O BOM HUMOR É O ELIXIR DA BOA VIDA : OS BENEFÍCIOS DA PSICOLOGIA POSITIVA


Betsie Van Der Meer:


O bom humor é elixir da longa vida: Os benefícios da psicologia positiva



O bom humor é contagiante. O som de gargalhadas é muito mais contagioso do que qualquer tosse, fungada ou espirro. Quando o riso é compartilhado, une as pessoas e aumenta a felicidade e a intimidade. O riso também desencadeia mudanças físicas saudáveis ​​no organismo. O bom humor e sua melhor expressão, o riso, fortalecem seu sistema imunológico, aumentam sua energia, diminuem a dor e protegem você contra os efeitos nocivos do estresse. Melhor que tudo, esse medicamento que não tem preço é divertido, livre e fácil de usar.




O que é a Psicologia Positiva ?


A psicologia positiva apareceu nos anos 90 do século passado, nos Estados Unidos, por intermédio de Martin Seligman. Cansado de estudar casos de depressão, o ex-presidente da Associação Americana de Psicologia decidiu dedicar-se a entender as origens da felicidade. Os resultados de seu trabalho foram condensados em sua obra Felicidade Autêntica. Segundo o autor, a felicidade é algo que deve ser cultivado diariamente, com bom-humor, otimismo e gentileza. Na verdade, desde tempos imemoriais os profissionais da saúde se preocupam com a ação que as emoções exercem sobre o organismo humano.
Ela estabelece justamente o teor dessa influência no equilíbrio dos corpos físico e mental. Uma das idéias principais desta teoria é a ‘resiliência’, ou seja, o poder humano de se manter firme diante dos infortúnios, adaptando-se a eles. Esta vertente procura quebrar os vínculos que prendem o pensamento humano a uma concepção negativista sobre a jornada existencial do homem. Inspirada pela psicologia humanista, ela tem como foco a natureza positiva das experiências e vivências do indivíduo, embora não descuide das pesquisas sobre a patologia, o lado sombrio da psique. A diferença é que a ênfase recai agora sobre a esfera iluminada da mente, visando promover qualidade de vida.
Esta disciplina já se encontra inclusive nos currículos universitários, o que atesta a importância que ela vem adquirindo. Os terapeutas que seguem esta linha procuram levar o paciente a olhar para si mesmo e a encontrar não apenas emoções e desejos reprimidos, bloqueios e traumas emocionais, mas principalmente qualidades virtuais arquivadas na mente humana através de experiências adquiridas ao longo da vida, que podem ou não estar na esfera da consciência. A pessoa deve mentalizar os seus objetivos, valorizando-os em detrimento das dificuldades, ampliando o campo dos desejos e estabelecendo metas para alcançá-los.
É fundamental, assim, o pensamento positivo, alicerce atualmente de uma vasta literatura de auto-ajuda, na qual ocupa um vasto espaço o best-seller "O Segredo", de Rhonda Byrne, transformado também em documentário, disponível em DVD. Nesta obra, a autora convida o leitor a empreender uma jornada de autotransformação, embora em alguns pontos, na tentativa de convencer as pessoas da eficácia de suas idéias, acabe tendendo para um certo extremismo. Baseado na física quântica, o filme revela que nós, de posse do nosso livre-arbítrio, criamos nossa própria realidade, ou seja, diante de várias possibilidades, optamos por uma e assim concretizamos este universo potencial em particular. Portanto, se com o pensamento materializamos uma determinada probabilidade, que então se transforma em algo real, basta enfatizarmos mentalmente o objeto de nosso desejo, e ele será transmutado em “partícula de realidade”, elaborada no momento em que manifestamos nossa intenção.
Ao analisar esta obra, percebe-se logo que o homem é escravo de suas crenças e valores, o que o impede de visualizar os caminhos transformadores, gerando limitações e impedindo o progresso do indivíduo. Mas este ramo da psicologia revela que é possível transcender os limites auto-impostos ao vencer determinadas convicções. A psicologia positiva procura explorar forças até então desconhecidas na mente humana, com a finalidade de compreender o seu alcance e os efeitos que pode provocar no cotidiano de cada pessoa. Assim, superando antigos preconceitos, abordando temas anteriormente desprezados pela nossa cultura, tais como a aptidão para amar, os dons interpessoais, a sensibilidade para o belo, o talento, a sabedoria, etc., ela busca ampliar o bem-estar espiritual do sujeito, seguindo uma nova propensão social, a procura da felicidade. O Homem, depois de procurá-la arduamente no consumismo sem limites, e não encontrá-la, agora a busca em valores como a ética, a tolerância, a responsabilidade, entre outros. Neste contexto, a Psicologia Positiva tende a crescer cada vez mais.


