CRIMES DA IGREJA E DO ESTADO : GENOCÍDIO DE ÍNDIOS MOICANOS NO CANADÁ

Tradução do BOLETIM No. 1 - ITCCS (Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado) - 29 de março de 2014


Agência de Informação Pública do Gabinete do Procurador-Geral, Tribunal de Justiça de Direito Comum

Boletim No. 1: 29 de março de 2014

O Gabinete do Procurador-Geral (GPG) compilou evidência contra os réus primários BERGOGLIO, PACHON e WELBY, e apresentou sua documentação primária ao Tribunal. Nossos argumentos no Tribunal terão início segunda-feira, dia 07 de abril, às 10 horas.

O GPG encontrou evidências consideráveis ​​ligando os réus à operação e proteção de uma rede mundial de tráfico de crianças, envolvendo sequestro rotineiro e sistemático, estupro, tortura e assassinato sacrificial de recém-nascidos e de crianças até quatorze anos de idade. O circuito documentado conhecido como o NONO CÍRCULO envolvendo os réus e ex-Papas JOÃO PAULO II e BENTO é uma manifestação desta rede. O CÍRCULO opera de acordo com um estatuto do direito canônico denominado PRIVILÉGIO MAGISTERIAL, que é apresentado dentro dos arquivos lacrados da biblioteca do Vaticano. Uma cópia obtida deste estatuto foi inserida como prova pelo GPG.

O NONO CÍRCULO está globalmente instalado e tem séculos de existência, operando em catedrais Católicas em Montreal, Nova Iorque, Roma, Londres e em dezenas de outros lugares, incluindo bosques de florestas protegidas nos Estados Unidos, no Canadá, na França e na Holanda. Ele rotineiramente utiliza crianças retiradas de orfanatos Católicos, de agências de adoção, de hospitais e de escolas.

O GPG documentou tal operação na antiga Igreja da Inglaterra / ESCOLA RESIDENCIAL DE ÍNDIOS MOICANOS (Mohawk) dirigida por Jesuítas na cidade de Brantford (província de Ontário, Canadá). O estupro de rotina, tortura e morte sacrificial de crianças indígenas da Confederação Mohawk começou com a abertura desta unidade em 1832 e continua até os dias atuais em compartimentos do subsolo. Este fato foi estabelecido a partir de restos mortais em uma vala comum perto da escola, de depoimentos de testemunhas, de evidência parapsicológica e de documentação de arquivos secretos da Igreja da Inglaterra em Londres, em Ontário (a então denominada coleção "G 12" sigilosa da Diocese Anglicana de Huron dirigida pelo Bispo Bob Bennett).

A ex-investigadora da igreja anglicana LEONA MOSES (que morreu subitamente em 31 de maio de 2014) também confirmou esses fatos pessoalmente para Kevin Annett e para o ancião Moicano Cheryl Squire em uma entrevista privada em outubro de 2011. (Ver a evidência do caso 0022513-001 do ICLCL, na seção ‘Genocídio no Canadá’, em www.itccs.org, e links do youtube).

O réu primário WELBY, atuando como arcebispo de Canterbury e sob a direção da criminosa condenada ELIZABETH DE WINDSOR (ou "Rainha da Inglaterra"), ordenou a destruição desses arquivos e de quaisquer vestígios mortais das crianças assassinadas em janeiro de 2012, em um comunicado privado ao Primaz Anglicano Fred Hiltz, em Toronto. A ordem de Welby foi motivada em parte pelo envolvimento direto de ELIZABETH DE WINDSOR no sequestro e morte de crianças indígenas no Canadá e com a participação regular de membros da Família Real em rituais do NONO CÍRCULO na escola Mohawk, em Brantford.

Esses rituais são atestados pela testemunha ocular de um ex-detento da escola Mohawk e por uma investigadora parapsicóloga credenciada pela polícia cujos depoimentos estão em material do protocolo do GPG.

Ambas as fontes confirmaram ver nove indivíduos usando roupão vermelho reunidos em um altar, em uma catacumba subterrânea sob a asa oeste da escola Indígena Mohawk. Uma menina Mohawk de cerca de cinco ou seis anos foi amarrada e amordaçada no altar, repetidamente estuprada por todos os participantes e, em seguida, morta e estripada e esquartejada com uma faca cerimonial, e o seu sangue foi consumido pelos nove. Os restos do cadáver foram então queimados e enterrados secretamente na floresta logo ao oeste do prédio da escola.

