o sentido. Enquanto estava a ouvir, percebi, ainda mais, como a frequência mental da atenção, do foco, do dinamismo, da pró-actividade,… é boa para materializar projectos e faz parte do DNA da maioria dos empreendedores, mas tem um lado negativo muito forte. Eu, como ela, sou aquela pessoa que vê uma falha e que não vê o que está bem. O exemplo que a Rachel deu, não podia ser melhor: entrar na cafetaria da Island Yoga – o seu centro de Yoga -, ver um espaço vazio na parede, onde era suposto estar pendurado um quadro e, em vez de pensar “vendemos um quadro, que maravilha, estou tão grata por isso!”, não, o pensamento é invariavelmente “como é que não colocaram um quadro para substituir o que foi vendido e deixaram o espaço vazio?! Será que ninguém vê estas coisas…?!”. Eu penso sempre assim… E não gosto nada disso. E, tal como ela, estou sempre a tomar notas das coisas que estão mal para não me esquecer de dizer às pessoas para corrigirem. Nunca tomo nota do que está bem, para me recordar depois. E são tantas coisas que estão bem! Porque não cultivar a gratidão por tudo o que tenho, em vez de cultivar este espírito inquieto e crítico que me caracteriza?
~ Gentileza: Perco muitas vezes a consciência e esqueço-me invariavelmente de ser gentil. A gentiliza, por todos os Seres, em todas as situações, independentemente do resultado, é algo que considero extremamente importante. Ser gentil a todo o momento, é uma característica das almas grandes e é uma característica de personalidade que eu, definitivamente, não tenho, mas que quero muito cultivar. Na maioria das vezes sou bruta, estouvada, chego até a ser arrogante e bastante parva – com a máscara de que sou directa. E isso acontece simplesmente porque ajo de forma inconsciente na maior parte das situações.
~ Compaixão por todos os seres sencientes: Não como carne, nem peixe, nem vários derivados de produtos animais, mas por vezes como alguns derivados de produtos (como os ovos ou o queijo – ahhhh porque é que eu algum dia resolvi experimentar queijo?!). Não uso produtos de higiene e beleza testados em animais, nem com ingredientes de origem animal, mas já comprei calçado com partes em pele, que ainda uso (acho que é só 1 par, mas podia ser 0). 2018 é, sem dúvida, o ano em que quero materializar ainda mais a minha compaixão por todos os seres sencientes e deixar por completo tudo o que sejam produtos animais, quer estejam escondidosnuma sobremesa, quer sejam ingeridos por simples prazer sensorial.
~ Minimalismo: Entrei há pouco tempo neste universo (tal como partilhei aqui) e tenho feito um enorme esforço para ser mais consciente no que se refere a objectos. Entrei para alguns grupos de Facebook onde tenho doado várias coisas de que já não preciso (tinha 2 ferros de passar e 2 tábuas, para quê?!), tenho vendido outras coisas que ou já não quero ou ofereceram-me no meu trabalho antigo e eu nunca usei (como acessórios, calçado novo, uma coleção de selos de quando era adolescente, etc etc etc) e tenho oferecido várias outras coisas a amigas. Para além disso, e o mais importante, não tenho comprado nada. Nada de roupa, nada de coisinhas para a casa, nada de inutilidades,… nada. Apenas comida e produtos necessários que vão terminando. A tentação é muita – ao estarmos mais atentos percebemos que o apelo à compra está por todo o lado -, mas tenho repetido o mantra da gratidão que eu própria inventei e tem-me trazido consciência, sempre que dela preciso.
~Compras conscienciosas: No que diz respeito a alimentação e a produtos de higiene e beleza, as minhas escolhas são conscienciosas. Compro sempre orgânico, tento comprar produtos locais e de comercio justo. A nível da casa, as pastilhas da máquina da louça, o detergente da roupa e o da louça que uso são biológicos, de marcas alternativas, o mais naturais possível. No entanto, a nível de tudo o resto (e tudo o resto é MUITA coisa – produtos de limpeza, roupa, calçado, acessórios, móveis, tolhas, louça, decoração,… eu sei lá), não escolho o que devia escolher. Dou por mim muitas vezes na Zara e na IKEA, a comprar produtos que não são bons para as pessoas que os fazem, nem são amigos do ambiente. Estender as compras orgânicas, do comercio justo e ecológicas a todas as minhas necessidades é uma das minhas intenções para este ano.