Fontes:
http://www.camaraportuguesa.com.br/impressao.asp?id_noticia=12968
http://www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=107
http://www.borcsiksantos.com/page_1179512407578.html
http://veja.abril.com.br/100304/entrevista.html
 http://www.infoescola.com/psicologia/psicologia-positiva/



Dinheiro não traz felicidade? Existem profissões que geram mais felicidade do que outras? É possível ser feliz sozinho? As crianças são mais felizes do que os adultos? Alegria, satisfação, prazer e felicidade são a mesma coisa? A felicidade é a ausência da tristeza? Ter saúde é fundamental para a felicidade? Já nascemos felizes ou infelizes? Éramos felizes e não sabíamos? Existem lugares que favorecem a felicidade? Homens e mulheres experienciam a felicidade da mesma forma? Quem pensa mais é menos feliz? O que o cérebro tem a ver com a felicidade?…
…Afinal, o que é a felicidade e o que nos torna mais felizes?
São respostas a perguntas como essas que a Psicologia Positiva vem buscando desde o início da década de 1980. Apesar da Psicologia Positiva ter se consolidado como campo de pesquisa e atuação profissional há bem pouco tempo, o estudo da Felicidade é muito anterior a ela.
Desde a Antigüidade Clássica a Felicidade tem sido tema de debates e reflexões filosóficas e religiosas. Da mesma forma, nomes fundamentais da Psicologia – Abraham Maslow, Carl Rogers, Carl Jung, Albert Bandura,Gordon Allport e outros – se dedicaram a investigação das emoções positivas. Portanto, a grande contribuição da Psicologia Positiva não é ter inventado o estudo da Felicidade, mas tê-lo desenvolvido em bases científicas.
Para incluir a pesquisa da felicidade no campo das ciências, a Psicologia Positiva utiliza-se tanto de métodos tradicionais da investigação psicológica quanto do que há de mais avançado no campo das neurociências para o estudo das emoções e do comportamento humano. É dessa forma que a Psicologia Positiva opta pelo caminho da investigação empírica, respeitando os rigores da metodologia científica e baseando suas análises em dados concretos.
A Psicologia Positiva é, portanto, o estudo cientìfico das potencialidades e das virtudes que habilitam os indivíduos, os grupos e as sociedades a viverem de maneira saudável. Constitui-se como um ramo da ciência psicológica baseado na crença de que é possível identificar, compreender, desenvolver, promover e cultivar os mecanismos necessários para viver-se de maneira significativa e satisfatória.
Ao contrário do que muitos possam pensar à primeira vista, Psicologia Positiva não é a mesma coisa que pensamento positivo! Os resultados obtidos pela Psicologia Positiva confirmam a idéia de que os pensamentos “negativos” ou “realistas” também exercem papel essencial na construção de uma vida saudável. É essa visão abrangente e integradora da psicologia Positiva que estabelece a diferença entre ela e formas genéricas de apologia do termo “positivo” em campos como a auto-ajuda, por exemplo. Diferentemente dos apologistas da “smiley face”, os psicólogos positivos distingüem a importância do conhecimento de assuntos sombrios e espinhosos como a depressão e a miséria para o entendimento da felicidade. E, ainda, é em função de sua objetividade científica que a Psicologia Positiva não deve ser confundida como a fonte de uma receita para a felicidade.
Se entre os principais objetivos da Psicologia Positiva está o conhecimento daquilo que vivenciamos como felicidade é porque, em última instância, isso favorece as condições necessárias para que as pessoas possam viver uma vida plena a partir de suas próprias escolhas. Para escolher é preciso conhecer as possibilidades, e a Psicologia Positiva tem realizado muitas descobertas sobre o que é possível em termos de felicidade. Algumas descobertas se aproximam da sabedoria do senso comum, outras dos ensinamentos filosóficos, algumas das tradições religiosas, mas muitas têm revelado o quão pouco sabíamos sobre o que tanto desejamos: a Felicidade!