Em outubro de 2011, as escavações iniciadas pelos anciãos Mohawk nos terrenos do mesmo local ao lado da escola revelaram muitos botões do uniforme das alunas da escola, pedaços queimados de roupas, e ossos que haviam sido cortados em pedaço. Posteriormente, dois destes fragmentos de ossos foram identificados positivamente como sendo de uma criança pequena pelo legista de Ontário, Greg Olson, e pelo arqueólogo Kris Nahrgang, bem como pelo principal patologista forense, Dr. Donald Ortner, do Instituto Smithsonian, em Washington, D.C. (Ortner morreu de causas não divulgadas pouco depois).

Os réus primários WELBY, BERGOGLIO e PACHON conspiraram para começar a mobilizar uma campanha a fim de esconder ou de destruir esta evidência, de obstruir a justiça, e de desacreditar publicamente o ITCCS e Kevin Annett depois que esta prova foi divulgada em outubro de 2011. Esta campanha de desinformação continua principalmente através dos meios de comunicação controlados pelo governo do Canadá, incluindo a chamada "Rede de Televisão dos Povos Indígenas" (APTN), e ao silenciar diretamente os anciãos Mohawk e as testemunhas oculares em Brantford.

O envolvimento dos Jesuítas nos rituais do NONO CÍRCULO da escola Mohawk foi confirmado em correspondências de Diretores da escola já em 1922. Rituais de sacrifício semelhantes dos Jesuítas envolvendo crianças pequenas e recém-nascidos em escolas Indígenas Católicas no Estado de Dakota do Sul, e na cidade de Omak (Estado de Washington), foram confirmados pela testemunha ocular Clarita Vargas em um depoimento que entrou no nosso material de protocolo.

Mais evidência neste caso será divulgada nos próximos Boletins da Agência.

Emitido pela Agência de Informação Pública do Gabinete do Procurador-Geral
29 de março de 2014
Bruxelas, Bélgica

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Tradução para o português: Zulma Peixinho

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VEJA TAMBÉM

BOLETIM No. 2:


BOLETIM No. 3:


BOLETIM No. 5:


MATÉRIA ESPECIAL: ORDEM DE PRISÃO PARA O PAPA





A dupla das trevas poderá ser presa a qualquer momento.


Joseph Ratzinger, papa que renunciou, juntamente com a Rainha da Inglaterra, Elizabeth Windsor, o jesuíta chefe do Vaticano, o primeiro-ministro do Canadá e mais 27 réus, entre líderes religiosos e políticos, foram condenados pela Corte Internacional de Justiça, em Bruxelas, a 25 anos de prisão pelo assassinato de mais de 50.000 crianças indígenas.
O veredicto do Tribunal de Direito Comum Internacional de Justiça condenou os réus por crime de genocídio, pelo assassinato de mais de 50.000 crianças índias e mestiças no Canadá (veja a história completa logo em seguida). A ordem judicial foi emitida para os Réus em 25 de fevereiro de 2013 e eles tinham até o dia 04 de Março de 2013 para se entregarem espontaneamente, conforme o Despacho 022513-001: 

"Aos réus é ordenado que se entreguem voluntariamente para oficiais de paz e agentes autorizados por esta Corte, tendo sido considerados culpados da acusação. Os réus têm sete dias a partir da emissão da ordem, até 04 de março de 2013, para cumprimento. Depois de 04 de março de 2013, um mandado de captura internacional será emitido contra esses réus ". 

Veja o documento


PLANO DE EXTERMÍNIO

Além da prisão sem direito a liberdade condicional, o Tribunal ordenou a apreensão dos bens pessoais dos condenados. O veredicto foi unânime em considerar culpados os acusados de Crimes contra a Humanidade, e de ser parte de uma conspiração criminal em curso. Entre os réus julgados culpados estão Elizabeth Windsor, Rainha da Inglaterra, Stephen Harper, primeiro-ministro do Canadá, e os oficiais chefe da Igreja Católica, Anglicana e Unidos da Canadá. * (Uma cópia completa do veredicto, a ordem judicial e uma lista dos réus é incluído no link que o acompanha). O julgamento durou quase um mês de deliberações por mais de 30 cidadão jurados que analisaram 150 casos apresentados pelos procuradores do Tribunal. O júri concluiu que houveram provas irrefutáveis e detalhadas de uma enorme conspiração criminosa com a participação das instituições dos acusados ​​de cometer e ocultar genocídio em gerações de crianças índias nas escolas residenciais em todo o Canadá. Os réus não negaram as acusações e tampouco apresentaram contraprova. "Esses crimes dirigidos às crianças foram um plano frio e calculado para exterminar os índios que não eram cristãos. O acórdão declara os bens e as propriedades das igrejas responsáveis pelo genocídio canadense que serão confiscados e disponibilizados como reparações às famílias das vítimas desse odioso crime. Para impor a sentença, o Tribunal teria poderes sobre o Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Itália e mais outras 12 nações. As igrejas que terão bens sequestrados são a Católica Apostólica Romana, a Anglicana e a Igreja Unida do Canadá, que são as principais agenciadoras de mortes das crianças. A sentença declara expressamente que esses organismos eclesiais tem atividades criminais que envolvem ainda roubo de riquezas do povo. Conforme declarou Kevin Annett, chefe dos procuradores, “Os mortos podem agora finalmente descansar em paz.” Os oficiais de justiça estão entregando a Ordem a todos os Réus nesta semana, incluindo o primeiro-ministro canadense, a rainha da Inglaterra e Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI. Assim, obviamente a renúncia abrupta de Ratzinger foi para evitar o escândalo mediante uma prisão de um papa dentro do Vaticano.