~ Serviço abenegado: Ajudar os outros ajuda-me sempre muito mais a mim. E sempre que o fiz senti-me tão bem que só me apetecia continuar para sempre, mas por este ou por aquele motivo os voluntariados em que me meti nunca duraram muito. Este ano quero encontrar um projecto onde eu possa colaborar, de média a longa duração.
~Pensamento, palavra e ação recta e em sintonia: É inevitável, no caminho do bem, que haja cada vez mais uma tomada de consciência a cada pensamento, palavra e ação. Se assim for, não há porque não estarem em sintonia. O grande problema é que a nossa mente produz tanto lixo que as nossas palavras e ações ficam condicionadas – e deixam de ser rectas – e passam a ser, muitas vezes, uma porcaria🙂 O comprometimento – que também é rectidão – é uma área que a mim é-me muito difícil… Digo muitas vezes que vou fazer uma coisa, não faço, faço outra, e não acho especialmente que isso seja relevante… Se o pensamento, palavra e ação estiverem em sintonia, o comprometimento acontece naturalmente.
~ Cuidar do veículo do espírito: Para além de tomar conta da mente, se não tomar conta do corpo – o veículo do espírito -, nada do que escrevi antes é possível de se materializar. Está tudo interligado e não há separação, por isso este ano é o ano de dar também atenção ao meu corpo e de cuidar da minha saúde, através da alimentação, vida activa e estilo de vida saudável.
São várias as áreas que pretendo melhorar, tendo em vista uma vida mais consciente. E se durante este ano me esquecer e me desviar do caminho, que seja por breves momentos e que volte rápidamente ao caminho do bem, que é onde eu quero estar, ainda que me perca tantas vezes.
eu não preciso de mais nada
apenas de cultivar a gratidão por tudo aquilo que tenho
e de abandonar aquilo de que já não preciso.

Destes últimos dias.

Destes últimos dias.
Estive nas últimas semanas a conduzir mais um grupo pela Índia Sul, com a Macro Viagens. Embora tenha partilhado alguns posts no Facebook e no Instagram, não tenho escrito nem partilhado nada de significativo. As viagens com os grupos são muito intensas e, se é verdade que a Índia inspira, também é verdade que é preciso ter algum espaço mental para que surjam partilhas interessantes… Tenho agora três dias de intervalo entre grupos, o que é bom para respirar, para colocar o trabalho mais formal em dia e para recuperar energias para receber um novo grupo. 
Mostrar a Índia como eu e o Chiu a vemos é muito bom e nunca nos cansa. Nenhuma viagem é igual à anterior, embora o programa seja sempre semelhante. A Índia é mestre: oferece a cada pessoa aquilo que ela mais precisa (eu e o Chiu incluídos, claro). E nós vamos criando oportunidade diferentes a cada grupo, proporcionando experiências nunca iguais às anteriores, que cada um aproveita de forma diferente.
Enquanto escrevo este post o primeiro grupo de 2018 está a regressar a casa, depois de 13 dias intensos em Kerala e Mumbai. Cada pessoa teve a sua lição e cada um viveu de forma diferente esta viagem.
A Índia desta vez aproximou-me interiormente mais da Amma e trouxe-me uma grande lição, que não é nova, eu sei, mas que é cada vez mais essencial: preciso de trabalhar de forma árdua a compaixão.
Esta Índia das nossas viagens, menos turística e mais real, continua pura e linda e, aqui, a escrever de Mumbai, já sinto vontade que o segundo grupo chegue para partirmos novamente para o Sul, onde as gentes são puras e os sorrisos são abertos como em nenhuma outra parte do Mundo.
