CANETAS EMAGRECEDORAS: VEJA O QUE PODE MUDAR NO CORPO ALÉM DO ROSTO! O QUE ACONTECE COM O PESO, O CHAMADO 'BUMBUM DE MONJARO'!
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Canetas
emagrecedoras: veja o que pode mudar no corpo além do rosto
A perda rápida de peso pode alterar
regiões como pés, mamas e área íntima, além de afetar a sustentação da pele e a
massa muscular
Por O Globo — Rio de Janeiro
22/08/2026 05h01 Atualizado há 2 meses
O emagrecimento provocado pelos chamados medicamentos análogos de GLP-1 ganhou espaço nas redes sociais, entre influenciadores e celebridades, mas a mudança na balança pode vir acompanhada de outras transformações no corpo. À medida que o volume de gordura diminui, algumas pessoas percebem alterações na pele, no contorno corporal e até em regiões menos associadas à perda de peso, como pés, mamas e área íntima.
O efeito mais conhecido é o chamado "Ozempic Face", expressão usada para descrever a perda de volume no rosto e a consequente aparência de flacidez. Mas o fenômeno não se restringe à face.
"Na prática, o que observamos é que, embora o emagrecimento seja um objetivo desejado por muitos, a perda rápida e significativa de peso pode deixar marcas físicas difíceis de ignorar, como flacidez, excesso de pele e mudanças no volume facial", explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance.
A intensidade dessas alterações varia conforme fatores como quantidade de peso perdida, velocidade do processo, idade e características individuais. Por isso, especialistas ressaltam que o acompanhamento médico e nutricional é importante durante o tratamento, especialmente quando a redução de peso é expressiva.
Pés podem perder parte da proteção natural
A perda de gordura não acontece apenas em regiões visíveis do corpo. Nos pés, a diminuição do tecido adiposo da planta pode reduzir parte do acolchoamento natural responsável por absorver impactos e proteger estruturas mais profundas.
"Essa gordura funciona como uma almofada natural, protegendo estruturas profundas dos pés e conferindo um aspecto mais firme à região. Quando o emagrecimento acontece de forma rápida, pode haver uma redução desse tecido, tornando veias, tendões e proeminências ósseas mais aparentes", detalha Lilian Brasileiro, médica membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.
A pele também pode ficar mais seca e suscetível a rachaduras e calosidades. Nesses casos, a médica destaca a importância da hidratação regular e da avaliação individual antes de recorrer a procedimentos para recuperar volume ou melhorar a qualidade da pele.
A região íntima também pode mudar
Outra alteração menos comentada aparece na região íntima. A redução da gordura dos grandes lábios pode deixar a pele mais flácida e modificar a relação de volume entre as estruturas da vulva.
"Quando os grandes lábios perdem volume, pode haver um excesso de pele que forma dobras e provoca desconforto, principalmente com roupas mais apertadas ou durante a prática de atividades físicas. Algumas mulheres também passam a perceber os pequenos lábios como mais proeminentes", relata o ginecologista Igor Padovesi.
A mudança não significa necessariamente que os pequenos lábios tenham aumentado. Em alguns casos, a impressão ocorre justamente porque houve perda de volume ao redor. Dependendo do quadro e do incômodo apresentado, existem alternativas de tratamento, mas a indicação deve considerar a anatomia e as necessidades de cada paciente.
Perda de volume pode afetar o contorno das mamas
As mamas também podem sofrer com uma redução expressiva de peso, já que parte de seu volume é formada por tecido adiposo. A consequência pode ser a perda de sustentação e o excesso de pele, especialmente após emagrecimentos mais acentuados.
"Com a redução do volume mamário, pode ocorrer uma sobra de pele que modifica o formato e a posição das mamas", destaca Beatriz. Em pacientes que já utilizavam implantes, a diminuição da cobertura de gordura pode ainda tornar a prótese mais visível ou palpável.
A aparência do implante sob a pele, conhecida como rippling, é um dos efeitos possíveis. A conduta depende da anatomia, da quantidade de tecido disponível e das características da prótese. Em situações específicas, podem ser consideradas técnicas cirúrgicas para reposicionar o implante ou utilizar gordura da própria paciente.
