O QUE É PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA(PC) OU EXPERIÊNCIA FORA DO CORPO(EFC)

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Projeção da Consciência ou Experiência fora do Corpo

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Este texto é o primeiro capítulo do livro Projeção da Consciência – Uma ferramenta Evolutiva
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Também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea, viagem extrafísica, viagem espiritual, desdobramento espiritual etc.
Achar um nome correto para este fenômeno não é simples,pois no transcorrer da nossa história, temos referências diferentes em cada cultura, religião, seita ou filosofia, e a manifestação da consciência em veículo psicossomático, pelo menos por enquanto,não tem no nome o fato mais importante, mas sim no fenômeno. Nós aqui nomearemos como projeção da consciência (PC) ou projeção astral (PA), formas mais comumente usadas pelos estudiosos.
A Projeção Astral é um fenômeno antigo, citado pelos Egípcios, estudado pelos Rosacruzes, Fraternidades Brancas, Hindus, Chineses e Cabalistas. Há muitos séculos também aparece em relatos individuais de autores. Apresentada de forma mística, hermética ou religiosa, às vezes envolvida por uma névoa sobrenatural que, só mais recentemente, com uma melhor aceitação da espiritualidade em suas várias correntes, começou a ser difundida por pessoas que a experimentaram e, sem medo das opiniões mais fechadas e crucificadas pelo conservadorismo, apresentaram o fenômeno por meio de livros, palestras, cursos, workshops etc.
Alguns autores como Robert Monroe, Waldo Vieira, Sylvan Muldon, Annie Besant, Mellita Denning e Osborn Phillips, Lobsang Rampa, Chico Xavier, Leadbeater etc, citam situações e experiências que eu, como projetor lúcido, muitas vezes pude vivenciar durante meu período de aprendizado nesta atual reencarnação.
Existem inúmeros casos de EQM (experiências de quase morte) relatados por pessoas idôneas, acontecidos em várias partes do mundo e com descrições muito parecidas de todo o processo vivenciado por cada um. Emanuel Swedenborg (1688), grande vidente e projetor, deixou muitos relatos de suas PAs descritas de forma clara e inquestionável. Honoré de Balzac (1799) fez citações de experiências de PA. Oliver Fox (1920) publicou experiências de PA. Allan Kardec codificou o espiritismo e utiliza a expressão bilocação da alma. Sylvan Joseph Muldon (1903) produziu em 1929 um verdadeiro marco na projeção astral; seu livro traz estudos e pesquisas organizadas, criando uma visão clara e desmistificada; e Robert Crookall (1960), que também escreveu sobre Projeção Astral, para citar alguns que escreveram a história da PA.

O que é ?

É a descoincidência entre o corpo físico e o corpo psicossomático (astral) para captar energia, receber informações e realizar tarefas na dimensão chamada espiritual ou energética. O praticante treinado para realizá-la consegue um estado de consciência, lucidez e rememoração cada vez maior, podendo desta forma orientar sua evolução com mais eficiência. É uma condição inerente a todos os seres humanos. É um processo fisiológico.

Quem pode realizar Projeções Astrais?

Qualquer pessoa em idade de discernimento pode produzir projeções astrais lúcidas. Mesmo pessoas com idade avançada ou com problemas físicos que tenham lucidez suficiente, podem realizar esta experiência.

Quem terá dificuldades para realizar?

Pessoas que tenham a sua existência ancorada em pensamentos ou crenças restritivas como, por exemplo, filosofias, religiões e seitas baseadas no sectarismo conveniente.
Deve-se observar que o estudo da PA, como qualquer outro, necessita de dedicação e empenho. Vencer as crenças desenvolvidas e os limites criados pela nossa educação é fundamental, pois o crescimento individual requer mudanças, às vezes superficiais, outras, mais profundas, arraigadas por mais tempo do que podemos ter consciência.

Utilidades da Projeção Astral/ Viagem Astral

Aprender mais sobre as dimensões da consciência
• Curar o medo da morte
• Ampliar o universo simbólico (conhecimento)
• Criar sua versão (descrição) do mundo
• Conhecer e utilizar a memória integral (registro akásico)
• Visitar localidades físicas
• Visitar distritos espirituais (crostais)
• Acessar dimensões espirituais de nível superior e inferior
• Encontrar-se com pessoas que estão fora do corpo ou já desencarnaram
• Encontrar-se com consciências amigas ou amparadoras e conseguir orientação para desempenhar melhor a sua programação existencial
• Fazer pesquisas em qualquer parte do planeta e fora dele
• Realizar assistência tanto no mundo espiritual como no físico
• Aniquilar a hipocrisia de todos os tipos
• Auxiliar no desencarne de outras consciências
• Libertar a consciência da prisão do corpo humano
• Libertar a mente da prisão das crenças, misticismos e religiões
• Eliminar problemas psicológicos de várias origens
• Realizar a auto-aceitação dos processos cármicos
• Eliminar bloqueios energéticos doentios do corpo físico
• Rever a programação existencial
• Conhecer seus amparadores espirituais
• Reorganizar a vida física
• Elaborar lutos
Superar medos
• De ver espíritos
• De sair do corpo físico
• De lugares elevados
• Da morte (tanatofobia)
• De ser enterrado vivo (tafofobia)
• Do desconhecido
No CEC, oferecemos palestras e cursos sobre o assunto, além de aulas práticas para quem já fez o curso.
O curso de Projeção Astral é ministrado por Moisés Esagüi