A única coisa que sinto falta em viagem é da minha comidinha Macro e do meu Amériquinho do coração (que deve estar tão divertido nas suas férias que já nem se lembra da madrinha). Mesmo assim, a comida por aqui é saudável e adaptada a este clima. Não me sinto mal, como me sinto noutros países. Basicamente a Índia tem uma forte tradição Ayurvédica, o que faz com que não é assim tão diferente da dieta macrobiótica, é uma alimentação adaptada a este clima e baseada em alimentos naturais, que é o mais importante. E cerca de 1/3 da população é vegetariana. Sinto-me bem a comer aqui, embora tenha saudades de uma boa sopa com arroz integral, legumes, algas e luguminosas, especialmente ao pequeno-almoço. Ah! E de uma sopinha Miso. A comida que comemos durante a viagem é feita maioritáriamente com ingredientes frescos, do local, da época e naturais e as refeições principais têm sempre cereiais, leguminosas, legumes e fruta. A Índia é um verdadeiro paraíso para quem procura uma alimentação mais saudável, mesmo em viagem. Até nisso este país é especial. <3

Viagem à Índia – Novembro 2017

Viagem à Índia – Novembro 2017
[MAIS DATAS E PROGRAMAS EM WWW.MACROVIAGENS.PT]
Depois de me apaixonar completamente pela Índia, onde já estive por diversas vezes em viagens independentes, estou agora a organizar uma viagem de grupo! De 1 a 13 de Novembro, vou levar um pequeno grupo a Mumbai e Kerala. Uma viagem com o apoio logístico da agência de viagens iGoTravel, planeada para que os participantes tenham uma real experiência da Índia Sul, mas para que possam também desfrutar de muitos momentos idílicos, sem pressas.
Vamos contactar com as populações locais, com diferentes religiões, saborear comida tradicional e vamos dormir uma noite a bordo de um comboio indiano. Mas vamos também passar alguns dias numa praia paradisíaca – como já existem poucas tão serenas e limpas na Índia -, vamos apreciar a tranquilidade das Backwaters de Kollam e ter tempo para desfrutar e praticar Yoga e Meditação. Para além disso, temos a possibilidade de abraçar e conhecer uma verdadeira guru Indiana e participar nos rituais de um Ashram.
  • Datas: 1 a 13 Novembro
  • Alojamento: Hotéis (3 noites), Villa (2 noites), Beach Hut (3 noites), Ashram (3 noites) e Comboio (1 noite)
  • Refeições: Vegetarianas
  • Lugares limitados: 12 pessoas
  • Tudo incluído: Voos internacionais com partida de Lisboa para Mumbai + Seguro de Viagem + Alojamento 12 noites + 3 refeições vegetarianas diárias + 2 voos internos + Transportes locais + Actividades do programa + Sessões de Yoga e Meditação + Acompanhamento por 2 viajantes experientes
Esta é uma viagem onde vão conhecer e desfrutar da cultura e da espiritualidade de Kerala, mas não é um programa de cidade em cidade, na ânsia de conhecer o máximo possível. É uma viagem para um pequeno grupo, com muitos momentos tranquilos para simplesmente estar, usufruir, relaxar e partilhar. Uma viagem com momentos livres e  tempo suficiente para sentir cada local e vivênciar cada instante, cheiro e sabor.
Uma viagem com aquilo que mais gosto em Mumbai e Kerala:
  • As gentes de sorriso aberto e de olhar genuíno;
  • A beleza exótica das backwatters;
  • Os deliciosos Thalis vegetarianos que se comem à colher ou à mão;
  • A rotina diária de um Ashram (e o aconchegante abraço da Amma);
  • Uma jornada de comboio como num filme de Bollywood;
  • A prática de Yoga numa serena praia tropical de areia branca;
  • Os mergulhos infinitos no Mar Arábico;
  • O som de uma oração ao acordar, vindo de uma mesquita junto à praia;
  • Os coloridos saris tradicionais feitos à medida.