Veja o vídeo do comunicado à imprensa. Estamos tentando ter acesso ao acórdão. Tão logo o tenhamos, será publicado aqui.



Acompanhe o andamento dos fatos, nas próximas semanas, acessando o sitewww.itccs.org



O GENOCÍDIO – OS CRIMINOSOS

A ação criminal foi intentada por crime de genocídio contra as crianças da nação indígena Mohawk do Canadá, sendo apontados como mandantes a rainda da Inglaterra, o governo do Canadá, o Vaticano e algumas grandes empresas farmacêuticas. Essa ação é a primeira da espécie, no mundo todo. Deflagrado por Jason Bowman da Associação dos Procuradores do Cidadão do Canadá e pelo Reverendo Kevin Annett, do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e dos Estados (ITCCS) em nome de milhares de interessados, famílias das vítimas assassinadas. Em coletiva à imprensa (que obviamente a mídia illuminatti barrou) o processo foi explicado em detalhes na Corte do Tribunal Federal do Canadá, na Queen Street West, 180, Toronto, em 04 de Julho de 2012. Uma cópia da declaração foi disponibilizada à imprensa, no mesmo mês, que pode ser vista no link: 


http://www.scribd.com/doc/98695498/July12012ACPITCCSJointPressReleaseStatement-7

CORPOS ACHADOS – TORTURA - MUTILAÇÃO

Mediante varreduras por radar de penetração no solo adjacente ao edifício principal fechado do Instituto Mohawk, foram localizados inúmeros corpos entre 15 a 20 metros de profundidade, enterrados em valas comuns. O Instituto foi fechado em 1970 para camuflar a existência desses túmulos. Testemunhas oculares, ouvidas no julgamento, afirmaram ter presenciado sacerdotes em túnicas vermelhas torturando crianças em rituais satânicos. Crimes sexuais horrendos foram praticados. Num dos eventos narrados, a rainha Elizabeth Windsor, como Chefe de Estado e da Igreja da Inglaterra estava presente e ordenou pessoalmente tortura ritual em escolas residenciais controladas pela Igreja da Inglaterra e pelo Vaticano. Veja o vídeo:

Leia mais em: www.examiner.com

ATUAL PAPA TAMBÉM TERIA PARTICIPADO DO GENOCÍDIO

Jorge Mario Bergoglio, atual papa, também foi indiciado no mesmo processo e também tem ordem de prisão. 


O suspeito foi rapidamente eleito como o novo Papa da Igreja de Roma, em um conclave realizado a “toque de caixa”. Além de ser acusado de ajudar a seqüestrar opositores da junta militar da Argentina durante a década de 1970 e de tráfico de bebês , por advogados e membros da Plaza de Mayo, grupo de direitos humanos ( Los Angeles Times, 17 de abril de 2005 ", o cardeal argentino Nomeado em Ação Seqüestro" ), Bergoglio também teria participado do evento genocida Mohawk. A Ordem dos Jesuítas estabeleceu o sistema escolar residencial na América do Norte em meados do século 19, e tem levado a destruição e morte de milhões de não-católicos de todo o mundo desde o seu início em meados do século 16. Sob um juramento secreto administrado a todos os membros, os jesuítas são autorizados e incentivados a matar, torturar ou derrubar qualquer adversário do Vaticano e do Papa. Estes fatos, as alegações argentinas, e sua cumplicidade na conspiração global contra crianças enunciados na lei canônica Crimen Sollicitationas, torna o novo Papa potencialmente suscetível a prisão e condenação sob a lei internacional, a exemplo dos outros condenados. O ITCCS entende que a eleição de Jorge Mario Bergoglio foi um arranjo rápido para arrumar um “bode expiatório” à frente da instituição do Vaticano, poupando Bento XVI, que seria uma figura indispensável na agenda Illuminati. Bergoglio, portanto, também está sujeito à prisão imediata, nos termos da Ordem Common Law Tribunal de 5 de março de 2013, emitido pelo Tribunal de Direito Comum Internacional de Justiça sob a autoridade do jus gentium , a Lei das Nações, e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal. A condenação de Bergoglio também envolve crimes contra a humanidade e de envolvimento em uma conspiração criminosa global com sede em Roma (Agenda Global Illuminati), em plena cooperação da Ordem dos Jesuítas (continuidade moderna dos antigos Cavaleiros Templários). 