Fonte:http://www.centrodeestudos.org/o-que-e-projecao-astral/

PROJEÇÃO ASTRAL-VIAGENS FORA DO CORPO
Não são poucas as pessoas que relataram a sensação de se desprender do corpo durante o sono. Há quem acredite que Cientistas como Kepler, Einstein e Jung também teriam vivido essa experiência
Marcos de Moura e Souza
Numa madrugada há pouco mais de 20 anos, o médico urologista carioca Luiz Otávio Zahar teve a sensação de acordar no meio da academia de ginástica que costumava freqüentar. As luzes estavam apagadas e não havia ninguém usando os aparelhos de musculação nem circulando pelos corredores. O médico percorreu o espaço de um lado para o outro, sentindo-se absolutamente consciente. Mas seu passeio noturno, segundo Zahar, tinha uma peculiaridade: ele via tudo do alto, como se estivesse suspenso, flutuando.
Não foi a primeira vez que Zahar experimentou aquela sensação. Desde a adolescência, sentia-se plenamente acordado no meio de algumas noites, circulando por lugares às vezes conhecidos, às vezes não. Descobriu que alguns davam a essa curiosa experiência o nome de projeção astral, outros de experiência extracorpórea, desdobramento ou projeção da consciência. Zahar acabou por acostumar-se e aceitar alguns desses diagnósticos, mas mantinha consigo uma dúvida secreta sobre a veracidade de suas sensações e visões.
Naquela madrugada na academia, porém, Zahar resolveu pôr à prova a tese de que realmente conseguia – como tantas outras pessoas dizem conseguir – sair do corpo, manter o estado de vigília e usar os sentidos para observar coisas concretas. “Eu não deixo de ser, fora do corpo, aquele médico cartesiano que sou, que quer comprovar as coisas. Pensei: ‘tenho de fazer alguma coisa para provar a mim mesmo essa experiência’. Então vi um parafuso esquecido no alto de uma máquina de exercício. Acordei e anotei”, conta. No dia seguinte, foi até a máquina. Para ver o que havia em cima dela, precisou subir em um banco. Do chão, era impossível enxergar. “Subi e vi o parafuso lá.”
Para a ciência convencional, a idéia de que podemos sair do corpo não apenas está longe de ser provada como soa absurda. Afinal, a ciência não acredita em “espíritos”. Não aceita a idéia de uma “essência” vivendo dentro do nosso corpo – portanto, não dá nem para imaginar que seja possível um se separar do outro. Segundo o modelo científico, somos nosso corpo: nossa essência, inseparável de nós, está dentro das nossas células, em especial nas do cérebro. Está justamente no cérebro a explicação dos cientistas para esse fenômeno – e ela é bem prosaica, quase decepcionante (veja no quadro à direita).
Há quem acredite, no entanto, que o ser humano seja capaz de se desprender do corpo durante o sono, de se deslocar através de paredes, de viajar distâncias a velocidades impensáveis, de interagir com outros que estão no mesmo estado ou mesmo com quem já morreu. Tudo isso sem perder a consciência, o pensamento lógico e o comando sobre seus movimentos, tal qual fazemos durante o dia. Antonio Cesar Perri de Carvalho e Osvaldo Magro Filho, autores de um livro chamado Entre a Matéria e o Espírito (O Clarim, 1990), fizeram uma compilação de relatos sobre personalidades que teriam vivido experiências extra-sensoriais. Um deles teria sido o astrônomo alemão Johannes Kepler (1571-1630), que tentou decifrar o movimento dos planetas numa época em que os telescópios ainda estavam em uma fase inicial. “Todas as observações dos séculos anteriores estabeleciam apenas os movimentos aparentes porque tinham sido feitas de uma plataforma móvel – a própria Terra”, conta seu biógrafo, Robert Strother. “Kepler superou isso transportando-se pela imaginação para fora do sistema, olhando para baixo de um ponto no espaço.” O próprio Kepler narrou em um de seus livros, Somniun, a história de um personagem que viajava em sonhos para a Lua. A descrição da superfície lunar confere com o que, séculos depois, veio a se conhecer de fato.
Sobre o físico Albert Einstein, o criador da Teoria da Relatividade, o livro Entre a Matéria e o Espírito cita simplesmente um trecho de uma biografia do cientista no qual ele revela a um amigo que tinha concebido suas idéias revolucionárias “através de uma visão”.
Sonhos de Jung
O psiquiatra suíço Carl Jung parece ter ido mais além no terreno das experiências raras. Ele escreveu sobre fatos estranhos que teriam ocorrido em sua casa – como móveis que se partiam sozinhos sem motivo aparente. O criador da psicologia analítica escreveu também sobre sua capacidade de, às vezes, saber de fatos sobre alguém sem que ninguém os tivesse contado. Em 1944, vitimado por um enfarte, descreveu uma visão que alguns consideram uma experiência de projeção astral. “Parecia-me estar muito alto no espaço cósmico. Muito abaixo de mim, vi o globo terrestre banhado de uma maravilhosa luz azul (…) O espetáculo de ver a Terra dessa altura foi a experiência mais feérica e maravilhosa da minha vida.”
Quem diz já ter vivenciado uma experiência desse tipo enfatiza: a lembrança do que acontece é a mesma que se tem de um fato vivido durante o dia, quando se está acordado e de olhos bem abertos. E que essas lembranças nada têm a ver com as de sonhos – por mais reais que estes às vezes pareçam. “As saídas do corpo são estudadas desde a Antigüidade, especialmente no Oriente. Mas era um conhecimento vetado, do campo de cada doutrina”, diz Wagner Borges, escritor, conferencista e pesquisador do assunto. Autor de sete livros e fundador do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas (IPPB), Borges dá em suas palestras dicas para quem quiser passar pela experiência extracorpórea de forma consciente. Uma das primeiras perguntas que costuma ouvir é: e se o espírito se desprender para sempre? Para Borges, isso é impossível, já que o corpo, enquanto houver vida, manteria uma conexão indestrutível – “um feixe de energia”, como ele descreve – com o espírito.
Borges, de 43 anos, diz já ter passado por várias experiências desse tipo. As primeiras aconteceram aos 15 anos. “Passava um sufoco. Acordava e não conseguia me mexer”, conta, falando de um “sintoma” comum num processo de projeção. “Uma vez tentei me acalmar, me soltei e vi meu corpo deitado.” Esse seria um dos efeitos da projeção: ver a si mesmo no quarto, deitado, dormindo, exatamente como se realmente está. Em outros casos, o que se vêem são cenários desconhecidos e outras pessoas “projetadas”, pessoas e até mesmo animais, diz Borges. O nível de consciência, segundo ele, varia conforme a ocasião.
O contador paulista Fernando Augusto Golfar, de 37 anos, afirma que vive projeções desde os 6 anos. Contava a seus pais episódios vivenciados por parentes já mortos com os quais falava durante as experiências e visões de lugares que lembrava ter visto dias antes de visitá-los com a família. Por via das dúvidas, a mãe o levou algumas vezes a uma benzedeira. As experiências prosseguiram. “Geralmente me vejo em locais de assistência, hospitais, áreas carentes, enterros ou ajudando usuários de drogas”, conta. Assim como Borges, Golfar afirma ter desenvolvido sua mediunidade. Para ele, isso ajuda em suas projeções astrais, mas não é um requisito fundamental.
O médico Zahar concorda. Agnóstico convicto, ele prefere outra explicação. “Acho que há níveis de consciência e de planos de realidade que ainda não conhecemos.” Curioso e interessado por relatos como os dele, o médico criou em 1999 um grupo de discussão na internet sobre o assunto. O fórum conta hoje com 924 participantes.