Pictures of people, places, and things in Kollam, Kerala, India

PROGRAMA
Dia 1: Mumbai
Saída de manhã bem cedo do aeroporto de Lisboa. Chegada de madrugada a Mumbai e primeiro contacto com a Índia. Mumbai é uma cidade cosmopolita de contrastes, bem diferente do resto das localidades que vamos percorrer nos próximos dias. A primeira noite é passada num hotel, perto do aeroporto doméstico, pois no dia a seguir a viagem continua, rumo ao estado de Kerala.
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Dia 2 e 3: Kollam
Depois do almoço e do primeiro contacto com a gastronomia Indiana e com o frenesim de Mumbai, já recuperados da longa viagem, o próximo destino é Thiruvananthapuram (voo interno). A seguir, temos uma viagem em direcção a Kollam. Chegamos ao destino final onde vamos ficar alojados em tranquilas Villas na borda de um lago. Desfrutamos de um jantar idílico ao ar livre, antes de irmos descansar.
No dia seguinte, fazemos um passeio de canoa pelas Backwatters. Almoçamos numa vila de pescadores e regressamos ao final do dia às Villas, a tempo de uma sessão de meditação. Jantamos junto ao lago e descansamos.
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Dia 4: Parayakaduvu
Partimos de barco de manhã em direcção ao Ashram da Amma – uma guru iluminada indiana que faz um trabalho social incrível, reconhecido mundialmente. Almoçamos em formato piquenique durante a viagem de barco. Chegamos à tarde a Parayakaduvu, e surpreendemo-nos com os altos edifícios do Ashram, rodeados por palmeiras de perder de vista, entre os canais e o mar. Depois do check in, fazemos uma visita ao Ashram, para conhecermos melhor todos os edifícios, o programa diário e actividades facultativas (Yoga, Consulta de Astrologia, Consulta Ayurvédica, curso de meditação IAM,…). Jantamos e recolhemo-nos para descansar.
17-beach2Dias 5, 6 e 7: Amma Ashram
Começamos o dia bem cedo com cânticos seguidos de uma sessão de meditação. Às 8h30 tomamos o pequeno-almoço no Hall do Ashram, com centenas de residentes de todas as partes do mundo e muitos visitantes Indianos. O resto da manhã é livre, para fazer seva (serviço abnegado), explorar o Ashram, as redondezas, fazer uma das actividades facultativas disponíveis ou simplesmente estar. Almoçamos cedo e durante a tarde as actividades livres continuam. Às 17h00 encontramo-nos para uma sessão de meditação, seguida de Bhajans. Depois do jantar, o dia termina.
Na última noite, partimos para uma viagem de comboio em direcção a Kannur e pernoitamos na cabine do comboio. Viajar de comboio na Índia é uma experiência incrível. Embora difícil, é uma oportunidade para sair da zona de conforto, e vai certamente ficar como uma das recordações mais fortes.
WAP-4_Class_locomotive_of_Indian_RailwaysDia 8: Kannur
Chegamos de manhã muito cedo a Kannur, depois de uma viagem cansativa, e recuperamos imediatamente quando reparamos que vamos ficar alguns dias num alojamento em cima de uma praia paradisíaca. Tomamos o pequeno-almoço à beira-mar e passamos o resto da manhã a relaxar e a usufruir deste pequeno paraíso. O almoço é na praia e à tarde continuamos a desfrutar do mar e do sol. O jantar é à luz das velas, junto ao mar.
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Dia 9 e 10: Praia
Começamos o dia com aulas de Yoga e, a seguir ao pequeno-almoço, temos tempo livre para meditar, conversar, apanhar sol, nadar, ler um livro e explorar as vilas próximas. Há tempo livre para sair de Tuk Tuk e ir a uma loja local mandar fazer um Sari à medida. Ou comprar e aprender a usar um Dhoti (a roupa masculina mais emblemática da Índia, típico do Sul). O som das orações na mesquita diz-nos que o tempo vai passando, mas estes dias são de completo relaxamento.
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Dia 11 e 12: Mumbai
Partimos de manhã muito cedo de comboio para Calicute. Aqui apanhamos um voo interno para Mumbai. Chegamos à hora do almoço e fazemos uma refeição rápida. A seguir temos uma viagem de táxi para a zona de Colaba. À tarde passeamos e conhecemos alguns dos pontos de interesse histórico, como “As portas da Índia“. Jantamos num restaurante local, um Thali.