O rosto pode perder mais do que volume
O "Ozempic Face" é apenas uma parte de uma transformação mais ampla que pode ocorrer após uma perda de peso acelerada. A redução do tecido adiposo facial altera a sustentação da pele e pode deixar sulcos, flacidez e áreas antes preenchidas mais evidentes.
O fenômeno também está relacionado à perda de outros componentes estruturais. "O processo de envelhecimento estético não envolve apenas a pele. Ele também está relacionado a alterações no tecido adiposo, na musculatura e nas estruturas ósseas", esclarece a farmacêutica Patrícia França.
Por isso, a avaliação não deve considerar apenas a aparência da pele. Manutenção da massa muscular, alimentação adequada e atividade física, especialmente exercícios de força, fazem parte dos cuidados associados a processos de emagrecimento prolongados.
A saúde da boca também merece atenção
As mudanças não ficam restritas ao contorno corporal. Os medicamentos análogos de GLP-1 podem reduzir o apetite e retardar o esvaziamento gástrico, alterações que também podem influenciar a hidratação e a produção de saliva em algumas pessoas.
"A saliva tem papel importante na proteção dos dentes, inclusive no controle da acidez e no processo de remineralização. Quando o fluxo salivar diminui, esse equilíbrio pode ser prejudicado", acrescenta o dentista Ricardo Amore.
Manter uma boa ingestão de água e uma rotina adequada de higiene oral ajuda a preservar esse equilíbrio. O acompanhamento odontológico também pode ser importante quando há boca seca persistente, aumento da sensibilidade ou outras alterações durante o tratamento.
Famosas aderem ao 'Ozempic'
O que considerar durante o emagrecimento
A perda de peso pode trazer benefícios importantes para a saúde, mas a velocidade e a magnitude da mudança precisam ser consideradas. Quando há redução significativa de gordura e massa corporal, o acompanhamento não deve se limitar ao número indicado na balança.
A avaliação médica permite acompanhar composição corporal, estado nutricional, massa muscular e possíveis alterações na pele e em outras regiões. Também ajuda a distinguir mudanças esperadas durante o processo de emagrecimento de situações que exigem investigação específica.
Mais do que tentar corrigir cada alteração estética isoladamente, a proposta é compreender o que está acontecendo com o organismo durante a perda de peso e definir, quando necessário, quais cuidados fazem sentido para cada pessoa.
Fonte:https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/08/22/canetas-emagrecedoras-veja-o-que-pode-mudar-no-corpo-alem-do-rosto.ghtml
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O que acontece
com o peso após o uso das canetas emagrecedoras
Especialistas explicam por que a
manutenção dos resultados depende de hábitos consistentes e acompanhamento
contínuo
Por O Globo — Rio de Janeiro
18/05/2026 02h00 Atualizado há 5 meses
O uso das chamadas canetas emagrecedoras, baseadas em análogos de GLP-1, deixou de ser um tema restrito aos consultórios médicos e passou a fazer parte do debate público, impulsionado pela adesão de celebridades, influenciadores e figuras conhecidas nas redes sociais. O método, associado a resultados rápidos na perda de peso, ganhou visibilidade e passou a ser citado com frequência em discussões sobre corpo e estética.
Apesar da popularização, médicos chamam atenção para um ponto que segue desafiador na prática clínica: a manutenção dos resultados após a interrupção do medicamento, já que o reganho de peso pode ocorrer com frequência.
"Para grande parte dos pacientes, essa medicação é para a vida toda, já que sobrepeso e obesidade são doenças crônicas. Logo, todas as vezes que retiramos uma medicação para obesidade, a tendência do organismo é reganhar peso, já que o metabolismo é lento e a genética é soberana. Em muitos casos, no entanto, conseguimos reduzir a dose para fazer manutenção", explica a endocrinologista Déborah Beranger.