Noites maldormidas?
Para neurologista, experiências de projeção astral podem ser atribuídas a problemas relacionados ao sono
Para a medicina convencional, as projeções astrais podem ser explicadas meramente como problemas relacionados ao sono. Segundo o neurologista Rubens Reimão, chefe do Grupo de Pesquisas Avançadas de Medicina do Sono do Hospital das Clínicas, o quadro relatado pelos “projetores” pode ser associado ao que os médicos chamam de alucinação hipnagógica (que ocorre ao cair no sono) e paralisia do sono. As alucinações acontecem quando a pessoa entra abruptamente no estágio de REM (rapid eyes movement, ou movimento rápido dos olhos), que é quando acontecem os sonhos. Normalmente, chega-se a essa fase depois de uns 90 minutos de sono. Mas às vezes mergulhamos nela durante um descuidado cochilo.
“Em geral, a pessoa sonha com o lugar e o momento em que está. Se cochila numa sala de aula, é comum sonhar com alguém falando com ela na sala. E o sonho é tão real que, ao despertar, ela não sabe se aquilo aconteceu ou não”, diz Reimão. Segundo ele, qualquer pessoa pode passar por isso, principalmente se não dormiu o suficiente durante a noite. Já na paralisia do sono, a pessoa acorda, mas sente que simplesmente não pode se mexer nem abrir os olhos e parece estar vendo o próprio quarto.