No dia seguinte, continuamos a fluir ao ritmo do frenesim de Mumbai, aproveitando para fazer as últimas compras nas lojas e vendedores de rua. A seguir ao almoço, decidimos se queremos ir ao Cinema Regal ver um filme de Bollywood ou continuar a passear pelas ruas de Colaba. Voltamos a meio da tarde para a Guest House onde estamos hospedados, e preparamos tudo para a viagem de regresso a casa que se aproxima. Jantamos cedo na cantina e a seguir é altura de descansar um pouco, pois pelas 22h30 teremos de apanhar um transfer para o aeroporto internacional. Partimos já com saudades, com o coração repleto de memórias, cheiros e sabores deste país que é mágico, embora por vezes difícil, mas que nunca deixa ninguém indiferente.
Importante: 1) Este programa está sujeito a ligeiras alterações, dependendo das condicionantes típicas da Índia. 2) A Amma poderá estar presente nestas datas no Ashram ou não, podendo estar fora em viagem. 3) As actividades facultativas no Ashram (Yoga, Consultas de Astrologia, Consultas Ayurvédicas,…) não estão incluídas no programa, mas os preços são bastante acessíveis. 4) Todas as restantes actividades estão incluídas no programa e não têm qualquer custo extra associado.

INVESTIMENTO
  • A pronto pagamento: 1.990€
  • Ou em parcelas: Na inscrição – 950€; Até final de Junho – 620€; Até final de Agosto: – 620€.
Incluído: Voos internacionais com partida de Lisboa para Mumbai + Seguro de Viagem + Alojamento 12 noites + 3 refeições vegetarianas diárias + 2 voos internos + Transportes locais + Actividades do programa + Sessões de Yoga e Meditação + Acompanhamento por 2 viajantes experientes + Apoio logístico iGoTravel
Não incluído: Visto + Despesas de carácter pessoal + bebidas alcoólicas + actividades facultativas

INSCRIÇÕES
  1. Preencher o formulário de inscrição [esta viagem está esgotada,novas datas aqui: http://ilovebio.pt/viagem-a-india-2018]
  2. Vão receber um e-mail com todas as informações necessárias para formalizar a inscrição.
  3. Devem fazer o pagamento, na modalidade escolhida, e enviar o comprovativo de pagamento, assim como os vossos dados de facturação (nome completo, morada e número de contribuinte);
  4. Vão receber a confirmação da inscrição e recepção do pagamento vis email e a respectiva factura.
  5. Até final de Setembro devem tratar do Visto (é muito fácil, dá para tratar online) e devem ter passaporte com validade mínima de 6 meses à data da partida.
  6. Em Outubro teremos uma reunião de grupo para esclarecimento de todas as dúvidas (haverá uma reunião no Porto e outra em Lisboa);
  7. Até 1 semana antes da partida, vão receber os bilhetes avião e a apólice de seguro de viagem.
  8. Qualquer questão, podem sempre contactar-me para diana@ilovebio.pt ou via Facebook aqui. Também podemos falar pelo telefone, para isso basta enviarem um e-mail com o vosso número.

FAQ’S
1) Quem são os facilitadores desta viagem?
Sou a Diana, autora do blog I Love Bio – um blog sobre macrobiótica, viagens e família. Trabalhei durante mais de 10 anos na área Digital, Relações Públicas e Organização de Eventos. Viajo para a Ásia desde 2009, sempre de forma independente, perto das gentes e costumes locais. Já estive por diversas vezes em países como Índia, Tailândia, Vietname, Cambodja e Nepal. O país Asiático que melhor conheço – e pelo qual me apaixonei – é a Índia, especialmente o estado de Kerala, para onde viajo desde 2011 (altura em que abracei a Amma pela primeira vez). Sempre quis organizar viagens e mostrar os países tal como eu os vejo. Em 2016 casei-me com o Igor, que também nos vai acompanhar nesta viagem e que tem uma facilidade natural para lidar com diferentes culturas e povos e para gerir dificuldades do dia-a-dia. O Igor pratica meditação regularmente e interessa-se genuinamente pelo caminho espiritual. Durante a viagem vai conduzir alguns momentos meditativos. Somos ambos praticantes da macrobiótica e viajantes experientes.