Nesse cenário, especialistas reforçam que o tratamento tende a ser mais eficaz quando associado a mudanças contínuas na rotina. "O corpo tende a recuperar o peso perdido quando não há manutenção de hábitos saudáveis. Para evitar isso, é fundamental trabalhar a reeducação alimentar, manter atividade física regular e, em alguns casos, adotar estratégias de manutenção com acompanhamento médico e nutricional", diz a médica nutróloga Marcella Garcez.
A ginecologista Patricia Magier acrescenta que o controle da obesidade exige atenção permanente ao conjunto de fatores que influenciam o organismo. "A obesidade, como uma doença crônica, requer controle contínuo, por isso modificações dietéticas, prática regular de atividade física e melhora do sono são mudanças inegociáveis para manutenção do peso perdido", afirma.
A partir desse entendimento, o cuidado passa a envolver diferentes frentes além da intervenção medicamentosa. A alimentação, por exemplo, precisa ser ajustada para favorecer saciedade e estabilidade metabólica. "A dieta deve ser adaptada para manter a saciedade e evitar oscilações glicêmicas. É recomendável o aumento da ingestão proteica, que pode compensar a queda na saciedade induzida pelo GLP-1. Além disso, uma dieta rica em fibras mantém o efeito positivo do GLP-1 na microbiota intestinal", explica Patricia.
Quando há necessidade de suspensão do uso, a forma de retirada também entra no planejamento terapêutico. "A retirada abrupta pode causar hiperfagia compensatória. Reduzir progressivamente a dose ao longo de algumas semanas pode minimizar esse efeito. Alternar para medicamentos com meia-vida mais longa (como tirzepatida) pode ser uma opção para uma transição mais suave", completa.
"Além de estimular o GLP-1 (peptídeo-1 semelhante ao glucagon), algumas substâncias podem atuar em outros hormônios ligados à regulação da fome, como PYY (Peptídeo Tirosina-Tirosina) e CCK (Colecistoquinina). A modulação desses eixos hormonais está associada a maior saciedade e redução da ingestão alimentar", detalha a nutricionista Cida Mariosa.
Patricia também destaca o papel da microbiota intestinal dentro dessa abordagem ampliada. "O uso de probióticos e prebióticos pode ajudar a preservar as adaptações benéficas induzidas pelos medicamentos. Dietas que favorecem a fermentação de fibras e produção de ácidos graxos de cadeia curta ajudam na manutenção do metabolismo energético", explica.
Mas o controle do peso não depende apenas de mecanismos biológicos. O comportamento alimentar e a relação emocional com a comida também têm peso nesse processo.
"Você pode incorporar tudo com moderação, que não é apenas uma maneira sustentável de viver, mas também uma maneira mais gentil de se tratar", afirma Déborah.
Ela também chama atenção para o impacto da culpa na rotina alimentar. "Isso gera culpa. E nossa relação com os alimentos não deve ser de culpa nem de compensação. Quando alguém está buscando emagrecer, pode parecer que a restrição é a única maneira de permanecer firme em busca do objetivo. Mas, na verdade, se você quer perder peso, ser rigoroso demais com cada pedacinho que passa pelos lábios pode sabotar seus objetivos - sem mencionar sua autoestima. Uma das respostas mais comuns à culpa dos alimentos é sair do controle", diz a médica.
O acompanhamento contínuo aparece como outro elemento importante, especialmente com o apoio de ferramentas digitais. "Alguns estudos descobriram que quanto mais as pessoas monitoram seus esforços para perder peso, mais peso elas tendem a perder de forma consistente. Vimos esse aumento das ferramentas digitais de saúde na última década e elas fornecem uma ótima maneira para as pessoas acessarem intervenções para melhorar sua saúde", observa Marcella.
A prática de exercícios físicos também segue como parte central da manutenção dos resultados. "Exercícios aeróbicos também são indicados, pois melhoram a capacidade cardiovascular e ajudam a aumentar o gasto energético", pontua Déborah.
Por fim, especialistas reforçam que o tratamento da obesidade é multifatorial e depende de acompanhamento contínuo. Mais do que uma intervenção isolada, o resultado sustentado depende da combinação de diferentes estratégias ao longo do tempo.