Fonte:http://angelitascardua.wordpress.com/sobre-mim/psicologia-positiva/


 A psicologia positiva é um termo amplo que abraça estudos científicos

dos temas relacionados com um viver com mais qualidade e sentido.

Sua característica central é que suas aplicações são todas
empiricamente testadas e informadas.

É um campo que estuda as experiências positivas, as forças e traços
positivos, os relacionamentos positivos, e as instituições positivas.

De acordo com esta proposta, se você  se concentrar unicamente
em melhorar suas fraquezas, então o melhor que você vai
conseguir é acabar com uma fraqueza.

Os resultados mais satisfatórios e produtivos vêm quando
você também maximizar seus pontos fortes.


O nascimento da Psicologia Positiva

Uma das principais mudanças na psicologia aconteceu em 1998, quando
Martin Seligman, na época presidente da Associação Americana de Psicologia,
e Ed Diener, professor da Universidade de Illinois, defenderam a idéia de que
os psicólogos deveriam também incluir em seus estudos, temas como, o ótimo
funcionamento e a felicidade, ou seja, o lado positivo das pessoas.


A Psicologia Positiva estuda o que está bem nas pessoas, investiga como as pessoas
alcançam uma vida mais feliz, com maior satisfação e significado.

Ela foca na identificação e na construção das forças humanas, da felicidade,
do bom funcionamento e da excelência.

Fonte:http://www.psicologiapositivabr.com/artigos/86-introducao-a-psicologia-positiva.html


 Martim Seligmam



História

psicologia positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que visa a fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem "uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas",1 enfatizando mais a busca pela felicidade humana que o estudo das doenças mentais.

Embora as pessoas venham discutindo a questão da felicidade humana pelo menos desde a Grécia Antiga,2 a psicologia tem sido criticada por seu direcionamento preponderantemente voltado às questões de doença mental, em vez da "sanidade" mental. Vários psicólogos humanistas, tais como Abraham MaslowCarl Rogers, Erich Fromm e Carl Jung, desenvolveram teorias e práticas bem-sucedidas que envolvem a felicidade humana, a despeito da falta de evidência empírica sólida ao tempo em que desenvolveram seus trabalhos. Seus sucessores não deram sequência à obra, enfatizando a fenomenologia e histórias de casos individuais.3
Recentemente, as teorias de desenvolvimento humano desenvolvidas pelos psicólogos humanistas encontraram suporte empírico em estudos feitos por psicólogos positivos e humanistas, especialmente na área da teoria autodeterminante.4
Pesquisadores empíricos neste campo de estudo incluem Donald Clifton, Albert BanduraMartin SeligmanArmindo Freitas-MagalhãesEd DienerMihaly CsikszentmihalyiC. R. Snyder, Christopher Peterson, Shelley Taylor, Barbara Fredrickson, Charles S. Carver, Michael F. Scheier e Jonathan Haidt.
Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado Values in Action (VIA) – Classification of Strengths and Virtues Manual (Tradução livre: Valores em ação - Manual de classificação de forças e virtudes). Nesse manual as forças foram dividas em características emocionais, cognitivas, relacionais e cívicas e em seis grupos de virtudes: sabedoriacoragemhumanidadejustiça
Alguns dos principais fatores correlacionados com felicidade estudados foram 6 :
  • Amigos íntimos e presentes (Myers 2000)
  • Fazer atividades voluntárias para desenvolvimento de si e de outros (Larson 2000)
  • Estabelecer uma relação familiar de apoio e estímulo ao desenvolvimento de habilidades (Winner 2000)
  • Relações saudáveis no ambiente de trabalho (Turner, Barling & Zacharatos, 2002)
psicologia da saúde e outras ciências da saúde também tem demostrado já há algumas décadas o interesse de mudar o foco do processo saúde-doença para o bem estar e medidas preventivas ao invés de se focar na doença quando ela já está presente e remediar como a medicina tradicional.