2) O que está incluído no valor do programa?
  • Voos internacionais (Lisboa-Mumbai e Mumbai-Lisboa);
  • Seguro de viagem;
  • Alojamento em quartos duplos ou triplos para 11 noites + 1 noite em cabine de comboio;
  • Todos os transportes internos (voos internos, autocarro, táxis, comboio, tuk tuk e barco);
  • Todas as refeições principais (pequeno-almoço, almoço e jantar) – sempre vegetarianas;
  • Aulas de Yoga na praia e sessões de meditação;
  • Passeio de canoa nas Backwatters;
  • Todo o programa diário de rotina do Ashram da Amma;
  • Acompanhamento de toda a viagem por dois viajantes experientes;
  • Apoio logístico da agência de viagens IgoTravel.
Não está incluído Visto de entrada na Índia – da responsabilidade de cada participante – nem despesas de carácter pessoal (presentes, sarisdhotis, etc), bebidas alcoólicas e actividades facultativas.
Se não quiser gastar mais do que o investimento feito neste programa, excepto o Visto, não vai ter necessidade de o fazer.
3) Quais são os horários dos voos e as companhias aéreas?
  • 1 Novembro | Lisboa – 05:55 (LH1173) | Frankfurt – 12h35 (LH756) | Chegada a Mumbai às 01h00 (+ 1 dia)
  • 13 Novembro | Mumbai – 02h55 (LH757) | Frankfurt – 09h10 (LH1166) | Chegada a Lisboa às 11h15
 4) É preciso Visto para entrar na Índia?
Sim, todos os viajantes Portugueses precisam de um Visto para entrada na Índia e de passaporte com validade mínima de 6 meses. A responsabilidade do Visto é de cada participante ou por pedido à  iGoTravel, mediante custos adicionais. O custo à data de hoje do Visto é de 48 Dólares.
5) Preciso de fazer uma consulta do viajante?
Não há nenhumas recomendações especiais para as regiões onde vamos, mas recomendamos que vá a uma consulta do viajante 4 a 8 semanas antes da partida, para obter todas as informações e decidir se pretende tomar alguma vacina. Aqui poderá encontrar mais informações. Todas as regiões para onde vamos são de baixo risco relativamente a Malária.
6) O seguro de viagem está incluído?
Sim, está incluído seguro de viagem no programa.
7) O grupo viaja sempre todo junto?
Sim, o grupo viaja sempre todo junto, quer à ida de Lisboa para Mumbai, quer no regresso de Mumbai para Lisboa, assim como durante todo o programa, na Índia.
8) Há alguma reunião antes da viagem?
Sim, em Outubro vai acontecer um encontro de grupo em Lisboa e outro no Porto para conversarmos sobre todos os detalhes e esclarecer dúvidas (o que levar, questões culturais e outros pormenores importantes). Locais e datas dos encontros a definir.
9) Posso inscrever-me sozinho?
Claro que sim! Grande parte dos viajantes inscreve-se sozinho neste tipo de programas de grupo. Irá partilhar o quarto apenas com outra pessoa, na maioria dos alojamentos, e ocasionalmente ficará alojado num quarto triplo. Se preferir ficar num quarto individual, consulte-nos para tarifas.
10) Que requisitos devo preencher para participar nesta viagem?
A idade mínima de participação é 18 anos e a nacionalidade Portuguesa. Os participantes não devem ter nenhuma condição física, mental ou emocional que impossibilite a participação numa viagem desta natureza e/ou que condicione o grupo.
11) Para que realidade me devo preparar?