"O sucesso no controle do peso vai além de qualquer medicamento isolado, e a abordagem personalizada e multidisciplinar é essencial para evitar o efeito rebote", finaliza Patricia.
Fonte:https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/05/18/o-que-acontece-com-o-peso-apos-o-uso-das-canetas-emagrecedoras.ghtml
Canetas
emagrecedoras e os efeitos no corpo que vão além da perda de peso
O tema tem ganhado destaque com o uso
crescente desses medicamentos e abre discussão sobre mudanças que vão além da
balança
Por O Globo — Rio de Janeiro
01/07/2026 03h00 Atualizado há 3 meses
As canetas emagrecedoras mudaram a forma como a obesidade e o sobrepeso são tratados e também abriram espaço para uma nova discussão sobre os efeitos do emagrecimento acelerado. Impulsionados pela popularização dos medicamentos entre celebridades e figuras públicas, que passaram a falar abertamente sobre perda de peso e mudanças no corpo, temas como flacidez, excesso de pele e perda de massa muscular ganharam destaque nas redes sociais e nos consultórios. Agora, além da busca por menos gordura corporal, cresce o interesse por estratégias capazes de preservar ou recuperar os músculos durante esse processo.
Embora os medicamentos análogos de GLP-1 sejam considerados um avanço no tratamento da obesidade por reduzirem o apetite e favorecerem a perda de peso, especialistas alertam que o emagrecimento rápido pode ser acompanhado pela diminuição da massa magra.
"Mas o emagrecimento rápido pode vir acompanhado de um efeito colateral relevante: a perda de massa muscular. Essa redução de massa magra é uma preocupação crescente, pois o músculo exerce funções essenciais no organismo, como manutenção do metabolismo, estabilidade articular, proteção óssea e controle da glicemia. Por esse motivo, estratégias para preservar ou recuperar a musculatura têm sido cada vez mais discutidas no contexto do emagrecimento induzido por fármacos", afirma a cirurgiã plástica Heloise Manfrim.
Segundo a especialista, o tratamento da obesidade não deve ser medido apenas pela balança, mas também pela composição corporal. "Perder gordura é importante, mas preservar músculo é fundamental para a saúde metabólica e funcional", explica.
Durante o emagrecimento acelerado, a redução do volume muscular é mais frequente entre pessoas sedentárias ou com ingestão insuficiente de proteínas. Por isso, a principal recomendação continua sendo a combinação de alimentação adequada com exercícios de força, capazes de estimular a hipertrofia, preservar a massa magra e melhorar a sensibilidade à insulina.
Ainda assim, nem todos conseguem recuperar o volume muscular apenas com treino e dieta. "Nesse cenário, o exercício físico, principalmente o treinamento de força, continua sendo a principal ferramenta para estimular a hipertrofia muscular. A prática regular ajuda a preservar massa magra, melhora a sensibilidade à insulina e contribui para um emagrecimento mais saudável. Ainda assim, alguns pacientes apresentam dificuldade em recuperar o volume muscular apenas com treino e alimentação. E, nesse caso, técnicas médicas são recomendadas", diz o cirurgião plástico Carlos Manfrim.
Entre os recursos utilizados nos consultórios estão aparelhos que empregam campo eletromagnético focado de alta intensidade (HIFEM), capazes de provocar contrações musculares involuntárias e intensas. Segundo o dermatologista Abdo Salomão Jr., essas tecnologias funcionam como complemento ao tratamento, mas dependem de hábitos saudáveis para oferecer resultados.
"Tecnologias de estímulo muscular são importantes para esses pacientes, que precisam adequar a alimentação para que haja o desenvolvimento dos músculos. Procedimentos como T Sculptor Plus, por exemplo, oferecem 70 mil contrações por sessão de 30 minutos. Trocando em miúdos: é como malhar muito mais forte do que você conseguiria voluntariamente e sem fazer força", detalha.