Fonte: http://super.abril.com.br/comportamento/projecao-astral-viagens-fora-do-corpo/

Projeção da consciência (PC) (ou experiência fora-do-corpo (EFC)[outros sinônimos] descreveria um suposto fenômeno paranormal: a “saída” da consciência do corpo humano e uma suposta "manifestação" em uma "dimensão extrafísica".[1][2][3][4] O Espiritismo denomina esta "dimensão extrafísica" como plano espiritual. A experiência fora-do-corpo (do inglês out-of-body experience) pode ser caracterizada também como sendo a sensação de saída ou escape do corpo físico, sendo possível observar a si próprio e ao mundo afora de uma outra perspectiva.[5]
A alma deixando o corpo (ilustração de L. Schiavonetti, 1808).
Tais experiências seriam realizadas por qualquer pessoa, por meio do sono, via meditação profunda, técnicas de relaxamento,[6] ou involuntáriamente, durante episódios de paralisia do sono,[7] trauma, variações abruptas da atividade emocional e estresse,[8][9] experiência de quase-morte, deprivação sensorial, estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro,[10] estimulação eletromagnética, experiências de ilusão de óptica controladas,[11] e através de efeitos neurofisiológicos por indução de drogas.
Projeciologia, fundamentada nos experimentos pessoais de projetores conscientes e sistematizações destas autopesquisas, esboçada por Sylvan Muldoon, Hugh Callaway (Oliver Fox), Robert Monroe, Johannes Hohlemberg, Marcel Louis Fohan, Robert Crookall, dentre outros, e sistematizada por Waldo Vieira, relata que durante a projeção, quando lúcida, o indivíduo está ciente de que se encontra fora do próprio corpo físico, projetado por meio do psicossoma (corpo astralperispírito), que é uma entidade imaterial. Por intermédio da projeção da consciência é possível conhecer supostas dimensões extra-físicas.
A projeção da consciência com frequência é associada ao esoterismo e o movimento da Nova Era. Paralelamente, desde os anos 1960 o fenômeno é alvo de interesse da ciência acadêmica, devido principalmente as pesquisas sobre o assunto feitas por Charles Tart naquela época.[12][13] Explicações científicas que seguem o princípio da parcimônia fazem previsões suficientes e pontuais acerca do fenômeno de experiência fora-do-corpo e outros estados alterados de consciência.

Teorias

Imagem alegórica da projeção de consciência.
Existem diversos relatos de projeções conscientes, inclusive publicados em forma de diário. Por exemplo as publicações dos autores estadunidenses Robert Monroe (“Viagens Fora do Corpo” de 1971) e William Buhlman (“Out of Body” de 1996); como também dos brasileiros Waldo Vieira (“Projeções da Consciência” de 1979), Moisés Esagüi e Wagner Borges. Tais autores fundariam posteriormente instituições dedicadas ao estudo e pesquisa do fenômeno descrito, entre outras atividades. A exemplo o Monroe Institute,[14] o IIP (porteriormente IIPC),[15] o CEC[16] e o IPPB.[17]
Os céticos acerca das projeções da consciência veem tais fenômenos como alucinações. Essa hipótese é apoiada em experimentos nos quais há a indução do estado quase-morte (EQM) por medicações anestésicas como a quetamina,[18] pela indução de hipóxia cerebral,[19] estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro [20] e outros cenários de alteração neurofisiológica e cognitiva, como suportados por experimentos.
A hipótese de alucinação segue a Navalha de Occam, o princípio da parcimônia, pois não há nenhum estudo que sustente a existência de um plano não-físico, não-mensurável, onde há interação de substância não-físicas com substâncias físicas (causalidade) , devido, pontualmente, ao caráter não-mensurável e estritamente subjetivo, onírico e possivelmente alucinógeno das experiências.
Não há resistência por parte de pesquisadores céticos para o estudo de fenômenos, basta que uma análise de caso faça surgir uma teoria científica. Uma teoria científica segue o método científico para tentar descrever um fenômeno com austeridade e realizar previsões com alto grau de precisão. Uma teoria com proposições acerca de elementos não-mensuráveis (não detectados) que são por definição não-físicos não conseguem descrever a realidade, situação em que a teoria é descartada porque se torna irrefutável (falseabilidade). Todos os centros de pesquisa científicos seguem o naturalismo biológico como posicionamento filosófico capaz de descrever o mundo com precisão e gerar conhecimento confiável. Se um fenômeno não pode ser detectado por aparatos físicos, ou seja, por aparatos científicos, então muitos fenômenos podem existir de maneira aleatória e nenhum tem relevância maior porque não podem ser detectados por mais que o pesquisador espiritual insista no caráter particular, privado e introspectivo do fenômeno. Vale lembrar que inúmeros danos cerebrais também sustentam experiências subjetivas, privadas, mas nenhuma se traduz como confiável para descrever a realidade.
Sonhos podem ter seu conteúdo cognitivo visualizado através de aparatos neurocientíficos, onde o pesquisador consegue montar quadros dos esquemas audio-visuais que o paciente está experienciando.[21] Uma mesma aproximação de estudo já criou uma máquina capaz de ler os pensamentos de maneira rudimentar.[22]
A projeção da consciência é uma experiência tipicamente subjetiva, descrita muitas vezes como próxima a sensação corporal de estar flutuando como um balão, e, em alguns casos, conforme relatos, havendo a possibilidade de estar vendo o próprio corpo físico, olhando-o sob o ponto de vista de um observador, fora do seu próprio corpo (autoscopia). Estatisticamente, uma em cada dez pessoas afirma ter tido algum tipo de experiência fora do corpo em suas vidas.[23]
Segundo Vieira, quando o metabolismo e as ondas cerebrais diminuem, durante o sono, os laços energéticos que seguram o corpo astral ao corpo físico se soltariam, então a pessoa, através deste, seria projetada para fora do corpo humano. Dependendo do estado de lucidez, são relatados posteriormente como sonhossonho lúcido ou uma experiência extracorpórea totalmente lúcida. Durante a projeção propriamente dita o laço entre corpo astral e o corpo físico é mantido pelo chamado “cordão de prata”. Este romperia apenas no momento da morte biológica. Vieira também insiste em ressaltar o aspecto evolutivo da projeção consciente afirmando que “sair do corpo humano, com lucidez, é a mais preciosa e prática fonte de esclarecimentos e informações prioritárias acerca dos mais importantes problemas da vida, elucidando-nos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos”.[24] O seu tratado Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano (1986) foi escrito com a proposta de chancelar a pesquisa científica sobre o tema.[25]
Segundo a concepção espírita, o desdobramento[26] trata-se de um processo de exteriorização do perispírito do corpo físico. O perispírito, durante este processo, sempre permanece ligado ao corpo por uma espécie de cordão umbilical fluídico. É um estado de relativa liberdade perispiritual, análogo ao sono, em que podemos agir semelhantemente a um desencarnado, podendo nos afastar a distâncias consideráveis de nosso corpo físico. O desdobramento pode ser inconsciente (caso em que ao retornar ao corpo, a pessoa não lembra da experiência), semiconsciente (caso em que ao retornar ao corpo, a pessoa lembra apenas veladamente da experiência) ou consciente (caso em que ao retornar ao corpo, a pessoa lembra claramente da experiência) e, esse último caso pode ser iniciado através de operadores encarnados ou desencarnados (benfeitores ou obsessores). Também pode ser parcial, que é quando o perispírito não deixa o corpo físico totalmente (situação na qual as faculdades psíquicas são muito ampliadas) ou total, quando o perispírito deixa o corpo físico. Essa faculdade também pode ser desenvolvida através de exercícios metódicos. Também é chamado de emancipação da alma, desdobramento astral, projeção astral ou exteriorização. O Livro dos Espíritos de Allan Kardec trata bastante do assunto, em sua parte 2, "Capítulo VIII - Emancipação da Alma".
O pesquisador espírita italiano Ernesto Bozzano escreveu sobre o assunto em uma série de obras notórias, como "Dei fenomeni di bilocazione" (1934).[12]