A Índia é um país de contrastes, por isso deve estar preparado para lidar com situações de extrema pobreza que não são tão comuns no Ocidente, assim como padrões de limpeza diferentes dos nossos. Também deve estar receptivo para abraçar uma nova cultura e estar disposto a respeitar e aceitar regras que podem não fazer muito sentido para si, quer a nível religioso, quer social. Pode sentir algumas dificuldades de adaptação iniciais, pois estará exposto a costumes muito diferentes e o impacto cultural é grande, no entanto, se for flexível e paciente, vai facilmente contornar as dificuldades e ter uma boa experiência. O povo indiano é muito afável.
12) Não estou familiarizada com algumas palavras. O que é um Ashram, um Tuk Tuk, um Thali,…?
Um Ashram é uma comunidade formada para promover a evolução dos seus membros e visitantes, liderada por um líder espiritual.
Um Tuk Tuk é o meio de transporte local mais usado na maioria dos países asiáticos. Também é conhecido como auto-riquexó.
Um Thali é uma refeição típica indiana, com uma selecção de vários pratos, em pequenas doses, servida num prato de metal. Inclui pão (chapattis), arroz e diferentes especialidades (curries). Come-se à mão ou com colher. Também é conhecido por meal.
13) Como são os alojamentos e os quartos durante a viagem?
A estadia é sempre feita em quartos duplos ou triplos, com casa de banho europeia privativa. Há água quente na maioria dos alojamentos, mas pode nem sempre estar disponível. No entanto, como a temperatura ambiente é alta, é perfeitamente possível tomar banho de água fria. Os alojamentos são escolhidos criteriosamente, havendo contacto com a cultura Indiana, mas conforto.
Todos os alojamentos são simples, mas limpos, bem localizados, de confiança e com staff amigável. Os conceitos de limpeza e conforto na Índia são bastantes diferentes dos nossos, por isso os participantes devem estar preparados e de mente aberta para uma realidade diferente da conhecida.
Grande parte dos alojamentos têm wi-fi disponível, embora não seja garantido que funcione sempre e rapidamente.
A viagem de comboio nocturna é feita em Second AC, que dispõe de beliches e onde é possível dormir completamente deitado, como numa cama. No entanto, as condições são muito diferentes das dos comboios europeus, mas é possível descansar e até dormir. Viajar de comboio é seguro e o grupo permanecerá junto.
Os quartos no Ashram são muito simples, apenas com uma cama e colchão, e é necessário que cada pessoa limpe o seu quarto. Todos os quartos têm WC individual dentro do quarto. A água não é quente. Mesmo assim o Ashram é muito agradável, e é uma experiência que vai ser recordada. O Ashram é visitado anualmente por milhares de visitantes internacionais e locais. Muito ficam a morar no Ashram, juntando-se a milhares de outros residentes, de todas as partes do mundo.
Os cinco diferentes tipos de alojamento onde vamos ficar – hotéis, villasbeach hutsashram e comboio -, não são resorts, nem hotéis de 5 estrelas, mas vão ser recordados pelos viajantes como uma parte rica da experiência.
14) E as refeições?
A alimentação durante toda a viagem está incluída e é sempre vegetariana (pequeno-almoço, almoço e jantar). Os snacks ou lanches não estão incluídos no programa, assim como bebidas alcoólicas. As refeições são Indianas e a maioria são completamente tradicionais, podendo ser picantes (excepto em Kollam e Kannur onde são mais adaptadas a estrangeiros).
15) Como vão ser os transportes locais?
Vamos viajar sempre de táxi, autocarro, comboio, barco, tuk tuk e avião (2 voos internos em companhia aérea indiana). Todos os transportes estão incluídos no valor do programa. Os transportes na Índia por vezes não cumprem os horários previstos, por isso é sempre necessário alguma flexibilidade e paciência.
16) Tenho outras dúvidas que não estão aqui respondidas, quem devo contactar?
Estou sempre disponível para esclarecer qualquer dúvida por email: diana@ilovebio.pt
17) Quero inscrever-me!
Esta viagem ficou esgotada, mas podem preencher este formulário se quiserem receber em primeira mão novidades sobre novas datas. 🙂

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e lideradas por mim e pelo meu marido.
Fonte:http://ilovebio.pt/viagem-a-india-2017/