De acordo com o médico, o estímulo provoca contrações repetidas que podem favorecer o aumento do volume muscular e da força, além de contribuir para a redução de gordura como consequência do maior gasto energético. Ainda assim, ressalta que o método não substitui a prática de atividade física.
Na cirurgia plástica, uma das alternativas é a lipoenxertia intramuscular, conhecida como UGraft. A técnica consiste na retirada de gordura do próprio corpo para aplicação em músculos específicos, com o objetivo de melhorar o contorno e a definição corporal.
"O procedimento consiste na retirada de gordura de áreas do próprio corpo do paciente, seguida da purificação desse material e da aplicação controlada diretamente no interior de determinados músculos, com o objetivo de aumentar o volume e melhorar o contorno corporal", explica o Dr. Carlos.
Indicada para casos selecionados, ela pode ser uma opção para quem apresenta perda de massa muscular relacionada ao emagrecimento, ao envelhecimento ou a condições clínicas como sarcopenia, sarcobesidade e lipedema. A escolha do tratamento, porém, deve ser individualizada.
"A técnica não substitui hábitos saudáveis e deve ser vista como parte de uma abordagem mais ampla de saúde. Nenhum procedimento cirúrgico substitui o exercício físico. O ideal é que o paciente esteja inserido em um programa de atividade física, alimentação equilibrada e acompanhamento médico. A cirurgia e a utilização de equipamentos de eletroestimulação muscular podem complementar esse processo em casos específicos", afirma a Dra. Heloise.
Para os especialistas, o conceito que vem ganhando força é o da recomposição corporal, que prioriza não apenas a redução de gordura, mas o equilíbrio entre massa magra e tecido adiposo.
"Hoje falamos cada vez mais em recomposição corporal. O objetivo não é apenas emagrecer, mas melhorar a proporção entre gordura e músculo, garantindo saúde, funcionalidade e estética ao mesmo tempo", conclui o Dr. Carlos.
Fonte:https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/07/01/canetas-emagrecedoras-e-os-efeitos-no-corpo-que-vao-alem-da-perda-de-peso.ghtml
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'Bumbum de
Mounjaro': efeito associado às canetas emagrecedoras viraliza nas redes
Relatos sobre perda de sustentação,
flacidez e mudanças no contorno corporal após emagrecimento acelerado têm
gerado debates entre especialistas e usuárias nas redes sociais
Por O Globo — Rio de Janeiro
20/05/2026 07h52 Atualizado há 5 meses
O tema voltou a repercutir após um vídeo publicado pelo médico especialista em harmonização glútea Roberto Chacur, que mostra o caso de uma paciente com perda significativa de peso e alteração importante na região dos glúteos. Nas imagens, ele comenta que os efeitos do emagrecimento vão além da balança.
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"Estou aqui com uma paciente que perdeu muito peso e, por isso, precisamos pensar não apenas em volume, mas também em sustentação e qualidade da pele", afirma.
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Segundo o médico, é cada vez mais comum o relato de pacientes que chegam ao consultório preocupadas com mudanças rápidas no corpo após o uso dessas medicações.
"Tem paciente que fala que o bumbum simplesmente ‘sumiu’ depois das canetas. Em alguns casos, a pele perde firmeza e o corpo muda muito rápido”, diz. Ele explica que o tratamento apresentado no vídeo busca equilibrar estrutura e naturalidade. “Trabalhamos um plano mais profundo para dar projeção e sustentação, além do bioestimulador, que ajuda na firmeza da pele. A ideia era devolver estrutura sem perder naturalidade", detalha.
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Chacur explica que esse tipo de queixa tem se tornado mais frequente com a popularização dos medicamentos usados para emagrecimento.
"Muita gente emagrece rápido e depois se assusta quando percebe que perdeu totalmente o contorno que tinha antes. Nem sempre o objetivo é aumentar o glúteo. Em muitos casos, a paciente só quer recuperar sustentação e firmeza depois da perda de gordura corporal", conclui.
Fonte:https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/05/20/bumbum-de-mounjaro-efeito-associado-as-canetas-emagrecedoras-viraliza-nas-redes.ghtml
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