Projeções

Existiriam alguns tipos de projeções e níveis de lucidez:

Níveis de lucidez[editar | editar código-fonte]

  • Projeção inconsciente: ocorreria quando o projetor sairia do corpo totalmente inconsciente. Seria um "sonâmbulo extrafísico". A maioria absoluta da população do planeta faria esta projeção durante o sono ou cochilo e estas seriam posteriormente relatadas como sonhos.
  • Projeção semiconsciente: ocorreria quando o grau de consciência é intermediário, e a pessoa ficaria sonhando acordado fora do corpo, totalmente iludido por suas ideias oníricas. Conhecido também como sonho lúcido.
  • Projeção consciente: ocorreria quando o projetor sairia do corpo e manteria a sua consciência durante todo o transcurso da experiência extracorpórea. São poucos que dominariam esta projeção.

Tipos de projeções

Alegoria que representa uma projeção consciente em tempo-real realizada por São Ranieri (obra produzida em 1444 por Stefano di Giovanni)
  • Projeção em tempo-real: quando o projetor projetar-se-ia para fora do corpo físico e cairia num suposto plano mais próximo ao plano físico, vivenciando tudo ao seu redor. Quem conseguiria este tipo de projeção, poderia supostamente relatar acontecimentos do cotidiano, naturais e extrafísicos. Supostamente, dependendo o nível do projetor, seria possível interagir com o plano físico.
  • Projeção involuntária: ocorreria com a maioria das pessoas que acordariam dentro dos sonhos sem sua própria vontade.
  • Experiência quase-morte: seria a experiência ocorrida quando, devido a uma doença grave ou acidente, a pessoa sofre o chamado "estado de quase morte". O coração e todos sinais vitais, inclusive as ondas cerebrais detectadas por aparelhos, parariam e a morte clínica do paciente estaria atestada pelos médicos. Nessas situações, acredita-se que o suposto 'espírito' não se desligaria do 'corpo físico' e o paciente "milagrosamente" ressuscitaria, ou seja, apenas que a experiência subjectiva se mantém porque o sistema nervoso ainda apresenta atividade ínfima, pois o processo de necrose (morte celular não-programada) não se instalou. Após o retorno de consciência, cerca de 11%[27] dos pacientes relatam experiências detalhadas a cerca de como podem supostamente descrever com detalhes aconteceu enquanto estava "morto", pois, na interpretação dualista, manteriam a consciência ou espírito no suposto plano astral, fora do corpo físico, enquanto tinham a sensação de pairar sobre o corpo. Para o psicólogo e parapsicólogo espiritualista Titus Rivas, a EQM não pode ser completamente explicada por causas fisiológicas ou psicológicas, pois a consciência funcionaria indepedentemente da atividade cerebral.[28]
  • Projeção voluntária: este tipo de experiência poderia ser induzida através de técnicas projetivas, meditação, amparo de supostas entidades extrafísicas, entre outras. Segundos os praticantes de YogaTeosofia, algumas correntes filosóficas e escolas de estudos do pensamento a "projeção consciente" poderia ocorrer com qualquer pessoa, esteja ela consciente do fato ou não. Isto quer dizer que uma pessoa poderia "projetar sua consciência" sem saber que está realizando esta ação, no entanto, seu subconsciente está plenamente ciente da condição existencial que está sendo vivenciada.
  • Projeção lúcida: ver Projeção consciente.