PROCESSO EM HAIA

Em 2011, advogados de direitos humanos representando vítimas de abuso sexual do clero, já haviam entrado com uma queixa no Tribunal Penal Internacional em Haia, para investigar e processar o Papa Bento XVI e três altos funcionários do Vaticano por crimes contra a humanidade, envolvendo participação ativa, cumplicidade e acobertamento  de estupros e abusos sexuais de crianças. Curiosamente, a matéria foi publicada no New York Times, que todos sabemos, é mídia Illuminati. Veja em:

http://www.nytimes.com/2011/09/14/world/europe/14vatican.html?_r=2&ref=europe&cid=nlc-dailybrief-daily_news_brief-link25-20110913&


Leia assuntos relacionados:

IMUNIDADE PELA IMPUNIDADE
RATZINGER pretende se esconder.

http://www.reuters.com/article/2013/02/15/us-pope-resignation-immunity-idUSBRE91E0ZI20130215

Mais denúncias de abuso sexual contra crianças envolvendo BENTO XVI:
http://www.guardian.co.uk/world/2013/feb/11/pope-resigns-sex-abuse-survivors

Associação já teria processado o papa em Haia:
http://www.toledoblade.com/Religion/2012/04/03/Hague-court-of-last-resort-SNAP-chief-says.html

Papa renunciou para evitar a prisão:
http://www.silverdoctors.com/itccs-pope-benedict-resigned-to-avoid-arrest-seizure-of-church-wealth-by-easter/

Papa Bento XVI afirmou que os abusos dentro da igreja era um "mistério"
http://www.ibtimes.co.uk/articles/433738/20130211/pope-benedict-xvi-resign-child-sex-abuse.htm

Os crimes de Jorge Mario Bergoglio, atual papa:
http://www.protegeatushijos.org/


100 ANOS DE GENOCÍDIO

“MATAR O ÍNDIO PARA SALVAR O HOMEM. O ÚNICO ÍNDIO BOM É O ÍNDIO MORTO.” Citação de Richard H. Pratt,fundador do primeiro internato indiano denominado “Carlisle Indian School Industrial”. 


As crianças eram arrancadas à força de suas famílias, sob pretexto de receberem educação civilizada. Nunca mais retornavam. Simplesmente sumiam.


De acordo com o Reverendo Kevin Annett, Secretário do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e dos Estados (www.itccs.org), o Instituto Mohawk (foto abaixo) foi criado pela Igreja Anglicana da Inglaterra em 1832 para aprisionar e destruir gerações inteiras de crianças da etnia indígena Mohawk. As crianças indígenas eram arrancadas violentamente de suas famílias e levadas a esses internatos. Lá sofriam todo o tipo de maus tratos, trabalhados forçados, experiências médicas, torturas, rituais malignos, violência sexual e toda uma série de perversões perpetradas por padres, freiras e mandatários da igreja. O Instituto Mohawk foi a primeira escola indígena  residencial no Canadá e durou até 1970 quando foi fechada para esconder os crimes ali cometidos pela igreja. 


Fonte:http://wwwcledsomamiltomcom.blogspot.com.br/2013/03/materia-especial-ordem-de-prisao-para-o.html

Como na maioria das escolas residenciais, mais de metade das crianças presas ali nunca mais voltou para casa. Muitas delas foram enterradas ao redor da própria escola. 

Em 1909, o Dr. Peter Bryce , superintendente médico geral para o Departamento de Assuntos Indígenas (DIA), informou o departamento que entre 1894 e 1908, as taxas de mortalidade em algumas escolas residenciais no oeste do Canadá variou de 30% a 60% em cinco anos (ou seja, cinco anos após a entrada, de 30% a 60% dos estudantes tinham morrido, ou 6-12% ao ano). Estas estatísticas não se tornaram públicas até 1922, quando Bryce, que já não estava trabalhando para o governo, publicou A História de um Crime Nacional:. Sendo um registro das condições de saúde dos índios do Canadá 1904-1921. Desde então, a humanidade cruzou os braços para essa situação.

Para saber a história completa desses campos de concentração e extermínio de crianças administrados pela Inglaterra e pela Igreja, acesse:
 http://americanindiantah.com/lesson_plans/ml_boardingschools.html




Fonte:http://wwwcledsomamiltomcom.blogspot.com.br/2013/03/materia-especial-ordem-de-prisao-para-o.html