Pesquisas por tema

Cultura

Eunkook M. Suh (Universidade da Califórnia) e Shigehiro Oishi (Universidade de Minnesota, agora na Universidade da Virgínia) examinaram as diferenças de felicidade em um nível internacional e as vistas de culturas diferentes sobre o que cria o bem-estar e felicidade.7 Um estudo com mais de 6 000 estudantes de 43 países para identificar a sua satisfação com a vida descobriu que os chineses a classificam como a mais baixa, 3,3, e os holandeses a consideram a mais elevada (5,4) em uma escala de 1 a 7. Quando foram perguntados quanto ao bem-estar subjetivo, os chineses classificaram-na como a mais baixa (4,5), e os brasileiros como a mais elevada (6,2) em uma escala de 1 a 7. O estudo teve três conclusões principais: (1) Pessoas que vivem em sociedadesindividualistas em vez de sociedades coletivistas são mais felizes, (2) Atributos psicológicos referenciando o indivíduo são mais relevantes para os ocidentais, (3) A autoavaliação de níveis de felicidade depende de estímulos e experiências diferentes de sua própria cultura.

Personalidade

Uma personalidade emocionalmente equilibrada, em vez de uma neurótica, correlaciona-se bem com a felicidade. A estabilidade emocional protege a pessoa contra as emoções negativas e prevê uma inteligência social mais elevada. Isso ajuda a gestão de relacionamentos com outras pessoas, que é uma parte importante do ser feliz.8 O desenvolvimento de um temperamento extrovertido pode corresponder com a felicidade pela mesma razão: ele constrói relacionamentos e grupos de apoio. A maioria das teorias depersonalidade disse que as pessoas têm algum controle sobre seus comportamentos e cognições no longo prazo. Alguns estudos genéticos indicam que são os genes para a personalidade, extroversão, neuroticismo e consciência fatores gerais que ligam todos os cinco traços que explicam a hereditariedade do bem-estar subjetivo.9 Uma pesquisa recente sugere que existe um "gene da felicidade": o 5-HTT.10

Referências

  1. Ir para cima Sheldon, K. M. e King, L. (2001). Why positive psychology is necessary. "American Psychologist", 56(3), 216-217.
  2. Ir para cima Positive Psychology Center - FAQ, Universidade de Pensilvânia.
  3. Ir para cima Seligman, Martin E.P. (2002). Authentic Happiness: Using the New Positive Psychology to Realize Your Potential for Lasting Fulfillment. Nova York: Free Press. p. 275. ISBN 0-7432-2297-0.
  4. Ir para cima Patterson, T.G., e Joseph, S. (2007). Person-centered personality theory: Support from self-determination theory and positive psychology. "Journal of Humanistic Psychology", 47(1), 117-139.
  5. Ir para cima Peterson, C., & Seligman, M. (2004). Character strengths and virtues: A classification and handbook. Washington, DC: American Psychological Association.
  6. Ir para cima Psicologia Positiva: uma nova abordagem para antigas questões. Simone dos Santos Paludo e Sílvia Helena Koller. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil. Disponível em www.scielo.br/paideia
  7. Ir para cima Eunkook, S. (2002). Subjective Well-Being Across Cultures. Página visitada em 2012-11-23, http://free-books-online.org/psychology/cross-cultural-psychology/subjective-well-being-across-cultures/
  8. Ir para cima "Age and happiness: The U-bend of life"The Economist, 2010-12-16. Página visitada em 2011-02-07.
  9. Ir para cima Weiss A, Bates TC, Luciano M. (March 2008). "Happiness is a personal(ity) thing: the genetics of personality and well-being in a representative sample". Psychol Sci 19 (3): 205–10. DOI:10.1111/j.1467-9280.2008.02068.xPMID 18315789.
  10. Ir para cima Nordqvist, Christian. Happiness Gene Located Medical News Today.

Ligações externas

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_positiva

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