Fenomenologia das experiências extracorpóreas

  • Ballonnement - sensação de abaloamento ou inchaço.
  • Catalepsia projetiva - estado em que a consciência ou experiência subjectiva se encontra no corpo, mas sem domínio sobre este; é comum no começo e principalmente no fim da experiência extracorpórea, normalmente durando poucos instantes; estado de paralisia astral passível de ocorrer durante a projeção, normalmente com praticantes iniciantes espiritualistas.
  • Estado vibracional - sensação de estado vibracional interior.
  • Ruídos intracranianos - ruídos naturais que podem ocorrer no momento do deslocamento do psicossoma (ou corpo astral) para fora do corpo físico.
Toda fenomenologia está inserida na experiência, seja ela de cunho espiritualista (durante a meditação ou prática de atividade espiritual), experimentação científica controlada como as patrocinadas pela ASPR (American Society for Psychical Research) no século passado, ou durante episódios de paralisia do sono, traumas, EQM, estimulação elétrica do giro angular direito do cérebro[10] e outras experiências de ilusão de óptica controladas,[11] etc.

Experimentos

A projeção da consciência na sua ontologia dualista não sustenta nenhuma teoria científica, ou seja, não possui um modelo de síntese consistente de hipóteses e previsões testáveis, sendo assim classificada como pseudociência pela ciência tradicional. Uma teoria falseável (falseabilidade) faz predições suficientemente precisas para que a teoria possa ser suficientemente refutada. Embora existam muitas interpretações sobre os chamados veículos espirituais ou astrais, nenhum apresenta hipóteses e previsões testáveis através de medições "físicas". Seu caráter subjetivo torna imprescindível a "autoexperimentação".
Segundo alguns pesquisadores, o escritor Honoré de Balzac em sua obra parcialmente autobiográfica "Lois Lambert" (1832), na qual relata um caso de projeção da consciência, foi o primeiro a propor a estruturação de uma nova ciência para o estudo desse fenômeno e suas implicações.[13]
O cientista Charles Tart, que é um dos maiores defensores de que a consciência realmente se projeta para fora do corpo humano, fez vários experimentos sobre o assunto, como mostra por exemplo o seu artigo Psychophysiological Study of Out of Body Experiences in a Selected Subject (Estudos Psicofisiológicos de Experiências Fora do Corpo em Sujeito Selecionado),[29] publicado originalmente no Journal of the American Society for Psychical Research. Nos anos 60, ele se tornou o pioneiro na pesquisa da projeção da consciência em experimentos laboratoriais controlados, tendo documentado que durante os períodos relatados pelos projetores enquanto estiveram "fora do corpo humano", seus padrões de ondas cerebrais foram diferente dos padrões do sono, do sonho, da sonolência e de outros estados alterados da consciência (expressão proposta pelo próprio Tart), e diferente até mesmo da vigília física ordinária (estado acordado). É bastante famoso o experimento conduzido em um Laboratório do Sono na Universidade da Califórnia pelo Dr. Charles Tart (com apoio do Dr. Arthur Hastings) tendo como objeto de estudo a jovem apelidada de "Miss Z", no qual a mesma, segundo Tart, obteve sucesso ao realizar a projeção da consciência e observar um conjunto aleatório de cinco algarismos presentes em outra sala próxima ao laboratório em que seu corpo estava, com sua atividade cerebral monitorada.[30]
Outro experimento famoso foi conduzido em 1972 pelo cientista Karlis Osis (o então diretor de pesquisas da American Society for Psychical Research) tendo como objeto de estudo o pintor Ingo Swann. Durante o experimento, oito objetos-alvo diferentes foram escondidos da visão física de Swann em uma plataforma suspensa na sala em que ele estava para que ele, com eletrodos colocados em seu corpo, tentasse fazer uma projeção consciente e descobrir quais eram os objetos. O pintor descreveu verbalmente e com ilustrações os objetos e um psicólogo que não sabia do experimento associou corretamente as descrições de Swann com todos os objetos-alvo usados no experimento.[31][32]
Alguns estudos alegam que algumas pessoas aparentaram terem sido capazes de induzir a projeção da consciência de maneira ponderada, através de visualizações enquanto dispostas em um estado meditativo, descontraído, ou em sonhos-lúcidos. Em experimento conduzido por Henrik Ehrsson em 2007 no Institudo de Neurologia na University College London, Ehrsson alegou que com o uso de óculos estereoscópicos 3D foi possível reproduzir a percepção de experiências fora do corpo nos voluntários do estudo.[33][34] Os participantes alegaram que experimentaram a sensação de estarem sentados ao lado de seus corpos físicos mediante ilusão ótica. Mas na área das ciências, tal estudo não é uma evidência científica de que a fenomenologia de experiência fora-do-corpo possa ser explicada por uma alucinação. Estudos em áreas correlatas indicam que a fenomenologia de pacientes que passaram por quase-morte são análogas às de pessoas que vivenciam experiência fora-do-corpo. Há espaço para interpretações espiritualistas e modelos teóricos que considerem a delineação de espíritos ou substâncias imateriais, embora nenhuma tenha sido apresentado aos moldes de uma teoria científica refutável.

Sinonímia da Projeção da Consciência

"A separação do corpo espiritual" em The Secret of the Golden Flower, clássico manual chinês sobre alquimia e meditação.
Durante os séculos, a projeção da consciência foi recebendo diversos nomes por cientistas, doutrinas orientais e ocidentais, pesquisadores, projetores e outros grupos:
  • Ao contrário do que pode-se pensar à primeira vista, o fenômeno é vivenciado por muitas pessoas. Uma em cerca de dez pessoas afirmam já ter sentido experiências fora do corpo.[34]
  • A experiência fora do corpo (EFC) é abordada de acordo com o nível de lucidez da consciência que pode variar devido a fatores psicológicos, emocionais, somáticos (orgânicos), dentre outros.
  • É objeto de estudo da moderna Parapsicologia[35] e da Projeciologia, proposta por Waldo Vieira apesar de já ser citada em literaturas seculares no contexto histórico sociocultural mundial ainda que em contexto hermético e esotérico.
  • AKE: Außerkörperliche Erfahrung (alemão)
  • apopsiquia
  • autodesincorporação
  • autodiplosia*
  • aventura extracorpórea
  • centro móvel da consciência
  • deambulação astral
  • deambulação espiritual
  • desancoramento da consciência
  • descoincidência
  • desconexão
  • descorporificação
  • desdobramento
  • desdobramento astral (gnose)
  • desdobramento da consciência
  • desdobramento da pessoa
  • desdobramento espiritual (espiritismo)
  • desdobramento natural da personalidade
  • desdobramento parapsíquico
  • desdobramento perispiritual
  • desdobramento provisório
  • desdobramento vivo
  • desdobramento voluntário
  • desencarnação provisória
  • desincorporação temporária
  • desligamento do corpo
  • deslocamento da consciência
  • "despersonalização auto-induzida"
  • desprendimento de pessoa viva
  • desprendimento espiritual (espiritismo)
  • desprendimento voluntário
  • disjunção
  • dissociação
  • duplicação astral
  • EEC (experiência extracorporal)
  • EFDC (experiência fora do corpo)
  • ecsomação
  • "elevação ao céu"
  • emancipação da alma (kardecismo)
  • ensaio da morte
  • episódio fora do corpo
  • ESC (experiência de saída do corpo humano)
  • escapada para o astral
  • escapada perispirítica
  • estado ecsomático
  • estado de emancipação consciencial
  • excarnação temporária
  • excursão anímica
  • excursão parapsíquica
  • experiência assomática
  • experiência astral
  • experiência de outro mundo
  • experiência de saída do corpo
  • experiência ecsomática
  • experiência exterior ao corpo humano
  • EFC: experiência fora-do-corpo (parapsicologia)
  • experiência não-intermediada
  • experiência parassomática
  • experiência projetiva
  • exteriorização
  • exteriorização da psique
  • exteriorização do astrossoma
  • externalização
  • extrusão do duplo psíquico
  • extrusão do psicossoma
  • homoprojeção
  • jornada astral
  • jornada da alma
  • jornada extrafísica
  • libertação da consciência
  • libertação existencial
  • meia-morte
  • migração anímica
  • migração astral
  • miniférias extrafísicas
  • minimorte
  • morte prévia
  • morte provisória
  • morte temporária
  • OOBE ou OBE (Out-of-Body Experience) (inglês)
  • OBP ou OOBP (out-of-body projection) (inglês)
  • passeio no Além
  • pequena morte
  • peregrinação astral
  • prapti
  • pré-experiência da morte
  • pré-desencarnação
  • projeção astral (teosofia)
  • projeção da alma
  • projeção consciente do eu
  • projeção da consciência (projeciologiaconscienciologia)
  • projeção do corpo psíquico ou emocional (rosa-cruz)
  • projeção do eu
  • projeção do segundo corpo
  • projeção espiritual
  • projeção extracorpórea
  • projeção extrafísica
  • projeção fora-do-corpo
  • projeção heteróloga
  • projeção hominal
  • projeção humana
  • projeção interdimensional
  • projeção psíquica
  • relocação da sede consciencial
  • saída astral
  • saída da consciência fora da coincidência
  • saída consciente da matéria (TFCA)
  • saída da matéria (TFCA)
  • saída consciente do corpo físico (TFCA)
  • saída sideral
  • separação astral
  • sonho astral
  • sonho flutuante
  • sonho lúcido
  • sono desperto
  • telemetria astral
  • teste extracorpóreo
  • trailer da morte
  • transe onírico
  • transporte pelo espírito
  • transvazamento de consciência
  • via de acesso extrafísico
  • viagem anímica
  • viagem astral (esoterismoocultismo)
  • viagem clarividente
  • viagem da alma (eckankar)
  • viagem da consciência
  • viagem espiritual
  • viagem extracorpórea
  • viagem extrafísica
  • viagem extra-sensorial
  • viagem mística
  • viagem no corpo de sonho
  • viagem pela eternidade
  • viagem perispirítica
  • videha (Índia)
  • voo anímico
  • voo astral
  • voo sideral
  • voo xamânico.

Sinonímia da Experiência Fora do Corpo

Estela com o nome de Kaa.
As experiências fora do corpo receberam diversas denominações ao longo das últimas décadas:
  • Keshara: Termo sânscrito empregado pelos hindus;
  • Delog: Termo empregado pelos tibetanos;
  • Desdobramento: Termo oriundo do espiritismo;
  • Viagem astral: Termo criado pelo pesquisador estadunidense Robert Crookal;
  • Arrebatamento: Termo empregado em igrejas protestantes;
  • Projeção da Consciência: Termo técnico usado por pesquisadores e
  • OBE: Out-of-Body Experience, termo da língua inglesa.
Ao longo da história, pessoas individualmente ou em grupos, de uma forma ou de outra, vivenciaram estados alterados de consciência. No antigo Egito, por exemplo, acreditava-se que, após a morte do corpo físico, o espírito, livre do corpo, continuava a existir. O espírito livre (Ba) era representado na forma de uma ave semelhante ao falcão sobrevoando o corpo que morreu (veja a figura apresentada a seguir).

Relatos bíblicos

Na Bíblia é possível encontrar passagens que são interpretadas como saídas do corpo por muitos dos escritores sobre projeção da consciência:

Ver também

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Portal do Espiritismo

Referências

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  5. Ir para cima Skeptic's Dictionary — out-of-body experience (OBE) (em Inglês). Página visitada 28/03/2014.
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Bibliografia adicional

Por ordem alfabética de autor:
  • BIANCA (pseud. de: Maria da Aparecida de Oliveira). "A Filosofia da Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência: Vivenciação no Mundo Extrafísico (Mundo Espiritual)", Brasília, Edição do Autor, 2008
  • BIANCA (pseud. de: Maria da Aparecida de Oliveira). "As possibilidades do infinito: de um contato do 3. grau a conquista da auto-consciência", São Paulo, ed. Kópion, 1987, Download
  • BLANKE, Olaf; LANDIS, Theodor; SPINELLI, Laurent; SEECK, Margitta. Brain Advance Access. (December 8, 2003). Brain - a Journal of Neurology
  • CALDERON, Saulo."Um iniciante na viagem astral", Recife, 2011
  • ESAGUI,Moisés Leão. "projeção da Consciência: Uma Ferramenta Evolutiva" / Moisés Leão Esagui. - reimpressão - Osasco, SP: editora 21, 2009. ISBN 978-85-89944-01-4
  • MACHADO, Cesar. "Experiências Fora do Corpo - Fundamentos", Brasília, 2008
  • MONDINI, Fabian. "Atravessando o Portal- técnicas de projeção astral", São Paulo , editora Madras
  • MONROE, Robert A. "Viagens fora do corpo", tradução de Almira B. Guimarães, 11ª edição, editora Record. título original norte-americano: journeys out of the body.
  • RADUGA, Michael. 'Escola de Viagens Fora do Corpo. Um Guia Prático", 2012
  • RANDI, James. 'Flim-Flam! Psychics, ESP, Unicorns and other Delusions", Prometheus Books, 1982
  • ROQUE, Dalton. "Viagem Astral (CD Multimídia)", Instituto de Sensibilização Consciencial, ed. ISC., 2009 (ISBN 85-904090-2-3)
  • ROQUE, Dalton. "Técnicas e Práticas Projetivas e Bioenergéticas", E-book Amazon - Instituto de Sensibilização Consciencial, ed. ISC., 2009 (ASIN: B00IHPPW62)
  • SALAMANCA, Pablo de."Experiências Extrafísicas", Rio de Janeiro, 2008
  • SALAMANCA, Pablo de."Faces da projeção astral", Rio de Janeiro, 2012
  • VIEIRA, Waldo (MD)."Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano", 900 p., ilus., 1986 (ISBN 8586019585)

Ligações externas


Fonte:Wikipédia

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